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Apple- todas as novidades ....Apple Music , Apple Pay...
O dia prometia muito para os lados da Apple. As novidades vinham a surgir na forma de rumores há já alguns dias e esperava-se que a Apple não defraudasse os seus clientes.
A verdade é que a WWDC 2015 acabou por ser muito mais do que o esperado, com as novidades a superarem o esperado e com muitas surpresas a surgirem em palco,
A WWDC veio mais uma vez mostrar que a Apple é uma empresa onde as novidades não se esgotam e que a cada ano surgem novidades de peso e melhorias das muitas que têm já lançadas.
O dia de ontem foi mais uma montra da capacidade a empresa se reinventar e dar aos utilizadores as melhores e mais úteis novidades. Vamos então conhecer tudo o que a Apple nos deu a conhecer na WWDC de 2015.
OS X 10.11: “El Capitan”
A nova versão do OSX era esperada com muita expectativa. Depois de surgirem novidades muito significativas no passado recente, é agora hora da Apple cimentar as novidades e dar-lhes a maturidade que se espera deste sistema operativo.
A Apple quer que este sistema operativo seja mais rápido, mais eficiente nos consumos de recursos e principalmente, mais simples de utilizador.
A aposta está em melhorar a performance geral do sistema e garantir uma utilização mais personalizada e mais fluída.
Esta nova versão vai estar disponível já para os primeiros testes e em Julho sairá para a primeira versão beta, pública e para testes mais alargados. O OSX El Capitan estará disponível na sua forma final em Outubro deste ano.
iOS 9
Tal como o OSX também no iOS a Apple tem novidades. O iOS 9 era já esperado e traz para os utilizadores dos iDevices novas melhorias a vários níveis.
Para além de algumas aplicações novas, o iOS 9 vai ter melhorias por dispositivo, garantindo algo que há já vários anos era pedido pelos utilizadores.
No caso do iPad passa a existir suporte para multi-janelas e algumas melhorias ao nível do multitasking. No geral o iOS 9 está ainda mais optimizado para correr no iPad.
Mas para além desta novidade, o iOS 9 vai trazer uma Siri ainda melhor e mais inteligente. Será notória o aumento na rapidez e nas capacidades de resposta.
A Apple quer tornar a Siri ainda melhor e por isso vai abri-la aos programadores e permitir que estes integrem nela as suas aplicações. As questões de segurança e privacidade estão tratadas e os dados dos utilizadores protegidos.
Algo que também muda com o iOS 9 é o tamanho das actualizações. De 4,6GB passam para 1,8GB. Esta poupança de espaço é benéfica para os utilizadores.
A Apple conseguiu ainda manter o iOS 9 compatível com os equipamentos mais antigos e o iPhone 4S e o iPad 2 têm garantida a actualização.
A nova versão do iOS 9 vai estar disponível na sua primeira versão beta pública já em Julho para todos a poderem testar. Os programadores que quiserem ter já acesso à nova SDK podem fazê-lo no site developer.apple.com.
Apple News
Uma das muitas novidades que vão encontrar no iOS 9 é a nova aplicação News. Com uma interface, aparentemente, elegante e desenhada especificamente para dispositivos móveis, o News começará por estar disponível no Reino Unido, Austrália e Estados Unidos.
Esta nova aplicação pretende ser a substituta da Apple para a sua aplicação Newsstand, apresentando notícias de forma dinâmica e muito mais adaptada aos dispositivos.
Será uma forma muito mais elegante e aprimorada de ler as novidades, com os artigos a apresentarem conteúdos dinâmicos e ajustados aos utilizadores.
As fontes de informação podem ser seleccionadas pelos leitores e armazenadas nos favoritos, sendo filtradas pelos gostos dos utilizadores.
Apple Pay
Depois de mostrar que o seu serviço de pagamentos tem tudo para funcionar e facilitar a vida aos utilizadores, estando já a ser usado por milhares de utilizadores nos Estados Unidos, a Apple quer agora alargar a sua utilização no resto do mundo.
