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Testes comprovam com o Android 6.0 Marshmallow, sua bateria vai durar de 2 a 3 vezes mais
O 6.0 Marshmallow promete mudanças significativas no que diz respeito à bateria. Aqueles que já instalaram a atualização sabem do que estou falando. Testes ao Android 6.0 no meu Nexus 5 desde que a versão final foi lançada, e hoje vou mostrar como se comporta a função Doze de gerenciamento de energia. Já adianto que os resultados impressionam.
O que é o Doze?
Descoberto na época da prévia para desenvolvedores do Android M, o Doze é uma das duas funcionalidades de economia de energia introduzidas pelo Android 6.0. A segunda se chama App Standby. Enfim chegada à maturidade, a função Doze visa principalmente a otimizar e reduzir as atividades do processador e da rede quando o aparelho não for usado por um determinado intervalo. Além disso, a segunda função se dedica a limitar a sincronização de aplicativos em segundo plano.
Confirmados pelo Google, o Doze e o App Standby são partes integrantes do Android 6.0 (API 23) e serão adotados nas próximas versões do SO a serem lançadas. Depois dos resultados magros do ProjectVolta, seu sucessor Doze é uma das melhores novidades do Marshmallow.
Como se comporta o Doze?
Tomemos o exemplo de um usuário que deixa o smartphone desligado e colocado sobre uma mesa por um período de tempo. Depois de certo ponto, a tela do aparelho é desligada e é nesse momento que o Doze atua.
No modo Doze, o sistema tenta economizar a bateria limitando o acesso dos aplicativos a redes sem fio e tarefas pesadas que demandam muito do processador. Depois de um intervalo (e periodicamente) o Doze se desativa e abre uma janela para os aplicativos acessarem a rede para atualizarem suas informações. Dessa forma, economiza-se energia sem que se perca a funcionalidade de cada app.
Quando essa janela se fecha novamente, o sistema volta ao modo Doze e suspende o acesso à rede dos aplicativos, bloqueando as eventuais sincronizações e as notificações. Com o tempo, e dependendo do seu uso, a função aprende e evolui para melhorar a economia de bateria em caso de inatividade mais longa e quando o aparelho estiver conectado a um carregador.
Quando o usuário desbloqueia seu smartphone, o Doze se desativa automaticamente e permite a utilização normal do dispositivo.
Teste com o Doze
Primeiro dia - utilização normal
Sendo um proprietário do Nexus 5, instalou-se o Android 6.0 Marshmallow no dispositivo para conhecer todas as novidades do modo Doze.
Conhecendo a autonomia catastrófica do Nexus 5 (em todas as versões do Android precedentes), posso dizer que a nova versão me conquistou. No passado, tinha de recarregar o meu Nexus 5 no meio do dia. Graças ao Doze e ao App Standby, meu Nexus 5 se tornou realmente menos dependente do seu carregador e agora é capaz de suportar um dia inteiro sem precisar de recarga (com um uso normal do aparelho).
Para inaugurar o primeiro dia com o Android 6.0 no meu Nexus 5, eu queria preservar os meus hábitos, que se resumem a:
2 horas de navegação (nos aplicativos e na internet);
20 a 30 minutos de Hearthstone;
Música pelo Play Music que ocupa 3/4 do dia.
Acredite ou não, o Nexus 5 ainda tinha 41% de bateria às oito e meia da noite (tendo sido carregado até as 3 da manhã). Isto é ainda mais impressionante se levarmos em conta que o meu Nexus 5 foi comprado em novembro de 2013. Desde então, a pessoa que me vendeu disse que o usou todos os dias e nunca substituiu a bateria. Falando nisso, pretendo trocá-la em breve.Quem sabe a nova pode durar até um dia e meio?
Segundo dia - utilização limitada
No dia seguinte, decidi moderar a minha utilização para melhor compreender o funcionamento dessas duas novas funções. O resultado foi ainda mais incrível. Depois de um dia completo, a porcentagem da bateria era de 25%. Como no teste anterior, eu havia carregado o dispositivo ao máximo e desconectado do carregador às 3 da manhã. Durante o segundo dia, realizei as seguintes atividades:
1 hora e 30 minutos de navegação (aplicativos e web);
De 15 a 20 minutos de Hearthstone;
Música ativada em 3/4 do dia.
