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e-book - para aprender a programar
É baseado na saga “Introdução à Programação”.
O mundo está em constante evolução: desde a mais pequena bactéria à espécie Humana. Tudo é extraordinário. A simplicidade só nos veio mostrar o quão complexo é o mundo. Evolução, mudança, futuro – são das palavras que mais ouvimos atualmente, bem como tecnologia.
Se quer aprender a programar e ainda não começou, hoje trazemos um e-book gratuito que contém a compilação de todos os artigos da saga Introdução à Programação que foi publicada durante os últimos 6 meses.
Nos últimos seis, quase sete, meses, publicámos uma saga denominada Introdução à Programação. Esta saga foi criada com o intuito de iniciar os interessados no mundo da programação, utilizando a linguagem de programação C.
A comunidade do Pplware gostou e deu muitas críticas positivas e, na maioria, construtivas. Estas críticas/opiniões foram uma grande ajuda no desenvolvimento da saga e na criação desta compilação.
O e-book Aprenda a Programar não é apenas uma compilação de todos os artigos da saga Introdução à Programação, mas também a sua revisão e melhoramento. É uma evolução, a versão 2 dessa saga.
Este livro pretende dar-lhe a conhecer os fundamentos básicos e essenciais do mundo da programação. Não apenas ensinar-lhe a linguagem de programação x ou y, mas sim ensinar-lhe a programar.Programar não é conhecer uma linguagem de programação. É conhecer os fundamentos, a lógica, que está na base de todas as linguagens de programação. Com isso, será capaz de utilizar qualquer linguagem de programação.
Foi construído com base na sua opinião, na opinião da comunidade do site Pplware, e revisto por Luís Soares, Mestre em Engenharia Informática e de Computadores. Está disponível, gratuitamente e no formato pdf, aqui.
Está referido, no e-book, a versão do mesmo. A qualquer momento, poderá ser atualizado com base na sua opinião ou caso se encontre algum erro ou algo que deva ser corrigido/melhorado. Encontra-se também a data da última revisão.
Como potenciar o uso das hashtags
É uma das ferramentas mais importantes das redes sociais e um dos fenómenos tecnológicos mais curiosos dos últimos anos. Veja aqui dez conselhos que o vão ajudar a tirar mais valor das hashtags.
Mesmo para os que usam a Internet diariamente, a palavra hashtag pode ser vista antes como um palavrão que é referido em alguns artigos e que acaba por nunca ser bem compreendido. Em linhas curtas uma hashtag é uma palavra-chave que funciona ao mesmo tempo como um indexador de temas. Para que um termo se torne numa hashtag é preciso usar o símbolo cardinal - # - antes da palavra, para que a Web possa perceber que se trata então de um indexador.
E no fundo é literalmente isto. Criar uma ligação comum entre milhares de mensagens que são publicadas por milhares de pessoas diferentes, em momentos diferentes e em locais diferentes. Um excelente exemplo das potencialidades das ferramentas de Internet.
A título de exemplo, a Amazon é agora pioneira num novo tipo de uso de hashtags: o utilizador pode adicionar um produto ao seu carro de compras no retalhista online respondendo ao tweet do produto com a hashtag #amazoncart. O serviço acaba por funcionar como uma lista de desejos que evita que o utilizador se esqueça de comprar um produto do qual gostou, mas já não sabe bem onde,.
Nos dias que correm os hashtags estão em todas as principais redes sociais: Facebook, Twitter, Instagram, Pinterest e Google+, ainda que tenham pesos diferentes nas diferentes plataformas. No Instagram e no Twitter as palavras-referência parecem ter mais importância do que no Google+ por exemplo.
Mas o tópico hoje é diferente. enumera a seguir um conjunto de dicas que os utilizadores devem interpretar e quem sabe aplicar para potenciarem o uso das hashtags, seja a nível pessoal, seja a nível empresarial. Fica no entanto o alerta de que as fórmulas não são certas e matemáticas, isto é, o que pode resultar na maioria dos casos, também pode não dar os resultados esperados numa outra fatia.
