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CEO da Cyanogen: Samsung vai ser “abatida” pela concorrência
O ano de 2014 não foi fácil para a Samsung e há que diga que 2015 é o ano do tudo ou nada. A empresa Sul Coreana lançou recentemente o poderoso Galaxy S6 e o Galaxy S6 Edge e espera que estes equipamentos seja a escolha dos consumidores.
Mas, segundo o CEO da Cyanogen, a Samsung vai acabar por ser “abatida” pela forte concorrência e tornar-se-á numa “Nokia” nos próximos cinco anos.
Depois de Rick Osterloh da Motorola agora é o CEO da Cyanogen que veio publicamente dizer que a Samsung vai-se tornar irrelevante como a Nokia ou a BlackBerry. Kirk McMaster referiu que a culpa é da própria política de vendas da empresa, isto porque a concorrência consegue ter equipamentos ao mesmo nível com um preço inferior.
McMaster acrescentou que tal cenário pode também acontecer à gigante Apple já que os utilizadores já se aperceberam que podem ter um “super” smartphone por um preço simpático. McMaster sublinha que tanto a Samsung como a Apple têm de rever urgentemente as suas políticas de vendas para não se virem a tornar nas “novas Nokias”.
O CEO da Cyanogen lembra que o primeiro desafio no mundo mobile foi a “mudança” de telemóveis para smartphones. Depois seguiu-se a criação das lojas de aplicações e agora o desafio é ao nível do hardware.
The first disruption was moving from feature phones to smartphones, the second was app stores, and then form factors. We’ve seen Samsung and the Android ecosystem win on the form-factor front to get great global distribution. Apple has caught up to form factor now with the iPhone 6 Plus with a large screen, etc. The next major disruption is going to occur around the commoditization of hardware.
Nokia nomeia Rajeev Suri como CEO, os números antes e após negócio com Microsoft
Nokia regressa aos lucros no primeiro trimestre de 2014
A Nokia anunciou o regresso aos lucros nos primeiros três meses de 2014. O resultado positivo de 108 milhões de euros segue-se a um prejuízo de 98 milhões de euros registado no período homólogo. Os dados, que excluem a unidade adquirida pela norte-americana Microsoft, mostram também uma quebra das receitas de 15% para 2,66 mil milhões de euros. Um valor abaixo das estimativas dos analistas, que previam receitas de 2,85 mil milhões de euros. A marca finlandesa anunciou o pagamento de 800 milhões de euros relativos aos dividendos de 2013 e de 2014 até ao final deste ano e um dividendo extraordinário de mil milhões de euros (26 cêntimos por acção) no início de Julho de 2014. A Nokia pretende comprar 1,25 mil milhões de euros em acções próprias nos próximos dois anos.
O futuro da Nokia sem telemóveis
A empresa, criada em 1865, ficou reduzida a três unidades de negócio: redes, mapas e licenciamento de patentes. O novo responsável da Nokia, Rajeev Suri, já admitiu a possibilidade de fazer "pequenas aquisições", para complementar a oferta de produtos da marca da cidade de Espoo. Para o analista do Nordea Bank, Sami Sarkamies, a presença da Nokia no negócio das redes "é para continuar, embora tenha de trabalhar para fazer pequenas aquisições e parcerias" com outras empresas, referiu, citado pela Bloomberg. Os títulos da Nokia estão a valorizar 6,71% para 5,485 euros.
O novo CEO da Microsoft, Satya Nadella enviou um email aos funcionários.
"Sinto-me honrado". Foi assim que Satya Nadella, o novo presidente-executivo da Microsoft, se dirigiu aos milhares de funcionários da gigante norte-americana. O gestor Depois de uma grande quantidade de nomes sendo cogitados, a Microsoft finalmente anunciou quem é o novo CEO que vai liderar a empresa de Redmond pelos próximos anos. Confirmando os rumores desta semana, o nome anunciado foi mesmo o do indiano Satya Nadella — que nos últimos anos dedicou-se à vice-presidência executiva do Grupo de Computação em Nuvens da Microsoft.
Nadella deve levar sua experiência em computação em nuvens para que a Microsoft consiga enfrentar os desafios que estão para surgir nos próximos anos — principalmente os ligados à integração entre diferentes aparelhos em um mesmo ecossistema. Para isso, ele não deve deixar de lado o caráter de inovações que a Microsoft vem apresentando desde os primeiros anos.