Terceiro dia - utilização pouco intensa
Para o terceiro e último dia do teste, resolvi usar o meu Nexus 5 de maneira leve. Isso permitiu que a função "Doze" do Android 6.0 Marshmallow realmente mostrasse a que veio. Depois de um dia de uso leve, ainda havia 55% da bateria às nove e meia da noite. Eu havia desconectado o carregador às 2 da manhã. Neste dia, eu fiz o seguinte:
1 hora e 10 minutos de navegação (aplicativos e web);
Música ativada em 3/4 do dia
As funções Doze e App Standby não estão disponíveis apenas para os dispositivos Nexus. Elas serão distribuídas juntamente com o Android 6.0 Marshmallow para todos os aparelhos que receberem a nova versão do Android. Os resultados podem variar, mas podemos esperar uma melhora significativa na autonomia dos smartphones Android. Para mais informações, confira a página do Android Developers.
iPhone 6s - bateria é mesmo mais pequena
A política da Apple sobre as especificações dos seus equipamentos é muito clara. Em qualquer apresentação nunca são revelados os componentes usados e qual a sua capacidade. Isto leva a especulações e a longos debates sobre as reais capacidades dos equipamentos.
O lançamento do novo iPhone 6s não foi excepção e mais uma vez surgiram dúvidas sobre o hardware. Em particular destaque está a bateria, que agora se sabe que é mais pequena neste modelo.
Desde que foi lançado que muitos começaram a avançar que a Apple teria regredido na capacidade da bateria que colocou no iPhone 6s.
Os argumentos são válidos e assentam na necessidade que existiu em ganhar espaço dentro do corpo do iPhone, para albergar muitos dos novos componentes.
Mas sem querer a Apple acabou por dar toda a informação que se precisava para esclarecer este ponto, num dos vídeos que lançou para apresentar o seu novo iPhone 6s.
No vídeo que faz a apresentação do 3D Touch no iPhone 6s é possível ver o interior deste equipamento e também a bateria que o equipa.
Com uma imagem bem clara deste componente é possível ver que a nova bateria é de apenas 1715mAh, o que representa uma diminuição face à anterior, que era de 1810mAh.
A verdade é que estamos a falar de uma diminuição de apenas 95 mAh, o que neste equipamento é residual e dificilmente será perceptível.
Mas a verdade é que a Apple reduziu a bateria do iPhone 6s, mas conseguindo manter os mesmos tempos de funcionamento, sem alterar a sua autonomia.
A Apple apresentou ontem, depois da Keynote, informação sobre a autonomia da bateria destes novos iPhones, revelando uma diferença entre os dois modelos, graças às diferenças de capacidade da bateria.
No caso do iPhone 6s os valores são idênticos aos que tinham já sido mostrados para o modelo anterior.
| iPhone 6s | |
| Tempo de conversação | até 14 horas no 3G |
| Uso de Internet | até 10 horas com 3G, 10 horas no LTE, e até 11 horas no Wi‑Fi |
| Tempo de reprodução de vídeo HD | até 11 horas |
| Tempo de reprodução de áudio | até 50 horas |
| Tempo em Standby | até 10 dias |
Para o iPohne 6s Plus existe uma diferença, que em alguns pontos é significativa, face ao iPhone 6s. Esta diferença justifica-se pelas diferenças de capacidade das baterias.
Os valores apresentados são também idênticos aos que já tinha sido mostrados para o modelo anterior.
| iPhone 6s Plus | |
| Tempo de conversação | até 24 horas no 3G |
| Uso de Internet | até 12 horas com 3G, 12 horas no LTE, e até 12 horas no Wi‑Fi |
| Tempo de reprodução de vídeo HD | até 14 horas |
| Tempo de reprodução de áudio | até 80 horas |
| Tempo em Standby | até 16 dias |
Os valores de bateria mantêm o iPhone, quer o 6s quer o 6s Plus, nos padrões a que os seus utilizadores estão habituados. Mesmo com uma bateria ligeiramente mais pequena o iPhone 6s consegue manter o mesmo padrão de duração.
Galaxy S6 edge+ - bateria pode durar até quase 4 dias
Muito para além de todo o hardware que um smartphone pode ter, o seu elemento principal é a bateria. A sua capacidade e duração determinam a usabilidade e a capacidade de qualquer telefone.
Um dos últimos equipamentos a chegar ao mercado foi o Samsung Galaxy S6 edge+, e o teste que realizaram mostra que este consegue aguentar até quase 4 dias com uma única carga de bateria.
As qualidades do Samsung Galaxy S6 edge+ ficaram bem patentes quando a Samsung apresentou este seu novo equipamento. com especificações de tipo, pretende conseguir eliminar a concorrência e manter-se no topo durante bastante tempo.
Todas as análises que têm surgido conseguem mostrar que nenhuma das suas qualidades foi exagerada e que este é mesmo um equipamento de topo.
Para provar a qualidade da bateria do Samsung Galaxy S6 edge+, este esteve em testes durante alguns dias e foi possível mostrar que tem uma duração que consegue manter activo durante bastante tempo, sem a necessidade de ser recarregado.
Os testes foram realizados pelo site GSMArena e incidiram em várias vertentes da possível utilização de um smartphone, desde as chamadas em 3G até à navegação Web, passando pela reprodução de vídeos.
