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5 razões para comprar um Phablet
É somente uma opinião de quem já utilizou"pequeno" e um " grande" smart.....
Muitos cépticos afirmavam “gosto-do-meu-smartphone-pequeno-que-horror-isso-é-enorme-não-cabe-nos-bolsos” e não teve alternativa senão admitir as vantagens óbvias da utilização de um phablet no seu dia-a-dia.
Este artigo tem a pretensão de comparar a utilização de um smartphone, um tablet e o misto dos dois, o chamado phablet. São explicadas afinal quais as vantagens da utilização de um equipamento que nem é carne nem peixe, é um gadget que procura juntar o melhor de dois mundos. Cabe ao leitor determinar se estas vantagens são realmente decisivas.

A IDC estimou que a venda de phablets superava a venda de computadores portáteis já em 2014 (dados de Setembro de 2014) e que o crescimento dos primeiros andou na ordem dos 210% contra os 13% dos smartphones tradicionais e o crescimento negativos dos computadores. Com o iPhone a assumir a liderança mas a perder terreno para os phablets, principalmente os oriundos de países orientais, resta perceber o porquê desta nova tendência.
A primeira, a mais óbvia, é a capacidade do phablet substituir de alguma forma as funções de um smartphone e de um tablet, dispensando a utilização de dois equipamentos distintos. A segunda razão pode ser o facto de muitas pessoas que vivem em países orientais como a China, Coreia, Japão, etc. se deslocarem essencialmente com recurso aos transportes públicos e, com bons acessos a pacotes de dados, não dispensam as séries, filmes, livros e jogos que lhes ocupam as viagens, e se tornam mais confortáveis num phablet que num smartphone.
A história de uma céptica
Durante as últimas semanas tenho usado simultaneamente um smartphone de 4.5”, um tablet de 7” e ainda um phablet de 6”. O primeiro, mais pequeno, é o Motorola Moto G (1ª geração), um equipamento que decidi comprar há cerca de 1 ano pelo seu preço altamente competitivo (199€) para um equipamento desbloqueado, com Android Kit Kat, rápido e com a promessa da actualização Lolipop para breve. Estou completamente satisfeita, é um excelente equipamento.
O segundo, é o Google Nexus 7 (2013) de 7”, um tablet que adquiri também há 1 ano com o objectivo de substituir (parcialmente) o meu velhinho Samsung Galaxy S que já não dava conta das tarefas de produtividade e lazer do meu dia-a-dia (chegava a ser doloroso vê-lo tentar). O Nexus 7 é tudo aquilo que a Google prometeu e, passado um ano, voa com o Lolipop.
O terceiro é o mais recente phablet da Huawei, o Ascend Mate 7 de 6”. A fabricante decidiu facultar alguns exemplares da sua coqueluche aos jornalistas e bloggers que, como eu, se inserem na categoria dos cépticos no que toca à utilização de phablets. Um phablet não é nada mais nada menos do que um equipamento híbrido que tem como objectivo reunir a portabilidade de um smartphone com a experiência multimédia de um tablet de 7” (phone + tablet = phablet).
Smartphones e tablets… e eis que surge algo no meio: os phablets.
Tenho então feito o meu dia-a-dia com o recurso a estes 3 gadgets tão diferentes, a começar no tamanho do seu ecrã que, como veremos, traz vantagens e desvantagens.
1 – Maior… é melhor!
A maior vantagem de um phablet é sem dúvida o tamanho gigante do ecrã, apesar das piadas ocasionais dos amigos acerca da “televisão” ou “tablet” que insistem em confundir com o verdadeiro tablet (Nexus 7).
Um ecrã maior e com maior resolução traz naturalmente uma melhor experiência multimédia. Seja na visualização dos seus vídeos favoritos, navegação web, edição de imagem e até leitura de ebooks – um ecrã maior permite-lhe executar tarefas que seriam limitadas pelo pequeno ecrã de um smartphone tradicional.
Claro que pode ser menos prático para quem gosta de colocar o telemóvel no bolso da frente, mas não é assim tão grande como se espera. Veja o exemplo do phablet de 6” referido neste artigo. Pessoalmente prefiro transportá-lo no conforto da mala de mão, mas isso já é mania feminina.
Um phablet de 6” como o Ascend Mate 7 cabe perfeitamente no bolso, apesar do seu tamanho bem maior quando comparado com as 4” do iPhone 5s.
Diferentes modelos diferem no design e tudo depende da espessura, do peso e do tamanho da moldura do ecrã. Hoje em dia já é possível adquirir ecrãs de 6” com molduras finíssimas, 8mm de espessura e leves (~180g) como o Huawei Ascend Mate 7. Estou convencida… ecrã maior é melhor.
A Huawei consegue um ecrã de 6” Full HD num equipamento mais fino que um vulgar smartphone e tablet e também com uma moldura ainda mais pequena. É assim justificada a portabilidade de um smartphone e o conforto de um tablet.
2 – Smartphone + Tablet = Phablet
No Huawei Ascend Mate 7, de 6”e resolução Full HD, consigo ver as minhas séries e já não sinto a necessidade de recorrer ao tablet – é um tamanho confortável à vista. Quem diz filmes e séries diz livros, editar fotos e claro, navegar pela web. Ver páginas web na versão desktop não é mais um suplício, dependente dos sucessivos pinch & zoom num smartphone como Moto G (4.5”) ou mesmo um iPhone 5s (4”) ou 6 (4.7”).
A página do Pplware vista a partir de um iPhone 5s (4”), Moto G (4.5”), Huawei Ascend Mate 7 (6”) e Nexus 7 (2013) (7”). Com o phablet de 6” consegue-se o mesmo conforto do tablet de 7”, sem perder demasiada portabilidade.
3 – A experiência de escrita é mais fluída
Com um ecrã maior, o teclado é naturalmente maior, e a escrita é mais fácil, principalmente para todos aqueles que se queixam do tamanho dos dedos face às teclas virtuais. É verdade que escrever com uma mão apenas é um grande desafio, embora já muitos fabricantes incluam modos de acessibilidade que permitem deslocar todo o teclado para o lado que segura o equipamento e escreve ao mesmo tempo.
Escrever com uma só mão num ecrã de 6” não é impossível utilizando os modos de acessibilidade que muitos teclados já incluem.
Com duas mãos a experiência de escrita é bem mais intuitiva que num smartphone comum, principalmente para quem tem os dedos um pouco maiores.
4 – Produtividade em movimento
O ramo dos phablets começou por ser popularizado pelos Galaxy Note que trazem a S Pen e ferramentas de produtividade como blocos de notas, reconhecimento automático de escrita, divisão do ecrã que potencia a verdadeira multi-tarefa e muitas outras aplicações dedicadas. É neste campo que os phablets se distinguem.
Mesmo sem a S Pen, o tamanho grande dos ecrãs permite a uma gestão mais eficaz do e-mail, utilização deprocessadores de texto, folhas de cálculo e até construção de slides de apresentação e edição de imagens e vídeo, tudo em movimento, o chamado on the go. É em movimento, nos transportes públicos, na espera em filas, nos tempos mortos, que um phablet se revela realmente útil, pois substitui perfeitamente um tablet, que por si só já substitui um PC, pelo menos nas tarefas de produtividade mais simples.
A edição de documentos no Google Docs no phablet não fica nada atrás do tablet.
Quer criar, gerir e partilhar notas de forma eficiente? Evernote e Google Keep. Editar textos, construir folhas de cálculo e até apresentações de slides? Google Docs, Google Spreadsheets, Google Slides. E se preferir Microsoft, use o Office Mobile. Aceder remotamente ao PC em casa ou no trabalho e conseguir ver a resolução de todo o ecrã? Teamviewer ou Chrome Remote Desktop. Um launcher que tire partido do tamanho do ecrã e que mude consoante a hora e localização? Aviate. Editar fotografias rapidamente? O editor do Google+, o Pixlr Express ou oPhotoshop Express. Estes são exemplos de aplicações disponíveis no Android, mas encontrará as mesmas ou equivalentes nos restantes sistemas operativos móveis.
5 – Voltar ao smartphone é como “ir de cavalo para burro”
Muitos cépticos afirmavam “gosto-do-meu-smartphone-pequeno-que-horror-isso-é-enorme-não-cabe-nos-bolsos” e não teve alternativa senão admitir as vantagens óbvias da utilização de um phablet no seu dia-a-dia.
Este artigo tem a pretensão de comparar a utilização de um smartphone, um tablet e o misto dos dois, o chamado phablet. São explicadas afinal quais as vantagens da utilização de um equipamento que nem é carne nem peixe, é um gadget que procura juntar o melhor de dois mundos. Cabe ao leitor determinar se estas vantagens são realmente decisivas.
A IDC estimou que a venda de phablets superava a venda de computadores portáteis já em 2014 (dados de Setembro de 2014) e que o crescimento dos primeiros andou na ordem dos 210% contra os 13% dos smartphones tradicionais e o crescimento negativos dos computadores. Com o iPhone a assumir a liderança mas a perder terreno para os phablets, principalmente os oriundos de países orientais, resta perceber o porquê desta nova tendência.
