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Vídeo sobre descoberta de avião desaparecido surge no Facebook.. cuidado

Link direciona para site que exige compartilhamento de mensagem e faz instalação de um plug-in

Golpe: vídeo sobre descoberta de avião desaparecido surge no Facebook
Muitos estão curiosos para saber novidades referentes ao avião da Malaysia Airlines que despareceu no dia 8 de março. Porém, todo cuidado é pouco, especialmente em relação a um golpe envolvendo um vídeo que está rodando o Facebook. 
Segundo a empresa de segurança Kaspersky Lab, quem clica no arquivo é direcionado para outra página na qual o conteúdo supostamente seria exibido. Para rodá-lo é exigido o compartilhamento da mensagem no mural do Facebook, bem como a instalação de um plug-in. 
A empresa informou que o software faz o download de um programa que interrompe a experiência online do usuário e exibe automaticamente anúncios enquanto o navegador é utilizado. Até o momento a mensagem só foi detectada no Facebook em inglês, mas é preciso cautela antes de sair clicando em qualquer link

“Acreditamos que nos próximos dias ela estará em outras redes sociais, bem como outros idiomas como espanhol e português. Além disso, outros tipos de malware [...] estão se espalhando por meio desse ataque, pois o tema tem despertado interesse mundial”, explicou Fabio Assolini, analista sênior de segurança da Kaspersky Lab.

Porquê que os passageiros do avião da Malaysia Airlines não utilizaram os telemóveis?



Na era dos "smartphones" e das redes sociais, o misterioso desaparecimento do voo MH370 da Malaysia Airlines levanta ainda mais uma questão: por que é que nenhum dos 239 passageiros contactou um familiar, como aconteceu no atentado de 11 de setembro.

Onze dias após o sumiço do Boeing 777 com 239 pessoas a bordo, a ausência de chamadas telefónicas, mensagens ou de emails pode ser uma pista para melhor entender o que aconteceu.




Poderá indicar que o avião voou muito alto ou sobre água. Ou que os passageiros estariam inconscientes, devido, por exemplo, a uma despressurização da cabine.

Há especialistas que defendem que quanto mais perto de uma rede de telefone fixa estivessem, mais hipóteses teriam de utilizar os portáteis ou outros dispositivos eletrónicos.

No entanto, são em maior números os técnicos, citados pela France Presse, que duvidam da possibilidade de se estabelecer e de manter um contacto telefónico, num voo a grande velocidade e em altitude cruzeiro.

Para estabelecer contacto entre um telemóvel e um recetor é necessário um sinal suficientemente forte dos dois lados.

Para o consultor da área das telecomunicações Koh Chee Koon, esta ligação é "teoricamente" possível caso o avião tenha voado entre os 23 mil pés (7000 metros) e os 45 mil pés, após a perda de contacto com a torre de controlo, tal como apontam informações não confirmadas.

Além de terem telemóveis vulgares, os passageiros do MH370 tiveram como obstáculo o habitáculo do avião para conseguirem ter uma ligação de qualidade aceitável, isto no caso de "terem hipótese de o fazer", acrescentou o consultor.

Os aviões utilizados nos atentados de 11 de setembro, nos Estados Unidos, voavam relativamente baixo, sobre uma zona coberta de rede para telemóvel.

E a maior parte das chamadas foram feitas a partir dos telefones a bordo e não desde telemóveis.

Algumas companhias aéreas permitiram recentemente a utilização de telemóveis durante o voo, graças à instalação de rede dentro do próprio aparelho, mas este serviço não estava disponível no voo MH370.

Sem este sistema, um telemóvel não pode ser utilizado acima dos 500 metros, no caso de um voo comercial, e se estiver muito longe de uma torre, segundo explicou A.K. Dewdney, professor de informática na Universidade de Ontário, no Canadá.

"Nenhum telemóvel consegue ligar-se a partir de um avião no meio do oceano, mesmo que a baixa altitude", disse o professor universitário.

E "há uma altitude de cruzeiro normal, a partir da qual nenhum telemóvel consegue entrar em contacto com o solo", insiste Dewdney, que colaborou nas investigações sobre esta mesma questão após o 11 de setembro.

O dono da Malaysia Airlines, Ahmad Jauhari Yahya, explicou, esta segunda-feira, que não houve qualquer evidência de que os passageiros tenham tentado telefonar, embora haja ainda "milhões" de dados telefónicos a ser analisados.

Para adensar o mistério, a imprensa chinesa escreveu, nos primeiros dias de busca, que familiares dos passageiros tinham ligado para os seus telemóveis e que estes tinham dado sinal de chamada.

Para os especialistas, esta não é, no entanto, uma prova do seu funcionamento.

