Mostrar mensagens com a etiqueta compra. Mostrar todas as mensagens
Facebook compra WhatsApp por 17,4 mil milhões de euros
O Facebook completou esta segunda-feira a compra do aplicativo de mensagens móveis WhatsApp, pela quantia de 22 mil milhões de dólares (17,4 mil milhões de euros), anunciou a empresa.
O acordo de venda tinha sido assinado em fevereiro passado, altura em que se falou que o montante da transação atingiria os 19 mil milhões de dólares.
"Estamos a olhar para a frente, com vista a conectarmo-nos cada vez com mais pessoas em todo o mundo e a continuar a criar valor para as pessoas que usam o WhatsApp", lê-se num comunicado divulgado pelo Facebook.
Os termos do acordo incluem que o cofundador da WhatsApp, Jan Koum, tenha assento na administração da Facebook.
Jan Koum irá receber um sálario simbólico de um dólar por ano, de acordo com a documentação entregue hoje na Autoridade Bolsista Norte-Americana.
O cofundador da WhatsApp Brian Acton ficará na companhia, de acordo com os termos de aquisição, que promete "bolsas de incentivo" de milhões de ações, que vão aumentar gradualmente nos próximos quarto anos para Koum e Acton se estes se mantiverem na empresa, referiu a Facebook.
Os reguladores da União Europeia cancelaram, na sexta-feira, a compra do serviço de mensagens móveis WhatsApp pelo Facebook, apesar da oposição das empresas de telecomunicações, que receiam o poder crescente das empresas de tecnologia norte-americanas.
Europa dá luz verde à aquisição da Motorola pela Lenovo
A Comissão Europeia aprovou sem restrições o negócio que junta a Motorola à Lenovo. A decisão revela que a compra não viola princípios da legislação europeia.
A aquisição da Motorola pela Lenovo aconteceu em janeiro deste ano. A fabricante de telemóveis fazia parte do universo Google, que a tinha comprado anos antes mas que nunca conseguiu rentabilizar o investimento realizado.
A Google recebeu 2,9 mil milhões de dólares pela venda, quando tinha pago 12,5 mil milhões pela mesma empresa e pelo enorme acervo de propriedade intelectual da companhia, a componente mais valiosa do seu património.
Pela dimensão, a venda no início deste ano à Lenovo teve de passar pela análise dos reguladores da concorrência, que na Europa vêm agora aceitar a transição sem identificar potenciais impactos relevantes para a concorrência na região.
A avaliação das autoridades europeias da concorrência teve em conta potenciais impactos no mercado de dispositivos móveis, concluindo que a baixa quota de mercado das duas empresas nesse domínio não altera as condições de mercado.
Snapchat adiciona novas funcionalidades e recusa oferta de compra do Facebook
Snapchat Log
Apesar de não ter apresentado muitas novidades nos últimos tempos, o Facebook candidatou-se a comprar a Snapchat, Inc por $ 3 biliões. Recusando a oferta, a companhia decidiu aprimorar seu serviço introduzir novas funcionalidades ao mesmo. Agora, os usuários poderão realizar chamadas de vídeo e enviar notas de voz, além de chamadas de voz. O único ponto negativo é que todas as mensagens de texto trocadas através do aplicativo serão apagadas assim que o mesmo for encerrado.
Em seu blog oficial, a empresa anunciou: "Até hoje, sentíamos que o nosso aplicativo faltava uma funcionalidade muito importante: a possibilidade de sentir a presença da outra pessoa". Com as chamadas de vídeo, será possível visualizar o grau de atenção que seu contato está lhe fornecendo; além disso, as chamadas serão muito mais íntimas.
A atualização com os aprimoramentos deve chegar primeiro à App Store. Não se sabe ao certo a data, mas após a mesma, cerca de 40 milhões de usuários deverão passar utilizar ativamente o aplicativo, gerando receita para o seu desenvolvedor.
Para baixar o aplicativo, clique aqui (Android).