A primeira, a mais óbvia, é a capacidade do phablet substituir de alguma forma as funções de um smartphone e de um tablet, dispensando a utilização de dois equipamentos distintos. A segunda razão pode ser o facto de muitas pessoas que vivem em países orientais como a China, Coreia, Japão, etc. se deslocarem essencialmente com recurso aos transportes públicos e, com bons acessos a pacotes de dados, não dispensam as séries, filmes, livros e jogos que lhes ocupam as viagens, e se tornam mais confortáveis num phablet que num smartphone.
A história de uma céptica
Durante as últimas semanas tenho usado simultaneamente um smartphone de 4.5”, um tablet de 7” e ainda um phablet de 6”. O primeiro, mais pequeno, é o Motorola Moto G (1ª geração), um equipamento que decidi comprar há cerca de 1 ano pelo seu preço altamente competitivo (199€) para um equipamento desbloqueado, com Android Kit Kat, rápido e com a promessa da actualização Lolipop para breve. Estou completamente satisfeita, é um excelente equipamento.
O segundo, é o Google Nexus 7 (2013) de 7”, um tablet que adquiri também há 1 ano com o objectivo de substituir (parcialmente) o meu velhinho Samsung Galaxy S que já não dava conta das tarefas de produtividade e lazer do meu dia-a-dia (chegava a ser doloroso vê-lo tentar). O Nexus 7 é tudo aquilo que a Google prometeu e, passado um ano, voa com o Lolipop.
O terceiro é o mais recente phablet da Huawei, o Ascend Mate 7 de 6”. A fabricante decidiu facultar alguns exemplares da sua coqueluche aos jornalistas e bloggers que, como eu, se inserem na categoria dos cépticos no que toca à utilização de phablets. Um phablet não é nada mais nada menos do que um equipamento híbrido que tem como objectivo reunir a portabilidade de um smartphone com a experiência multimédia de um tablet de 7” (phone + tablet = phablet).
Smartphones e tablets… e eis que surge algo no meio: os phablets.
Tenho então feito o meu dia-a-dia com o recurso a estes 3 gadgets tão diferentes, a começar no tamanho do seu ecrã que, como veremos, traz vantagens e desvantagens.
1 – Maior… é melhor!
A maior vantagem de um phablet é sem dúvida o tamanho gigante do ecrã, apesar das piadas ocasionais dos amigos acerca da “televisão” ou “tablet” que insistem em confundir com o verdadeiro tablet (Nexus 7).
Um ecrã maior e com maior resolução traz naturalmente uma melhor experiência multimédia. Seja na visualização dos seus vídeos favoritos, navegação web, edição de imagem e até leitura de ebooks – um ecrã maior permite-lhe executar tarefas que seriam limitadas pelo pequeno ecrã de um smartphone tradicional.
Claro que pode ser menos prático para quem gosta de colocar o telemóvel no bolso da frente, mas não é assim tão grande como se espera. Veja o exemplo do phablet de 6” referido neste artigo. Pessoalmente prefiro transportá-lo no conforto da mala de mão, mas isso já é mania feminina.
Um phablet de 6” como o Ascend Mate 7 cabe perfeitamente no bolso, apesar do seu tamanho bem maior quando comparado com as 4” do iPhone 5s.
Diferentes modelos diferem no design e tudo depende da espessura, do peso e do tamanho da moldura do ecrã. Hoje em dia já é possível adquirir ecrãs de 6” com molduras finíssimas, 8mm de espessura e leves (~180g) como o Huawei Ascend Mate 7. Estou convencida… ecrã maior é melhor.
A Huawei consegue um ecrã de 6” Full HD num equipamento mais fino que um vulgar smartphone e tablet e também com uma moldura ainda mais pequena. É assim justificada a portabilidade de um smartphone e o conforto de um tablet.
2 – Smartphone + Tablet = Phablet
No Huawei Ascend Mate 7, de 6”e resolução Full HD, consigo ver as minhas séries e já não sinto a necessidade de recorrer ao tablet – é um tamanho confortável à vista. Quem diz filmes e séries diz livros, editar fotos e claro, navegar pela web. Ver páginas web na versão desktop não é mais um suplício, dependente dos sucessivos pinch & zoom num smartphone como Moto G (4.5”) ou mesmo um iPhone 5s (4”) ou 6 (4.7”).
A página do Pplware vista a partir de um iPhone 5s (4”), Moto G (4.5”), Huawei Ascend Mate 7 (6”) e Nexus 7 (2013) (7”). Com o phablet de 6” consegue-se o mesmo conforto do tablet de 7”, sem perder demasiada portabilidade.
3 – A experiência de escrita é mais fluída
Com um ecrã maior, o teclado é naturalmente maior, e a escrita é mais fácil, principalmente para todos aqueles que se queixam do tamanho dos dedos face às teclas virtuais. É verdade que escrever com uma mão apenas é um grande desafio, embora já muitos fabricantes incluam modos de acessibilidade que permitem deslocar todo o teclado para o lado que segura o equipamento e escreve ao mesmo tempo.
Escrever com uma só mão num ecrã de 6” não é impossível utilizando os modos de acessibilidade que muitos teclados já incluem.
Com duas mãos a experiência de escrita é bem mais intuitiva que num smartphone comum, principalmente para quem tem os dedos um pouco maiores.
4 – Produtividade em movimento
O ramo dos phablets começou por ser popularizado pelos Galaxy Note que trazem a S Pen e ferramentas de produtividade como blocos de notas, reconhecimento automático de escrita, divisão do ecrã que potencia a verdadeira multi-tarefa e muitas outras aplicações dedicadas. É neste campo que os phablets se distinguem.
Mesmo sem a S Pen, o tamanho grande dos ecrãs permite a uma gestão mais eficaz do e-mail, utilização deprocessadores de texto, folhas de cálculo e até construção de slides de apresentação e edição de imagens e vídeo, tudo em movimento, o chamado on the go. É em movimento, nos transportes públicos, na espera em filas, nos tempos mortos, que um phablet se revela realmente útil, pois substitui perfeitamente um tablet, que por si só já substitui um PC, pelo menos nas tarefas de produtividade mais simples.
A edição de documentos no Google Docs no phablet não fica nada atrás do tablet.
Quer criar, gerir e partilhar notas de forma eficiente? Evernote e Google Keep. Editar textos, construir folhas de cálculo e até apresentações de slides? Google Docs, Google Spreadsheets, Google Slides. E se preferir Microsoft, use o Office Mobile. Aceder remotamente ao PC em casa ou no trabalho e conseguir ver a resolução de todo o ecrã? Teamviewer ou Chrome Remote Desktop. Um launcher que tire partido do tamanho do ecrã e que mude consoante a hora e localização? Aviate. Editar fotografias rapidamente? O editor do Google+, o Pixlr Express ou oPhotoshop Express. Estes são exemplos de aplicações disponíveis no Android, mas encontrará as mesmas ou equivalentes nos restantes sistemas operativos móveis.
5 – Voltar ao smartphone é como “ir de cavalo para burro”
Opinião: Fazendo parte do grupo de cépticos “gosto-do-meu-smartphone-pequeno-que-horror-isso-é-enorme” e não tive outro remédio senão engolir a opinião quando a Huawei me cedeu o seu mais recente modelo phablet. Demorei cerca de 1 a 2 semanas a habituar-me mas pouco depois, ao voltar ao Moto G de 4.5” senti logo uma diferença demasiado grande. Não só em tamanho, mas na qualidade do ecrã, a definição, fluidez do sistema operativo e até na autonomia (2 dias e meio).
Acima da pontuação do Huawei Ascend Mate 7 apenas se encontram equipamentos reconhecidos como phablets.
É claro que não se deve comparar gamas de preço completamente diferentes, mas um phablet vem tradicionalmente equipado com melhores especificações, bateria maior e melhor, devido ao seu tamanho, e isso nota-se bem num gadget que corre Android. Basta olhar para os equipamentos com melhor classificação no conhecido Antutu Benchmark. São praticamente todos phablets, e chineses. O mercado chinês de gama alta está sem dúvida a crescer a olhos vistos, apresentado equipamentos com grande relação qualidade-preço e cada vez mais capazes, deitando por terra o mito dos materiais de baixa qualidade. O acabamento de um phablet chinês como este da Huawei é premium, e isso nota-se no simples toque.
Procure ir a uma loja da especialidade, escolha um phablet, sinta-o na mão, coloque-o no bolso. Se puder experimentá-lo alguns dias, melhor ainda.
Acima da pontuação do Huawei Ascend Mate 7 apenas se encontram equipamentos reconhecidos como phablets.
É claro que não se deve comparar gamas de preço completamente diferentes, mas um phablet vem tradicionalmente equipado com melhores especificações, bateria maior e melhor, devido ao seu tamanho, e isso nota-se bem num gadget que corre Android. Basta olhar para os equipamentos com melhor classificação no conhecido Antutu Benchmark. São praticamente todos phablets, e chineses. O mercado chinês de gama alta está sem dúvida a crescer a olhos vistos, apresentado equipamentos com grande relação qualidade-preço e cada vez mais capazes, deitando por terra o mito dos materiais de baixa qualidade. O acabamento de um phablet chinês como este da Huawei é premium, e isso nota-se no simples toque.
Procure ir a uma loja da especialidade, escolha um phablet, sinta-o na mão, coloque-o no bolso. Se puder experimentá-lo alguns dias, melhor ainda.
10 razões para comprar o Moto X 2014
Se está em duvida.....

