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Microsoft lançou finalmente o Live Lock Screen para WP 8.1



A data apontada para o lançamento do Live Lock Screen para o Windows Phone 8.1 não era precisa, mas apontava como sendo esta a semana em que seria tornada pública.

E tal como prometido a Microsoft cumpriu o calendário que impôs a si mesma e lançou a mais recente aplicação para melhorar e dar um novo look ao ecrã de bloqueio do Windows Phone 8.1.





O Live Lock Screen foi apresentado na última BUILD como um complemento ao Windows Phone 8.1, para dar a possibilidade aos utilizadores deste sistema operativo de tornarem o ecrã de bloqueio mais apelativo, ao mesmo tempo que reuniam nessa interface informação útil.

Esta aplicação não foi incluída no Windows Phone 8.1 propositadamente, para dar a possibilidade a qualquer um de escolher se a quer instalada e activa.

Com o seu lançamento, ainda que em Beta, os utilizadores podem agora instalá-la e ter o seu ecrã de bloqueio personalizado e com os elementos que realmente lhe interessam.



As opções que o Live Lock Screen tem disponíveis permitem que os utilizadores escolham em primeiro lugar qual o tipo de informação que querem ver e a forma como esta arrumada e em segundo lugar qual a imagem de fundo que vai ser usada.

Para a informação a ser apresentada existem seis modelos definidos, desde os mais minimalistas até aos mais complexos. O relógio está sempre presente, variando a informação vinda do email e das redes sociais.

Quanto às imagens de fundo, o Live Lock Screen tem duas opções. Ou escolhem as vossas imagens da vossa lista disponível no smartphone ou usam as que o Bing faculta.

O tempo de rotação das imagens pode ser alterado com base em 5 entradas pré-definidas: horária, a cada 4 horas, a cada 12 horas, diariamente ou nunca.Depois de terem configurado o Live Lock Screen este fica de imediato disponível no Windows Phone. A partir desse momento sempre que ligarem o vosso smartphone vão ver no ecrã de bloqueio a nova ferramenta da Microsoft.

Lembrem-se que o Live Lock Screen está ainda numa fase Beta, em Inglês e que apenas pode ser instalado em dispositivos com pelo menos 512MB de memória, sempre através da loja de aplicações do Windows Phone.

Instalem o Live Lock Screen e vejam o que a Microsoft tem estado a produzir para melhorar ainda mais o seu Windows Phone 8.1
Download: Live Lock Screen BETA
Preço: Gratuito
appStore_windows

Como instalar e correr aplicações Firefox OS no Android



A versão 29 do Firefox para o Android trouxe uma novidade que poucos deram por ela. Passou a ser possível instalar e correr aplicações criadas para o Firefox OS dentro do Android, de forma transparente e sem qualquer software adicional.

Mas e como é que este processo se desenrola? Como é que os utilizadores podem instalar e usar essas aplicações do Firefox OS dentro do Android? Vejam o guia que apresentamos abaixo e entendam todo este processo.






Com a chegada da versão 29 do Firefox ao Android, passou a ser possível aos utilizadores desta plataforma instalarem e usarem as aplicações criadas para o Firefox OS, sem que necessitem de qualquer emulador ou configuração especial.

A possibilidade de ter essas aplicações do Firefox a correr no Android baseia-se na utilização de Web API’s e de outras tecnologias web modernas. Com esses recursos os programadores conseguem criar aplicações que correm de forma plena e integrada no Android.

As aplicações do Firefox que vão instalar no Android vão estar a usar o motor do Firefox 29, desta forma, e sem que o utilizador tenha noção disso, o browser é usado, mas numa janela maximizada, sem que se veja a barra de endereço ou os elementos do browser.

Os requisitos para poderem usar esta nova funcionalidade são bastante simples. É apenas necessário que tenham instalada a versão 29 do Firefox, ou qualquer uma posterior, e que tenham acesso à Internet no vosso smartphone Android.



Depois de terem o Firefox instalado e a correr só precisam de o abrir e colocar na barra de endereço o link do Firefox Marketplace (https://marketplace.firefox.com/).

Nessa loja de aplicações só precisam de escolher a aplicação que querem instalar. Usem a barra de pesquisa ou naveguem directamente na lista de aplicações que são apresentadas. No nosso caso escolhemos a aplicação SoundCloud.

Carreguem então no botão Gratuito e o processo de instalação irá ser iniciado. É apresentado ao utilizador o pedido de confirmação de instalação da aplicação e quais as permissões de que irá necessitar.

Indiquem que querem instalar e o processo decorre sem qualquer problema, ficando no final a aplicação pronta para ser usada. Se quiserem podem indicar ao Android que querem que essa aplicação pode correr em segundo plano.



De imediato a aplicação fica disponível na vossa lista de aplicações para ser usada, junto das restantes que tiverem já instaladas. O ícone não apresenta qualquer diferença face às restantes e nem vão notar que é uma aplicação “especial”.