Dois tipos de uso de hashtags
As hashtags podem ser usadas de duas formas: ou durante o texto corrido, “iluminando” apenas as palavras-chave, ou então no final da publicação para não haver misturas.
No primeiro caso a principal vantagem parece estar ao nível da atenção pois ajuda o leitor a identificar de imediato qual ou quais os temas relevantes. No segundo caso ajuda a criar uma conversa entre muitas pessoas, que podem escrever as suas mensagens sem necessitar de adaptar o conteúdo ao tópico central de debate que é então acrescentado no final da mensagem.
Quando o pouco é muito
Se quer criar valor a partir das hashtags, precisa de concentrar esse valor em poucas palavras. De nada adianta colocar o símbolo cardinal antes de todas as palavras que escreve. Assim passa até de um internauta da moda a um internauta de spam. Visualmente fica mau e lógicamente não traz valor.
Uma hashtag que tenha uma boa dose de adesão é suficiente, mas existem casos, muitos, em que se justifica o uso de que mais do que uma palavra. De qualquer das formas, tente nunca ultrapassar as três hashtags por publicação.
Matenha as hashtags curtas
No Twitter por vezes assistem-se a brincadeiras do estilo #apostoqueninguemvaiconseguirperceberisto. Claro que ninguém consegue perceber. A menos que se trate de um jogo ou de uma brincadeira, esta não parece ser de todo a melhor fórmula para usar uma hashtag.
Matenha-a simples e se usar mais do que uma palavra, recorra a maiúsculas para ajudar na diferenciação - #ApostoQueNiguemVaiConseguirPerceberIsto. Agora já se percebe melhor certo?
Quando junta mais do que um termo, tenha em atenção para os juntar no mesmo conjunto de indexação, não caindo na tentação de usar espaços entre palavras. Porquê usar #TeK e #SAPO se #TeKSAPO vai ajudá-lo a encontrar ou a comunicar aquilo que realmente pretende?
Seja específico
Use hashtags que além de curtas, simples e poucas, estejam realmente direcionadas para o público que gostava de atrair ou chamar a atenção. Gosta de exercício? Experimente #fitness.
Crie uma hashtag que seja facilmente memorativo para que outras pessoas a possam usar, criando mais valor, sem que tenham que puxar muito pela cabeça.
Acrescentar números também pode ser uma boa alternativa para ajudar a segmentar um hashtag. O festival de verão Rock in Rio acontece a cada dois anos, pelo que a hashtag #rir pode ser demasiado genérica e atirar para conteúdos de outros anos. #rir14 ou #rir2014 tornam os termos ainda mais específicos.
Uso de hashtags em português ou inglês
Se quer uma maior audiência, então pense além fronteiras. O inglês é a língua do mundo e melhor ou pior, as pessoas conseguem entender o que é comunicado.
Se usar a hashtag #saudade já sabe que vai-se ficar pela lusofonia. Mas se usar o termo #MissYou certamente que encontrará gente de todo o mundo que sente falta de outras pessoas.
Mas não há mal nenhum em usar a sua língua nativa – é da forma que mantém-se mais focado e consegue atrair apenas os que partilham a mesma ideia e o mesmo pensamento.
Ainda neste tópico vale a pena relembrar que o uso de pontuação gráfica é desnecessária. O Ç não é usado por toda a gente e numa tecnologia de indexação não faz a diferença necessária.
Junte-se à hashtag da moda, não tente transformismos
A recente polémica de racismo contra um jogador do Barcelona levou à criação de uma campanha nas redes sociais que ficou conhecida como #somostodosmacacos. Orquestrada ou não, a hashtag teve grande impacto. Se se quisesse juntar ao movimento antirracismo, então #somostodosmacacos era a sua porta de entrada.