Facebook compra empresa Oculus Rift em um negócio enorme valor estimado 2000000000 $
O mundo da tecnologia foi surpreendido, quando Mark Zuckerberg anunciou que o Facebook comprou a Oculus VR, companhia de tecnologia aplicada à realidade virtual e desenvolvedora do Oculus Rift. Estima-se que o valor do negócio gire em torno de US$ 2 biliões.
Desse valor, US$ 400 milhões foram pago em dinheiro e o restante, US$ 1,6 bilião, foi transferido em forma de 23,1 milhões de ações do Facebook.
“Estou empolgado em anunciar que chegamos em um acordo para adquirir a Oculus VR, líder em tecnologia de realidade virtual”, afirmou o criador do Facebook em sua postagem. Zuckerberg afirma que a ideia é intensificar a ideia de imersão em jogos já preconizada pela Oculus, auxiliando a companhia a lançar o produto e criar parcerias para suporte a cada vez mais jogos.
Ampliando horizontes
Mas, ao que parece, o criador do Facebook pretende levar o aparelho Oculus Rift, os óculos de realidade virtual da empresa recém-adquirida, a outros patamares. “Depois de jogos, nós faremos da Oculus uma plataforma para muitas outras experiências. Imagine aproveitar um assento em um jogo, estudar em uma sala de estudantes e professores de todo o mundo ou consultar um médico cara a cara — apenas colocando os óculos em sua casa”, afirmou em sua postagem.
Confira na íntegra a postagem de Mark Zuckerberg (tradução livre):
Estou empolgado em anunciar que chegamos em um acordo para adquirir a Oculus VR, líder em tecnologia de realidade virtual.
Nossa missão é tornar o mundo mais aberto e conectado. Nos últimos anos, isso significava principalmente criar aplicativos móveis que ajudam você a compartilhar com as pessoas que você se importa. Nós temos muito mais a fazer no mobile, mas nesse ponto nós sentimos que estamos em uma posição de onde podemos começar a focar em quais plataformas se tornarão as próximas a permitir experiências pessoais e de entretenimento mais úteis.
É aí que entra a Oculus. Eles construíram uma tecnologia de realidade virtual, como o headset Oculus Rift. Quando o coloca, você entra em um ambiente virtual completamente imersivo, como um jogo, uma cena de filme ou um lugar distante. O incrível sobre essa tecnologia é que você sente como se realmente estivesse presente em outro lugar, com outras pessoas. Pessoas que experimentam isso dizem ser diferente de tudo que já experimentaram em suas vidas.
A missão do Oculus é permitir a você experimentar o impossível. Sua tecnologia expande a possibilidade de experiências completamente novas.
Jogatina imersiva será o primeiro, mas a Oculus já tem grandes planos aqui que não serão alterados e que nós esperamos acelerar. O Rift está altamente adiantado para a comunidade de jogos, e há muito interesse por parte dos desenvolvedores em construir para essa plataforma. Nós estamos focando em ajudar a Oculus a construir seu produtor e a desenvolver parcerias para suporte a mais jogos. Oculus vai continuar operando de forma independente dentro do Facebook para atingir esse objetivo.
Mas esse é apenas o começo. Depois de jogos, nós faremos da Oculus uma plataforma para muitas outras experiências. Imagine aproveitar um assento em um jogo, estudar em uma sala de estudantes e professores de todo o mundo ou consultar um médico cara a cara — apenas colocando os óculos em sua casa.
Essa é uma plataforma de comunicação realmente nova. Ao sentir isso verdadeiramente presente, você pode compartilhar espaços e experiências ilimitadas com as pessoas em sua vida. Imagine compartilhar não apenas momentos com seus amigos online, mas experiências e aventuras completas.
Esses são apenas alguns usos em potencial. Trabalhando com desenvolvedores e parceiros da indústria, juntos nós podemos fazer muito mais. Um dia, acreditamos que esse tipo de realidade aumentada, imersiva, vai se tornar parte da vida diária de biliões de pessoas.