Quando a Motorola anunciou o primeiro Moto X, ninguém sabia muito o que esperar. A fabricante americana estava em declínio há alguns anos, apenas com a linha DROID, sem grandes inovações e a parceria com a Google parecia não dar frutos. Pois eis que a empresa lança um smartphone unindo especificações muito boas e um software rápido e não intrusivo, tudo com um preço bem abaixo dos concorrentes. O sucesso foi grande. Um ano depois, a Motorola (agora não mais sob o guarda-chuva da Google) apresenta a segunda geração do X. Algumas novidades dividiram opiniões, mas ele manteve a tradição de unir hardware pesado, software leve e preço fixe. Aqui mostramos 10 razões para que escolha o Moto X 2014 como seu próximo smartphone.
Quando a Motorola anunciou o primeiro Moto X, ninguém sabia muito o que esperar. A fabricante americana estava em declínio há alguns anos, apenas com a linha DROID, sem grandes inovações e a parceria com a Google parecia não dar frutos. Pois eis que a empresa lança um smartphone unindo especificações muito boas e um software rápido e não intrusivo, tudo com um preço bem abaixo dos concorrentes. O sucesso foi grande. Um ano depois, a Motorola (agora não mais sob o guarda-chuva da Google) apresenta a segunda geração do X. Algumas novidades dividiram opiniões, mas ele manteve a tradição de unir hardware pesado, software leve e preço fixe. Aqui mostramos 10 razões para que escolha o Moto X 2014 como seu próximo smartphone.
1.O Ecrã do Moto X
O Moto X tem um ecrã de 5,2 polegadas, grande o suficiente para agradar a maioria das pessoas, mas ainda longe de um phablet. Tudo indica que a tendência para smartphones top de linha sejam ecrãs entre 5,5 e 6 polegadas, um tamanho que ainda assusta muita gente. A resolução da tela também é um ponto positivo, com 1920x1080, a resolução Full HD entrega imagens muito boas para qualquer situação sem drenar a bateria.
2. A câmera do Moto X
Talvez uma das maiores reclamações da primeira edição do Moto X, a câmera ganhou mais megapixels e um anel com dois LED para o flash na nova versão. Os 13MP entregam fotos muito boas, e o novo sistema de flash ilumina muito bem as fotos em situações de pouca luz. Além disso, a câmera também filma em 30fps a 1080p ou mesmo em 4K. Além disso, o software tem alguns truques muito bons, como a possibilidade de tirar várias fotos em sequência apenas mantendo o dedo na tela, a de bater a foto tocando em qualquer ponto da tela, sem a necessidade de ficar procurando pelo botão e, finalmente, para abrir a câmera, apenas gire o pulso duas vezes e pronto: o app da câmera abre.
3. A traseira do Moto X
Para quem gosta de opções, o Moto X é telemóvel existem pelo menos 3 opções de traseira: como a de plástico, que já é usada pela maioria das fabricantes; a de resina e a de bambu. Infelizmente nem todos os países têm todas as opções disponíveis nos Estados Unidos, ainda assim, o Moto X oferece opções mais diferenciadas que qualquer outro flagship do mercado .
4. A qualidade do aparelho
A moldura de metal do Moto X não só confere ao telefone um aspecto de high-end, como também o deixa muito robusto. A traseira curva é um toque agradável, que faz com que o aparelho fique bem na sua mão, confortavelmente, sem a sensação de que vai cair; além disso, as bordas não são tão marcadas, então não incomodam. Com 144 gramas, ele é leve o suficiente para não ser desagradável carregá-lo, mas não tanto que pareça algo de má qualidade. Tudo isso, mais a tela de AMOLED resistente a riscos e a resistência à água, deixam o Moto X como um dos aparelhos mais sólidos e melhor construídos do mercado.
5. A interface de usuário
Android puro e sem alterações. Essa tem sido a política da Motorola para a linha Moto, e ela tem funcionado bastante. Mesmo com especificações mais modestas que os das concorrentes, os telefones da Moto se saem super bem, sem engasgos e sem travamentos. A costumização fica por conta do usuário.
6. Comandos de voz
A Google tem o seu "OK, Google", que hoje funciona na maioria dos aparelhos e é um ótimo serviço, entretanto, o serviço de voz do Moto X adiciona ainda mais funções. Um detalhe interessante é a possibilidade de mudar a frase-chave de "OK, Google" ou "OK, Moto" para qualquer outra que queira.
7. Moto Tela
Notificações sem precisar desbloquear o aparelho? O Moto X tem! Só é preciso colocar a mão sobre o aparelho e pronto: o ecrã mostrará as horas e as notificações recebidas. Pra mais detalhes, é só tocar na notificação. Além de muito útil, essa função também ajuda a salvar bateria, já que o display de AMOLED só acende os pixels necessários.
8. Ações do Moto X
O Moto X oferece mais que apenas ver as suas notificações sem tocar no ecrã: é só acenar para silenciar alarmes e ligações, movimentar o pulso duas vezes para abrir o app da câmera e aproximar a mão para acessar a Moto Tela. Ótimo para quando você não pode - ou não quer - tocar no seu telemóvel . Outras funções incluem ler mensagens de texto quando está dirigindo, por exemplo.
9. Performance do Moto X
Com um processador Qualcomm Snapdragon de quatro núcleos, rodando a 2,5GHz, 2GB de RAM e GPU Adreno 330, a segunda edição do Moto X aguenta quaisquer jogos, vídeos ou aplicativos que quiser.
10. Carregamento rápido
Duração da bateria é um dos maiores problemas dos smartphones hoje em dia, se não o maior. A Motorola investiu em uma bateria boa e software leve para que a carga dure mais. Se mesmo assim você precisa carregar o seu Moto X mais de uma vez ao dia, a fabricante oferece o Turbo Charger, que promete 8 horas de carga em apenas 15 minutos.
Pode comprar OnePlus One sem convite até o dia 25
Um bom presente de natal....
Como forma de “presentear” seus consumidores em potencial, a OnePlus decidiu iniciar uma campanha que, em vez de dar prémios, permite que gaste seu dinheiro. Até o dia 25 deste mês, compradores interessados em adquirir o smartphoneOne vão poder fazê-lo sem ter que esperar por um convite que permite fazê-lo sem ter que esperar por um convite que permite fazer isso.
O preço do aparelho permanece o mesmo: US$ 299 para o modelo de 16 GB e US$ 350 para a versão de 64 GB. Por esses preços, leva para casa um gadget com ecrã de 5,5 polegadas (resolução 1080p), processador Snapdragon 801 e 3 GB de memória RAM.
Vale notar que, devido ao stock limitado de aparelhos produzidos pela empresa, a oferta pode ser encerrada antes de seu prazo final. Segundo a OnePlus, o envio dos dispositivos deve passar a ser feito antes do dia 25 deste mês, dependendo exclusivamente da data em que eles forem encomendados.
Dicas para comprar online..... seguro
Dicas essenciais para as compras....
Os grandes centros comerciais já estão decorados a rigor para o Natal, as grandes promoções já são apetecíveis e as enchentes nestes espaços já começaram. Mas será que vale a pena perder tempo em filas de espera e acabar por comprar produtos com um preço que já foi devidamente inflacionado para a época? E se puder comprar os seus presentes sem sair do conforto do seu lar?
Conheça 5 dicas que o vão ajudar a fazer compras de forma mais segura através da Internet e perceba quanto pode poupar directamente ao comprar online.

1 – Encontre sempre o melhor preço online
Conhecer os preços praticados por diferentes lojas é meio caminho andado para uma grande poupança.
Em Portugal, temos disponível o melhor serviço para o fazer e portanto há que aproveitá-lo. O KuantoKustaagrega de mais de 400 lojas nacionais, oferecendo resultados dos preços dos mais variados tipos de produtos, desde produtos ligados à informática, electrodomésticos, brinquedos, decoração, acessórios e moda, entre tantos outros.

Relativamente a esta questão, analisámos o preço online de 5 produtos que encontrámos no KuantoKusta e comparámo-los com os preços médios dos mesmos produtos praticados nas cadeias de lojas. Os preços online são normalmente mais baixos, entre 15% a 40 %, que os preços praticados nas lojas físicas, dependendo obviamente o tipo de produtos.
Veja os exemplos:
TV LED Smart TV 3D 42″ LG 42LB670V: na cadeias de lojas esta TV encontra-se disponível por 799€, enquanto que no KuantoKusta encontramos lojas que a vendem a partir de 472€ (veja aqui).
Frigorífico Combinado SAMSUNG A+ RB29FSRNDSA: este frigorífico pode ser adquiro numa cadeia de lojas por 499€, mas no KuantoKusta encontra-se desde 345€.
Samsung Galaxy S5 16GB SM-G900F Black (Desbloqueado): um dos mais procurados smartphones do ano pode ser encontrado em qualquer grande loja física por 699€, mas online é possível efectuar uma poupança de cerca 36%, já que nas lojas do KuantoKusta se encontra a partir de 446€.
Nike Zoom Pegasus 31: comprar uns ténis online pode custar cerca de 74€, enquanto que numa loja de desporto o preço deverá rondar os 100€.
Dolce & Gabbana Light Blue For Woman EDT 100ml: um perfume é sempre uma excelente opção para um presente de Natal, mas será que sabia que pode efectuar uma poupança de quase 50% se o comprar online? É verdade. Através do KuantoKusta poderá adquirir este perfume a partir de 43€, enquanto que se se deslocar a uma perfumaria será difícil encontrá-lo a menos que 86€.