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Nestes testes o edge+ conseguiu atingir as 30 horas e 29 minutos nas chamadas de voz, 10 horas e 25 minutos na navegação Web e 13:53 na apresentação de vídeos.
A nota final dos testes foi de 83 horas, o que corresponde a mais de 3 dias e meio de utilização dita normal, segundo os padrões do site GSMArena.
O Galaxy S6 edge+ não conseguiu obter o primeiro lugar em nenhum dos testes, mas em todos esteve no grupo da frente, comparado com as restantes ofertas disponíveis. Os testes incluíram, para além de equipamentos Android, máquinas com Windows Phone, Blackberrys e iPhone.
A bateria de testes contempla a utilização durante uma hora dos três elementos que foram testados – chamadas, navegação web e vídeos. Está implícito que são testes não reais, mas que permitem aferir e comparar as diferentes máquinas que são testadas.
Para além desta excelente prestação, a Samsung equipou o Galaxy S6 edge+ com carregamento rápido, que lhe garante uma carga completa em apenas 90 minutos, e também com carregamento sem fios, que dá uma total liberdade aos utilizadores e que carrega a bateria em apenas 2 horas.
Os dois modos de poupança de energia são ainda auxiliares essenciais para conseguir manter a bateria e o smartphone sempre disponíveis.
Este resultados obtidos mostram que a Samsung investiu de forma bem intensa para conseguir oferecer uma proposta capaz de fazer esquecer a concorrência e que o está a conseguir, pelo menos no papel.
A aceitação destes equipamentos será outra luta, mas também aqui tudo parece encaminhado para que seja também um caso de sucesso.
Android Marshmallow - triplica autonomia da bateria
A Google já apresentou o nome da sua nova versão do Android. Será a sexta versão e será conhecida por Marshmallow. Esta nova versão terá novas funcionalidades e de acordo com alguns testes conseguirá mesmo triplicar a autonomia da bateria em standby.
Conheça os testes que foram realizados.
De acordo com um blog Alemão (Computerbase), o Android 6.0 Marshmallow consegue melhorar significativamente a autonomia nos smartphones.
Segundo os testes realizados, com o Android 5.1.1 Lollipop, testado num Nexus 5, os testes revelaram que a autonomia da bateria perdeu 12% após o equipamento estar 24 horas em standby. O mesmo equipamento com o Android M, a bateria apenas perdeu 4,5%.
No testes de 48 horas em standby a bateria do Nexus 5 com Android 5.1.1 Lollipop perdeu 24% enquanto com o Marshmallow apenas perdeu 9%.
Tais resultados significam que um Nexus 5 com o Android Marshmallow aguentaria 533 horas em standby enquanto com o Android Lollipop o valor descia significativamente para as 200 horas.
A versão final do novo Android chegará no Outono.
Dicas e truques para aumentar ao máximo a duração da bateria em qualquer Android
É daqueles que deixa o seu smartphone carregando a noite toda para ter 100% de bateria no início do dia e, mesmo sem usá-lo, chega às seis da tarde com 15% ou menos de carga? "Smart" significa inteligente, mas também pode significar "sugar um monte de energia" ...e vocês já sabem disso. Como resolver o problema? Talvez comprar um Galaxy S5 ou um HTC One com o modo de economia de energia? Ou tentar explorar esse recurso no seu aparelho, a fim de prolongar bastante a autonomia? Leia mais para saber!
Há vários apps para economizar a bateria do seu dispositivo. Alguns são uma farsa, outros consomem mais do que salvam, e o resto não se sabe bem como funcionam. Hoje eu apresento um aplicativo que se destaca dos demais pela simplicidade e eficiência: Deep Sleep Battery Saver.Deep Sleep Battery Saver
Como funciona?
Este aplicativo não é um simples "task killer" disfarçado como um ícone de uma bateria. É uma ferramenta avançada que permite desativar permanentemente todos os aplicativos em segundo plano, para o período de tempo escolhido, com o ecrã desligado. Nenhum aplicativo, conexão ou outros serviços - exceto sms e chamadas - podem ser ativados. Quando o tempo expirar, os diversos aplicativos sociais - como o WhatsApp, por exemplo - podem ser atualizados e, possivelmente, irão alertá-lo para novas notificações, apenas para serem desativados novamente, repetindo o "ciclo de economia". Assim que decidir ligar a tela, o DS Battery Saver irá pausar, pronto para reiniciar o serviço assim que o ecrã for bloqueada.
Perfis
Há cinco perfis predefinidos bastante práticos, cada um adequado para diferentes necessidades:
GENTIL: a cada 30 minutos o aplicativo concede 1 minuto para que todos os apps se atualizem.
VIGOROSO: a cada 45 minutos ...
BALANCEADO: a cada hora.
AGRESSIVO: a cada 2 horas.
DORMENTE: máximo de economia, sempre ativo.
