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O teu telemóvel pode ajudar a curar cancro


Num projeto semelhante ao Folding@Home, também o poder de processamento dos telemóveis pode ser usado para ajudar na investigação da luta contra o cancro.


A app Power Sleep, disponível na Play Store, permite usar o poder de processamento dos smartphones Android e usar essa capacidade na investigação contra o cancro. A app foi criada pela Samsung Áustria e pela Universidade de Viena, e funciona também como um alarme. Assim que o utilizador programa o alarme, a app percebe que o telefone já não vai ser usado e começa a processar os dados necessários para o cálculo de comparações entre sequências de proteínas.
A app está ligada à SIMAP, a Similarity Matrix of Proteins, uma base de dados que é usada por investigadores da genética, bioquímica, biologia molecular e da luta contra o cancro.
O entendimento de como as proteínas são dispostas é um dos primeiros passos nestas investigações, mas requer bastante poder de processamento. Numa altura em que já existem redes de computadores ligados em todo o mundo para esta investigação, acrescentar o poder de processamento dos smartphones vai contribuir para acelerar as descobertas, explica o Quartz.
Para os utilizadores mais zelosos de bateria e dos custos de ligações de dados, os responsáveis indicam que a app só usa o dispositivo se este estiver completamente carregado, ligado à corrente elétrica e com o Wi-Fi ligado.
Veja o vídeo preparado pela Samsung.

Vídeo mostra LG G Flex sendo riscado com uma faca e regenerando em segundos

Fator de cura do aparelho é colocado em dúvida durante testes quotidianos





Na última semana, um vídeo mostrando o "fator de cura" do smartphone do LG G Flex foi bastante comentado: apesar de mostrar de forma incrível a regeneração do aparelho, o teste foi feito sob condições específicas e em laboratório, o que levou muita gente a duvidar do processo.
Agora, o pessoal do MKBHD resolveu pegar o aparelho e testá-lo de forma mais realista. A primeira prova envolve algo que pode acontecer com frequência no quotidiano: riscar a traseira do smartphone com algumas chaves, algo possível se ambos os objetos ficarem no mesmo bolso. No fim das contas, apesar de deixar algumas marcas bem fracas, a "regeneração" aconteceu, especialmente quando há calor para acelerar o processo.
O segundo teste envolve um risco mais acentuado feito por uma faca. Novamente, há o fator de cura em ação, e quase não se percebe o "ferimento". Por último, o aparelho curvo é forçado a ficar plano em ambas as direções com uma força aplicada com as mãos, algo que poderia facilmente quebrá-lo ao meio. Aparentemente, nada acontece (os responsáveis não souberam determinar a existência de danos internos).
A conclusão é que a regeneração realmente existe e é impressionante, apesar de ainda ser uma tecnologia que dá seus primeiros passos – ou seja, ainda falta muito para chegar ao nível de um Wolverine ou um T-1000, o androide assassino interpretado por Robert Patrick em "O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final".


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