2 – Compre online mas com MB NET
Os pagamentos online devem ser feitos de forma segura e o serviço MB NET garante essa segurança.
O MB NET é um serviço desenvolvido pela SIBS em conjunto com os Bancos que compõem o sistema de pagamentos português, que permite a realização de compras online, por telefone ou até mesmo fax, com garantias acrescidas de segurança conseguidas pela geração de cartões temporários com os respectivos dados necessários para a realização de um pagamento.

Para aderir ao MB NET terá que ser titular de um cartão bancário (débito ou crédito) emitido por uma Instituição Financeira Participante no sistema, e efectuar a adesão ao serviço, através do homebanking do seu banco ou em qualquer Caixa Automática da rede multibanco, através dos seguintes passos:
1. Introduza o seu cartão bancário e digite o respectivo código secreto
2. Escolha a opção “Serviço MB NET”
3. Indique o Código MB NET pretendido
4. Confirme o Código MB NET escolhido
5. Indique o montante máximo de compras por dia (mínimo de 5 euros)
6. Confirme os dados introduzidos

Este processo de adesão aplica-se àquela feita através de uma caixa automática da rede de multibanco, mas poderá aderir online através do site do seu banco.
No final da operação será impresso um talão com a Identificação MB NET e o montante máximo de compras por dia. Para começar a usar o serviço MB NET e gerar os seus cartões temporários deve aceder awww.mbnet.pt e utilizar estas credenciais de identificação MB NET.
Saiba mais em MB NET.
3 – Verifique os contactos da loja online
Comprar online é simples, prático e muitas vez bastante eficiente. Contudo, existem vários riscos associados. E além daqueles que nos lembramos logo, associadas a burlas e fraudes, existe o risco da insatisfação relativamente ao produto adquirido.
É assim importante verificar os contactos telefónicos, a morada e o e-mail da loja para conseguir entrar facilmente em contacto com o vendedor, no caso de ser necessário proceder à devolução do produto ou à resolução de qualquer outra questão associada à compra.

4 – Tenha atenção ao preço
Na maioria das compras online existe um custo de transporte associado à compra e é frequente que esse preço não esteja incluído no preço de anúncio da venda.
No KuantoKusta, normalmente, o preço do produto vem seguido da informação do valor dos portes de envio, mas nem sempre isso acontece.

Portanto é importante que leia sempre com atenção todo o processo de compra, não avance nenhuma etapa sem ter lido tudo. É possível que o preço dos custos de envio sejam tão elevados que deixe de valer a pena a compra numa determinada loja online em detrimento de outra.
5 – Efectue o pagamento no acto de entrega
Esta dica não é aplicável em muitos casos de compras online, contudo, sempre que tal for possível e que os custos associados ao pagamento à cobrança compensem, opte por esta opção.
Desta forma, no momento da recepção poderá abrir o produto e confirmar a qualidade e estado do mesmo, antes de efectuar o pagamento ao estafeta. Se detectar que o produto se encontra danificado ou que não corresponda àquilo que esperava, poderá anular a compra sem se incomodar com reclamações ou devoluções.

Há que ter em conta que as compras online têm ainda um período de entrega variável de loja para loja e, à medida que o Natal se aproxima, é possível que esse prazo seja um pouco alargado, portanto, para que na noite de Natal tenha todos os presentes junto à sua árvore, não deixe este tipo de compras para o último dia.
Agora que já mostrámos o quanto pode poupar ao efectuar compras online, com as boas dicas que lhe deixámos, pode começar a fazer a sua lista de presentes!
Os grandes centros comerciais já estão decorados a rigor para o Natal, as grandes promoções já são apetecíveis e as enchentes nestes espaços já começaram. Mas será que vale a pena perder tempo em filas de espera e acabar por comprar produtos com um preço que já foi devidamente inflacionado para a época? E se puder comprar os seus presentes sem sair do conforto do seu lar?
Conheça 5 dicas que o vão ajudar a fazer compras de forma mais segura através da Internet e perceba quanto pode poupar directamente ao comprar online.
1 – Encontre sempre o melhor preço online
Conhecer os preços praticados por diferentes lojas é meio caminho andado para uma grande poupança.
Em Portugal, temos disponível o melhor serviço para o fazer e portanto há que aproveitá-lo. O KuantoKustaagrega de mais de 400 lojas nacionais, oferecendo resultados dos preços dos mais variados tipos de produtos, desde produtos ligados à informática, electrodomésticos, brinquedos, decoração, acessórios e moda, entre tantos outros.
Relativamente a esta questão, analisámos o preço online de 5 produtos que encontrámos no KuantoKusta e comparámo-los com os preços médios dos mesmos produtos praticados nas cadeias de lojas. Os preços online são normalmente mais baixos, entre 15% a 40 %, que os preços praticados nas lojas físicas, dependendo obviamente o tipo de produtos.
Veja os exemplos:
TV LED Smart TV 3D 42″ LG 42LB670V: na cadeias de lojas esta TV encontra-se disponível por 799€, enquanto que no KuantoKusta encontramos lojas que a vendem a partir de 472€ (veja aqui).
Frigorífico Combinado SAMSUNG A+ RB29FSRNDSA: este frigorífico pode ser adquiro numa cadeia de lojas por 499€, mas no KuantoKusta encontra-se desde 345€.
Samsung Galaxy S5 16GB SM-G900F Black (Desbloqueado): um dos mais procurados smartphones do ano pode ser encontrado em qualquer grande loja física por 699€, mas online é possível efectuar uma poupança de cerca 36%, já que nas lojas do KuantoKusta se encontra a partir de 446€.
Nike Zoom Pegasus 31: comprar uns ténis online pode custar cerca de 74€, enquanto que numa loja de desporto o preço deverá rondar os 100€.
Dolce & Gabbana Light Blue For Woman EDT 100ml: um perfume é sempre uma excelente opção para um presente de Natal, mas será que sabia que pode efectuar uma poupança de quase 50% se o comprar online? É verdade. Através do KuantoKusta poderá adquirir este perfume a partir de 43€, enquanto que se se deslocar a uma perfumaria será difícil encontrá-lo a menos que 86€.
2 – Compre online mas com MB NET
Os pagamentos online devem ser feitos de forma segura e o serviço MB NET garante essa segurança.
O MB NET é um serviço desenvolvido pela SIBS em conjunto com os Bancos que compõem o sistema de pagamentos português, que permite a realização de compras online, por telefone ou até mesmo fax, com garantias acrescidas de segurança conseguidas pela geração de cartões temporários com os respectivos dados necessários para a realização de um pagamento.
Para aderir ao MB NET terá que ser titular de um cartão bancário (débito ou crédito) emitido por uma Instituição Financeira Participante no sistema, e efectuar a adesão ao serviço, através do homebanking do seu banco ou em qualquer Caixa Automática da rede multibanco, através dos seguintes passos:
1. Introduza o seu cartão bancário e digite o respectivo código secreto
2. Escolha a opção “Serviço MB NET”
3. Indique o Código MB NET pretendido
4. Confirme o Código MB NET escolhido
5. Indique o montante máximo de compras por dia (mínimo de 5 euros)
6. Confirme os dados introduzidos
Este processo de adesão aplica-se àquela feita através de uma caixa automática da rede de multibanco, mas poderá aderir online através do site do seu banco.
No final da operação será impresso um talão com a Identificação MB NET e o montante máximo de compras por dia. Para começar a usar o serviço MB NET e gerar os seus cartões temporários deve aceder awww.mbnet.pt e utilizar estas credenciais de identificação MB NET.
Saiba mais em MB NET.
3 – Verifique os contactos da loja online
Comprar online é simples, prático e muitas vez bastante eficiente. Contudo, existem vários riscos associados. E além daqueles que nos lembramos logo, associadas a burlas e fraudes, existe o risco da insatisfação relativamente ao produto adquirido.
É assim importante verificar os contactos telefónicos, a morada e o e-mail da loja para conseguir entrar facilmente em contacto com o vendedor, no caso de ser necessário proceder à devolução do produto ou à resolução de qualquer outra questão associada à compra.
4 – Tenha atenção ao preço
Na maioria das compras online existe um custo de transporte associado à compra e é frequente que esse preço não esteja incluído no preço de anúncio da venda.
No KuantoKusta, normalmente, o preço do produto vem seguido da informação do valor dos portes de envio, mas nem sempre isso acontece.
Portanto é importante que leia sempre com atenção todo o processo de compra, não avance nenhuma etapa sem ter lido tudo. É possível que o preço dos custos de envio sejam tão elevados que deixe de valer a pena a compra numa determinada loja online em detrimento de outra.
5 – Efectue o pagamento no acto de entrega
Esta dica não é aplicável em muitos casos de compras online, contudo, sempre que tal for possível e que os custos associados ao pagamento à cobrança compensem, opte por esta opção.
Desta forma, no momento da recepção poderá abrir o produto e confirmar a qualidade e estado do mesmo, antes de efectuar o pagamento ao estafeta. Se detectar que o produto se encontra danificado ou que não corresponda àquilo que esperava, poderá anular a compra sem se incomodar com reclamações ou devoluções.
Há que ter em conta que as compras online têm ainda um período de entrega variável de loja para loja e, à medida que o Natal se aproxima, é possível que esse prazo seja um pouco alargado, portanto, para que na noite de Natal tenha todos os presentes junto à sua árvore, não deixe este tipo de compras para o último dia.