Se experimentasse por exemplo #BananaAgainstRacism – bananas contra o racismo – já se estaria a colocar à margem da discussão global que estaria a acontecer e possivelmente apenas faria parte de um fluxo de informação mais reduzido.
Se quiser ajudar na evolução de uma hashtag relativamente a um tema, use primeiro a original e coloque depois a sua criação para ver se pega nas restantes pessoas.
Use as hashtags para perceber o que dizem as pessoas sobre um tema
Não se trata apenas de usar as hashtags num texto, trata-se da possibilidade de ver tudo o que todos os outros estão a dizer sobre isso. Com esta pesquisa rápida pode direcionar melhor e fazer um uso mais original da palavra-chave do texto.
Hashtags de acordo com a sua imagem
Este conselho é mais para marcas e empresas. Se são uma organização de defesa do ambiente, por exemplo, é mais correto o uso da hashtag #ecologia do que #poluicao; é mais aconselhável o uso de #reciclagem do que #lixo. Apesar de os termos estarem relacionados, uns transmitem uma imagem mais positiva do que os outros.
Evite também o uso de hashtags que tenham uma forte carga negativa como #spam, #malware ou termos do género mas que pertençam a diferentes áreas de trabalho.
Imagine ainda uma organização feminina que publicou um artigo com uma imagem de um protesto em que as mulheres estão nuas. #Protest, #women e #equalty são termos que devem ser usados e não #tits ou #naked – assim estará a indexar também conteúdos para adultos que nada têm a ver com a causa.
Seja coerente e multiplataforma
Se tem uma estratégia definida para várias redes sociais então deve fazer uma aposta multiplataforma. Se abriu um negócio de cupcakes chamado Sugar HD, então use a hashtag #sugarHD no Facebook, no Instagram e no Pinterest.
E seja realista. Não é por criar uma hashtag nova e diferenciadora que a mesma vai-se tornar viral. Por agora. Se mantiver a tal coerência no futuro o valor da marca e a aposta neste marketing focado vão trazer os frutos no longo termo.
Não tenha medo de outros hashtags
Vai participar numa feira de cupcakes e o hashtag que está na moda é #iHateSugar. Não fique assustado e não deixe de tirar proveito disto. Use a palavra para atrair a atenção das pessoas e para mostrar, por exemplo, que o seu bolo tem uma dose de açúcar ideal para quem está prestes a enfrentar uma tarde de exercício.
--
Questão final: devo ou não usar hashtags? E como seria de esperar a resposta é: depende. Se querem criar valor, atrair novos olhares para as vossas publicações ou querem simplesmente fazer parte de uma conversa maior, então sim. Se apenas identificam as palavras por capricho ou por descarga de consciência e não procuram qualquer tipo de valor acrescentado, então não vale a pena estar a gastar a tecla 3 do teclado.
Os leitores podem ainda consultar os conselhos deixados pelo próprio Twitter e Instagramsobre o uso de hashtags nas redes sociais. Há um claro pendor para a exploração destas palavras-chave a nível de marketing, mas o mesmo não implica que não possa usar esta estratégia para cativar os seus amigos na rede.
E no fundo é literalmente isto. Criar uma ligação comum entre milhares de mensagens que são publicadas por milhares de pessoas diferentes, em momentos diferentes e em locais diferentes. Um excelente exemplo das potencialidades das ferramentas de Internet.
A título de exemplo, a Amazon é agora pioneira num novo tipo de uso de hashtags: o utilizador pode adicionar um produto ao seu carro de compras no retalhista online respondendo ao tweet do produto com a hashtag #amazoncart. O serviço acaba por funcionar como uma lista de desejos que evita que o utilizador se esqueça de comprar um produto do qual gostou, mas já não sabe bem onde,.
Nos dias que correm os hashtags estão em todas as principais redes sociais: Facebook, Twitter, Instagram, Pinterest e Google+, ainda que tenham pesos diferentes nas diferentes plataformas. No Instagram e no Twitter as palavras-referência parecem ter mais importância do que no Google+ por exemplo.