Na versão gratuita não pode mudar os perfis, mas mesmo assim o serviço é mais do que satisfatório. Teste o aplicativo; uma vez que os resultados forem vistos, o valor da versão paga certamente não o fará ir à falência.Deep Sleep Battery Saver Pro
Opções de Perfis (PRO)
Cada perfil é dividido em dois períodos: dias de semana e fins de semana. Para cada fase, o perfil inclui os seguintes parâmetros:
Rede Wireless: escolha quais conexões podem ser (des)ativadas a partir do aplicativo. Para trabalhar no GPS e avião modo (offline), deve instalar o Xposed Framework.
Sincronizar: Como gerenciar a sincronização do aplicativo.
Frequência: a frequência com que o serviço será interrompido, para que os outros apps possam se atualizar.
Duração: quanto tempo até que o aplicativo seja atualizado; o padrão é 1 minuto.
Noturno: Durante este período, o dispositivo está sempre em modo DeepSleep.
Aplicativos: Selecione o aplicativo para ignorar.
CPU (root): para o sistema multi-core, pode manter apenas um processador em execução.
Tempo de uso: escolher os dias em que não deseja o serviço ativo.
Bateria
Na seção 'bateria', também podemos fazer o que na maioria dos outros apps semelhantes aparece como a única opção:
Otimizar a memória, fechando os aplicativos ativos (Task Killer).
Definir manual ou automaticamente configurações que mais interferem na bateria: tela em modo de repouso, sincronização, internet, Wi-Fi, Bluetooth, etc.
Ver o estado de carga da bateria (durante o carregamento) ou histórico (se for removido).
Outras opções
Entrando nas configurações (na barra superior, à direita), podemos encontrar várias opções avançadas:
DeepSleep
Bateria: inicia automaticamente o serviço com o percentual da bateria escolhido, e desliga durante o carregamento.
Atraso de desligamento de tela: depois de quantos segundos o serviço será (des)ativado, ligando ou desligando o ecrã
Stop apps whitelist: escolher os aplicativos que são ignorados na seção "Otimizar" da bateria.
Ignorar aplicativos recentes: escolher o número dos últimos aplicativos usados, que não serão interrompidos durante o DeepSleep.
Enable deep sleep whitelist: Não permite que os aplicativos escolhidos nesta lista entrem emDeepSleep
Outras opções.
Idioma de Notificação
Mostrar notificação persistente: Deixe esta opção selecionada, caso contrário o Android pode decidir parar o aplicativo. É também muito útil; troquei a barra do Cleanmaster com isso.
Estilo de Notificação (Notification Style): pode escolher ver apenas um texto ou uma barra com mais opções.
Notificação quando... (Notification when...): escolher como e quando ser avisado quando a porcentagem da bateria estiver menor que a porcentagem escolhida por você (ou estiver completamente carregada)
Outras opções.
Dependendo das suas opções e hábitos, pode prolongar a bateria por várias horas, algo que é bastante útil em momentos críticos
Quer poupar bateria no Android? Então esqueça as apps gratuitas
A forma encontrada para conseguirem oferecer aplicações aos utilizadores dos dispositivos móveis assenta num modelo de publicidade que é vantajoso para as empresas que detêm os sistemas operativos móveis e também para os programadores.
Os utilizadores, ao contrário do que pensam, acabam por ser vítimas deste modelo, e ao não pagarem para ter as aplicações acabam por ter um custo que não esperavam e que silenciosamente estão a pagar, muitas vezes sem darem conta disso.
Um estudo realizado por investigadores da Universidade do Sul da Califórnia e de mais duas outras universidades revela que as aplicações gratuitas que apresentam publicidade conseguem ser prejudiciais e por consumir recursos de forma anormalmente alta.
De acordo com o apresentado as aplicações gratuitas que apresentam publicidade aos utilizadores conseguem ter consumos de recursos muito elevados e que muitas vezes acabam por ser uma alternativa pior que as versões pagas.
Em termos de consumos de bateria estas aplicações chegam a gastar mais 16% que as aplicações pagas ou sem publicidade. Estes consumos adicionais levam a uma redução de 2,5 para 2,1 horas em média, ou para 1,7 horas em consumos de energia elevados.
Também na área dos recursos de hardware estas aplicações são consumidoras ávidas e chegam a gastar mais 48% de tempo de CPU, 22% de memória e 56% mais de utilização de CPU.
Se até aqui os dados eram interessantes e até preocupantes, o valor associado os consumos de dados (Internet) é ainda mais alarmante. O aumento do consumo de dados chega aos 79%, o que leva a que muitas vezes os plafons de dados sejam rapidamente consumidos.
Este consumo anormal de dados é facilmente justificado com a necessidade de descarregar da Internet todos os elementos da publicidade que vai ser apresentada.