Agora que já mostrámos o quanto pode poupar ao efectuar compras online, com as boas dicas que lhe deixámos, pode começar a fazer a sua lista de presentes!
iPhone 6?! Sabe o que podemos comprar por metade do preço?
Esta comparação é feita com produtos Nokia/Microsoft
À semelhança da Google e Apple, a Nokia decidiu também entrar na onda do “marketing directo e agressivo”. A campanha foi iniciada pela Nokia USA via Twitter e mostra o que podemos comprar por metade do preço de um iPhone 6.
Foi sem muita informação adicional que a Nokia USA publicou no twitter uma imagem que mostra o que um consumidor pode comprar por metade de preço de um iPhone 6.
Da proposta fazem parte o seguinte material:
Um smartphone Microsoft Lumia 635: 100 dólares.
Capa para o Lumia 635: 15 dólares.
Auriculares Coloud Pop: 24,99 dólares.
Auriculares Coloud Knock: 30 dólares.
Sistema de alta-voz, portátil sin cables Nokia: 60 dólares.
Carregador universal Nokia USB: 25 dólares.
Nokia Treasure Tag: 39,99 dólares.
Serviço MixRadio: grátis.
Microsoft Lync: grátis.
Office Mobile: grátis.
15 GB de armazenamento no OneDrive: grátis.
Jogos Xbox exclusivos para Windows Phone: grátis
Somando todos os produtos, o valor total é de 294,98 dólares (as contas da imagem estão erradas), ou seja metade do preço de um iPhone 6 livre que custa cerca de 700 dólares.
É claro que comparar um Lumia 635 com um iPhone 6 não é muito justo até porque são equipamentos de gamas diferentes mas também é verdade que estamos a falar em apenas 50% do valor de um iPhone 6.
Razões para comprar um BQ?.... Aquaris E5 HD e FHD
Simplesmente uma opinião.....
UM DESIGN ÚNICO E CUIDADOSAMENTE PENSADO
Com o Aquaris E conseguimos aquilo que procurávamos há anos, o compromisso perfeito entre tamanho e especificações: um produto de máxima qualidade, único e integralmente original. Poderia ser mais fino, mas deixaríamos de lhe oferecer uma bateria que siga o seu ritmo. Poderia ser mais curto, mas não queríamos suprimir o MicroSDTM externo, nem deixar de lhe oferecer a opção dual micro-SIM para que tenha um telefone 2 em 1. Além disso, integrámos todos os elementos externos, como a câmara e a entrada de áudio, garantido a sua proteção.
Assim é descrito o BQ Aquaris E, pela marca que o trouxe ao mundo. Um balanço harmonioso entre aparência e funcionalidade, visando proporcionar ao usuário uma óptima experiência, com um orçamento limitado. Neste aspecto, a BQ e a grande maioria dos seus produtos, tablets, smartphones, etc, merecem uma palavra de louvor pois conseguem criar dispositivos muito competentes, a preços incrivelmente competitivos.
Esta marca espanhola conseguiu, além disso, criar um produto, a gama Aquaris E esteticamente apelativo sem recorrer ao plágio (Xiaomi), tendo também uma linha de acessórios e capas de protecção para os seus equipamentos.
Por norma e força da experiência, tornei-me bastante céptico relativamente a marcas “não convencionais”. Simplesmente não me inspiram confiança suficiente para investir o meu dinheiro num dos seus produtos e a BQ não foi excepção. Até há bem pouco tempo, não lhe prestava 2 minutos da minha atenção, até ao dia em que me pediram conselhos na compra de um tablet de 10 polegadas, com um orçamento de 200€. Após alguma pesquisa e comparação, cheguei à conclusão que o BQ Edisson 2 era simplesmente o melhor artigo, neste segmento.
Desde então, o seu dono tem sido muito feliz com a tablet, afirmando que valeu a totalidade do investimento. A segunda vez que me deparei com um BQ foi na MediaMarket, por mero acaso, enquanto contemplava um Sony Xperia Z2 e um HTC One M8. Enquanto estava a vaguear pelos menus do meu futuro smartphone, não consigo deixar de ouvir a frustração de um cliente quando lhe é dito que todos os 45 BQ Aquaris E5 já estavam esgotados havia dias e que mais valia fazer pré-reserva. Ora, isto deixou-me mais do que curioso!
Mas, afinal, que encantos tem este BQ Aquaris HD ou FHD?
A primeira impressão foi pouco entusiasmante, era apenas mais um smartphone rectangular e de plástico. Mas até não era um plástico feito, vá lá, este contraste entre o preto e branco acabou por me agradar. O seu peso era o ideal e, acima de tudo, não rangia ao apertá-lo ligeiramente. Caso o fizesse, não voltaria a olhar para ele. Finda a primeira fase, resolvi interagir com este cativante BQ Aquaris E5 e para meu espanto, oiço logo o familiar som de desbloqueio do Android KitKat stock e a partir daí comecei a gostar cada vez mais do que via. Era fluído, simples, funcional, puro. Em suma, stock Android. Nesse dia soube que tinha manuseado algo fresco, atraente e muito competitivo.
Mas já chega de falar de mim, qual é a opinião dos seus utilizadores?
Após recolha de várias opiniões de utilizadores BQ Aquaris E5 HD e FHD, os aspectos positivos que reuniram maior concenso, foram, respectivamente:
Rapidez e Performance
Fluidez do UI, sem bloatware
Qualidade do ecrã, mesmo na versão HD tem bons ângulos de visão e nitidez
Design e Peso
Preço dos equipamentos (189€ E5 HD e 249€ E5 FHD)
Assistência pós-venda e seguro multi-risco desde 9,90€/ano
Actualizações de software oficiais
Os aspectos negativos mais relevantes, foram, respectivamente:
Fraca duração da Bateria( 1 dia), mesmo com a atenuante octa-core, dual-sim e tamanho/qualidade do ecrã
Grandes margens ou bezels do ecrã, aumentando a sua pegada
Qualidade do alta-voz
Intensidade da Vibração
Em suma, este BQ Aquaris E5 dar-lhe-à um excelente valor pelo preço que paga por ele. É uma boa opção para quem precisa de um dual-sim, caso contrário, estará a sacrificar duração de bateria por algo que não usará. A versão BQ Aquaris E5 FHD tem 2 GB de RAM, passo que a versão BQ Aquaris E5 HD apenas tem 1 GB de RAM, sendo por isso, mais sujeita a lags.
De qualquer maneira, estes BQ’s são uma excelente opção para quem quer controlar o orçamento sem prejudicar muito a qualidade/funcionalidade e rapidez. Para quem estiver a pensar comprar o seu primeiro smartphone ou primeiro Android, a BQ é sem dúvida, uma marca a ter em conta! Mesmo no segmento das tablets, a marca espanhola tem vindo a aprender com alguns erros iniciais e estas versões mais recentes, como o BQ Edisson 2 tem uma excelente relação qualidade/preço.
Nunca compre um iPhone roubado ou bloqueado
Se alguma vez lhe aconteceu comprar um iPhone/iPad/iPod que tenha sido porventura roubado ou mesmo de um amigo distante que se esqueceu de eliminar a conta de iCloud e desligar o “Encontra o iPhone”, saiba que agora existe uma forma de isso nunca mais voltar a acontecer.
A pensar nas pessoas que são enganadas e compram equipamentos roubados, a Apple lançou hoje uma ferramenta online que permite verificar se o iDevice se encontra com o Bloqueio de Activação ligado, uma funcionalidade anti-roubo que foi introduzida no iOS 7 em conjunto com o iCloud.
A única coisa que precisa para fazer esta verificação é de um browser para aceder ao endereço https://www.icloud.com/activationlock/, estranhamente o Safari mobile não funciona…
Introduza o IMEI ou Número de Série e o código de verificação. Após este passo ser-lhe-á apresentado o resultado sobre o bloqueio do dispositivo em questão.
Caso queira vender o seu iDevice, siga os passos descritos nesta documentação oficial da Apple, de forma a que o negócio corra sempre pelo melhor.
Em contagem decrescente... já filas para comprar o iPhone 6, fotos novas revelaram o modelo modelo de 4,7 polegadas em pleno funcionamento
O iPhone 6 está chegando, e até mesmo a própria Apple está em contagem regressiva. Ao que tudo indica, provavelmente o lançamento do novo topo de linha da Apple deverá ocorrer no próximo dia 9. E, com a proximidade do anúncio, novos rumores e fotos brotam a todo instante. Agora, temos novas imagens que podem ter revelado o iPhone em pleno funcionamento.
Já não é mais novidade para ninguém que neste ano a Apple deve apostar em telas maiores. Possivelmente, teremos um iPhone de 4,7 polegadas e outro de 5,5 polegadas de tela. Agora, uma fonte chinesa alega ter registrado o dispositivo de 4,7 polegadas ligado, mostrando como ficarão dispostos os aplicativos num ecrã maior.
Logo abaixo, você poderá ver uma imagem de comparação entre a geração passada e a futura de iPhone. À esquerda, encontramos o atual iPhone 5s, com suas 4 polegadas de ecrã. Já no lado direito, encontramos um possível iPhone 6 de 4,7 polegadas de ecrã.