O próximo passo do Apple Pay é chegar ao Reino Unido, o que fará já no próximo mês.
Das muitas empresas que vão suportar este serviço destacam-se a MacDonalds, KFC, Starbucks, entre outras e o sistema até poderá ser usado para pagamentos nos transportes públicos de Londres.
A Apple estabeleceu também parceria com alguns bancos, como por exemplo HSBC, NatWest, Nationwide Building Society, Royal Bank of Scotland, Santander e Ulster Bank.
HomeKit
O HomeKit, a plataforma inteligente para gestão doméstica da Apple, está mais maduro e integrado com equipamentos de muitos mais fabricantes.
A Apple tem trabalhado no sentido de dar alguma autonomia ao HomeKit e interligá-lo com o iPhone ara que remotamente possam ser controlados todos os dispositivos instalado na sua casa.
watchOS 2
O sistema operativo do Apple Watch recebeu também uma atenção especial na WWDC deste ano. Depois de lançado o Watch, e deste ter começado o seu caminho de sucesso no mercado, é hora da Apple o melhorar ainda mais e dar aos utilizadores as funcionalidades que necessitam e que o Watch é capaz de entregar.
A versão 2 do WatchOS traz finalmente a capacidade deste deixar de depender do iPhone para a realização da maioria das funções. Com as aplicações nativas tudo vai mudar.
Para além desta novidade, que é o início das verdadeiras funcionalidades do Watch, a Apple preocupou-se também em dar-lhe uma interface mais polida e mais “limpa”.
A integração com a Siri será também uma realidade e por aí vão poder ser dados comandos directos ao Watch, para a realização de qualquer tarefa.
Claro que o WatchOS 2 vai usufruir de todas as melhorias que estão a ser trazidas para o iOS 9 e para outros serviços da Apple.
CarPlay
O sistema operativo da Apple dedicado aos automóveis não foi esquecido. Algumas novidades foram apresentadas, mas a que mais atraiu foi a possibilidade de serem dispensados agora quaisquer cabos. A ligação entre o iPhone e os sistemas automóveis faz-se agora sem fios e de forma directa.
Mas a Apple reservou uma novidade para o CarPlay. Os fabricantes automóveis pode agora desenvolver as suas aplicações e controlar as funções mais básicas dos carros directamente nesta interface.
Swift 2
A mais recente linguagem de programação da Apple marcou também presença na WWDC deste ano. O Swift chegou à versão 2 e traz algumas novidades.
As novidades são várias e centram-se nos mecanismos de gestão de erros e na melhoria da própria sintaxe da linguagem.
Mas a maior e melhor novidade é mesmo o facto do Swift estar prestes a torna-se uma linguagem Open-Source. A Apple vai abrir esta linguagem de programação a todos e aceitará contribuições e melhorias propostas pela comunidade.
É também vontade da Apple que o Swift se torne uma linguagem de programação multi-plataforma e que chegue a muitos mais sistemas.
Apple Music
Por fim chega a maior novidade do dia . Esta esteve guardada para ser apresentada no final, por ser a maior de todas.
A Apple apresentou a sua maior e mais recente novidade no campo da música. O serviço de streaming de música da Apple, o Apple Music, chegou finalmente e estará disponível para todos.
É aqui que existirá também uma estreia porque o Apple Music irá estar disponível em quase todas as plataformas. Para além dos mais que naturais clientes para iOS e OSX, a Apple irá também marcar presença no Windows e no Android.
O Apple Music terá um serviço 24/7 que permitirá aos utilizadores ouvir rádio (a sério). Nesta fase apenas haverá emissoras de Nova Iorque, Califórnia e Londres. Além disso, terá também um serviço designado de Beats 1 onde será possível ouvir entrevistas, ouvir notícias, etc.
Esta novidade estará disponível já a partir do dia 30 de Junho em mais de 100 países, requerendo a presença do iOS 8.4 no caso dos iPhone, iPad,e iPod touch. Para Android e Windows o cliente apenas chegará apenas no Outono.