A metodologia usada para avaliar estas aplicações e o seu impactos nos dispositivos móveis fez uso de 21 das mais conhecidas aplicações deste tipo, e que estivera no top das aplicações mais usadas nas diferentes categorias da Play Store, de Janeiro a Agosto do ano passado.
Para testar essas aplicações foi usado um smartphone Samsung Galaxy SII, que tinha instaladas as aplicações necessárias para avaliar os diferentes consumos.
Fica assim provado que muitas vezes, e como o ditado diz, o barato sai caro. Estes consumos acaba por ser normais, mas vão contra o que os utilizadores esperam.
iOS 8: veja 8 dicas para economizar bateria de seu iPhone ou iPad
Um dos propulsores que vai levar o homem a Marte já está plena fase de testes. A simpática e interativa sonda espacial Rosetta pousou com sucesso sobre a superfície de um cometa e partes do corpo humano têm sido confeccionadas por impressoras 3D. Estes feitos, que mais parecem fazer parte de filmes de ficção, são realidade, e pesquisas surpreendentes sobre, por exemplo, a atuação de drogas em um coração cultivado em chip têm se tornado comuns.
Mas um inimigo ainda avassala o quotidiano dos “simples mortais”: por mais fortes que sejam os mais novos telemóveis, a bateria dos aparelhos não costuma durar muito. Fazer com que o componente seja capaz de abastecer um smartphone por um dia e meio ou dois exige esforços por parte dos usuários. Gadgets dedicados à recarga auxiliar ganham cada vez mais popularidade, e o formato íon-lítio dos acessórios está prestes a deixar de existir.
Entretanto, não há muito a se fazer: enquanto baterias microscópicas não são colocadas à venda, a melhor forma de se aproveitar o desempenho dos mobiles é ajustar os mecanismos de gerenciamento de aplicativos e fazê-los, assim, consumir menos energia. Neste tutorialvai aprender a economizar a bateria de seu iPhone ou iPad com sistema iOS 8.
1 - Monitore o desempenho da bateria
Antes de interromper a execução de um ou outro app, procure saber quais programas são os principais responsáveis pelo consumo da bateria. Esta informação pode ser conferida por meio de um monitor nativo do iOS 8. Acesse os registros em Ajustes > Geral > Uso > Uso da Bateria.
Toque sobre a opção e consulte dados como o tempo após a última recarga e a quantidade de horas registradas de uso do iPhone ou iPad. Na parte inferior da tela, os aplicativos em execução serão listados em ordem decrescente: veja quais ações consomem mais energia e desenvolva hábitos económicos de uso dos programas baseado nestes dados.
2 - Use apenas widgets essenciais
A instalação de widgets criados por desenvolvedores terceiros é um dos aspectos mais interessantes do último sistema operacional para mobiles da Apple. Mas a execução contínua de notificações de redes sociais ou até mesmo de aplicativos como “Calendário” ou “Lembretes” são outras operações responsáveis por parte do consumo de bateria.
O gerenciamento de seus widgets pode ser feito através de um comando bastante simples: deslize de cima para baixo em sua tela principal e, ao final da aba aberta do app “Hoje”, toque sobre o botão “Editar”. Note que os atalhos exibidos pela interface de notificações rápidas serão modificadas; a remoção de qualquer widget pode ser feita por meio do sinal de "-".
3 - Desabilite o efeito Paralaxe
Este comando, apesar de reduzir os movimentos da interface do usuário, não compromete quaisquer experiências. Ao desabilitar o Paralaxe, mais energia pode ser economizada. Siga em Ajustes > Geral > Acessibilidade > Reduzir Movimento.
Deixe o recurso ativo e volte a usar seu aparelho normalmente. Se o resultado do cancelamento do efeito para ícones e alertas impactar em sua experiência, ative-o novamente por meio deste mesmo comando.
4 - Regule o brilho do ecrã
Uma tela com menos brilho gera naturalmente uma maior economia de energia. Regule o nível da luz em seu display em Ajustes/ecrã(Tela )e Brilho. Deslize seu dedo sobre a barra exibida ao topo da página e ajuste a intensidade do brilho segundo suas preferências.
5 - Defina quais apps vão rodar em 2º plano
A função “Atualização em 2º Plano” permite que o conteúdo monitorado por aplicativos seja atualizado sempre que redes WiFi são identificadas. Esta ação é também uma das “vilãs”, uma vez que não apenas faz uso do sinal wireless, mas também mantém determinados aplicativos funcionando em plano de fundo.
São duas as formas de ajuste deste recurso: ele pode ser completamente desativado ou os aplicativos que recebem constante update podem ser gerenciados. Siga por Ajustes > Geral > Atualização em 2º Plano e execute a ação mais adequada às suas necessidades. Lembre-se de que, se o primeiro botão for desligado, app algum será atualizado automaticamente quando redes WiFi forem identificadas.