Perceba também que o iPhone de 4,7 polegadas não é tão mais largo do que a atual geração do 5S, o que poderá ainda manter uma confortável ergonomia. Já com relação ao ícones, podemos perceber que ainda temos quatro colunas dispostas na tela. As linhas, por sua vez, não são passíveis de tirarmos alguma conclusão. Apesar de, na foto, termos cinco linhas de ícones nos dois aparelhos, vemos claramente que o de 4,7 polegadas tem espaço para mais uma fileira.
Podemos, portanto, especular que o iPhone 6 de 4,7 polegadas terá 6 fileiras de ícones, se não contarmos com o tradicional dock. A atual geração do 5S, por sua vez, possui apenas espaço para 5 linhas.
Logo abaixo, encontramos a traseira e a lateral dos dois aparelhos. Em comparação, ainda estão os iPhone 5S e o novo iPhone 6 de 4,7 polegadas. Sobre o modelo maior, podemos ver que, pelos detalhes, esse possível modelo final tem as mesmas laterais curvadas e linhas na parte superior e inferior.
~
Já na foto a seguir, deparamo-nos com o iPhone 6 de 4,7 polegadas em pleno funcionamento. Apesar de não termos nenhuma noção do tamanho real da mão que o segura, poderemos inferir como poderá ser a ergonomia do aparelho. Se olharmos atentamente para o reflexo das luzes nas bordas, percebemos que o vidro frontal é ligeiramente curvo.
Um display ligeiramente curvado na frente ajuda na hora de deslizar seu dedo pelo touchscreen, além de supostamente trazer mais conforto no uso. Sem falar que segue a proposta de design um pouco mais arredondado que possivelmente virá no iPhone 6.
O autor das fotos postou um vídeo do iPhone 6 em pleno funcionamento neste link. Salientamos que talvez demore a reproduzir a filmagem, visto que o número de acessos é grande.
Não podemos alegar a veracidade das fotos. Obviamente, teremos que esperar até o lançamento oficial do produto, que deve ocorrer no dia 9 de setembro.
Acredite ou não… Mas já há filas para comprar o iPhone 6!
Não sabemos se é pelo fanatismo estranho ou por algum motivo alheio ao nosso discernimento, mas na verdade já há quem esteja na 5ª Avenida (NY – EUA), à espera do lançamento de algo que ainda “nem se sabe se existe”, estamos a falar do iPhone 6, que provavelmente será lançado dia 19/20 de Setembro, nos países seleccionados.
A Apple irá fazer a sua conhecida Keynote no dia 9 deste mês (certamente às 18h de Portugal) e muito provavelmente irá anunciar o iPhone 6 / 6L, mas claro está, isto não passam de rumores.
Estas pessoas que estão nas filas à espera terão mais duas semanas até poderem ver alguma novidade e o primeiro da fila teve a coragem de cobrar 1250 dólares aos hipotéticos segundo e terceiro lugares da fila, para lhes guardar o lugar.
Segundo a CNBM, pelo menos uma pessoa da fila já conseguiu ganhar cerca de 7000 dólares em lançamentos anteriores da Apple, por guardar lugares para outras pessoas!
Nós por aqui, já estamos habituados a que quando há um lançamento de um iPhone, existam filas, seja isto talvez uma manifestação da “cultura geek” moderna, sabemos que cada um faz o que quer com o seu tempo e dinheiro.
Perfect World.... saiba como comprar créditos para o jogo online
O jogo conta com uma sistema de compras "in game", onde o jogador pode usar dinheiro real para melhorar o seu personagem mais rápido. Aprenda agora a como comprar créditos em Perfect World
Passo 1: Entre no site de Perfect World.
Passo 2: Clique em “minha conta” no canto superior direito e faça o login com sua conta da Level Up!
Passo 3: Clique em Perfect World.
Passo 4: Vá até o quadro correspondente à conta de PW que está sendo usada e clique em “Comprar Créditos”. Você será direcionado para outra página.
Passo 5: Clique em Perfect World.
Passo 6: Selecione o pacote desejado e complete a compra com sua informações de acordo com a forma de pagamento desejada.
10 coisas que precisa saber antes de comprar um aparelho com Android Wear
O LG G Watch começou a ser vendido oficialmente hoje, e com isso as pessoas começam a se perguntar o que precisam fazer para poder utilizar o dispositivo. Para isso, separamos algumas coisas que deve saber antes de decidir comprar ele, ou qualquer outro smartwatch que utilize o Android Wear.
1- Irá precisar de um aparelho com Android 4.3 ou superior.
Para se conectar à um device que utilize o Android Wear, será necessário baixar o aplicativo Android Wear na Google Play. Após instalar o app, abra-o que ele te mostrará um passo-a-passo bem explicativo de como conectar o seu smartphone ao relógio. Porém, caso o aplicativo não seja o suficiente, basta que sincronize o relógio ao seu smartphone via Bluetooth, como qualquer outro acessório.
2- Preste atenção ao tutorial no aplicativo
Como dito acima, ao instalar o aplicativo ele irá mostrar um passo-a-passo de como sincronizar e utilizar o relógio. Porém, muitas pessoasnão gostam de ler tutoriais e acabam pulando-os sem nem ao menos verem do que se trata. Mas, caso já tenha pulado o tutorial e tenha alguma dúvida, basta ir no menu do aplicativo para encontrá-lo.
3- Já existem alguns aplicativos para o Android Wear
Com o update para a versão 5.0 do Google Play Services, a loja ganhou uma seção específica para aplicativos voltados para o Android Wear. Já estão disponíveis vários tipos de apps, voltados para as mais diversas funções. O aplicativo é instalado primeiro no smartphone, este então passa as ferramentas específicas para o relógio através do Bluetooth. Porém, como ainda estamos nos primeiros passos do novo sistema, poucos aplicativos estão disponíveis se comparados com a quantidade disponível para o Android em geral, mas os que estão disponíveis são gratuitos, pois aplicativos pagos estão com um bug na Google Play.
4- Invista no Pebble Locker
Caso esteja pensando em comprar um aparelho com Android Wear, então certamente já procurou as outras opções no mercado e se deparou com o Pebble. Porém, mesmo que tenha achado sistema da Google melhor, acreditamos que valha a pena dar uma chance ao Pebble Locker, o aplicativo é gratuito e pode ser baixado na loja. Com ele, irá transformar o seu smartwatch em um "dispositivo confiável", permitindo então que você desbloqueie o seu smartphone enquanto ele estiver conectado ao relógio, mesmo que ele possua uma senha ou padrão de desbloqueio.
5- Não tenha medo de usar pulseiras de outros relógios
Caso você não goste do visual do seu smartwatch, ou enjoe dele depois de um tempo, não se preocupe em trocar a pulseira por outra que lhe agrade mais. A troca é realizada como em qualquer outro relógio e pode melhorar muito o visual do seu aparelho, além de tornar o uso mais confortável. Aparelhos como o Samsung Gear Live possuem um design um tanto quanto próprio, o que pode dificultar a missão de encontrar uma outra pulseira que combine, mas o LG G Watch tem um visual mais neutro, o que ajudará a personalizá-lo nesse sentido.
6- Leve seu carregador pra onde você for
Nos testes realizados, a média de duração da bateria de um smartwatch é chegar ao fim do dia com um pouco menos de 50% da carga restante, sendo necessário carregá-lo durante a noite de sono. Porém, é bom você levar o carregador por aí se decidir comprar o LG G Watch, pois a menos que tenha algo afiado à mão, ele será necessário para religar o aparelho em caso de pane. O lado bom é que os carregadores possuem portas micro USB, logo não será necessário ficar levando o cabo por aí para carregar o dispositivo em caso de pouca bateria (já que provavelmente já leva o do seu smartphone com você).
7- Nem todas as notificações precisam aparecer no relógio
Inúmeros aplicativos possuem notificações inúteis, no smartphone pode até não incomodar tanto, mas no relógio certamente irá. Para desativas as notificações pode ir diretamente no app e desabilitá-la, o que impedirá tanto o seu smartphone quanto o smartwatch de receberem notificações dele. Ou, caso não queira procurar aplicativo por aplicativo, basta ir no menu do seu relógio e incluir o app na "lista negra".
8- Os gestos básicos de qualquer Android Wear
Deslize para baixo para avançar para o próximo card.
Deslize para a direita e verá ações do card escolhido.
Deslize para a esquerda para apagar um card.
Clique no card para ver detalhes que não apareciam na versão "reduzida".
Toque no relógio para ver as opções de menu.
9- Se utiliza o Google Now, compre um Android Wear
Caso você seja uma das pessoas que utiliza o assistente da Google, então certamente é um candidato para usar o Android Wear. E mesmo que você não goste muito de utilizar os cards, saiba que ele é perfeito para ser usado em um smartwatch. Pode olhar para o relógio e ver quanto tempo falta para chegar em casa de carro, por exemplo, ou então para ver como está o tempo, ou para saber a hora de sair de casa e não se atrasar para um encontro. No Android Wear isto não fica atrás de outras telas, como se vê no smartphone. Porém, caso ainda assim não queira utilizar o "Ok, Google", não precisará usar, mas recomendamos que dê uma chance ao serviço.