Mesmo a utilização da aplicação vai ser completamente integrada, não se notando a base do Firefox ou de qualquer outro elemento. Vai estar completamente integrada e a sua utilização vai ser plena.



O processo de desinstalação, como é esperado, decorre da mesma forma como fazem para qualquer aplicação Android.

Se querem saber como são as aplicações do ecossistema Firefox OS então esta é uma excelente forma de o fazerem. Podem instalá-las e usá-las no Android como se qualquer outra aplicação fosse, tal como o poderão fazer no Firefox OS.

Vejam o que as novas tecnologias web, nomeadamente o HTML5, o CSS 3 e o Javascript, permitem criar. São aplicações completas e sem qualquer diferença para as criadas com linguagens de programação mais poderosas, mas ao mesmo tempo mais exigentes.

Outlook.com para Android deixa dados dos utilizadores vulneráveis

A aplicação da Microsoft para o serviço próprio de email apresenta duas características que na opinião da empresa de segurança Include Security baixam de forma significativa os níveis de segurança do software.

                               

                      

Todos os documentos anexados a mensagens de correio eletrónico na aplicação Outlook.com para Android ficam guardados numa pasta no cartão de armazenamento que pode ser acedida por outras aplicações. Para isso basta que as outras aplicações possam ter a permissão Read_External_Storage.

Basta portanto que o utilizador tenha uma aplicação maliciosa instalada no smartphone ou tablet para poder ter os anexos descarregados do email a serem roubados de forma simples. Também uma pessoa que tenha acesso físico ao telemóvel pode descarregar estes ficheiros.

Para resolver esta questão a empresa de segurança aconselha que o modo USB Debugging esteja desativado e que o telemóvel tenha uma aplicação instalada que encripte todos os dados.

Como explica o ZDNet, na versão 4.4 do Android a Google permite que as aplicações tenham uma pasta privada no cartão de armazenamento externo, mas que todas as versões anteriores do sistema operativo estão sujeitas à vulnerabilidade.

No início de maio foi descoberta uma falha semelhante na aplicação de email do iOS 7 quetambém não encriptava os anexos dos emails, deixando-os expostos a um roubo mais fácil.

A segunda funcionalidade que condiciona os níveis de segurança da aplicação Outlook.com é ao nível da definição de um pin de proteção. Num primeiro momento o utilizador escolhe proteger a aplicação através de um código de acesso – o que acontece -, mas num segundo momento a Microsoft diz que o pin serve para proteger os emails, quando isso não acontece.

O código, explica a Include Security, serve exclusivamente para controlar o acesso à aplicação e não implica, por exemplo, qualquer tipo de encriptação para os emails dos utilizadores, como parece dar a entender. Para pormenores técnicos sobre as falhas os leitores podem consultar o relatório completo da empresa. 

Facebook compra WhatsApp por 11.6 milhões de Euros ... a bomba

Facebook compra aplicação de mensagens WhatsApp

O Facebook anunciou que adquiriu a aplicação de mensagens instantâneas WhatsApp por 16 mil milhões de dólares (11,6 mil milhões de euros), a sua aquisição mais relevantes em dez anos de existência.
Do total, quatro mil milhões de dólares serão pagos em numerário e mil milhões em ações Facebook. Está também previsto que os fundadores e assalariados do WhatsApp recebam três mil milhões de dólares em ações Facebook, durante quatro anos, depois da concretização da operação.
"O WhatsApp está em vias de ligar mil milhões de pessoas. Os serviços que atingem este nível têm todos um valor incalculável", comentou o presidente e fundador do Facebook, Mark Zuckerberg.
"O WhatsApp construiu um serviço de mensagens móvel em tempo real que tem uma posição de liderança e cresce muito depressa", destacou o Facebook, no seu comunicado, acrescentando que o serviço conta com mais de 450 milhões de utilizadores mensais, dos quais 70% são ativos diariamente, e que mais de um milhão de pessoas abre uma conta por dia.
O volume de mensagens enviadas aproxima-se do "volume total dos SMS dos operadores de telecomunicações mundiais", garante ainda o Facebook.


Instale o WhatsApp no seu computador e converse com seus amigos... saiba como!

eMed.pt - Aplicação do Infarmed ajuda a poupar no valor Receita Médica....permitem a verificação da existência de medicamentos mais baratos.

A aplicação foi ontem disponibilizada pelo Infarmed e tem algumas funcionalidades que permitem a verificação da existência de medicamentos mais baratos.








A consulta dos preços dos medicamentos e a comparação com outros fármacos disponíveis, com preços mais baixos, é a principal funcionalidade da aplicação eMed.pt - Poupe na Receita, mas não a única. 



A identificação de um determinado medicamento pode ser realizada pela leitura do código de barras disponível na embalagem do medicamento ou na receita médica, recorrendo à câmara fotográfica do telemóvel, ou através da pesquisa do nome do medicamento. 

Desta forma os consumidores podem saber imediatamente quanto terão de pagar no total de uma determinada receita, e simular outras conjugações que possam ser mais económicas. 