6 - Ative o WiFi apenas quando necessário
Se redes WiFi estiverem sendo constantemente apontadas, atenção: o sensor wireless do seu iPhone ou iPad deve estar “cansado”. É que, quando ativado, tentativas constantes de se conectar à internet são feitas, o que resulta em gasto de energia.
Procure desativar o recurso se não deseja consultar notificações online. Deslize de baixo para cima e toque sobre o ícone que representa o sinal WiFi. Para conectar-se à internet, o mesmo comando deve ser executado; pressione o botão e o ative novamente.
7 - Serviços de localização
Aplicativos como “GPS”, “Mapa” e “Tempo” fazem uso do sensor de localização dos aparelhos. E, assim como sugerido pela recomendação anterior, esta dica exige que novos hábitos sejam desenvolvidos. Ao desativar a função, alguns aplicativos deixarão de funcionar.
Siga por Ajustes > Privacidade > Serv. Localização e então desligue a chave do recurso. Uma mensagem de alerta será exibida; confirme e ação e pronto. Para usar os serviços desabilitados pela localização, o sensor deverá ser ativado por meio do mesmo comando.
8 - Atenção para a atualização
O iOS 8 já conta com diversas atualizações disponíveis. Mas a versão 8.2 do sistema, apesar de trazer implementações ao novo OS da Apple, tem se mostrado pouco eficiente no gerenciamento da bateria. Recomendamos, assim, que as demais variações do software sejam usadas (como a 8.3). Os problemas relacionados ao consumo de energia são de conhecimento da “Maçã”; a futura build para o iOS 8.2, assim, não deverá apresentar o erro.
Galaxy S7- pode vir com bateria até uma semana de uso
Desde o lançamento do primeiro iPhone há oito anos, temos acompanhado uma rápida evolução das características técnicas de smartphones e tablets. Processadores de vários núcleos, até 4GB de memória RAM, telas com resolução 2K e muitas outras. Mas as fabricantes ainda têm dificuldade de melhorar um aspecto muito importante, a bateria. E a Samsung quer mudar esse quadro nos próximos dispositivos high end.
Apesar de a fabricante coreana lançar campanhas de marketing provocadoras aproveitando a má fama de sua arqui rival Apple, com a baixa autonomia dos iPhones, a verdade é que mesmo a nova linha Galaxy S6 não pode se gabar de uma grande bateria. Os testes iniciais demonstraram que os 2550mAh da atual geração perdem para os 2800mAh do Galaxy S5.
Como vimos em uma matéria recente, a gigante sul-coreana está trabalhando em uma nova tecnologia que permitirá dobrar a capacidade de suas baterias sem alterar o tamanho. Poderíamos ter uma solução do tamanho da bateria do Galaxy S6 Edge, mas com até 5000mAh contra os 2600mAh atuais ou os 3000mAh que se espera para o Galaxy S6 Plus.
Para que essas novas baterias estejam presentes no futuro Galaxy S7 a Samsung terá que apressar o desenvolvimento das tecnologias que tornarão esse salto possível. Uma característica que poderia fazer a diferença entre o sucesso ou fracasso da marca contra os dispositivos que a rival Apple deve lançar em setembro, os novos iPhone 6s e 6s Plus.
Tesla Powerwall -as baterias para as casas
A área da energia tem vindo a despertar o interesse das mais diversas empresas. Depois de vários rumores, Elon Musk apresentou finalmente a sua nova invenção que dá pelo nome de Tesla Powerwall e que consiste numa “super” bateria que tem a capacidade para fornecer energia a uma casa inteira.
Foi no passado dia 30 de Abril que Elon Musk, um dos principais responsáveis pelo grande desenvolvimento e sucesso que a empresa Tesla tem vindo a alcançar no sector dos carros eléctricos, apresentou mais uma invenção, as baterias Tesla Powerwall.
Apesar de actualmente poderem existir várias fontes de energia, os utilizadores não têm muitas opções no que se refere ao armazenamento da mesma.
Existem dois modelos destas “super baterias”. Um modelo de 7 kwh, que oferece uma autonomia de cerca de 3h30, e outro modelo de 10kWh que garante uma autonomia na ordem das 5h.
De salientar que os modelos têm uma potência contínua de 2kW podendo ir até aos 3,3 Kw.
A energia pode ser proveniente de painéis solares ou então da rede eléctrica tradicional (por exemplo, aproveitando os períodos em que a energia é mais barata).
Especificações
De acordo com informação publicada no próprio site da empresa, tratam-se de baterias iões de lítio recarregáveis que têm o tamanho de um pequeno frigorífico e podem ser instaladas, por exemplo, numa garagem, num compartimento com os requisitos necessários ou até mesmo numa parede.
Estas baterias têm 10 anos de garantia, pesam cerca de 100 Kg e pode operar em ambientes com temperaturas entre os –20 graus e os 43 graus.