Mas o tópico hoje é diferente. enumera a seguir um conjunto de dicas que os utilizadores devem interpretar e quem sabe aplicar para potenciarem o uso das hashtags, seja a nível pessoal, seja a nível empresarial. Fica no entanto o alerta de que as fórmulas não são certas e matemáticas, isto é, o que pode resultar na maioria dos casos, também pode não dar os resultados esperados numa outra fatia.
Dois tipos de uso de hashtags
As hashtags podem ser usadas de duas formas: ou durante o texto corrido, “iluminando” apenas as palavras-chave, ou então no final da publicação para não haver misturas.
No primeiro caso a principal vantagem parece estar ao nível da atenção pois ajuda o leitor a identificar de imediato qual ou quais os temas relevantes. No segundo caso ajuda a criar uma conversa entre muitas pessoas, que podem escrever as suas mensagens sem necessitar de adaptar o conteúdo ao tópico central de debate que é então acrescentado no final da mensagem.
Quando o pouco é muito
Se quer criar valor a partir das hashtags, precisa de concentrar esse valor em poucas palavras. De nada adianta colocar o símbolo cardinal antes de todas as palavras que escreve. Assim passa até de um internauta da moda a um internauta de spam. Visualmente fica mau e lógicamente não traz valor.
Uma hashtag que tenha uma boa dose de adesão é suficiente, mas existem casos, muitos, em que se justifica o uso de que mais do que uma palavra. De qualquer das formas, tente nunca ultrapassar as três hashtags por publicação.
Matenha as hashtags curtas
No Twitter por vezes assistem-se a brincadeiras do estilo #apostoqueninguemvaiconseguirperceberisto. Claro que ninguém consegue perceber. A menos que se trate de um jogo ou de uma brincadeira, esta não parece ser de todo a melhor fórmula para usar uma hashtag.
Matenha-a simples e se usar mais do que uma palavra, recorra a maiúsculas para ajudar na diferenciação - #ApostoQueNiguemVaiConseguirPerceberIsto. Agora já se percebe melhor certo?
Quando junta mais do que um termo, tenha em atenção para os juntar no mesmo conjunto de indexação, não caindo na tentação de usar espaços entre palavras. Porquê usar #TeK e #SAPO se #TeKSAPO vai ajudá-lo a encontrar ou a comunicar aquilo que realmente pretende?
Seja específico
Use hashtags que além de curtas, simples e poucas, estejam realmente direcionadas para o público que gostava de atrair ou chamar a atenção. Gosta de exercício? Experimente #fitness.
Crie uma hashtag que seja facilmente memorativo para que outras pessoas a possam usar, criando mais valor, sem que tenham que puxar muito pela cabeça.
Acrescentar números também pode ser uma boa alternativa para ajudar a segmentar um hashtag. O festival de verão Rock in Rio acontece a cada dois anos, pelo que a hashtag #rir pode ser demasiado genérica e atirar para conteúdos de outros anos. #rir14 ou #rir2014 tornam os termos ainda mais específicos.
Uso de hashtags em português ou inglês
Se quer uma maior audiência, então pense além fronteiras. O inglês é a língua do mundo e melhor ou pior, as pessoas conseguem entender o que é comunicado.
Se usar a hashtag #saudade já sabe que vai-se ficar pela lusofonia. Mas se usar o termo #MissYou certamente que encontrará gente de todo o mundo que sente falta de outras pessoas.
Mas não há mal nenhum em usar a sua língua nativa – é da forma que mantém-se mais focado e consegue atrair apenas os que partilham a mesma ideia e o mesmo pensamento.
Ainda neste tópico vale a pena relembrar que o uso de pontuação gráfica é desnecessária. O Ç não é usado por toda a gente e numa tecnologia de indexação não faz a diferença necessária.
Junte-se à hashtag da moda, não tente transformismos
A recente polémica de racismo contra um jogador do Barcelona levou à criação de uma campanha nas redes sociais que ficou conhecida como #somostodosmacacos. Orquestrada ou não, a hashtag teve grande impacto. Se se quisesse juntar ao movimento antirracismo, então #somostodosmacacos era a sua porta de entrada.