A eMed permite ainda aceder a informações do folheto informativo do medicamento e criar um plano de horas de toma, a partir de um sistema de alertas. Existe ainda informação sobre as farmácias mais próximas, recorrendo à localização do telemóvel. 

Algumas das funcionalidades estão disponíveis também em modo offline, reduzindo o consumo de dados no telemóvel. 



A app eMed.pt - Poupe na Receita - foi desenvolvida pela Codepixel, uma empresa portuguesa, para o Infarmed. Para já está disponível gratuitamente para utilizadores de iPhone, mas o objetivo é alargar em breve a presença da aplicação para smartphones Android, garante o Infarmed. 



SAPO Promos....SAPO anunciou o lançamento de aplicação para ficar saber de todas as promoções... quero poupar!




                     


O SAPO anunciou o lançamento do SAPO Promos, uma aplicação que permite seguir as promoções de diversas em lojas em diferentes áreas. A aplicação está disponível via web e através de dispositivos móveis.

                  


O serviço reúne informação sobre campanhas em vigor nos supermercados, lojas de eletrónica, lojas de bricolage ou oficinas, entre outras. Agrega num mesmo local toda a informação detalhada pelas marcas nos folhetos de desconto que reúnem campanhas promocionais.

Entre as marcas que se juntaram ao SAPO Promos já nesta fase de arranque contam-se o Aki, Continente, El Corte Inglés, Midas, Sport Zone, Worten entre outras, conforme explica a empresa numa nota de imprensa.

O utilizador é notificado sempre que existem novas promoções nos domínios que definir como áreas de interesse. O sistema de entrega de notificações é também definido tendo em conta a localização do utilizador em cada momento.

O SAPO recebe 4,7 milhões de visitantes únicos todos os meses, que asseguram cerca de 130 milhões de páginas visitadas. O portal, que pertence ao grupo PT, já tinha outras iniciativas na área das compras com desconto, através do canal SAPO Voucher.


                

Mais aplicações para ver as melhores promoções...Promoclick,Kuantize



iRing controla aplicativos de música para iPhone, iPad via gestos.. basta um anel no teu dedo

iRing controla iPhone, iPad aplicativos de música via gestos

O gadget $ 25 é voltado para aplicativos de música profissionais, mas o desenvolvedor prevê um papel em jogos, de saúde e fitness aplicativos e outros softwares móveis.

iRing
(Crédito: IK Multimedia)
iPhone, iPad e iPod Touch proprietários que usam aplicativos de música pode controlá-los agora através de um anel em seu dedo.
O lançamento deste trimestre, a um preço de US $ 25, o iRing responde aos gestos de suas mãos para realizar tarefas específicas em um dispositivo iOS. Aninhado em seu dedo, o anel de dupla face fala com a câmera do seu dispositivo, que lê seus vários gestos. Simplesmente pode mover sua mão para cima e para baixo, esquerda e direita, ou torcê-lo em torno de controlar a ação.
Criado pela IK Multimedia, o iRing suporta aplicativos de música da empresa, incluindogroovemaker e VocaLive . Como tal, ele é voltado para DJs profissionais e fabricantes da música que gostariam de gerenciar suas músicas e efeitos sonoros, sem ter que tocar o seu iPhone ou iPad .
Mas a empresa quer expandir o poder do anel para além das simples aplicativos de música.É encorajador desenvolvedores de jogos, saúde e software de fitness, e outros aplicativos móveis para tirar proveito da tecnologia. Desenvolvedores interessados ​​podementrar em contato IK Multimedia para saber mais .
O iRing é para pré-venda no site da IK Multmedia e selecione instrumento musical e lojas de eletrônicos de consumo. Os compradores podem escolher um trabalho de pintura de branco, prata ou verde. Dois aplicativos que trabalham com o iRing - Iring FX / Controladoria e iRing Music Maker - estarão disponíveis como downloads gratuitos da App Store da Apple.

PlayStation 4 só vai ter uma aplicação de conteúdos em portugal

PS4: Joey Chiu is the first to buy Sony's next-gen console at the Standard High Line in New York

A Sony já revelou quais as aplicações de música e de vídeo que vai ter disponíveis na Europa e no resto do mundo. Em comparação, em Espanha e na Alemanha vão existir sete serviços de conteúdos diferentes.

Os jogadores portugueses só vão ter um serviço de conteúdos disponível na PlayStation 4: o VidZone, uma plataforma de música e de vídeos musicais. A oferta acaba por parecer escassa tendo em conta a quantidade de aplicações que outros países vão ter acesso.

Os "vizinhos" espanhóis por exemplo vão ter disponíveis sete serviços de conteúdos, o mesmo número que os alemães. Nem os próprios serviços Sony Music Unlimited e Video Unlimited vão estar disponíveis numa primeira fase no mercado nacional.

Na quantidade de plataformas de conteúdos digitais os utilizadores do Reino Unido são os mais afortunados ao terem disponíveis 11 serviços diferentes, entre os quais estão o Netflix e o LOVEFiLM.