Realidade virtual foi um dia um sonho da ficção científica. Mas a internet foi também um sonho um dia, e aqui estão computadores e smartphones. O futuro está chegando e nós temos a chance de construí-lo juntos. Eu mal posso esperar para começar a trabalhar com toda a equipe da Oculus para trazer este futuro para o mundo, e habilitar novos mundos para todos nós.
Como cancelar uma compra e ser reembolsado na Google Play
Nem sempre as aplicações que compra na Google Play correspondem às expectativas. Mas nem tudo está perdido - pode pedir um reembolso. Saiba como

Apesar da variedade de aplicações gratuitas existentes para Android, existem algumas opções que só são acessíveis mediante a sua compra. Só que, ao contrário de uma aplicação gratuita, comprar uma app para Android exige especial ponderação por parte dos seus utilizadores - e nem no mercado digital nos livramos de realizar más compras.
Existe, contudo, um segundo processo de reembolso que é mais complexo e que oferece menos garantias. No caso de ter comprado uma aplicação que não tenha correspondido às suas expectativas, e de ter ultrapassado os 15 minutos de tolerância iniciais, terá ainda um total de 48 horas para reivindicar o seu dinheiro de volta. Neste cenário tem que:
Apesar da variedade de aplicações gratuitas existentes para Android, existem algumas opções que só são acessíveis mediante a sua compra. Só que, ao contrário de uma aplicação gratuita, comprar uma app para Android exige especial ponderação por parte dos seus utilizadores - e nem no mercado digital nos livramos de realizar más compras.
Só que, ao contrário de uma loja física mais convencional, o processo de ser reembolsado pela compra de uma aplicação não é do conhecimento de todos os utilizadores.
Existem dois métodos distintos para cancelar uma compra e ser reembolsado pela aquisição de uma aplicação ou jogo da Google Play. O primeiro é relativamente simples, mas é desconhecido por boa parte dos utilizadores do sistema operativo da Google: após comprar uma app/jogo, tem à sua disposição 15 minutos para decidir se quer voltar atrás na sua decisão. A confirmar-se o retrocesso na sua opinião, pode simplesmente dirigir-se à página onde descarregou a aplicação e seleccionar "Refund" ou "Reembolsar". Note-se que estes 15 minutos começam a contar logo após a instalação da aplicação no seu dispositivo.
1) Após a instalação da aplicação/jogo que acabou de comprar, sugerimos que teste primeiro o terreno para comprovar se a aplicação corresponde às suas expectativas
2) Esteja atento ao tempo que gasta na utilização da aplicação caso pretenda realmente ser reembolsado. Neste contexto, ao dirigir-se novamente à página da aplicação irá encontrar duas opções: Open (Abrir) ou Refund (Reembolsar)
3) Será questionado sobre se tem a certeza de querer ser reembolsado. Carregue em "sim"
4) A aplicação irá desaparecer do seu dispositivo e tudo indica que a sua conta bancária irá retomar ao nível em que se encontrava antes da aplicação.
2) Esteja atento ao tempo que gasta na utilização da aplicação caso pretenda realmente ser reembolsado. Neste contexto, ao dirigir-se novamente à página da aplicação irá encontrar duas opções: Open (Abrir) ou Refund (Reembolsar)
3) Será questionado sobre se tem a certeza de querer ser reembolsado. Carregue em "sim"
4) A aplicação irá desaparecer do seu dispositivo e tudo indica que a sua conta bancária irá retomar ao nível em que se encontrava antes da aplicação.
E no que ao primeiro processo diz respeito, são apenas estes 4 passos. Algumas notas que deve ter em consideração: se optar por comprar novamente a mesma aplicação, não terá direito a um novo reembolso.