Se experimentasse por exemplo #BananaAgainstRacism – bananas contra o racismo – já se estaria a colocar à margem da discussão global que estaria a acontecer e possivelmente apenas faria parte de um fluxo de informação mais reduzido.
Se quiser ajudar na evolução de uma hashtag relativamente a um tema, use primeiro a original e coloque depois a sua criação para ver se pega nas restantes pessoas.
Use as hashtags para perceber o que dizem as pessoas sobre um tema
Não se trata apenas de usar as hashtags num texto, trata-se da possibilidade de ver tudo o que todos os outros estão a dizer sobre isso. Com esta pesquisa rápida pode direcionar melhor e fazer um uso mais original da palavra-chave do texto.
Hashtags de acordo com a sua imagem
Este conselho é mais para marcas e empresas. Se são uma organização de defesa do ambiente, por exemplo, é mais correto o uso da hashtag #ecologia do que #poluicao; é mais aconselhável o uso de #reciclagem do que #lixo. Apesar de os termos estarem relacionados, uns transmitem uma imagem mais positiva do que os outros.
Evite também o uso de hashtags que tenham uma forte carga negativa como #spam, #malware ou termos do género mas que pertençam a diferentes áreas de trabalho.
Imagine ainda uma organização feminina que publicou um artigo com uma imagem de um protesto em que as mulheres estão nuas. #Protest, #women e #equalty são termos que devem ser usados e não #tits ou #naked – assim estará a indexar também conteúdos para adultos que nada têm a ver com a causa.
Seja coerente e multiplataforma
Se tem uma estratégia definida para várias redes sociais então deve fazer uma aposta multiplataforma. Se abriu um negócio de cupcakes chamado Sugar HD, então use a hashtag #sugarHD no Facebook, no Instagram e no Pinterest.
E seja realista. Não é por criar uma hashtag nova e diferenciadora que a mesma vai-se tornar viral. Por agora. Se mantiver a tal coerência no futuro o valor da marca e a aposta neste marketing focado vão trazer os frutos no longo termo.
Não tenha medo de outros hashtags
Vai participar numa feira de cupcakes e o hashtag que está na moda é #iHateSugar. Não fique assustado e não deixe de tirar proveito disto. Use a palavra para atrair a atenção das pessoas e para mostrar, por exemplo, que o seu bolo tem uma dose de açúcar ideal para quem está prestes a enfrentar uma tarde de exercício.
--
Questão final: devo ou não usar hashtags? E como seria de esperar a resposta é: depende. Se querem criar valor, atrair novos olhares para as vossas publicações ou querem simplesmente fazer parte de uma conversa maior, então sim. Se apenas identificam as palavras por capricho ou por descarga de consciência e não procuram qualquer tipo de valor acrescentado, então não vale a pena estar a gastar a tecla 3 do teclado.
Os leitores podem ainda consultar os conselhos deixados pelo próprio Twitter e Instagramsobre o uso de hashtags nas redes sociais. Há um claro pendor para a exploração destas palavras-chave a nível de marketing, mas o mesmo não implica que não possa usar esta estratégia para cativar os seus amigos na rede.
Busuu - 40 milhões de pessoas aprendem línguas no Busuu.com...Com 23 milhões de downloads para iPhone, mas o Android é a plataforma que mais cresce
estão inscritos 4.000 pessoas no Brasil para aprender qualquer um dos 12 idiomas oferecidos
Em dezembro de 2011, Bernard Niesner (Viena, 1979) Dotcom Madrid moveu para Londres. Embora Busuu nasceu depois de um MBA no Instituto de Empresa, Niesner senti que ele não estava no lugar certo.Ele tinha cinco milhões de pessoas cadastradas, mas os problemas foram amontoados: "Manifestações nas ruas, a falta de investidores, mau ambiente ...".