Para o ano de 2014 e segundo informa a Sony, existem planos para lançar até mais 20 serviços diferentes de conteúdos na PlayStation, não se sabendo ainda se algum dos quais vai ficar disponível em Portugal.

Numa resposta a um comentário de um utilizador português o diretor de desenvolvimento de negócios da SEE para a EMEA, Anthony Clark, revelou que vão haver novidades sobre Portugal em breve. Esta pode ser uma referência à disponibilização dos serviços Sony Music Unlimited e Video Unlimited que já podem ser acedidos em vários países europeus. 

Primeiras impressões PlayStation 4

A consola da Sony estreia nas lojas portuguesas às 00 horas de sexta-feira, dia 29 de novembro. A empresa tem a consola preparada. Os jogadores também estão preparados. Mas falta alguma preparação aos jogos.

É como se as águas já tivessem rebentado. A Sony está pronta para dar à luz a nova PlayStation no mercado português. A consola da tecnológica japonesa - a par da Xbox One - tem dominado as atenções da imprensa especializada. E não é para menos. A última grande estreia da PS foi em 2006.

Entretanto já passaram quase sete anos e a tecnologia evoluiu bastante, principalmente em áreas que na data eram pouco preponderantes - caso da mobilidade e das redes sociais. Mais do que evolução gráfica, é importante perceber como evoluíram as consolas para se adaptarem a estes novos conceitos.

A Sony Portugal tem dado a conhecer com antecipação a nova consola à imprensa e o TeK foi ter o primeiro contacto. A sensação imediata com que se fica é a de que a Sony consegue endereçar as três principais necessidades dos gamers: jogabilidade, conectividade e mobilidade. 
os interessados em comprar a consola vão poder contar com vários eventos de meia-noiteespalhados de norte a sul de Portugal. De quinta para sexta-feira muitas lojas de retalho vão abrir portas para os jogadores mais famintos saciarem a fome. O preço é de 399, mas sobre este tema podem encontrar outras considerações mais à frente. 

Insert Coin 
Começando pelos jogos. Há de facto um salto notório a nível gráfico e de poder de jogo nos títulos que foram experimentados. Mas estão longe de ser a revolução visual que muitos estavam à espera certamente. E cada vez menos se vai notar esta diferença entre gerações de consolas e motores gráficos. 

A resolução Full HD e a fluidez imparável dos títulos dão outro aspeto aos jogos, sem dúvida, mesmo os que nem se focam tanto na parte gráfica. O TeK experimentou alguns dos títulos de lançamento que a Sony tem preparados para a PlayStation 4: Knack, Killzone ShadowFall, FIFA 2014, Call of Duty: Ghosts, Assassins Creed IV: Black Flag, Blacklight Retribution, Contrast e Resogun. 

A opinião que fica é de que existem jogos de terceira geração e meia e jogos de quarta geração. Assissins Creed IV é um dos jogos 3,5G. Está melhor graficamente, os cenários apresentam detalhes e sombras que na PlayStation 3 não se destacam, mas o jogo não representa uma revolução visual. O mesmo se passa com o Call of Duty: Ghosts. 

O problema para estes jogos é que algumas televisões ao lado estava um jogo que foi criado e desenhado especificamente para a PlaySation 4: Killzone Shadow Fall. E aqui sim já se começa a perceber o que estas consolas de nova geração têm para dar. 

PlayStation 4 TeK

PlayStation 4 TeK

As texturas, os brilhos e as diferenças de tons estão mais reais do que nunca graças à potência gráfica da consola. A fluidez também é notória, mesmo em cenários pesados e com muitas personagens no ecrã. Apesar de o jogo não estar a receber as melhores críticas, sobretudo pela jogabilidade linear, quem quiser ter a verdadeira experiência PlayStation 4 tem que dar uma oportunidade a este jogo. Nota-se aqui uma diferença de qualidade significativa e assinalável. 

Os gráficos melhorados da PS4 também representam uma oportunidade para títulos menores e para produtores independentes. O jogo de plataformas Knack por exemplo aproveita pouco da potência que a consola disponibiliza, mas não deixa de ser visualmente atrativo. Mais do que a definição, o TeK volta a destacar a fluidez que o título apresentou. As transições entre ecrãs de jogo são "reais", não havendo uma quebra notória como acontecia há alguns anos. 

Por isso é que no início do texto se diz que falta preparação aos jogos. Muitos dos títulos grandes que são apresentados na lista inicialmente disponível para a PlayStation 4 são versões "trabalhadas" do jogo que foi criado para a PS3. 

Agora quando em 2014 chegarem jogos como The Order: 1886, Infamous: Second Son, Metal Gear Solid V: The Phantom Pain, The Witcher e Final Fantasy XV: Lightning Returns é que os jogadores vão sentir e aproveitar nas melhores condições a PS4. 

PlayServices 
Talvez seja este o tópico de análise onde residem os grandes fatores de diferenciação da PlayStation 4 - sim, porque a Xbox One também vai ter potência gráfica. 