De acordo com Elon Musk, as Powerwall representam “uma transformação fundamental em como a energia é distribuída pelo planeta”. Relativamente aos preços sabe-se que a de 7 kWh terá um custo base de US$ 3.000 enquanto a versão de 10 kWh será vendida por US$ 3.500. As primeiras unidades começarão a ser distribuídas nos Estados Unidos já em Setembro.
Com a lei do auto consumo, em que os consumidores têm painéis para produzir a sua própria energia, existia o problema da energia ter de ser consumida “na hora”. Agora, com este produto, passa a existir uma solução para o seu armazenamento, podendo a energia ser obtida durante o dia e consumida apenas à noite.
Bateria do iPhone é a que dura menos
Testes sobre autonomia em smartphones existem muitos mas o que apresentamos de seguida é diferente. A avaliação foi feita pela Proteste brasileira, que testou a duração da bateria de sete smartphones e cinco tablets ao longo de dois anos.
Curiosamente o iPhone 5S da gigante Apple foi o que teve os piores resultados.
Durante dois anos a Proteste brasileira realizou um conjunto de testes a smartphones e tablets e os resultados são muito interessantes.
Os smartphones eram carregados de dois em dois dias e os tablets a cada três dias. Em termos de software os equipamentos tinham o browser original para reproduzir vídeos e toda a ligação à rede era feita via Wifi.
Sempre que a bateria de um equipamento chegasse aos 20% de autonomia, este era de imediato recarregado.
De acordo com os resultados agora apresentados, a Proteste refere que os ciclos de uso não interferiram “significativamente” na vida útil das baterias analisadas.
O LG G Flex foi o equipamento cuja bateria alcançou os melhores resultados, seguido do Sony Xperia Z2 e LG G 2. Curiosamente o iPhone 5S ficou em último lugar, algo pouco normal para a marca da maçã. De referir ainda que o Samsung Galaxy S5 era o único com bateria removível.
A avaliação dos equipamentos durou até ao momento em que o smartphone com pior bateria fazer 365 ciclos. No caso dos tablets, o Surface 2 foi o que obteve piores resultados, em termos de autonomia e o iPad foi, sem surpresas, o que apresentou melhores resultados.
Resultados obtidos
A Proteste concluiu que as baterias de lítio dos equipamentos têm uma boa durabilidade mas é importante dar-lhes um bom uso.
Um dos maiores inimigos das baterias de lítio é o calor. É muito importante que os equipamentos não aqueçam em demasia.
Os equipamentos não devem também ser deixados em locais húmidos ou levados, por exemplo, para o WC quando toma banho pois o vapor de água pode levar igualmente à oxidação das células da bateria.
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Bateria que carrega smartphone num minuto
Investigadores da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, inventaram uma nova bateria de alumínio que irá revolucionar a indústria tecnológica. Os smartphones demoram, em média, duas horas a carregar, mas esta nova bateria permite o carregamento em apenas 60 segundos.
A nova bateria é composta por dois elétrodos negativos carregados com um ânodo feito de alumínio e um cátodo de grafite positivo, juntamente com um líquido iónico e assim consegue extrair bateria suficiente para carregar totalmente o telemóvel, tablet ou portátil em apenas um minuto.
«Nós desenvolvemos uma bateria que pode substituir os dispositivos de armazenamento existentes, como pilhas alcalinas que têm efeitos negativos para o ambiente e baterias de íon-lítio que ocasionalmente explodem», afirma o professor de química da Universidade de Stanford, Hongjie Dai, citado pelo jornal britânico «The Telegraph».
Além disso, a bateria pode ser recarregada cerca de 7.500 vezes, enquanto que a anterior apenas aguentava 1.000 carregamentos elétricos. A nova bateria dura sete vezes do que a tradicional bateria de íon-lítio.
Para já, a bateria de alumínio produz apenas metade da voltagem da bateria de lítio, mas os cientistas estão confiantes de que irão conseguir melhorar o produto nos próximos anos.
«A nossa bateria tem tudo o que se pode sonhar que uma bateria deve ter: elétrodos de baixo custo, boa segurança, carregamento de alta velocidade, flexibilidade e o longo período de vida», realça Hongjie Dai.
Super Task Killer - app que permite poupar a bateria
O Super Task Killer é um app gratuito para Android que permite ao usuário, através de suas ferramentas, potencializar a bateria do smartphone, aumentando sua durabilidade. Basicamente, ele mostra todas as tarefas e apps que estão sendo executados em background, ou seja, em plano de fundo, para que os finalize e, assim, sua a carga dure muito mais.
Opinião
O Super Task Killer é uma alternativa em apps para ajudar a economizar bateria do seu dispositivo. Através do encerramento de apps sem funcionalidade que rodam em segundo plano e tarefas desnecessárias, ele consegue manter sua bateria com um desempenho satisfatório.