1) Aceder à sua conta na Google Play > As minhas encomendas ou vá directamente à página da aplicação que adquiriu
2) Seleccionar a aplicação que pretende devolver. De seguida deve aceder às opções e seleccionar o campo "Comunicar um Problema" (nota: este processo deve ser feito na página da aplicação que adquiriu)
3) Vai ter à sua disposição uma opção de reembolso. Seleccione-a e enumere o motivo para ser reembolsado. Clique em Enviar
2) Seleccionar a aplicação que pretende devolver. De seguida deve aceder às opções e seleccionar o campo "Comunicar um Problema" (nota: este processo deve ser feito na página da aplicação que adquiriu)
3) Vai ter à sua disposição uma opção de reembolso. Seleccione-a e enumere o motivo para ser reembolsado. Clique em Enviar
Produtos da Google Play que possam ser pré-visualizados antes da sua compra, tais como toques ou fundos de ecrã, não são reembolsáveis. As aplicações, uma vez que não podem ser pré-visualizadas ou testadas pelo utilizador, não se enquadram neste contexto.
É importante referir que neste segundo processo não existem garantias de que será realmente reembolsado, ou seja, convém ter um motivo válido para ser reembolsado. Geralmente argumentar que a aplicação não correspondeu às expectativas nem àquilo que foi publicitado pode ser um bom argumento, mas é necessário conseguir suportá-lo.
Sony Xperia Z2 Tablet veja aqui os preços e já está disponível para pré-encomenda
Seguindo os passos do Xperia Z2, o Sony Xperia Z2 Tablet está disponível para pré-encomenda.Fizemos as rondas e recolhidos os preços do tablet em toda a Europa. A data de lançamento será em abril, o mesmo período de tempo como o telefone Z2.
A boa notícia é que é mais barato que o telefone na maioria dos lugares - no Reino Unido, é £ 500 (€ 610) a partir de Clove Reino Unido .
Update: O Xperia Tablet 16GB Z2 LTE é £ 500 no site da Sony. As únicas versões Wi-Fi são £ 400 para o de 16GB e £ 450 para o de 32GB. Sepré-encomenda começa um livre magnética doca de carregamento também (normalmente, £ 40).
O preço na Alemanha é 500 € (650 € e no site oficial da Sony). Note que estes são os preços pré-encomenda e pode mudar com o tempo para o lançamento. O modelo de 32GB Wi-Fi é 550 € , o modelo de 16GB LTE é 650 € .
Na França e na Holanda, o tablet Xperia Z2 é de € 630, € 670 em Suécia (SEK 5 995,00) e € 700 em Espanha e Polónia (PLN 2 899). Estes preços são a partir do site oficial, por isso é possível que as lojas regionais têm-lo mais barato (como na Alemanha).
Update: Um comentarista nos apontou para uma 500 € oferta para o Z2 Tablet, graças Hichamz !
WhatsApp saiu do ar por quase 4 horas.... e as teorias de conspiração no ar
foto GABRIEL BOUYS/AFP

Problema surge dias depois da compra da empresa pelo Facebook
Mais de 450 milhões de pessoas em todo o mundo ficaram no sábado impedidas de utilizar o serviço de mensagens instantâneas WhatsApp, três dias depois de o Facebook ter anunciado a compra daquela aplicação por 11,6 mil milhões de euros.
"Tivemos um problema com os servidores. Já foi resolvido", referiu o cofundador do WhatsApp, Jan Koum, numa mensagem enviada à agência EFE pouco antes das 23 horas de sábado (GMT).
Quase três horas antes, às 20:16, podia ler-se numa mensagem partilhada pelo WhatsApp na rede social Twitter, que foi partilhada mais de 25 mil vezes em poucas horas: "Pedimos desculpas, estamos com problemas nos servidores. Esperamos estar de volta e recuperados em breve".
Alguns utilizadores da aplicação não conseguiram ligá-la, enquanto outras se queixaram que as suas mensagens não eram enviadas.
O 'site' especializado em tecnologia techcrunch.com sugere que o problema terá surgido devido a uma "avalanche de novos utilizadores que terá sobrecarregado os servidores".
