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Google denuncia utilizador por fotos suspeitas no Gmail



Fotos essas que eram de crianças…

O GMAIL é provavelmente o melhor serviço de e-mail gratuito da actualidade. Desde a criação deste serviço que sempre se soube que a Google recorre a filtros (o que implica aceder ao conteúdo do e-mail) para validar todo o e-mail da caixa de entrada.

Mas, recentemente, a Google denunciou ao National Center for Missing and Exploited Children um utilizador do Gmail por este receber fotos “suspeitas” de crianças na sua conta.





Em Abril, a Google actualizou os Termos de Serviços do Gmail, onde incluiu a informação de que todos os emailsque os utilizadores enviam, recebem ou estão armazenados são automaticamente analisados por um software, de forma a criar anúncios específicos para cada utilizador.

No entanto, tal “sistema” permitiu agora à Google também denunciar ao National Center for Missing and Exploited Children (Centro Nacional de Crianças Desaparecidas) um utilizador por ter fotos “suspeitas”, de crianças, no Gmail. O homem em causa era já um predador sexual, com cadastro, uma vez que já tinha sido condenado por abuso a uma criança em 1994. Depois da Google ter alertado o National Center for Missing and Exploited Children, o centro fez uma denúncia na polícia que procedeu a um mandato de captura.



A investigação, por parte da polícia, com base noutros equipamentos do pedófilo, revelou imagens de outras crianças assim como algumas conversas.



Este caso levanta algumas questões pertinentes, ainda para mais numa altura em que a privacidade é colocada em causa em muitos serviços. Por um lado a tecnologia pode ajudar neste tipo de casos mas… e a privacidade dos serviços da Google não é colocada em causa?

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Nokia Lumia salva a vida de um policia no Brasil








A Nokia é famosa por seus smartphones resistentes e são realizados testes variados antes dos dispositivos estarem disponíveis em estoque. No entanto, a companhia provou mais uma vez a eficácia dos componentes utilizados.

No Dia do Trabalho (1), um policial estava à caminho de visitar sua família, e ao chegar no local, é surpreendido por bandidos que estão assaltando a casa e mantendo seus pais reféns.

Ao notar o uniforme do jovem, os assaltantes atiraram em sua direção, acertando as nádegas do homem. No entanto, um Lumia 520 estava no bolso da calça do policial, que foi acertado em cheio. A bala simplesmente parou, evitando qualquer dano ao corpo do PM. O projétil nem se quer atravessou o telemóvel, só estilhaçou seu ecrã.

Os dois suspeitos fugiram e a polícia militar ainda não os encontrou. Um belo dia para amar a Nokia. [G1]

Site de vendas de drogas Silk Road está de volta ... depois do FBI o ter encerrado

Site de vendas de drogas Silk Road volta em versão 2.0

Drogas injetáveis


Versão “2.0” do serviço foi lançada na manhã desta quarta-feira, após a página original ter sido fechada pelo FBI no início de outubro


O site para vendas de drogas Silk Road está de volta ao ar. Uma versão “2.0” do serviço foi lançada na manhã desta quarta-feira (06), após a página original ter sido fechada pelo FBI no início de outubro.

Assim como o original, o Silk Road 2.0 mantém o anonimato de seus serviços ao utilizar a rede Tor e a moeda virtual Bitcoin para proteger a identidade dos vendedores e compradores.
O novo administrador do site também manteve o nome de “Dread Pirate Roberts”, o mesmo pseudónimo utilizado pelo dono original do serviço, Ross Ulbricht, antes dele ser preso pelo FBI.
Antigos usuários já realizam a transição para o Silk Road 2.0, mas até o momento não é possível realizar novas inscrições e somente membros da comunidade podem enviar convites para novos usuários.
Visualmente o novo site também está bastante idêntico ao antecessor. Apenas a nova página de login que está mais segura e traz uma camada extra de autenticação.
E parece que os novos administradores não estão preocupados com a vigilância do FBI. Segundo a revista Forbes, o Silk Road 2.0 já conta com mais de 500 drogas listadas no serviço.

Venderam a filha recém nascida para comprar iPhone

Dupla de criminosos usou dinheiro arrecadado para adquirir vários objetos caros

Casal de chineses vende a filha recém nascida para comprar iPhone

Um casal de chineses foi detido por ser acusado de vender a própria filha e usar o dinheiro arrecadado para comprar um novo iPhone e diversos artigos luxuosos, segundo o jornal britânico Daily Mail.
O casal, conhecido como senhor Zang e senhora Teng, colocou uma série de anúncios anónimos em um jornal oferecendo o bébé para "adoção", sendo que a criança ainda não havia nascido na época. O preço da negociação não foi divulgado, mas pode chegar a até US$ 8 mil .



A polícia de Xangai acusou o casal de tráfego de seres humanos depois que os criminosos aceitaram uma oferta pelo bébé, que teria menos de um mês quando vendido. O dinheiro recebido foi imediatamente usado pelos dois na compra de uma série de itens de luxo, como peças de roupa e artigos esportivos, além de um novo modelo de iPhone, chocando as autoridades locais.
Em defesa, o casal afirmou que cedeu o bébé para outra família não porque queria usar o dinheiro, mas porque não tinha condições de criar mais uma criança (Zang e Teng já têm dois filhos) e decidiu dar uma vida melhor ao novo herdeiro.

Executivos da HTC podem ter cometido fraude e roubado dados sigilosos

Executivos da HTC podem ter cometido fraude e roubado dados sigilosos


























Cinco designers executivos da HTC foram interrogados hoje (31) pela polícia de Taipei. Dentre eles, destacam-se três conhecidos nomes: Thomas Chien, vice-presidente do setor de design de produtos, Wu Chien, diretor de pesquisa e desenvolvimento da empresa, e Justin Huang, gerente sênior da equipe de design, são agora acusados de fraude e de roubo de informações corporativas. A intenção do trio, de acordo com o portal China Times, era fundar uma companhia de design de mobiles em Taiwan – que concorreria, de forma ousada, com a HTC.




Ainda segundo a média responsável por veicular esta contundente notícia, Cher Wang, presidente da HTC, foi o responsável por apresentar queixa formal à Taiwan Investigation Bureau. O relatório, aparentemente escrito pelo autor da denúncia, supostamente revela que uma empresa de design encabeçada pelos três figurões interrogados estaria prestes a atuar no mercado chinês de dispositivos móveis – o registro “Xiaoyu”, nome da já findada companhia, chegou a ser feito.
Mas, afinal, como esta bomba veio à tona? Para uma equipe, em tese, antenada em tecnologia, o descuido emplacado pelo trio foi bastante bobo: o sistema de segurança da HTC, que naturalmente protege os dados sigilosos da companhia, acabou detectando o download de arquivos e o envio de emails por Thomas Chien – conteúdo acerca do design do Sense 6.0 UI parece ter sido surripiado pelo acusado.




E mais: os três suspeitos são acusados também de ter desviado cerca de 340 mil dólares, reivindicando direitos aparentemente inexistentes sobre a criação do chassi de alumínio do HTC One. A equipe do site Engadget, responsável por traduzir a matéria veiculada pelo site chinês (veja o vídeo acima) chegou a entrar em contato com a HTC. Esta foi a resposta da companhia: “o assunto está sob investigação das autoridades competentes. Iremos, portanto, nos abster de comentários”.

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