Desde então Busuu , nome só falam uma língua que oito pessoas em Camarões não parou de crescer. Este serviço permite a aprendizagem de línguas através do telemóvel, tablet ou computador. Ele cobre 12 línguas, apesar de Inglês, Espanhol, Alemão, Russo, brasileiro?( ou seja, português) e polonês são os mais populares.
Agora, mais de 40 milhões de alunos e 40 funcionários na sede. "A estavam em Madrid éramos dez, foram bons desenvolvedores e outras empresas e era muito difícil crescer", explica Niesner. Antes do final do ano quer 50 funcionários, totalizando o maior número freelance a trabalhar como tradutores, linguistas e alto-falantes.
Os conteúdos das aulas são Busuu própria, mas trabalhar com várias editoras já estabelecidas e está em negociações com vários centros académicos para cursos de certificação. "O importante é aprender, mas essas preocupações empresários querem demonstrar o seu conhecimento", diz o gerente. Os níveis variam de iniciante a intermediário.
O ano novo chinês chegou com um presente na empresa. O facto de que a Apple comenzase vender seu iPhone com o operador dominante tem de descobrir a AppStore.Durante uma semana, tem sido o app mais baixado educacional no país. No iPhone ultrapassar 23 milhões de downloads, enquanto o Android é a plataforma com maior crescimento, enquanto que a versão web nota certa estagnação.
Busuu como tudo sobre aprendendo, crescendo nos países emergentes. "Por um lado, é um sistema perfeito para uma aula de 15 minutos, enquanto o autocarro estava à espera, uma unidade de ensino ou um exercício foi concluído. Por outro lado, é a porta de entrada natural para a Internet, vá diretamente para o celular. " Isso explica que o Brasil, onde eles estão levando com seis milhões de usuários, é a gravação de mais rápido crescimento, 4.000 alta diária. "A Copa do Mundo e as Olimpíadas de fazer os juros vigília" qualifica.
Algo semelhante acontece na Rússia, onde eles têm cinco milhões de usuários. "É uma questão de prazer, como acontece com muitos alemães com mais de 50 anos estudando espanhol em nosso sistema para ser operado quando eles vêm para Mallorca, mas uma questão de trabalho. Se um motorista sabe Inglês no Rio ou em Moscovo será mais competitivo ", ressalta.
Turquia, Ucrânia, Colômbia e Afeganistão ainda estão crescendo. Na América Latina, não há diferença entre os sexos, mas descobriu que a maioria das pessoas o acesso é entre 14 e 30 anos através do telefone.Na Rússia, a taxa feminina é maior, mas a faixa etária é mantida. Na Turquia, no entanto, há mais homens. "O desafio é conhecer e compreender cada comunidade para adequar o produto", diz Niesner.
Uma das mudanças Busuu nesses três anos é a unificação. Não há nenhum aplicativo pela linguagem, mas com ambição para trabalhar como uma rede social. "Os alunos podem se reunir para trocar e conversar, ou exercícios corrigidos com um nativo. O facilitada, mas não tem qualquer custo. "
A primeira rodada de financiamento veio em 2008, quando eles ainda estavam na Espanha, com a ajuda de Martin Varsavsky, para que o projeto se tornar um serviço real. Após a chegada no Reino Unido, foram adicionados 3.500.000 € de Brent Hoberman, um investidor bem conhecido em Londres, cujo investimento destaca Lastminute.com. No total, mais de quatro milhões. Deverá ser concluída em março do próximo round.
uSpeak e Duolingo são os dois maiores concorrentes Busuu. Em primeiro lugar, muito focado em gamification, o uso da mecânica de jogo para incentivar o uso, eu minimiza "É pequeno, tem algumas línguas e faz você pagar por aulas. Temos Gamification: você pode avaliar a assistência professor ou colega dando busuuberries, algo como frutitas, ou ver o seu jardim crescer ou definhar como a dedicação que você colocar o curso. Mas o importante é fazer um bom acompanhar cada usuário. "
Para Duolingo, Neisner é ainda mais crítico: "Quase tudo é baseado na escrita, pois de alguma forma. Digamos que o seu negócio não está aprendendo, é grátis, mas a venda de traduções feitas por estudantes de artigos da CNN ou o BuzzFeed espanhol. Chega um momento em que você ficar preso, não aprendem mais. E é claro, eles são parte do produto, mas os clientes são os meios de comunicação ", diz ele.