Este serviço estará disponível por $9.99/mês, sendo que os primeiros três meses serão gratuitos. O pacote familiar custará cerca de $14.99.
O revolucionário sistema.....
Depois de vários rumores e da confirmação (recente) do CEO da Sony Music, o Apple Music – O novo serviço de música da Apple – foi finalmente anunciado pela marca da maçã. Este será sem dúvida um concorrente à altura do Spotify!
A música tem feito parte do DNA da Apple desde o inicio da empresa. De acordo com a Apple, este é um segmento que está fragmentado, isto porque o utilizador tem de recorrer a diferentes serviços para ouvir os seus artistas favoritos.
There needs to be a place where music can be treated less like digital bits but more like the art it is, with a sense of respect and discoveryTrent Reznor
Spotlight trará novos conteúdos, linguagem natural e serviços de terceiros
A Apple anunciou hoje durante o WWDC 2015 o seu novo Mac OS X que recebeu o nome de El Capitan, e incorpora algumas novidades no Spotlight, a ferramenta que permite o acesso rápido às informações dos dispositivos da Maçã. Um novo kit de desenvolvimento de software permitirá aos desenvolvedores alavancar as pesquisas pela primeira vez e mostrar os resultados no Spotlight.
Uma ligação mais profunda fará com que os desenvolvedores sejam capazes de expor as informações em seus aplicativos para Siri e Spotlight diretamente e, em seguida, ir direto para o aplicativo da nova experiência "proativa Siri". Um novo botão para voltar aparecerá nos aplicativos lançados de pesquisa para que os usuários possam voltar para onde vieram.
A ferramenta permitirá agora "compor suas pesquisas em suas próprias palavras," segundo Craig Federighi, vice-presidente sênior de engenharia de software da Apple, durante a conferência anual da empresa, em San Francisco. A ideia segue o que já é utilizado em sistemas como Google Now e Cortana, e torna o Spotlight capaz de compreender a nossa linguagem natural e responder da mesma forma.
O novo sistema de busca deixará os usuários redimensionarem e moverem a janela do Spotlight, que apresenta novos tipos de conteúdo. Por exemplo, poderemos ter placares desportivos e outros dados da Siri, pois eles terão suporte do Spotlight, e a pesquisa de linguagem natural permitirá aos usuários rastrearem mensagens de email e documentosfacilmente. As atualizações da pesquisa também estarão disponíveis em aplicativos como Mail e Finder.
O novo Spotlight também trará uma série de serviços de terceiros, incluindo YouTube, Netflix e Wikipedia.

watchOS 2 traz aplicações nativas para o relógio da Apple
Além do sistema operativo para computadores e dispositivos móveis, a Apple também reservou um pouco do seu tempo para as novidades que vão chegar ao Watch, o relógio inteligente da marca.
A Apple decidiu aplicar algumas transformações ao sistema operativo do seu relógio inteligente e que trazem um reforço nas funcionalidades do equipamento. De certa forma o relógio torna-se mais independente do telemóvel no sentido de que consegue executar algumas tarefas sozinho, como dar indicações na aplicação de mapas ou permitir responder a um email sem recorrer ao smartphone.
Isto acontece porque a Apple aplicou no watchOS 2 as chamadas aplicações nativas, isto é, programas que executam diretamente no relógio e não necessitam de uma ligação tão dependente com o telemóvel para funcionarem.
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Apple WWDC 2015: watchOS 2
Relativamente às aplicações nativas o que a Apple está ainda a permitir é que os utilizadores acedam a algumas funcionalidades do relógio, como o microfone, e o possam usar nas suas aplicações. Outra ferramenta que os programadores podem explorar é o acelerómetro, que no caso de um wearable é um dos aspetos mais importantes para criar uma app de relação com o utilizador.