10- É um ótimo contador de passos
Se você for do tipo aventureiro, ou curte apenas caminhar algumas vezes por semana, saiba que o Android Wear é perfeito para te ajudar. O dispositivo nem ao menos precisa de um aplicativo, ele já faz isso nativamente. O sistema voltado para gadgets vestíveis da Google possui um contador de passos por padrão, que grava um histórico semanal do usuário para um melhor acompanhamento das atividades. Além disso, pode mudar a meta padrão para algo que mais se adequa à sua rotina, por padrão o contador marca a meta de 10.000 passos. Porém, caso não queira, basta selecionar para não mostrar o card de contador de passos. [Android Central]
Os convites para comprar do OnePlus One ( já começaram a serem distribuidos)
Gosta de receber um destes convites..
Não há dúvidas de que o OnePlus One é o smartphone do momento. A expectativa é que o telefone apareça no mercado com configurações de top de linha, mas a um preço imbativel. Ontem, a OnePlus começou a distribuir o primeiro lote de convites para a aquisição deste novo gadget. Todo mundo quer um convite desses, já que a estimativa de preço do aparelho é de 350 Euros ( No Brasil aproximadamente R$ 930,00.)

Convite OnePlus
Para quem não se lembra, o OnePlus One deverá contar com: Android 4.4 CyanogenMod 11S, processador Snapdragon 801 quad-core de 2,5GHz, 3GB de RAM e 64GB de armazenamento interno, tela de 5,5" com resolução de 1080 x 1920 pixels, câmera traseira de 13 megapixels, capacidade de gravar em 4K, 4G/ GPS e bateria de3100mAh.

Convite OnePlus
A OnePlus havia até lançado um desafio de destruição de aparelhos;quem quebrasse o seu, ganharia um convite para comprar o OnePlus One. Estes usuários já possuem a sua unidade "garantida". Em seuTwitter, a empresa informou que os felizardos que receberem o convite para compra do aparelho, poderão distribuir mais três convites após a confirmação do pagamento do pedido. Até o momento a empresa não informou a quantidade de convites que serão distribuídos neste primeiro lote.
Não há dúvidas de que o OnePlus One é o smartphone do momento. A expectativa é que o telefone apareça no mercado com configurações de top de linha, mas a um preço imbativel. Ontem, a OnePlus começou a distribuir o primeiro lote de convites para a aquisição deste novo gadget. Todo mundo quer um convite desses, já que a estimativa de preço do aparelho é de 350 Euros ( No Brasil aproximadamente R$ 930,00.)
Convite OnePlus
Para quem não se lembra, o OnePlus One deverá contar com: Android 4.4 CyanogenMod 11S, processador Snapdragon 801 quad-core de 2,5GHz, 3GB de RAM e 64GB de armazenamento interno, tela de 5,5" com resolução de 1080 x 1920 pixels, câmera traseira de 13 megapixels, capacidade de gravar em 4K, 4G/ GPS e bateria de3100mAh.
Convite OnePlus
A OnePlus havia até lançado um desafio de destruição de aparelhos;quem quebrasse o seu, ganharia um convite para comprar o OnePlus One. Estes usuários já possuem a sua unidade "garantida". Em seuTwitter, a empresa informou que os felizardos que receberem o convite para compra do aparelho, poderão distribuir mais três convites após a confirmação do pagamento do pedido. Até o momento a empresa não informou a quantidade de convites que serão distribuídos neste primeiro lote.
Qual comprar? PS4 vs Xbox One... veja a comparação entre as duas consolas da nova geração
PlayStation 4 e Xbox One são as armas poderosas da Sony e Microsoft no o capítulo atual guerra das consolas. Com hardware poderoso, novos controles e a tendência das câmeras e sensores, os aparelhos dividem a preferência dos jogadores. Ainda não decidiu qual comprar? Confira a nossa comparação entre as consolas e decida qual levar para a casa.
PS4 x Xbox One: uma comparação entre as duas consolas da nova geração
Preço
Lançados oficialmente por US$ 400 e 500 (Playstation 4 e Xbox One com Kinect) os consolas (custando no Brasil R$ 4.000 e R$ 2.300, respectivamente).
O PlayStation 4 vem acompanhado apenas do básico – cabo de alimentação, cabo HDMI, headset, um controle e a consola. A Playstation Camera não acompanha o pacote, e pode ser comprada separadamente por US$ 59 (o sensor ainda não é vendido oficialmente no Brasil e em muitos outros países). A melhor forma é comprar o controle que sai por á volta100 Euros ( no brasil R$ 299) na loja da marca.
Além da fonte de alimentação, cabo HDMI, headset, controle e consola, a caixa acompanha o novo Kinect.
Design
Apesar de toda a discussão em relação ao visual das consolas, a verdade é que os aparelhos são um tanto parecidos. Ambos adotaram uma carcaça separada em duas partes, uma fosca e outra mais brilhante.
O PS4 é consideravelmente menor do que o concorrente, tendo as medidas comparáveis às de um PS3 Slim, O design é arrojado, cheio de cortes diagonais e uma grande barra de luz que separa os dois lados da
Já o Xbox One aposta em um visual mais tradicional, apoiado na ideia de ser o centro da sala de estar. Grandalhão, a consola não chega a ser feio, mas certamente carece de algum carisma. O aparelho não tem lá muitos detalhes, com exceção do botão on/off, fundido ao painel e iluminado.
Controles
Mesmo com o padrão de botões estabelecido, os controles terminam sendo parte importante na escolha de qual aparelho levar para a casa. Muito mais do que o design, os joysticks têm pegadas diferentes, que podem ser mais adequadas a certas mãos ou mesmo estilos de jogos.

Dualshock 4 e Xbox One Controller
DualShock 4
O PlayStation 4 vem acompanhado do DualShock 4, que não é nada menos do que o primeiro controle totalmente novo lançado para uma consola da Sony desde o PlayStation original, que chegou na metade dos anos 90.
O controle é mais alongado do que o seu antecessor, e conta com um touchpad posicionado bem no centro. Outra novidade é o botão share, que permite que o jogador grave e compartilhe imagens e vídeos dos seus jogos com um simples comando. Uma barra luminosa no topo do controle também incrementa o visual, além de garantir compatibilidade com o futuro óculos de realidade virtual da consola.
Nas mãos, o DualShock 4 é claramente superior ao seu antecessor. As laterais mais espaçadas permitem um acomodamento mais adequado das mãos, além de facilitar o acesso aos botões de ação. Os analógicos, mais resistentes e bem desenhados, foram movidos para cima, melhorando sensivelmente a precisão em games que requerem comandos mais delicados.
O controle continua alimentado por uma bateria recarregável interna. Basta ligar o DualShock 4 ao consola ou qualquer outra fonte de energia usando um cabo Micro USB. O problema é que a bateria não dura lá grande coisa, tendo que ser recarregada a mais ou menos cada 10 horas de uso, quando usado com as configurações padrão.
Xbox One Controller
Como diz o ditado, equipa que está ganhando não se mexe. Esse certamente foi o princípio aplicado pela Microsoft na hora de entregar o controle do Xbox One. O Joystick, apesar de algumas boas mudanças (e outras nem tanto), se assemelha muito ao modelo do Xbox 360, que arranca suspiros dos fãs de videogames.
O controle tem basicamente o mesmo formato do antecessor, mas com algumas correções que o deixam mais anatómico e confortável. Os gatilhos agora são maiores, e ganharam o interessante sistema de vibração independente, que faz com que os botões reajam a pancadas, freadas ou tiros.
Os analógicos também foram alterados. Mais altos e finos, facilitam o manuseio preciso. O direcional digital foi criado do zero na esperança de melhorar o terrível d-pad do 360, e faz um bom trabalho em jogos como Killer Instinct. Os botões LB e RB, por outro lado, parecem um tanto imprecisos, especialmente quando comparados ao controle da antiga consola.
Uma das decisões mais comentadas foi a de manter as pilhas como alimentação principal do controle. Apesar da necessidade de comprar ou recarregar constantemente as baterias, a vida útil de cada recarga é bastante superior à do PS4, podendo chegar ao dobro com pilhas de qualidade.
Sistema operacional
Os sistemas operacionais são os responsáveis pelas características e funções das consolas funcionando. Especialmente nessa geração, o apelo para aplicativos e operações multitarefas exige muito de cada um dos aparelhos.
O PlayStation 4 ganhou uma interface que a primeira vista pode parecer um pouco simplória demais. Uma grande barra horizontal lista todos os jogos e aplicativos salvos na consola, com a ordem baseada na última vez que foram usados. Apesar da aparente desorganização, é fácil e rápido navegar pela lista, onde tudo pode ser executado com bastante agilidade.
A consola apostou em uma espécie de rede social, que lista em forma de feed todas as ações de amigos, incluindo novos games jogados, conquistas ou vídeos compartilhados. Apesar de interessante, a função parece não despertar muito o interesse dos jogadores.
O desempenho geral do sistema é bastante agradável, já que raramente as ações demoram ou de alguma forma engasgam. É extremamente rápido sair de um jogo e ir até a lista de amigos, por exemplo.
Para o Xbox One, a Microsoft apostou num visual ainda mais parecido com o do Windows 8, com aplicativos, jogos e opções separados por pequenos quadrados por toda a tela. É possível marcar alguns games como favoritos, que ficam separados em uma área específica, ajudando a achá-los mais facilmente.
A tendência de incluir uma rede social ao sistema também chegou ao Xbox. Assim como no PS4, é possível compartilhar com amigos e seguidores conquistas e vídeos da consola, mas as postagens não costumam ser muitas, além do conteúdo automático gerado.