O negócio é Busuu é uma espécie de freemium, tal como é conhecida a serviços que não necessitam de dinheiro, mas eles oferecem mais conteúdo se paga. Busuu seis chamadas por mês para estudar mais de uma língua, o acesso à gramática, rastreamento de alvos e de progresso revisão.
Não Niesner dar números para o seu negócio. "Eu só posso dizer que centenas de milhares de usuários pagam" desculpa. Últimos receitas anos eram esperados para passar sete dígitos e oito este ano.
Você atualmente não tem nenhuma intenção de retornar para a Espanha. "Com a empresa, não, provavelmente não, mas eu acho que em dois ou três anos, muitos dos que trabalham em Londres, Berlim ou o Vale do Silício será estabelecida em Espanha com um fundo muito rico. Eles vão notar o salto qualitativo ".
Flappy Bird... Como jogar este jogo! dicas como voar longe e fazer muitos pontos neste jogo viciante
Confira algumas dicas separadas especialmente para quem quer ir mais longe no jogo que é febre nos portáteis
Já deve ter ouvido alguém falar sobre Flappy Bird, afinal de contas não há jogo mais comentado nas últimas semanas. O jogo portátil para iPhone e Android vem conquistando fãs em todo o mundo, graças à simplicidade e à diversão garantida por cenários bonitos e uma jogabilidade — extremamente — viciante. Mas o título também tem gerado muita dor de cabeça em alguns jogadores.
Isso acontece porque Flappy Bird não é um jogo comum, em que você possui várias chances para chegar ao seu objetivo. Basta um esbarro nos canos ou no chão e não tem mais como avançar, pois é “game over”. E chegar ao fim é algo muito comum a cada vez que você abre o game, uma vez que é praticamente impossível jogar apenas uma partida. Mas qual o segredo para ir mais longe?
Os recordes variam bastante, pois há quem tenha parado nos 50 pontos e há quem já tenha ultrapassado a marca dos 150. Nós conversamos com diversos desses jogadores e chegamos a algumas dicas bem interessantes, que podem ajudar a ultrapassar aquele recorde que ficou no seu telemóvel e que parece inatingível.
Melhorar seu smartphone
Há alguns momentos em que Flappy Bird pode apresentar pequenos travamentos. Isso é motivo para que muitos jogadores percam a concentração ou o tempo dos toques, causando o fim prematuro das partidas em diversos casos. Um dos principais motivos para isso pode ser a execução de aplicativos e processos em segundo plano, que ocupam boa parte da memória RAM disponível.
Por essa razão, é recomendado que feche todos os aplicativos que estão rodando em segundo plano no seu smartphone. Outro modo de fazer com que o game não seja interrompido é acionando o modo de voo do telemóvel. Com isso, Flappy Bird não sofrerá a influência de trocas de dados e nem de ligações ou mensagens que possam chegar ao aparelho.
Dicas de voo
Há alguns jogadores que preferem manter o pássaro no alto e cair para passar pelos canos, mas a maioria opta por mantê-lo mais baixo. Independente da sua preferência quanto ao item acima, é importante fazer com que o personagem “pule” em uma altura similar à do cano pouco antes de ultrapassá-lo.
Procure antecipar os canos seguintes, antes de passar pelo atual. Por exemplo: se o segundo for muito mais baixo, ultrapasse o primeiro em movimento descendente. Outra lição interessante: não aplique os comandos na parte central da tela. Utilize as regiões mais laterais para que os seus dedos não atrapalhem a percepção do cenário.