O Facebook anunciou na quarta-feira que adquiriu o WhatsApp por 16 mil milhões de dólares (11,6 mil milhões de euros), a sua aquisição mais relevante em dez anos de existência.
| foto GABRIEL BOUYS/AFP |
| Problema surge dias depois da compra da empresa pelo Facebook |
Mais de 450 milhões de pessoas em todo o mundo ficaram no sábado impedidas de utilizar o serviço de mensagens instantâneas WhatsApp, três dias depois de o Facebook ter anunciado a compra daquela aplicação por 11,6 mil milhões de euros.
"Tivemos um problema com os servidores. Já foi resolvido", referiu o cofundador do WhatsApp, Jan Koum, numa mensagem enviada à agência EFE pouco antes das 23 horas de sábado (GMT).
Quase três horas antes, às 20:16, podia ler-se numa mensagem partilhada pelo WhatsApp na rede social Twitter, que foi partilhada mais de 25 mil vezes em poucas horas: "Pedimos desculpas, estamos com problemas nos servidores. Esperamos estar de volta e recuperados em breve".
Alguns utilizadores da aplicação não conseguiram ligá-la, enquanto outras se queixaram que as suas mensagens não eram enviadas.
O 'site' especializado em tecnologia techcrunch.com sugere que o problema terá surgido devido a uma "avalanche de novos utilizadores que terá sobrecarregado os servidores".
O Facebook anunciou na quarta-feira que adquiriu o WhatsApp por 16 mil milhões de dólares (11,6 mil milhões de euros), a sua aquisição mais relevante em dez anos de existência.
Do total, quatro mil milhões de dólares serão pagos em numerário e mil milhões em ações Facebook. Está também previsto que os fundadores e assalariados do WhatsApp recebam três mil milhões de dólares em ações Facebook, durante quatro anos, depois da concretização da operação.
O volume de mensagens enviadas aproxima-se do "volume total dos SMS dos operadores de telecomunicações mundiais", garante o Facebook.
WhatsApp fica fora do ar por quase 4 horas devido a problemas em servidores
WhatsApp, o app de mensagens móveis em rápida expansão, sofreu uma queda de energia por mais de três horas no sábado, os usuários frustrantes apenas dias após a sua aquisição pelo Facebook por US $ 19 biliões.
"Serviço WhatsApp foi restaurada. Estamos muito triste para o tempo de inatividade ...", WhatsApp twittou para seus mais de 1 milhão de seguidores no Twitter no sábado cerca de 17:48 EST (2248 GMT).
No início, o serviço tinha dito que estava "experimentando problemas de servidor", sem fornecer mais detalhes. Facebook referido perguntas sobre a interrupção de representantes WhatsApp, que não responderam imediatamente.
Cinco anos WhatsApp tem atualmente cerca de 450 milhões de usuários no mundo e tem sido a adição de um milhão de usuários por dia.
No sábado, alguns desses usuários levou a outras formas de média social, incluindo blogs e Twitter para relatar a falha e extravasar sua frustração.
WhatsApp é o líder entre uma onda de aplicativos de mensagens baseada em smartphones que agora estão varrendo toda a América do Norte, Ásia e Europa, e é conhecido por apelar para os adolescentes e outros que evitam as redes sociais tradicionais.
Durante a interrupção do burburinho no Twitter variaram do conspiratório - de que o Facebook havia realmente comprado WhatsApp para desligá-lo e canalizar os usuários Facebook Chat - para o filosófico.
"Portanto, agora que # Whatsapp não está funcionando Eu realmente falei com a minha família, eles parecem ser pessoas legais", twittou @ Ali_Hilu, um viciado em médias sociais auto-descrito na Jordânia.
E @ Iamhollybrown de Surrey, Inglaterra, repreendeu: "Não posso acreditar que todas essas pessoas estão chorando sobre WhatsApp não funciona, fazer algum exercício, fazer algum trabalho, aprender uma língua."
Mais...