Algo interessante é que ele mostra o que foi encerrado e quanta memória foi resgatada. Por vezes, o app acaba por não fechar alguns outros aplicativos, que não são muitos e nem se consegue entender muito bem suas funções, mas parece que eles não comprometem o desempenho da bateria.
Algo bem interessante é a possibilidade de criar uma lista Auto Kill, em que são incluídos apps que ele pode fechar sempre que estiverem abertos em segundo plano, sem problemas. A melhor parte do programa fica por conta de um Widget pequeno que pode ser instalado na tela do dispositivo para que o usuário faça o fechamento automático de apps e termine tarefas com apenas um clique, simplificando uma série de passos.
O Super Task Killer cumpre sua função e economiza a bateria do smartphone.
Prós
- Fechamento de apps para economizar bateria
- Termina tarefas em execução
- Oferece Widget para fazer o encerramento com um clique
- Definição de nível de segurança para apps em segundo plano
Contras
- Alguns apps não fecham
SONICable - cabo que pode reduzir a metade o tempo para carregar um smartphone
Um novo projeto no Indiegogo propõe-se criar um inovador cabo, que irá acelerar o processo de carregamento dos dispositivos móveis. E está a caminhar rapidamente para o sucesso.
A duração das bateria é atualmente o grande calcanhar de Aquiles da maioria dos smartphones. Enquanto muitas empresas se preocupam em criar baterias com uma capacidade cada vez maior, o que afeta o design do equipamento, outras procuram uma solução para diminuir o seu tempo de carregamento, como é o caso do SONICable.
A Bluetech Industries deu esta terça-feira início a uma campanha de angariação de fundos no Indiegogo para o fabrico daquele que dizem ser "o cabo carregador mais avançado do mundo", o que irá reduzir para metade o tempo de um carregamento.
O segredo está num sistema que permite concentrar toda a energia transmitida pelo cabo no carregamento do dispositivo, deixando de lado outras tarefas.
Funcionalidades do SONICable (Foto: Indiegogo)
Num sistema normal de carregamento, a energia elétrica que passa pelo cabo vai alimentar a bateria, mas também garante a realização de outras tarefas no equipamento, como a sincronização de dados. O SONICable também pode funcionar como um carregador normal, mas tem um interruptor que uma vez ativado direciona toda a energia recolhida para o carregamento da bateria.
Fabricado em nylon, com USB reversível de um lado e um tamanho de 1,2 metros, o cabo tem uma garantia vitalícia, garante a fabricante na página da campanha, onde em pouco mais de 24 horas angariou quase 80% do valor pedido: 10 mil dólares.
Disponível em preto e azul, este acessório estará disponível para dispositivos Android e iOS, com o início das vendas agendado para março. O seu fabrico já foi certificado pela Apple.
Carregar a bateria do telemóvel em dois minutos? Sim, pode
A Consumer Electronic Show é palco para as grandes empresas fazerem os primeiros grandes anúncios do ano. Mas a CES tem muito mais do que à primeira vista revela, como esta tecnologia de carregamento ultrarrápido.
A autonomia das baterias tem sido um problema na era dos smartphones. Já existem equipamentos com os quais já possível apenas carregar de dois em dois ou até de três em três dias, mas muitos consumidores ainda têm na memória as baterias “infinitas” dos telemóveis da geração passada.
A empresa StoreDot decidiu abordar o assunto de forma diferente. Enquanto todas as fabricantes trabalham para aumentar a capacidade de carga das baterias, esta empresa decidiu redesenhar a bateria para que a mesma carrega de forma ultrarrápida.
Mesmo ultrarrápida. O diretor executivo da StoreDot, Doron Myersdorf, considera que quando a tecnologia estiver no “ponto” será possível carregar um telemóvel num ou dois minutos. O Mashable esteve na CES e comprovou que de facto foi possível carregar a bateria de um Samsung Galaxy S5 em apenas dois minutos.
O segredo está na constituição interna das baterias que foi alterada para que seja mais rápido o processo de carregamento.
Mas eis as “obrigatórias” contrapartidas: a autonomia das baterias vai diminuir drasticamente, para cinco horas sensivelmente, e o preço também vai aumentar. Uma bateria da StoreDot pode vir a encarecer a produção de um smartphone em 50 dólares.
Este motivo pode afastar alguns fabricantes que procuram sempre conseguir a maior margem de lucro possível com os dispositivos lançados no mercado, mas Doron Myersdorf garantiu que “os grandes nomes” já iniciaram conversações para incluir esta nova tecnologia em alguns dos seus dispositivos.
Quanto à baixa autonomia, o CEO garante que isso não um problema a partir do momento em que um carregamento completo dura apenas 120 segundos.
A StoreDot já tem mais planos além dos dispositivos móveis e em 2016 espera poder apresentar um protótipo de bateria para carros elétricos que permitirá também o carregamento em apenas alguns minutos em vez de horas.