A versão de programadores do watchOS 2 fica disponível hoje, enquanto a versão final para o consumidor chega apenas no outono
HomeKit é introduzido junto iOS 9 para casas inteligentes
É verdade que o HomeKit já tem um ano de existência, mas só agora poderemos saber sua real capacidade junto aos dispositivos da Apple. Isso porque a gigante de Cupertino usou aWorldwide Developers Conference (WWDC) 2015 para oficializar a introdução da plataforma junto ao iOS 9, nova versão do sistema operacional para smartphones e tablets com a famosa maçã estampada em suas estruturas. Desta forma, será possível automatizar lares usando produtos compatíveis e a conexão à internet para criar um ecossistema único entre eletrodomésticos e eletrônicos de bolso.

Apple HomeKit será capaz de gerenciar produtos de diversas categorias. Os modelos precisam ser compatíveis com a plataforma, é claro
HomeKit permite a comunicação de lâmpadas, termostatos, tomadas e demais acessórios para dar a inteligente necessária às casas de entusiastas da tecnologia, que podem gerenciar tais gadgets com um simples toque na tela de aparelhos com iOS. Certo, disso já sabíamos. Então, a novidade, de fato, é a seu lançamento junto ao iOS 9. Sabendo disto, descobriremos sua verdadeira competência somente quando a versão final for disponibilizada, o que deve acontecer ainda no final deste ano após os betas públicos chegarem ao fim, indicando que o software está pronto para o consumo em massa.
Além disso, na apresentação, pudemos ver como o HomeKit serve como um gerenciador de segurança de lares. Usando sensores de movimento e câmaras espalhadas pelos cómodos, o dono do local consegue rastrear tudo o que está acontecendo dentro e fora do estabelecimento, identificando possíveis bandidos muito antes de qualquer ação ser tomada. Tudo diretamente no ecrã de iPhones, iPads e até o Apple Watch. Falando no primeiro relógio inteligente da Maçã, a plataforma de automatização agora se tornou uma de suas ferramentas nativas.

HomeKit usará o iCloud para realizar a comunicação entre os aparelhos com iOS e os eletrônicos conectados à internet
Apesar das notícias recentes sobre o Apple TV ser um provável pré-requisito para o HomeKit, a empresa cofundada por Steve Jobs e Wozniak usará o iCloud para manter todos os eletrodomésticos conectados ao HomeKit funcionando harmonicamente, cujo modo de interação é nativo do iOS 9 e do Watch OS, plataforma própria do gadget vestível com a icônica maçã. Os primeiros produtos compatíveis com a interface de automatização foram anunciados recentemente, portanto tudo está quase pronto para a estreia oficial da tecnologia que pode transformar nossas casas em verdadeiros centros tech.
Apple Pay chega à Europa na segunda metade do ano
Será já em julho que o Reino Unido vai tornar-se no primeiro país europeu a receber o sistema de pagamentos digitais. A Apple conseguiu parceria com oito entidades bancárias para o lançamento.
Santander, HSBC, American Express, Bank of Scotland e Halifax são alguns dos oito bancos com os quais a Apple estabeleceu parceria para o lançamento do serviço Apple Pay no Reino Unido, o primeiro país europeu a receber a ferramenta de pagamentos digitais.
Entre as empresas que vão aceitar o Apple Pay destacam-se nomes conhecidos como Lidl, MacDonalds, Costa, BP, Subway, KFC, SPAR, Starbucks e Nando's. Mais interessante: o Apple Pay vai poder ser usado no sistema de transportes públicos de Londres.
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Apple WWDC 2015: Apple Pay
A Apple anuncia ainda o suporte do Apple Pay para cartões de fidelização e promoções, sendo que atualmente as parcerias são ainda limitadas, mas deverão expandir rapidamente. No entanto uma característica interessante é de que o Apple Pay será capaz de reconhecer a loja na qual está a fazer o pagamento e usar os devidos descontos ou vantagens de fidelização de forma automática.