Quanto ao áudio, também existem algumas questões de preferência pessoal. Se se incomoda com sons repetitivos, é bom desligar o áudio durante as partidas — uma vez que isso fará ter mais tranquilidade sonora. Por outro lado, caso possua boas noções de ritmo, é bem recomendado manter o áudio ligado.
Esqueça que existe um recorde e só continue jogando, pois a dificuldade nunca muda — é algo parecido com a lição de “Como voar” do “Guia do Mochileiro das Galáxias”. Na obra, Douglas Adams diz que, para voar, você só precisa pular e errar o chão! Você só cai se lembrar que o chão existe.
Ergonomia e saúde
Concentre-se e mantenha seu corpo em uma posição confortável. Braços suspensos podem cansar e causar movimentos involuntários e isso fará com que os toques na tela sejam aplicados de maneira equivocada. Lembre-se de respirar — isso é realmente importante — durante as partidas, pois isso pode evitar que o seu corpo sofra com tensões prolongadas.
Também é muito importante não jogar por longos períodos de tempo sem interrupções. Ao contrário de consoles ligados a televisores, os smartphones ficam muito próximos aos olhos e isso pode causar problemas depois de algum tempo. Isso vale tanto para ambientes escuros quanto para os mais iluminados.
O recorde do Tecmundo
O coordenador de conteúdo Igor Pankiewicz é o grande recordista de Flappy Bird aqui no Tecmundo. Ele já chegou à marca de 164 canos ultrapassados — deixando para trás não apenas os obstáculos, como também todos os competidores da empresa. já conseguiu fazer mais do que isso?
Flappy Bird: entenda e aprenda a jogar a nova febre dos smartphones
Flappy Bird é um simples minigame que dominou o top de jogos gratuitos da App Store e do Google Playna última semana, gerando muita curiosidade, frustração e mistério. O título foi desenvolvido pelo estúdio .GEARS, com sede em Hanoi no Vietnã, e é composto apenas pelo programador Nguyen Ha Dong. Apesar de sua simplicidade ele apresentou entre 2 e 3 milhões de downloads por dia no iOS e Android, gerando acusações de fraude.
Flappy Bird é um jogo extremamente simples onde um pássaro é constantemente puxado para baixo e o toque do usuário na tela o faz bater as asas, suspendendo-se no ar por alguns instantes. Esse complicado movimento é então colocado à prova conforme você tem que passar no meio de canos, sem esbarrar neles.
Muitos jogadores afirmaram que a natureza simples do jogo aliado a uma jogabilidade extremamente punitiva acaba por torná-lo viciante e desafiador. Algumas pessoas defendem que o jogo tenha se espalhado naturalmente conforme amigos desafiam uns aos outros a bater seus recordes ou desejam se gabar de um bom placar.
Como jogar Flappy Bird
Não há grandes mistérios sobre como jogar Flappy Bird, pois o jogo é bastante simples. O pássaro é constantemente puxado para baixo e um toque na tela faz com que ele suba um pouco, em um movimento de arco. É possível pressionar rapidamente para subir mais, porém cuidado para não perder o controle.
Canos verdes aparecerão em variadas alturas e seu objetivo é desviar deles. Cada vez que passar por eles, ganha 1 ponto. Não é difícil passar pelos primeiros, mas ocasionalmente haverá uma conversão mais longa, como sair de um cano no topo para um muito baixo ou vice-versa. Deixar o pássaro cair para passar em um cano baixo pode ser mais difícil do que bater as asas para passar em um cano alto.
Dependendo do seu placar receberá medalhas de Bronze, Prata, Ouro ou Platina. A maioria dos usuários simplesmente já comemora o facto de chegarem a placares com dois dígitos, pois muitos mal conseguem sair do 5.
As medalhas são:
| Bronze | 10 pontos |
| Prata | 20 pontos |
| Ouro | 30 pontos |
| Platina | 40 pontos |