A Sony apresenta um conjunto de funcionalidades próprias que dão mais significado ao ato de jogar. Primeiro a opção de partilha de jogo. Com a PS4 é possível publicar os últimos 15 minutos jogados nas redes sociais e é possível fazer um live stream da ação que está a decorrer através de um serviço próprio: o Share. 

PlayStation 4 TeK

No comando de jogo existe inclusive um botão dedicado para a partilha, o que mostra a importância do fator social na nova consola. 

Esta ligação com o mundo pode parecer presunçosa, mas os gamers são sujeitos orgulhosos - tanto dos feitos como das peripécias que vão sofrendo nas várias aventuras. E certamente que este será um serviço que a PlayStation vai dizer daqui a uns tempos que é um dos "mais usados em toda a plataforma, por milhões de utilizadores". 

Depois há o Playroom. Podia ter figurado na parte dos jogos, mas acaba por ser mais uma funcionalidade do que um título. Aqui a Sony explora as capacidades do Eye Camera, dos sensores integrados no comando e a Realidade Aumentada. Na PlayStation Vita a Sony já tinha dado um "cheirinho" da realidade aumentada, mas com a PS4 vai um passo mais longe. 

A experiência com os AR Bots pode ser realmente divertida. Mais do que falar, fica o vídeo de apresentação no programa norte-americano do apresentador Jimmy Fallon que mostra, na perfeição, as potencialidades deste modo de entretenimento em realidade aumentada:



Depois o serviço de streaming de jogos - de jogos, repita-se - para a PlayStation Vita. A Sony aproveita as duas consolas que tem da melhor maneira possível. A Vita além de ter o seu conjunto de jogos próprios, vai poder reproduzir quase todos os títulos da PS4. 

E isto é a portabilidade ao maior nível. Além da tecnológica japonesa ter renovado as aplicações móveis para smartphones e tablets, o facto de poder largar a consola e ir para outra divisão da casa e continuar o jogo é um elemento de peso. A Wii U da Nintendo já faz isto muito bem, diga-se de passagem. Mas no caso da Wii U o comando com ecrã secundário não funciona como uma consola independente, caso o jogador assim o entenda. Aqui a Sony sai a ganhar. 

Por fim o interface de utilizador. A Sony criou uma experiência unificada. Usar a Vita, usar as novas apps móveis e usar a PlayStation 4 é tudo familiar. Existem funcionalidades chave como a lista de amigos, a possibilidade de ter conversações com outros jogadores, fazer uma festa de jogo e aceder à PlayStation Store. 

Por explorar fica os serviços de conteúdos - se é que vão existir em Portugal. Fica para uma fase em que a consola chegue às redações para um teste mais aprofundado. 

Maquinaria da pesada 
A nível de especificações a PlayStation 4 está na linha da frente - algumas análises mais detalhadas apontam mesmo a consola da Sony como ligeiramente superior em capacidade à Xbox One. E sobre as espeficicações o TeK já se debruçou. 

Fala-se agora da construção. A PlayStation 4 come-se melhor com os olhos do que com as mãos. A consola é visualmente apelativa e tem um design arrojado graças às suas linhas quadradas, mas desalinhadas. Um quadrado negro com uma luz em degradé que a atravessa. Uma peça que se encaixa sem problemas numa sala de estar moderna. 

Mas, quando a consola é tocada e sentida com as mãos, fica a sensação de que o material de construção não é o mais apelativo. A consola não é feita para se mover de um lado para o outro, mas aparenta ser frágil e com uma qualidade de construção questionável. Mas também, a PlayStation não é como um smartphone, que se exibe diariamente. 

Existem pormenores que a Sony trabalhou de forma muito atenciosa, como o facto de conseguir esconder quase todos os elementos não estéticos - botões de iniciar e ejetar disco, e entradas multimédia misturadas com um ladrilhado na parte traseira. 

Depois há o comando. Muito bem conseguido. Suficientemente igual aos antecessores para ser em tudo familiar, com elementos diferenciadores o suficiente para parecer renovado e revolucionário. O painel sensível ao toque que existe no meio do periférico é também ele clicável, algo que acabou por surpreender. E desta característica a Sony vai conseguir criar muito gimmick para os jogos. 

PlayStation 4 TeK

Não foi sentida uma grande diferença nos dois joysticks, mas já há uma diferença considerável nos botões traseiros, agora assemelham-se mais a gatilhos. No geral o comando parece ter uma nova textura, agradável ao toque, e as cores vermelha e azul prometem dar cor à jogabilidade. 

Mas o que mais visualmente chama a atenção na quarta incursão do Dual Shock é o LED traseiro, a luz que muda de cor e ajuda a identificar os jogadores, a luz que "comunica" com a Eye Camera e permite formas diferentes de jogo. Possivelmente se não existisse não haveria problema, mas é um extra bem-vindo e que é funcional. 