Neste sentido, mas num outro anúncio, a aplicação Passbook da Apple foi renomeada de Wallet, para que se assemelha mais a uma carteira real onde o utilizador pode encontrar tudo o que precisa para fazer compras com a maior comodidade - e agora também ao melhor preço.
Retalhistas nos EUA começam a bloquear o Apple Pay
O Apple Pay foi uma das últimas novidades que a Apple apresentou. Este sistema de pagamentos promete simplificar a vida a todos os que o usem, garantindo que todas as compras são feitas de forma segura e sempre controladas por um iPhone ou um iPad.
Se a aceitação do público parece ser total, muito graças à utilização de um equipamento que muitos possuem e que está pronto a fazer esses pagamentos, começa a surgir agora uma resistência por parte de muitas marcas e superfícies comerciais, havendo muitos retalhistas que o começaram a bloquear.
A forma de bloqueio que estas marcas estão a adoptar é muito simples e consegue desactivar de forma permanente os pagamentos dos iPhones nos novos terminais.
A forma encontrada foi através do simples recurso ao desligar do NFC nesses novos terminais de pagamentos, o que impede assim a comunicação entre os dispositivos Apple e os terminais.
Este bloqueio não é anormal e tem uma razão muito simples. Estas marcas pretendem lançar o seu sistema alternativo de pagamento e por isso pretendem que os pagamentos do Apple Pay não sejam disponibilizados, levando os consumidores a abandoná-lo e a adoptar o seu, quando este for lançado.
Para já, e de acordo com o site TheVerge, são várias as marcas que adoptaram este bloqueio e que estão a impedir os pagamentos via Apple Pay. Não são marcas com pouca adesão, e que vão conseguir colocar alguns entraves à disseminação do sistema de pagamentos da Apple.
A lista de marcas que está a bloquear o Apple Pay é para já a seguinte: Wal-Mart, Best Buy, Rite Aid e CVS.
Se esta atitude parece contraditória ao que o mercado está a adoptar, faz sentido se o sistema a ser apresentado estivesse a chegar.
Este novo sistema, que se chama CurrentC, está a ser implementado desde 2012 e resulta de um consórcio de várias marcas para implementar um sistema que conseguisse contornar as taxas que existem para os pagamentos móveis.
Não se espera que o CurrentC chegue ao público antes do próximo ano e este assenta numa tecnologia um pouco mais ultrapassada do que aquela que o Apple Pay usa.
É através da leitura de um código QR que o CurrentC comunica com a aplicação que é usada para realizar os pagamentos, que são debitados directamente na conta do consumidor.
Estes bloqueios à utilização do Apple Pay não são exclusivos dos Estados Unidos e foram também implementados noutros países, normalmente associados a marcas que estão a tentar implementar os seus próprios sistemas.
Esta nova área de investimentos é muito apelativa para um grande leque interessados, desde a banca até aos fabricantes de equipamentos, passando também pelas próprias operadoras.
Todos querem obter algum lucro com estes pagamentos e por isso esta guerra está apenas a iniciar-se. O utilizador deverá ter de instalar aplicações diferentes para cada tipo de pagamento, o que não é de todo desejado.
Resta saber se a Apple se limitará a ver este tipo de bloqueios ou se avançará com acordos que vão além da banca e dos sistemas de pagamentos, alargando a sua área de influência às próprias marcas e até aos retalhistas.
NFC do iPhone 6 só funcionará com o Apple Pay
Teccnologia Near Field Communication (NFC), que estreia nos iPhones 6 e 6 Plus a partir do sistema de pagamentos por proximidade Apple Pay, será restrita apenas a essa função nos smartphones — ao menos por enquanto.
A confirmação partiu de fontes da própria Apple, que revelaram a informação ao site Cult of Mac. Isso significa que, por enquanto, o NFC não será disponibilizado para desenvolvedores interessados em trabalhar com o chip da empresa — o próprio marketing do produto fala somente no Apple Pay, não na sigla da tecnologia em si. O mesmo aconteceu com o Touch ID, o sensor biométrico da empresa, mas a expectativa é que essa função seja posteriormente liberada.