O serviço de mensagens online WhatsApp caiu na tarde deste sábado (22). O aplicativo começou a apresentar instabilidade por volta das 15h30 (Brasil), não sendo possível enviar ou receber mensagens. A falha só foi corrigida cerca de quatro horas após ter início, por volta das 19h30 (Brasil), e teria sido causada por problemas em servidores, segundo a empresa responsável pelo app. Nas redes sociais, usuários do mundo inteiro reclamaram sobre o problema.
Em seu perfil no Twitter, o WhatsApp confirmou a queda do serviço na tarde deste sábado. "Desculpe. Estamos enfrentando atualmente problemas com nossos servidores. Esperamos estar de volta e recuperados brevemente", disse a empresa, após quase duas horas após o início da instabilidade.
O problema deixou o WhatsApp totalmente fora do ar, afetando todas as plataformas em que o serviço é oferecido. Ao enviar uma mensagem, o usuário se deparava com o constante relógio, que significava que o texto não havia sido sequer entregue aos servidores do app. Também não era possível receber nenhum recado dos contatos.
O aplicativo só foi normalizado parcialmente no início da noite deste sábado. Por volta das 19h20, o serviço começou a enviar e receber mensagens novamente em alguns aparelhos, enquanto permanecia indisponível em outros. Pouco tempo depois, a falha com os textos foi, aparentemente, corrigida para todos. No entanto, usuários continuavam reclamando que não era possível enviar ou receber imagens, vídeos ou recados de voz.
As constantes quedas e instabilidade de serviço do WhatsApp tem sido alvo constante de críticas por parte do usuário. No início do mês, um bug fez com que fotos de perfil de contatos desaparecessem. Em dezembro, o serviço ficou indisponível mundialmente pouco tempo após uma falha que expulsou diversos usuários de grupos.
As constantes quedas e instabilidade de serviço do WhatsApp tem sido alvo constante de críticas por parte do usuário. No início do mês, um bug fez com que fotos de perfil de contatos desaparecessem. Em dezembro, o serviço ficou indisponível mundialmente pouco tempo após uma falha que expulsou diversos usuários de grupos.
Queda vira alvo de gozação nas redes sociais
No Twitter, as primeiras reclamações a respeito da queda do WhatsApp começaram a aparecer por volta das 15h30 deste sábado. Em poucos minutos, o assunto se tornou um dos mais comentados do país, chegando a ocupar o Trending Topics brasileiro. Boa parte dos usuários ironizava a compra do aplicativo de mensagens pelo Facebook.
O termo "#GoogleNãoDeixeOFacebookComprarOTwitter" chegou a primeira colocação fazendo referência à compra do aplicativo pela rede social de Mark Zuckerberg, dona do rival Facebook Messenger. A venda do serviço foi lembrada ainda pela hashtag "#MarkDevolveoWhatsApp", que tenta fazer com que o CEO do Facebook cancele o negócio.
Além da brincadeira dos internautas, dois rivais do WhatsApp ganharam lugar entre os assuntos mais comentados do Brasil. O chinês WeChat, que tem mais de 600 milhões de usuários em todo o mundo; e o Viber, famoso mensageiro que faz ligações gratuitas pela Internet, também ganharam espaço no Trending Topics. Ambos, assim como o Line, são visto como as principais alternativas ao WhatsApp.
Primeira falha após compra bilionária
A queda do WhatsApp neste sábado acontece poucos dias após o Facebook anunciar a compra do aplicativo por 16 biliões de dólares . O valor é superior aos US$ 7,2 biliões pagos pela Microsoft na compra da Nokia e da verba gasta nas Olimpíadas de Londres 2012, que foi de US$ 10,2 biliões.
Segundo o Facebook, o WhatsApp seguirá trabalhando como uma empresa subsidiária, ou seja, independente da rede social e de forma semelhante ao Instagram. O aplicativo de mensagens possui cerca de 450 milhões de usuários em todo mundo e era tido como o principal concorrente da rede social de Mark Zuckerberg entre dispositivos móveis, que não havia conseguido muito êxito com o Facebook Messenger.