Em resumo, a PlayStation 4 é uma consola verde, mas que faz crescer água na boca. Tudo o que faz, faz bem e muito depressa - trocar de jogos demora tanto como cinco a seis segundos, o que é impressionante. 

O timing para o lançamento da consola parece correto - antes do Natal, mesmo a tempo de entrar no sapatinho de muita gente. Dificilmente os gamers estariam dispostos a mais um ano sem a entrada de uma "grande" consola. 

Mas fica a sensação de que faltam jogos, jogos com qualidade e pensados exclusivamente para o poder de fogo da PS4. Não se pediam dezenas de títulos no dia de lançamento, mas ter o Killzone como a única grande bandeira da inovação da consola parece pouco. Mais dois ou três títulos e os jogadores iam ficar loucos de entusiasmo. 

Por fim a análise ao preço. 399 euros. Parece mais do que justo e parece ter acertado na mouche. Existem especificações de topo, existem características únicas, há um Dual Shock novo e há um serviço de jogo baseado na cloud que está na calha. 

Se vale a pena comprar? Recolha-se durante uns momentos, leia a análise alargada defactores a ter em conta na escolha de uma consola e decida em consciência. Pagar 400 euros por um produto completo, que só tende a melhorar, e que vai durar entre seis a oito anos é um investimento seguro. 

Meo Go para ver TV fora de casa já é usada por 600 mil

A aplicação que permite usar os serviços de televisão do Meo no smartphone já é usada por 600 mil utilizadores, revelou hoje a Portugal Telecom.

De acordo com os números avançados pela empresa, a aplicação que permite aceder aos serviços do Meo através de dispositivos móveis com sistema operativo Android foi já descarregada 500 mil vezes. Já a aplicação para iOS foi descarregada 100 mil vezes.

O Meo Go está disponível para todos os clientes da operadora. Permite ver cerca de 70 canais de televisão em direto no tablet, smartphone ou PC, garantindo acesso a toda a grelha de programação dos canais. Permite também ver gravações e alugar e ver filmes do Meo videoclube.

O Meo Go tem aplicações para Android, iOS, Windows Phone, Windows 8 e para smart TVs. O Android, plataforma móvel líder de mercado, é também aquela onde a aplicação tem obtido maior sucesso, liderando nos downloads realizados em Portugal na secção multimédia e vídeo.

O Meo é o serviço de televisão por subscrição da Portugal Telecom, uma oferta que inclui o M4O, a grande aposta da operadora para a integração de serviços fixos e móveis de voz e dados. O M4O angariou 1,3 milhões de clientes desde que foi lançado há menos de um ano, de acordo com os últimos números revelados pela PT. 



6 aplicações do novo Android KitKat que já pode instalar

A versão 4.4 do sistema operacional para mobiles da Google inspirou o lançamento de vários aplicativos. 



A mais recente versão do sistema operacional Android foi anunciada no final de outubro. Assim, nos próximos meses vários mobiles serão agraciados pelo SO 4.4 da Google – que chega ao mercado sob o codinome KitKat. E diversas implementações deverão ser notadas por quem fizer uso do software desenvolvido pela Gigante das Buscas para plataformas móveis.
Contudo, smartphones e tablets estrangeiros já tiveram a chance de experimentar o KitKat. Nova interface para email, um novo launcher, mais recursos de gerir de chamadas e a possibilidade de fazer impressões usando um mobile da Google como interface são algumas das novidades que o novo sistema operacional promete oferecer aos seus usuários.
6 recursos do novo Android KitKat que você já pode terPlay Store deverá disponibilizar estes apps em breve. (Fonte da imagem: Repdoução/Blogrope)
E que tal experimentar alguns dos aplicativos desenvolvidos especialmente para o KitKat em seu próprio aparelho? Acontece que certos novos apps são compatíveis com versões atuais do Android – em determinados casos, o download do software via Play Store terá de ser substituído pela instalação de um ou mais APKs. Confira a seguir seis aplicativos que revelam os recursos que certamente farão parte do KitKat:

1. Instale o launcher do Android 4.4 (APK)

A interface do novo launcher não é muito diferente daquela já usada pelo iniciador do Jelly Bean, é verdade. Mas recursos de fato mais práticos integram a nova versão do launcher para o KitKat. Para fazer uma busca usando o motor Google, por exemplo, basta que um toque seja dado sobre o canto esquerdo da tela do aparelho – não é preciso mais acessar um widget específico se a sua intenção for, justamente, realizar pesquisas via Google (assista abaixo a uma demonstração das novas ferramentas).
Atenção: em parte dos aparelhos, a instalação do novo launcher será feita a partir do download de 3 APKs. Até o momento, apenas versões superiores à do Android 4.1 são capazes de rodar este recurso. Tenha a noção de que problemas podem acontecer durante a execução do aplicativo, uma vez que esta não é ainda a versão oficial do app. Feitos esses esclarecimentos, veja então como instalar o launcher em seu mobile.