Vale lembrar que ele já está na Microsoft desde 1992, tendo desempenhado papéis bem importantes nas divisões do Bing e Office durante vários anos. Segundo o documento oficial da Microsoft, Nadella vai assumir o cargo imediatamente, liberando o agora ex-CEO Steve Ballmer de suas atividades. O novo CEO disse: “A Microsoft é uma das únicas empresas que realmente revolucionou o mundo com a tecnologia e eu não poderia estar mais honrado!”.
“Nesse período de transformação, não há pessoa melhor para liderar a Microsoft do que Satya Nadella”, revelou o cofundador Bill Gates. Ele ainda afirma que “a visão de Nadella de como a tecnologia pode ser usada e experimentada ao redor do mundo é exatamente o que a Microsoft precisa como uma companhia que entra em um novo capítulo de inovação e crescimento”.
A volta de Bill Gates
Um dos fundadores da Microsoft também está mudando de posto na empresa. Depois de anos como chairman, Bill Gates agora será o assessor de tecnologia — e não o diretor de produtos, como havia sendo cogitado. Estima-se que ele vá passar mais tempo trabalhando em Redmond para que possa auxiliar Nadella em seus primeiros passos na liderança. Para o cargo de Chairman, a Microsoft promoveu John Thompson, que era o líder independente da mesa diretiva da empresa. substituirá Steve Ballmer, à frente da tecnológica.
No dia que foi nomeado CEO da Microsoft, Satya Nadella (na foto) enviou um email aos funcionários. Neste responde a quatro questões: "Quem sou eu?", "Por que estou aqui?", "Por que estamos aqui?" e "O que vamos fazer a seguir?".
Satya Nadella começa, porém, por deixar palavras elogiosas aos seus antecessores no cargo, Bill Gates e Steve Balmer. "Steve e Bill transformaram uma ideia numa das maiores e mais admiradas empresas do mundo. Tenho a honra de ter trabalhado de perto com ambos nos vários cargos que fui desempenhado na empresa. Agora, que assumi o cargo de CEO pedi a Bill que dedicasse mais tempo à empresa, na área de tecnologia e produtos."
Satya Nadella, de 46 anos, recorda nesta carta que "já viu muitos sucessos" nesta empresa mas
manifesta o desejo de ver "muitos mais". Há 22 anos na Microsoft, recorda Nadella, o gestor recorda que escolheu a Microsoft "porque acreditava que era a melhor", e que "não havia outra melhor" e "é essa inspiração que me traz hoje aqui

"A nossa indústria não respeita a tradição, só a inovação”, diz Nadella. Na sua visão, este é um "momento crítico" para a indústria e para a Microsoft.
"A nossa indústria não respeita a tradição, só a inovação”, diz Nadella. Na sua visão, este é um "momento crítico" para a indústria e para a Microsoft.
E desvenda um pouco dos seus objectivos: "O nosso trabalho é assegurar que a Microsoft irá prosperar no negócio móvel e também no negócio 'cloud'".
Um gestor curioso e com vontade de aprender
Nadella partilha também um pouco da sua vida pessoal. O gestor com 46 anos está casado há 22 e tem três filhos. Admite que é curioso e que está sempre pronto para aprender mais. "Compro mais livros do que aqueles que consigo acabar de ler e inscrevo-me em mais em cursos online do que aqueles que eu consigo terminar."
Para o gestor, "se não estamos a aprender algo, paramos de fazer coisas grandes e úteis para sociedade." Assim, "família, curiosidade e vontade de aprender definem-me".
E como todos na Microsoft, pensa Nadella, o gestor está na empresa "para mudar o mundo através da tecnologia". E na próxima década, acrescenta, "a computação tornar-se-á mais ubíqua e fará cada vez mais parte do ambiente".
"A nossa missão era colocar um computador em cada secretária", diz Nadella, recordando a máxima de Bill Gates, "agora o nosso foco é alargarmos o leque de dispositivos".
"Continuamos a ser a única empresa a ter o poder do software que passa para todos os dispositivos e serviços que permitem dar força a todas as pessoas e a cada organização", sublinha o novo CEO, acrescentando que a Microsoft "é a única empresa com história que continua focada a criar plataformas e ecossistemas que oferecem oportunidades".
E nessa medida, o futuro da Microsoft passa por "prioritizar a inovação que está centrada no nosso valor". Para isso, o novo CEO acredita que cada um "pode fazer mais". "O melhor trabalho acontece quando sabemos que não é só trabalho, mas algo que pode melhorar a vida das pessoas e essa é uma oportunidade para esta empresa", conclui Satya Nadella.