As tarefas mais simples como navegar pelos menus são simples e ágeis, mas podem se tornar um pouco irritantes em alguns momentos. O sistema ainda parece um pouco instável, resultando em uma série de bugs e atrasos na abertura de aplicativos ou mesmo na hora de mover o cursor.
Jogos exclusivos
Funções, controles e desempenho são importantes, mas certamente não falam mais alto na escolha do que os jogos disponíveis. PlayStation 4 e Xbox One já têm alguns bons games, entre exclusivos e multiplataforma.
O PlayStation 4 iniciou sua trajetória com poucos games exclusivos. Entre os destaques, estavam apenas Killzone Shadow Fall e Knack, considerados os únicos blockbusters exclusivos. Mais recentemente, o bom InFamous: Second Son também chegou ao PS4.
A consola ainda conta com mais alguns títulos menos expressivos como Blacklight: Retribution, Resogun e Warframe, que completam o catálogo ao lado de grandes nomes como Fifa 14, Battlefield 4 e Assassin’s Creed 4: Black Flag.
Para os próximos meses, as grandes apostas ficam por conta de Drive Club, The Order 1886 e o iminente anúncio de um novo Uncharted.
O Xbox One ganhou uma variedade maior de exclusivos logo no lançamento. Entre os títulos estavam Ryse: Son of Rome, Dead Rising 3, Forza Motorsport 5 e Killer Instinct. Como grande nome, a consola tem o FPS Titanfall, também lançado para PC.
Com menos destaque também chegaram Lococycle, Powerstar Golf, Zoo Tycoon e Crimson Dragon. Os próximos meses prometem Halo, Gears of War, Sunset Overdrive, uma nova versão de Forza Horizon e o aguardado Quantum Break.
Apps
Assim como nos telefones e televisões, os aplicativos fazem cada vez mais parte das consolas, já que adicionam funções e serviços diversificados aos aparelhos. PS4 e Xbox One não ficam de fora, contando com uma boa variedade de apps.
Entre os mais populares estão os serviços de transmissão de vídeo Netflix, Crackle, Hulu Plus e RedBox Instant. Também é possível conferir conteúdo sobre games gratuitamente no app Machinima, disponível nas duas plataformas.
O Twitch, que permite que os jogadores transmitam ou assistam partidas online foi lançado junto do PS4, e chegou ao Xbox One recentemente. As consolas ainda contam com serviços próprios de aluguel de músicas e vídeo como Xbox Music e PlayStation Music, que são pagos.
Sensor
De meras câmeras que capturavam movimentos, os sensores chegaram à nova geração com o peso de fazerem parte da experiência, em especial no Xbox One. Ligar, desligar, abrir jogos, aplicativos e até dar ordens a consola são algumas das responsabilidades dos sensores, mas será que eles são tão importantes assim?
Se depender do PlayStation, os sensores devem ficar relegados a segundo plano. O aparelho sequer acompanha a PlayStation Camera, que deve ser comprada separadamente por aqueles que se interessarem por seus serviços.
Em geral, o sensor não faz muito mais do que servir de câmera para transmissões no Twitch ou jogar alguns minigames inclusos no Playroom. Como o próprio headset suporta comandos básicos de voz, a compra parece um tanto injustificada.

O Kinect é porreiro, mas não chega a mudar a experiência
O Kinect prometia uma experiência revolucionária ao controlar o Xbox One. No entanto, em seis meses o sensor passou de estrela do pacote a peça opcional. Sejamos justos, o aparelho até possui algumas funções fixes, como abrir jogos e controlar aplicativos sem usar controles.
O problema é que na prática, a experiência pode ser um pouco frustrante, já que nem todas as vezes o sensor entende bem as ordens. Para economizar um bom dinheiro, talvez não seja uma péssima ideia abrir mão do Kinect.
Rede online
Separadas na última geração pela taxa mensal exigida pela Xbox Live, as redes online parecem muito mais equilibradas atualmente. Isso porque a Sony resolveu também cobrar mensalmente pelo acesso a partidas online no PS4.
Apesar das taxas, os serviços também melhoraram bastante. Hoje em dia os assinantes da PSN Plus recebem mensalmente um novo game de graça. A mesma conta também é compatível com o PS3 e Vita, que também são beneficiados por jogos grátis. Também estão disponíveis descontos em diversos jogos e alguns serviços exclusivos, como backup automático de saves.
No Xbox One a Live parece não ter mudado muito em relação à versão do Xbox 360. Mais consistente do que a concorrente, a rede peca por ainda não oferecer nenhum tipo de game grátis ou serviço extra aos usuários. A Microsoft, no entanto, já avisou que planeja liberar em junho o programa Game with Gold, que presenteará os jogadores com jogos como Halo: Spartan Assault e Forza 5.
Segunda tela e compatibilidade
Xbox One e PlayStation 4 contam com aplicativos para telefones e tablets que permitem que a consola tenha algumas de suas funções mais básicas controladas. Alguns jogos ainda possuem funções de segunda tela para os gadgets.
Com o aplicativo do PlayStation é possível ler e enviar mensagens, conferir o feed de atualizações dos amigos e gerenciar opções simples da consola. Apesar de interessante, o app termina não sendo muito útil, já que parece um tanto mais fácil ligar a consola.
O Vita também possui compatibilidade com o PS4, fazendo-o acionar as funcionalidades de segundo ecrã para os jogos compatíveis. Apesar disso, o grande barato do portátil é a possibilidade de jogar os jogos do PS4 diretamente pela tela do Vita, sem a necessidade de estar perto da consola.

O Vita é o companheiro ideal para o PS4
O Xbox One conta tem um app bastante parecido com o do PlayStation, trazendo todas as funcionalidades básicas. Disponível para IOS, Android e Windows Phone, o aplicativo também não chega a mudar a experiência de uso, mas pode servir para enviar uma mensagem uma vez ou outra.
Problemas
Nem só de grandes jogos e funções fixes vivem as consolas de nova geração. Por isso, é importante saber dos possíveis problemas que podem ocorrer com os aparelhos. Para evitar dores de cabeça, sempre opte por versões nacionais (no caso do Xbox) ou vendidas por lojas autorizadas. Isso garantirá que o produto será trocado ou reparado pela garantia no caso de algum problema mais grave.
No PlayStation 4, alguns usuários tiveram problemas com portas HDMI defeituosas, que prejudicavam a transmissão da imagem para as TVs, inutilizando a consola. A Sony garantiu que tratavam-se de poucas unidades e reparou as consolas imediatamente. Outros compradores reportaram aquecimentos do aparelho, que se desliga automaticamente para prevenir qualquer danos mais sérios. Problemas com os botões on/off e eject também foram reportados.
No Xbox One, drives que mastigavam discos foram comuns nas primeiras semanas da consola. O problema, entretanto, não parece ter afetado muitas das consolas nacionais. Alguns episódios de superaquecimento também foram reportados. Um problema frequente são travamentos e bugs que impossibilitam que o jogador execute jogos. Nesse caso, é necessário segurar o botão on/off da consola até que ele desligue por completo, então ligar novamente.
Conclusão
No final das contas, ambas são belas consolas, com diversos pontos fortes e algumas fraquezas. A biblioteca de jogos ainda não é grande, mas certamente continuará crescendo em ambos os sistemas, com boas opções para todos os estilos de jogadores.
Na hora de decidir é importante pesar cada uma das características positivas e negativas e considerar quais as mais importantes para o seu gosto. Também é interessante ter alguma simpatia pelos games exclusivos de cada consola, já que eles são a grande diferença entre eles.
Por fim, avalie bem se esse é mesmo o momento certo para comprar a sua consola da nova geração, ou se ainda dá pra esperar um pouco. Com o tempo os sistemas tendem a ficar mais seguros e com mais e mais opções de jogos. Além disso, Xbox 360 e PlayStation 3 têm centenas de jogos incríveis que certamente valem ser aproveitados.
Notas para os compradores no Brasil....
Notas para os compradores no Brasil....
Preço
Talvez o ponto mais polémico da chegada das novas consolas ao Brasil tenha sido o preço, que e deixou muitos de cabelo em pé, especialmente pela diferença quando comparado ao valor praticado lá fora.
O Xbox One, concebido para ser um aparelho mais caro, terminou saindo mais barato por aqui graças à fabricação local.
Apesar do valor oficial no Brasil, a consola da Sony pode ser encontrada em diversas lojas por pouco menos de R$ 1.800. Tratam-se de aparelhos importados, que na maioria das vezes não possuem qualquer tipo de cobertura da garantia nacional da Sony.
A Microsoft também anunciou uma versão sem o sensor, que chega às lojas em junho por R$ 2.000. O controle pode ser encontrado por R$ 200 em revendedores oficiais da marca.
O Xbox One, concebido para ser um aparelho mais caro, terminou saindo mais barato por aqui graças à fabricação local.
Apesar do valor oficial no Brasil, a consola da Sony pode ser encontrada em diversas lojas por pouco menos de R$ 1.800. Tratam-se de aparelhos importados, que na maioria das vezes não possuem qualquer tipo de cobertura da garantia nacional da Sony.
A Microsoft também anunciou uma versão sem o sensor, que chega às lojas em junho por R$ 2.000. O controle pode ser encontrado por R$ 200 em revendedores oficiais da marca.