Passo a passo

Antes de instalar os 3 APKs, atualize o Google Search via Play Store em seu Jelly Bean. Feito isso, descompacte e instale apenas o arquivo GoogleHome.apk – em alguns casos, este processo deverá ser suficiente para o sucesso na instalação do launcher.
6 recursos do novo Android KitKat que você já pode ter
Se a atualização do Google Search não permitir a instalação completa do launcher, baixe os APKs (clique sobre o botão “Baixar” acima), descompacte-os e os instale na seguinte ordem:
  1. PrebuiltGmsCore.apk
  2. Velvet.apk
  3. GoogleHome.apk
Feito isso, pressione o botão Home, selecione o launcher instalado e aproveite os recursos desta atualização.

Problemas?

Alguns usuários têm relatado problemas ao executar o aplicativo Google Search – parece que o app acaba sendo automaticamente encerrado em determinados mobiles. Se esse erro estiver se manifestando em seu aparelho, baixe este arquivo, descompacte-o e o cole no diretório do seu sistema. Antes de fazer isso, porém, salve a extensão original com outro nome e a tenha à mão no caso de um reboot precisar ser executado.

2. Baixe o novo Caller ID (Play Store)

O Caller ID é outro dos promissores aplicativos lançados juntamente com a inauguração do Android KitKat. Mas o que há no app de tão interessante? Em uma primeira análise, fica fácil confundi-lo com apenas mais um simples administrador de chamadas. Porém, funções verdadeiramente úteis de gerenciamento de contatos e ligações são oferecidas por Caller ID.
6 recursos do novo Android KitKat que você já pode ter (Fonte da imagem: Reprodução/PlayStore)
Para instalá-lo, basta que um rápido acesso seja feito junto à Play Store (clique aqui). Ao contrário do launcher do KitKat, versões mais antigas do sistema operacional da Google para mobiles são capazes de executar este aplicativo – compatível com edições superiores à do Android 2.2.

3. Uma nova interface para seus emails (APK)

Apesar de ser semelhante ao Gmail, este aplicativo não é uma atualização do gerenciador de mensagens pessoais da Google.

6 recursos do novo Android KitKat que você já pode ter
Se deseja experimentar o que este app pretende oferecer aos donos do Android KitKat, um download deverá ser feito: faça seu login com uma conta Gmail, baixe o APK e instale-o em seu mobile para colocar esta nova proposta à prova (clique aqui) – este software é compatível com sistemas superiores à versão 4.2 do Android.
6 recursos do novo Android KitKat que você já pode ter (Fonte da imagem: Reprodução/AndroidPolice)

4. Não perca seu tempo! (APK)

O lançamento do novo Android inspirou de fato os desenvolvedores de aplicativos. A atualização do controlador de tempo para dispositivos móveis também concentra funções de cronometro, despertador e mostrador de hora em uma mesma interface.
6 recursos do novo Android KitKat que você já pode ter
Apesar de existirem em versões anteriores à do KitKat, os recursos para o sistema 4.4 contam agora com um estilo gráfico mais elegante e minimalista. Várias opções de modos de exibição de horas, por exemplo, podem ser ativadas nesta atualização.
6 recursos do novo Android KitKat que você já pode ter                                          (Fonte da imagem: Reprodução/AndroidPolice)
Quer deixar a tela do seu smartphone ou tablet Android com um visual diferente? Pois então baixe este APK e instale-o em seu aparelho. Mas tome nota: pode ser que  precise limpar os dados de instalação para que este novo relógio rode sem engasgos em seu dispositivo (requer Android 4.2 ou superiores para o pleno funcionamento).

5. Atualização do Google Cloud Print (Play Store)

Uma versão atualizada do Google Cloud Print já pode ser baixada via Play Store. Este aplicativo permite que um dispositivo Android conecte-se a uma impressora compatível também com o Google Cloud Print e imprima arquivos armazenados, por exemplo, pela galeria do aparelho. Sistemas iguais ou superiores ao Android 2.3.3 já podem fazer o download do app diretamente via Play Store (clique aqui).

6. A versão 2.0 de Hangouts (APK e Play Store)

O popular aplicativo Hangouts está agora em sua versão 2.0. Isso significa que você poderá desfrutar de recursos mais ousados com esta encorpada ferramenta: mensagens via SMS e MMS, compartilhamento de localização em mapa e até mesmo suporte a animações em GIF são ações atualmente possíveis em Hangouts 2.0.
6 recursos do novo Android KitKat que você já pode ter
Você pode fazer o download do APK por meio deste link ou acessar a loja online de aplicativos da Google aqui – a versão atualizada do mensageiro é compatível com versões 2.3 e superiores do sistema Android.
....
Antes de baixar qualquer um dos aplicativos listados acima, certifique-se de verificar a compatibilidade entre o seu mobile e o app selecionado. É importante dizer também que a Play Store deverá disponbilizar versões de cada um dos recursos desta lista em breve.

5 websites - as ferramentas para desenvolver as suas aplicações

5 websites onde pode desenvolver as suas aplicações

Tem uma ideia para fazer dinheiro no mercado móvel mas faltam-lhe os recursos para investir no desenvolvimento? Experimente uma das plataformas que lhe sugerimos.