Caso o uso das tecnologias do chip NFC não seja restrito depois de algum tempo, funções como pareamento de aparelhos, outros sistemas de pagamento e até ativação de portas, carros e outros dispositivos inteligentes poderiam surgir nos novos iPhones.
FONTE(S)
Apple apresenta o serviço Apple Pay..... está declarada guerra às carteiras e aos cartões ( atualizado)
Tal como apontavam muitos rumores, os novos iPhone 6 irão “substituir” a tradicional carteira e permitir pagamentos. O Apple Pay combina o hardware com software e através de um serviço será possível efectuar pagamentos de uma forma muito rápida, cómoda e segura. Para pode usar o Apple Pay, o utilizador apenas terá de associar o cartão de crédito ao iTunes.
A Apple quer acabar de vez com as carteiras e com os cartões de pagamentos. Com o anuncio do novo serviço Apple Pay, os utilizadores passarão a poder efectuar pagamentos com o seu iPhone recorrendo para isso à tecnologia NFC e também ao TouchID (one touch check-out) para que o processo seja o mais simples e seguro possível. Está também prevista a integração com o Passbook.
A tecnologia Near Field Communication (NFC), permite trocar informações sem fios e de forma segura entre dispositivos compatíveis que estejam próximos uns dos outros. Ou seja, logo que os dispositivos estejam suficientemente próximos, a comunicação é estabelecida automaticamente, sem que haja necessidade de qualquer configuração, emparelhamento ou software adicional.
Para que tudo funcione, o utilizador apenas terá de associar os seus cartões à conta de iTunes.
Para efectuar um pagamento é tão simples como carregar no TouchID.
Para associar ou mudar os cartões, o utilizador poderá recorrer à câmara iSight, ficando este de imediato associado ao serviço Apple Pay.
Ao nível da segurança do serviço, a Apple refere que este é um serviço totalmente seguro, uma vez que a segurança integra hardware com software…algo que só a Apple consegue fazer.
We have security integrated throughout both hardware and software in a way only Apple can.
A Apple destaca ainda o facto da informação não ser passada para qualquer servidor da empresa. Cada transacção é autorizada através de um número único. Se o utilizador perder a carteira, perde também todos os cartões…se o utilizador perder o iPhone, pode de imediato cancelar todos os cartões.
Este serviço irá funcionar, por agora, apenas nos Estados Unidos tendo a Apple trabalho com 3 das maiores redes de pagamentos: American Express, MasterCard e Visa. Há também já algumas marcas que estão prontas para funcionar com o Apple Pay, como é o caso da Nike, Disney, MacDonalds, etc.
Mais.....
Partindo da premissa de que todos os que tentaram criar um serviço digital que substitui a carteira das pessoas por completo, a Apple diz ter agora a solução ideal para o problema.
Acabou a resistência da Apple à tecnologia Near Field Communication: os novos iPhone vêm equipados com sistema NFC que acaba por ser o "segredo" do novo sistema de pagamentos eletrónicos desenvolvido pela marca da maçã - o Apple Pay.
Além do NFC a Apple vai conjugar o serviço com outras tecnologias de segurança como o TouchID - leitura de impressões digitais. A integração com serviços como o Passbook também está assegurada.
Os utilizadores vão poder continuar a usar os cartões de débito ou crédito que usam tradicionalmente e em formato físico, mas convertidos digitalmente. Será possível pegar no iPhone, tirar uma fotografia ao cartão e vê-lo associado ao Apple Pay.
A Apple também está a promover aquilo que chama de one touch check-out, que é a possibilidade de processar um pagamento apenas com um toque. Não será necessário introduzir outro tipo de informações como moradas associadas e outros elementos. Esta funcionalidade será sobretudo vantajosa para fazer compras e pagamentos online, que também serão suportados pelo Apple Pay.