Mesmo que não tenha sido possível utilizar o telemóvel para contactar pessoas em terra, os aparelhos que estejam ligados podem servir para ajudar a localizar o avião.

Para isso, os investigadores têm de recolher cada número de identificação dos telemóveis de cada um dos passageiros, junto das operadoras de todos os países, mesmo daqueles que têm ainda uma rede embrionária, como a Birmânia.


As mais loucas teorias sobre o desaparecimento do avião da Malaysia Airlines


As mais loucas teorias para o desaparecimento do avião da Malaysia Airlines

Nove dias após o desaparecimento do avião da Malaysia Airlines, com 239 pessoas a bordo, desconhecem-se, ainda, os motivos que levaram ao sumiço do aparelho. Suicídio de um dos pilotos, terrorismo, sequestro são hipóteses que ainda não descartadas pela investigação, mas há outras tantas teorias da conspiração que o mistério e as redes sociais ajudam a condensar. De ovnis ao envolvimento de Edward Snowden, tudo é aventado na internet.

À parte as certezas a que os investigadores foram chegando, nos últimos nove dias, pouco se sabe do que se passou a bordo do voo 370 da Malaysian Airlines.
Na versão oficial, ganha terreno a hipótese de se tratar do resultado de um plano de sabotagem ou de pirataria meticulosamente preparado. Suspeitas que ganharam novo fôlego com a hipótese de que a última comunicação do cockpit, feita pelo co-piloto -, um informal "tudo bem, boa noite" -, tenha sido feita depois de desligado um dos sistemas de comunicação do aparelho.
Sabe-se também que o Boeing desceu a cinco mil pés de altitude (cerca de 1500 metros) de forma a evitar os radares civis,que terá voado até mais sete horas, depois de ter desaparecido dos radares, e que mudou deliberadamente de rota. "A pessoa no comando do avião tem um sólido conhecimento de navegação e radares", disse fonte da investigação, citada pelo jornal malaio "New Straits Times".
A polícia e os investigadores da equipa internacional talvez nunca venham a confirmar qualquer destes dados, a menos que encontrem o aparelho. Existem, atualmente, duas zonas de investigação sobre a rota seguida pelo avião: uma franja que vai do norte da Tailândia até ao Cazaquistão e Turquemenistão; outra que parte da Indonésia e entra pelo oceano Índico a oeste da Austrália.
Teorias da conspiração

O envolvimento de extraterrestres no desaparecimento do avião é defendido por Alexandra Bruce, no site Forbidden Knowledge TV, no qual são publicados os sinais capturados na altura do desaparecimento e que, afirma a autora, só poderiam ser emitidos por um OVNI.
Como fonte é usado um vídeo partilhado no YouTube e que mostra o registo do tráfego aéreo no local e na altura do desaparecimento do aparelho.
No site, o alegado OVNI é identificado como Airlines Flight 672, num vídeo retirado do flightradar24. A velocidade supersónica do aparelho está provavelmente relacionada com uma falha no sistema e não com uma intervenção alienígena.
Uma outra teoria garante que os 239 passageiros que seguiam a bordo do Boeing estão vivos. A convicção fundamenta-se no facto de os telemóveis dos passageiros continuarem a chamar.
Nem todos os telemóveis que são desligados encaminham diretamente a chamada para o atendedor de chamadas. Localização, tipo de rede e a proximidade a uma antena de telemóvel podem fazer com que continue a existir um sinal de chamada.
Uma mensagem no Reddit levanta a suspeita de ligação a Edward Snowen. Segundo o que foi escrito na rede social, a bordo do voo 370 seguiam 20 especialistas da Freescale Semiconductor, do Texas, EUA, entre os quais um alto quadro, em chips e agregação de dados, que tinham como missão vigiar a China. Segundo esta teoria, o avião da Malaysian Airlines terá explodido, na sequência de um ataque dos serviços secretos chineses.
Os funcionários da Freescale Semiconductor estão no centro de uma outra teoria, que aponta para o envolvimento do Irão e dos dois passageiros iranianos que seguiam a bordo com passaportes falsos. O objetivo do departamento de segurança nacional iraniano seria apropriar-se do conhecimento dos engenheiros da empresa norte-americana.
Na internet, há também quem defenda que o avião foi desviado para Pyongyang, já que a capital da Coreia do Norte fica a igual distância de Kuala Lumpur. Em 1969, o regime comunista de Pyongyang desviou um avião da vizinha Coreia do Sul.
O envolvimento dos Illuminati, um género de um triângulo das Bermudas no Golfo da Tailândia ou o desvio do avião para o Vietname para posterior utilização como míssil são algumas das outras teorias que tentam explicar o que, para já, ainda não tem resposta da investigação oficial.


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