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Betty Simpson sem esperança de vida faz extravagâncias no Instagram
Betty Simpson tem 80 anos e a luta contra o câncro que tem parece estar perdida. A esta mulher de Indiana (EUA), os médicos não dão esperança de vida. Por isso, aproveita os momentos e regista-os no Instagram.
A sofrer de um câncro que os médicos já lhe disseram ser fatal, Betty Simpson decidiu não baixar os braços e aproveitar ao máximo cada segundo que lhe resta de vida. Incentivada pelo bisneto, Zach Belden, procurou manter-se atualizada em relação às novas tecnologias e resolveu contar a sua história de vida no Instagram.
Nas redes sociais, a 'avó' Betty aparece sempre cheia de graça e ironia e, recorrendo a este formato, procura dar lições de vida a quem a segue. Até ao momento, são já 275 mil os seguidores da sua conta .
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Betty Simpson é também uma adepta das práticas mais irreverentes dos jovens e adolescentes como a cantora Miley Cyrus, cujas poses rebeldes imita, fotografa e partilha com os fãs. A conhecida língua azul da cantora não passou despercebida à avózinha americana, cujas imagens a fumar ou a dançar também já foram registadas pelas câmaras.
O teu telemóvel pode ajudar a curar cancro
Num projeto semelhante ao Folding@Home, também o poder de processamento dos telemóveis pode ser usado para ajudar na investigação da luta contra o cancro.
A app Power Sleep, disponível na Play Store, permite usar o poder de processamento dos smartphones Android e usar essa capacidade na investigação contra o cancro. A app foi criada pela Samsung Áustria e pela Universidade de Viena, e funciona também como um alarme. Assim que o utilizador programa o alarme, a app percebe que o telefone já não vai ser usado e começa a processar os dados necessários para o cálculo de comparações entre sequências de proteínas.
A app está ligada à SIMAP, a Similarity Matrix of Proteins, uma base de dados que é usada por investigadores da genética, bioquímica, biologia molecular e da luta contra o cancro.
O entendimento de como as proteínas são dispostas é um dos primeiros passos nestas investigações, mas requer bastante poder de processamento. Numa altura em que já existem redes de computadores ligados em todo o mundo para esta investigação, acrescentar o poder de processamento dos smartphones vai contribuir para acelerar as descobertas, explica o Quartz.
Para os utilizadores mais zelosos de bateria e dos custos de ligações de dados, os responsáveis indicam que a app só usa o dispositivo se este estiver completamente carregado, ligado à corrente elétrica e com o Wi-Fi ligado.
Veja o vídeo preparado pela Samsung.
Português une jogo de telemóvel a ciência cidadã para investigar cancro da mama
O cientista português Carlos Caldas vai recorrer à "ciência cidadã" - pesquisa com colaboração de pessoas comuns - para o ajudar na investigação do cancro da mama, através de um jogo de telemóvel hoje lançado, anunciou a fundação Cancer Research UK.
De acordo com esta entidade britânica, que investe milhões de euros na investigação sobre o cancro, este jogo é o primeiro do género a nível mundial e vai ajudar "pessoas de todo o mundo a auxiliar os cientistas a decifrar dados genéticos" de modo a "encontrarem respostas a algumas das perguntas mais difíceis sobre o cancro".
O jogo, chamado "Play for Cure: Genes in Space" ("Jogue para Curar: Genes no Espaço"), consiste na condução de uma nave em alta velocidade entre asteróides, com o objetivo de recolher um material chamado "Elemento Alfa".
Ao mesmo tempo, ajuda os cientistas a analisarem informação gerada por uma tecnologia chamada "microarray" de genes, que é usada para tentar identificar, nos nossos genomas, regiões anormais como as encontradas em diferentes cancros.
O espaço recriado no jogo são amostras de cancro, e o percurso da nave tem por objetivo detetar alterações genéticas, que possam contribuir para decifrar as causas do cancro e ajudar os cientistas a desenvolver melhores medicamentos.
Mais do que prevenção ou sensibilização do tema para o público jovem, Carlos Caldas considera este jogo um exemplo de "ciência cidadã", em que pessoas comuns ajudam investigadores a analisar informação importante para a ciência.
O português, investigador e professor na Universidade de Cambridge, disse à agência Lusa esperar que os resultados de outros projetos de "ciência cidadã" se repitam e contribuam para o seu trabalho sobre o cancro da mama.
Carlos Caldas já está envolvido num outro projeto de "ciência cidadã" chamado "Google Cell Slider", lançado em outubro de 2013 e que já permitiu reduzir de 18 para apenas três meses, o tempo gasto por investigadores na análise de um subconjunto de amostras de cancro da mama, ao pôr mais de 200 mil pessoas a classificar perto de dois milhões de imagens de cancro.
Que tal, soutien ligado ao Twitter?
Na Grécia, uma agência publicitária criou um soutien high-tech capaz de enviar tweets de cada vez que é desapertado. O objetivo é chamar a atenção para o cancro da mama.
A ideia é da OgilvyOne de Atenas, uma agência que criou a campanha para a Nestle Fitness. Os anúncios vão estar a ser emitidos durante duas semanas e há um site dedicado, com dicas para as mulheres se auto-examinarem e uma conta do Twitter do soutien “social”.
O soutien envia um tweet de cada vez que é desapertado, servindo a mensagem de lembrete para as mulheres fazerem o seu próprio exame para detetar o cancro da mama.
Veja o vídeo original da campanha.