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Jogador entra em coma depois de beber 4 litros de bebidas energéticas
Jovem de 14 anos esteve a jogar durante 16 horas numa LAN party.
Henrik Eide Dahl, um jovem de 14 anos residente na Noruega, entrou em coma depois de ter ingerido cerca de quatro litros de bebidas energéticas durante uma jornada de jogo de 16 horas.
“Estava a jogar Call of Duty. Depois ficou tudo negro e eu desmaiei”, disse Dahl sobre os acontecimentos da fatídica LAN party em que participou e da qual teve que ser levado, por via aérea, para o hospital com uma falha nos rins e em estado de coma. “Quando acordei estava aterrorizado. A primeira coisa de que me lembro do hospital foi ter visto os meus irmãos aos pés da cama a chorar”, acrescentou o jovem.
Segundo o The Escapist, a situação valeu-lhe tratamentos intensivos para normalizar os pulmões, rins e o sistema nervoso e cardiovascular e 13 dias de internamento. Dahl encontra-se agora em casa a recuperar, ainda com medicação.
Margrete Meltzer, do Instituto de Saúde Pública, alertou para os perigos dos ingredientes deste tipo de bebida que normalmente vão para lá da cafeína, incluindo aminoácidos e adoçantes artificias.
Noticias de 2 campeões: Depressão e abuso de álcool atiram Thorpe para o hospital;Schumacher -INICIAM PROCESSO DE SAÍDA DO COMA
O nadador australiano Ian Thorpe, que se sagrou 11 vezes campeão mundial e cinco campeão olímpico, iniciou um processo de reabilitação por abuso de álcool e também devido a uma depressão.
A informação foi, esta quinta-feira, avançada pelo jornal australiano Herald Sun, que cita familiares do nadador, de 31 anos.
"Prossegue debaixo dos cuidados de especialistas, na sua longa e solitária batalha para assentar a sua vida, depois da competição e do regresso falhado nos Jogos Olímpicos de Londres2012", refere o jornal citando fontes familiares.
A situação não foi confirmada pelo centro clínico de Sydney, nem pelo empresário do nadador. Ian Thorpe, que na última semana assistiu ao Open da Austrália, em ténis, reconhecia na sua biografia publicada em 2012 ter sofrido durante anos de uma depressão, que o levou a equacionar o suicídio.
"Usei o álcool como uma forma de livrar a minha cabeça de pensamentos horríveis. Era a minha forma de gerir os meus estados de espírito", disse então o nadador, detentor de nove medalhas olímpicas, além das cinco de ouro, conquistou três de prata e uma de bronze.
Médicos diminuem sedativos de Schumacher
INICIAM PROCESSO DE SAÍDA DO COMA
A equipa médica responsável por Michael Schumacher está a diminuir a carga de sedativos administrados ao ex-piloto alemão para iniciar um processo que visa despertá-lo do coma induzido, revelou esta quinta-feira uma porta-voz.
Os sedativos "foram diminuídos para iniciar o processo de o acordar, que poderá durar muito tempo", anunciou em comunicado Sabine Kehm.
As declarações de Sabine Kehm, porta-voz do heptacampeão mundial de Fórmula 1, surgem um dia depois de ter classificado como "pura especulação" as notícias do jornal francês "L'Équipe" e do alemão "Bild" que davam conta do início deste processo.
Schumacher está internado num hospital de Grenoble, em França, desde que teve um acidente de esqui há um mês, e o "L'Équipe" noticiou na quarta-feira que os médicos tinham começado a despertá-lo progressivamente do coma induzido.
O jornal, que citava fontes internas do hospital, adiantou que o ex-piloto tinha dado "as primeiras reações positivas". "Todas as declarações sobre o estado de saúde do Michael que não provenham da equipa médica ou das pessoas que o rodeiam são pura especulação", indicou Sabine Kehm na quarta-feira.
Além do "L'Équipe", também o diário alemão "Bild" noticiou que os médicos de Schumacher o acordariam do coma induzido dentro de pouco tempo.
Michael Schumacher foi internado no hospital de Grenoble a 29 de dezembro, na sequência de um acidente de esqui que sofreu na estância de Meribel, nos Alpes franceses. Schumacher bateu com a cabeça numa pedra após uma queda, quando esquiava fora de pista.
Homem entra em coma após levar choque de telemóvel ligado na tomada
Um cidadão de Pequim entrou em coma após ter sido eletrocutado ao tocar em seu telefone celular enquanto este estava carregando, um acidente semelhante a outro que ocorreu há poucos dias em que uma jovem chinesa morreu em circunstâncias similares, informou nesta sexta-feira o jornal China Daily.
Wu Jiantong está na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital da capital chinesa, depois que, segundo explicações de sua irmã, se eletrocutou com seu iPhone 4 enquanto o aparelho estava conectado à rede elétrica.
"Estava de costas e, de repente, ouvi ele gritar. Quando me virei, ele já estava no chão se contorcendo", relatou sua irmã, que acrescentou que, ao retirar da tomada o carregador, sentiu "dor nas mãos" e notou "como a eletricidade circulou dos dedos das mãos até os pés".
Após uma semana de tratamento, o homem está respirando sem o auxílio de aparelhos, mas segue em coma e sem atividade cerebral aparente.
Depois do acidente, descobriu-se que o carregador do celular da vítima era falsificado, e que este poderia ser o motivo da descarga elétrica, como também aconteceu no caso da morte de uma jovem chinesa de 23 anos, há poucos dias na província de Xinjiang.
Segundo alguns parentes de Wu, a forte chuva que caiu durante a tarde no dia do acidente e o alto índice umidade do ar podem ter comprometido os sistemas de isolamento e provocado a descarga elétrica.
No dia 11 de julho, uma jovem de 23 anos chamada Ma Ailun morreu eletrocutada, segundo as primeiros análises, apesar de ainda não se ter certeza se foi o seu telefone celular -também um iPhone- que provocou o choque, como afirmaram seus familiares.
"Espero que a Apple nos dê uma explicação", publicou a irmã mais velha de Ma após o acidente na rede social Weibo, similar ao Twitter.
Com a rápida circulação da notícia pela internet na China, a Apple não demorou a publicar uma mensagem aos seus usuários no país asiático.
"Nós estamos muito tristes com o infeliz incidente. Transmitimos nossas condolências à família", declarou a empresa, através de sua sede na China, em comunicado, no qual também confirmaram a abertura de uma investigação sobre o ocorrido em colaboração com as autoridades chinesas.
Segundo o analista Xiang Ligang, em declarações à emissora estatal "CFTV", a utilização de um carregador falsificado pode ter sido a causa do choque que acabou com a vida da jovem.
"Às vezes, os carregadores falsificados economizam em qualidade. O protetor do circuito pode não ser bom, o que pode levar a uma ruptura do condensador e, com isso, a carga de 220 volts de energia chega diretamente enviada na bateria do telefone", explicou Xiang.
Outra das possibilidades, segundo o especialista, seria que o carregador tivesse sido desenhado para ser utilizado em Hong Kong, Taiwan ou Japão, onde os padrões elétricos são diferentes dos da China continental.