A movimentação, aliás, gerou um clima de incerteza entre os usuários do futuro do serviço e os planos do Facebook sobre o aplicativo. Além do WhatsApp, o rede social do Facebook também é dona do Instagram, famoso aplicativo de compartilhamento de fotos com filtros, comprado em 2012 por um bilião de dólares.
Tudo sobre a compra do WhatsApp pelo Facebook
O mundo da tecnologia foi sacudido na noite de hoje (19) por uma transação bilionária: oFacebook anunciou a compra do WhatsApp por nada menos que US$ 19 bilhões. Desse valor, US$ 4 biliões serão pagos em dinheiro, US$ 12 biliões em ações do Facebook e outros US$ 3 biliões em ações restritas serão divididas entre os funcionários do WhatsApp ao longo dos próximos 4 anos.
Os valores são altos até mesmo para a indústria tecnológica, acostumada a vultosas quantias. As compras da Motorola pela Lenovo e da Nokia pela Microsoft, juntas, somam US$ 10,09 biliões. A Marvel foi vendida à Disney por US$ 4 biliões. Em um cenário hipotético, caso o Facebook quisesse bancar todos os custos da Copa do Mundo no Brasil – orçada até o presente momento em R$ 33 biliões (o equivalente a US$ 13,8 biliões) –, poderia fazer isso tranquilamente e ainda sobraria pelos menos outros US$ 5 biliões.
Por que comprar o WhatsApp?
O Facebook é hoje a rede social mais popular do planeta com mais de 1 bilião de usuários. Perto desse número, o WhatsApp não faz feio: são 450 milhões de usuários ativos – o que representa cerca de 37% do tamanho da audiência da rede social.
Mais do que isso, o WhatsApp se faz presente em praticamente todos os sistemas operacionais: Android, iOS, Windows Phone, BlackBerry, Symbian e na linha Asha, da Nokia. Segundo informações do site Business Insider, 41% dos usuários de Android, sistema operacional que responde por 82% do mercado de smartphones, contam com o WhatsApp ativo em seus aparelhos.
Por outro lado, a ferramenta Messenger do Facebook, embora popular, está longe de alcançar tamanho sucesso. Levando-se apenas o Android em consideração, apenas 16% dos usuários contam com o Messenger instalado e utilizam o app com frequência. Em outras palavras: se alguma ferramenta poderia ameaçar o domínio absoluto do Facebook no que diz respeito a ferramentas de comunicação, essa empresa não era a Google ou a Microsoft, mas sim o mensageiro WhatsApp.
O que muda para o consumidor?
Tão logo o anúncio da compra foi divulgado nos sites de tecnologia, muitos usuários se questionaram sobre os rumos que os serviços Messenger e WhatsApp devem tomar. Inclusão de publicidades e uma possível integração entre os dois mensageiros estão entre os maiores temores e expectativas dos consumidores.
Entretanto, de acordo com declarações de Mark Zuckerberg, CEO do Facebook, e Brian Acton, cofundador do WhatsApp, em princípio absolutamente nada deve mudar. “O WhatsApp vai continuar a operar de forma independente. A estratégia do produto permanece inalterada e toda a equipe da ferramenta vai continuar em Mountain View”, destacou Zuckerberg.
“Aqui está a lista das coisas que vão mudar para os nossos usuários após a compra por parte do Facebook: nada”, informou Acton em nota oficial publicada no blog do WhatsApp. “Vocês poderão continuar usando o WhatsApp pelo valor de US$ 1 por ano – como já acontece – e todas as demais ferramentas permanecem inalteradas”, completou.
Se analisarmos o que aconteceu após a compra do Instagram – que completa dois anos no mês de abril –, é possível imaginar que as palavras dos líderes das duas empresas sejam mesmo verdadeiras. De lá pra cá, o Instagram ganhou melhorias, como o recurso de postagem de vídeos, e foi disponibilizado também para Windows Phone. Seu funcionamento, como foi prometido, permaneceu independente da rede social.
