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Visa vai apostar nos cartões contactless em Portugal
Depois de ver que o número de transações pagas com cartão no ponto de venda aumentou 15% e depois de ver um crescimento de 47% nos pagamentos online, a Visa vai usar as novas tecnologias para continuar a crescer em Portugal.
Como estimular o negócio das empresas que trabalham no ramo dos pagamentos? Justamente através da simplificação dos meios de transação. Os cartões contactless são uma destas formas básicas de pagamento e é aqui que a Visa vai fazer o seu grande investimento em Portugal.
Um cartão contactless é um cartão de débito ou crédito normal, mas que traz incluído um chip de comunicação sem fios. Ao aproximar o cartão de um terminal que suporte esta tecnologia, a transação fica automaticamente validada. Por norma esta tecnologia só serve para pagamentos abaixo dos 20 euros, por questões de segurança.
Em comunicado a Visa Europa revela que em Portugal serão emitidos cinco milhões de cartões contactless e 15 mil terminais compatíveis com a tecnologia.
E "tecnologia" pode de facto ser a palavra chave para a multinacional no mercado português. A empresa espera que este ano se assista a um crescimento no volume de transações online e no número de pagamentos móveis.
"Vamos continuar a reduzir o valor de 70% de transações que ainda são feitas em numerário na Europa e iremos fazer uso da abundância de tecnologia digital que agora nos rodeia para permitir novas soluções de pagamento digital", disse o diretor executivo da Visa Europe, Nicholas Huss.
"Investimos mais de 200 milhões de euros por ano em novas tecnologias de pagamentos. Se os retalhistas investirem apenas uma fração das suas poupanças, poderemos trabalhar verdadeiramente juntos para dar um salto em frente e melhorar a experiência do consumidor", acrescentou o CEO.
A definição da estratégia surge depois de a Visa ter conseguido resultados positivos em Portugal, impulsionados sobretudo pelo comércio eletrónico.
O volume de transações online cresceu 47%, ultrapassando os 162 milhões de euros, enquanto o número de pagamentos no ponto de venda aumentou 15%. O valor gasto no ponto de venda também subiu relativamente a 2013, num total de 11%.
Um cartão contactless é um cartão de débito ou crédito normal, mas que traz incluído um chip de comunicação sem fios. Ao aproximar o cartão de um terminal que suporte esta tecnologia, a transação fica automaticamente validada. Por norma esta tecnologia só serve para pagamentos abaixo dos 20 euros, por questões de segurança.
Em comunicado a Visa Europa revela que em Portugal serão emitidos cinco milhões de cartões contactless e 15 mil terminais compatíveis com a tecnologia.
E "tecnologia" pode de facto ser a palavra chave para a multinacional no mercado português. A empresa espera que este ano se assista a um crescimento no volume de transações online e no número de pagamentos móveis.
"Vamos continuar a reduzir o valor de 70% de transações que ainda são feitas em numerário na Europa e iremos fazer uso da abundância de tecnologia digital que agora nos rodeia para permitir novas soluções de pagamento digital", disse o diretor executivo da Visa Europe, Nicholas Huss.
"Investimos mais de 200 milhões de euros por ano em novas tecnologias de pagamentos. Se os retalhistas investirem apenas uma fração das suas poupanças, poderemos trabalhar verdadeiramente juntos para dar um salto em frente e melhorar a experiência do consumidor", acrescentou o CEO.
A definição da estratégia surge depois de a Visa ter conseguido resultados positivos em Portugal, impulsionados sobretudo pelo comércio eletrónico.
O volume de transações online cresceu 47%, ultrapassando os 162 milhões de euros, enquanto o número de pagamentos no ponto de venda aumentou 15%. O valor gasto no ponto de venda também subiu relativamente a 2013, num total de 11%.
Pagar com a palma da mão, sem cartões
E se para pagar as compras do supermercado tivesse apenas de "oferecer" a palma da mão à operadora de caixa? Ficção científica para a maioria de nós, mas uma realidade na Suécia.
No método pensado por Leifland, um estudante da Lund University, não é necessária qualquer espécie de cartões nem chips, nem quaisquer smartphones ou aplicações.
O sistema baseia-se apenas no habitual dispositivo leitor, neste caso munido de tecnologia biométrica, e nas mãos do "consumidor", que serão "scaneadas" pelo mesmo. A transação leva menos de cinco segundos, garante o seu criador.
São também marcados os quatro últimos números do telemóvel, num passo necessário para dar a oportunidade aos utilizadores de olharem para o visor da máquina de pagamentos e confirmarem o valor que estão prestes a pagar.
O método de pagamento já é usado em vários locais do campus universitário, contando com mais de 16 mil utilizadores.
Um vídeo explica como surgiu a ideia e como funciona na prática o sistema.
O sistema baseia-se apenas no habitual dispositivo leitor, neste caso munido de tecnologia biométrica, e nas mãos do "consumidor", que serão "scaneadas" pelo mesmo. A transação leva menos de cinco segundos, garante o seu criador.
São também marcados os quatro últimos números do telemóvel, num passo necessário para dar a oportunidade aos utilizadores de olharem para o visor da máquina de pagamentos e confirmarem o valor que estão prestes a pagar.
O método de pagamento já é usado em vários locais do campus universitário, contando com mais de 16 mil utilizadores.
Um vídeo explica como surgiu a ideia e como funciona na prática o sistema.