Em 2011, o WhatsApp valia US$ 8 milhões
O WhatsApp foi criado em 2009 pelo norte-americano Brian Acton e pelo ucraniano Jan Koum, que atualmente ocupa o cargo de CEO da companhia. Ambos eram funcionários do Yahoo! e acabaram deixando a empresa para cuidar do seus próprios projetos.
A ideia do aplicativo surgiu quando a academia que Jan Koum frequentava decidiu proibir o uso de celulares. Ele ficou incomodado com as ligações perdidas enquanto estava praticando esportes e, como engenheiro, decidiu encontrar uma solução para o problema.
À época o iPhone era o principal aparelho portátil do mercado e ele apostou que o conceito vingaria e que em breve todos os telemóveis se tornariam smartphones. Em entrevista, Koum declarou que odiava os anúncios publicitários que invadiam os mensageiros e queria que o seu serviço ficasse longe disso.
“Quandorecebe uma mensagem da pessoa que ama, da sua família ou do seu melhor amigo, você precisa estar apto para responder imediatamente e não pode ser distraído por nenhuma propaganda”, afirmou em entrevista à Fast Company. “Smartphones em geral são tão pequenos, tão pessoais que colocar anúncios naquela tela tão pequena não parece correto”, completou.
Seu desinteresse pelos anúncios já vem de longa da data, desde os tempos que ainda trabalhava no Yahoo! como vice-presidente de Engenharia. Em entrevista concedida em 2011 ao site GigaOm, Koum e Acton se descreveram como “pessoas focadas, quietas e preocupadas em fazer um produto que funcione bem”.
Assim como Koum teve uma carreira brilhante antes do WhatsApp, Acton também possui um currículo invejável. Como programador, atuou na Rockwell Engineering e depois na Apple. Entre as linguagens que utiliza, estão C, C++, Perl, PHP, Erlang, Java e Python.
O sucesso do WhatsApp não parece ter mudado muito o jeito simples da dupla. Em 2012, após uma visita da imprensa à sede do serviço, jornalistas descreveram que Koum recebeu os visitantes descalço enquanto Acton usava pantufas.
Curiosidades à parte, o facto é que juntos eles criaram uma empresa sozinhos e que em 2011 valia pouco mais de US$ 8 milhões. Ao chegarem a marca dos US$ 19 biliões, é bem provável que eles tenham batido um novo recorde: o WhatsApp é possivelmente a startup que teve a valorização mais rápida da história do Vale do Silício.
Google compra 6% da Lenovo
No mesmo dia em que vendia a Motorola à Lenovo, a Google terá comprado 5,94% das ações da fabricante chinesa, soube-se esta sexta-feira.
A gigante da Internet terá adquirido 618,3 milhões de ações da fabricante de computadores a um preço de 1,2 dólares por ação. O negócio total saldou-se próximo dos 750 milhões de dólares.
A Google dissocia-se assim do papel de "fabricante" para investir na líder do mercado mundial de PCs segunda em servidores, depois da compra, também recente, da unidade da IBM dedicada às pequenas e médias empresas, e terceira em telemóveis, com a Motorola.
A Lenovo comprou a divisão de servidores da IBM por 2,3 mil milhões de dólares. Em 2004 já tinha adquirido o negócio de PCs à Big Blue, por 1,75 mil milhões de dólares.
Já a compra da Motorola Mobility foi feita por 2,9 mil milhões de dólares, quando custou à Google 12,5 mil milhões de dólares.
A Google dissocia-se assim do papel de "fabricante" para investir na líder do mercado mundial de PCs segunda em servidores, depois da compra, também recente, da unidade da IBM dedicada às pequenas e médias empresas, e terceira em telemóveis, com a Motorola.
A Lenovo comprou a divisão de servidores da IBM por 2,3 mil milhões de dólares. Em 2004 já tinha adquirido o negócio de PCs à Big Blue, por 1,75 mil milhões de dólares.
Já a compra da Motorola Mobility foi feita por 2,9 mil milhões de dólares, quando custou à Google 12,5 mil milhões de dólares.