As ferramentas para desenvolver aplicações são cada vez mais simples, intuitivas e modulares e há algumas que não obrigam a grande esforço de desenvolvimento nem conhecimentos aprofundados de programação. Pelo menos para quem quer um resultado que é também simples e padronizado.

Se os kits de desenvolvimento fornecidos pela Apple, a Google e a Microsoft são demasiado complicados, pode encontrar online outras alternativas que, de forma gratuita ou por pouco dinheiro, facilitam o processo de desenvolvimento e publicação das apps nas principais lojas.

Com o crescimento do número de utilizadores móveis e o download de aplicações a atingir os cem mil milhões este ano, as oportunidades de conseguir algum sucesso são grandes.

Mesmo entre as centenas de milhares de aplicações que existem há espaço para novas ideias, ou para a exploração nova de algumas ferramentas que se podem tornar o próximo grande sucesso nas plataformas Android, iOS ou Windows Phone.

As plataformas que hoje sugerimos podem servir de rampa de lançamento mas não garantem o sucesso. A rota para chegar aos tops não vem em nenhum mapa, e para muitos é um autêntico mistério, mas se tem uma ideia para rentabilizar pode dar aqui os primeiros passos, investindo depois numa profissionalização quando o retorno começar a justificar.

Appmakr
O appmakr avisa logo a quem entra no site que não é preciso escrever código. O interface gráfico ajuda o utilizador a desenhar as aplicações para as principais plataformas móveis e há uma série de configurações a fazer de forma simples, com as cores, imagens, links e integração da informação.

appmakr

Há uma versão gratuita, que permite o desenvolvimento de aplicações nativas Android ou HTML5 e que inclui a publicação no mercado do App Makr, mas que inclui publicidade. Por um euro por mês dispensa os anúncios e por uma taxa de 9 euros mensais já garante o suporte das plataformas iOS e a publicação automática nas várias app stores.

Pode ainda pagar tudo de uma vez, o que custa 99 dólares, que dão acesso à versão completa e à publicação com a marca que escolher.

Quando chegar à altura de fazer uma verificação de erros a plataforma também dá uma ajuda, e classifica o resultado final de acordo com a qualidade obtida.

Appinventor
Bastante mais complicado, o Appinventor tem algumas opções que são mais adequadas a utilizadores avançados. Aqui só são suportadas aplicações para Android - embora a plataforma não esteja na esfera da Google.

Appinventor

Há uma série de ferramentas para desenhar a aplicação, incluir animações e localização, conversão de texto para voz e outras funções avançadas, a maioria delas explicadas nos tutoriais.

Mas falta aqui um passo importante: não há forma de submeter o resultado final à Play Store da Google para aprovação o que limita esta ferramenta a uma visão mais académica.

Appsbar
Se quiser apostar numa versão só HTML5 que corre em todas as plataformas a Appsbarpode ser uma boa experiência. De forma gratuita pode criar uma app mais ou menos diferenciadora num processo de acompanhamento passo a passo.

appsbar

A escolha do tipo de aplicação que quer criar é uma das primeiras decisões que condicionam todo o processo.

No final pode submeter a aplicação à apreciação da equipa do Appsbar e publicá-la na galeria que está disponível no site.

Build an App
Aqui são precisos apenas seis passos para desenvolver uma aplicação para iOS, BlackBerry, Android ou Windows Phone, mas qualquer que seja a opção não há versões gratuitas.

BuildanApp

É possível escolher um modelo pré definido ou optar por construir um, juntando depois os conteúdos que pretende disponibilizar, seguindo-se a fase de revisão e publicação.

Infinite Monkeys
Vale a pena verificar também o Infinite Monkeys, que tem também um serviço gratuito, reforçado depois da aquisição recente do Appmakr.

O site garante que a publicação de conteúdos depende apenas de processos simples, como clicar e arrastar conteúdos a partir de vários outros serviços online.

Infinite Monkeys


Há outras alternativas, umas tão simples como as que sugerimos e outras mais complicadas, mas não há nada como experimentar para ver qual a mais adequada ao seu projeto.

iPhone - App que liberta espaço na memória até 5GB


Aplicação liberta até 5 GB no seu iPhone

Chama-se Loom e assume-se como "o local" para guardar todas as suas fotos e vídeos, libertando espaço na memória do smartphone e facilitando a sincronização.



Loom

Para já está disponível apenas para iPhone e iPad, com uma versão desktop para MacOS que facilita a sincronização e descoberta das imagens e vídeo nas várias plataformas.

Depois da instalação o software recolhe toda a informação de fotografias e vídeos e carrega-os para a cloud, passando a funcionar depois como um serviço de stream e libertando o espaço no telemóvel e tablet.

As novas fotografias e vídeos são também sincronizadas automaticamente quando acede à aplicação, ou pode optar por a manter em funcionamento permanente, o que poderá levar a consumo excessivo de bateria e capacidade de memória.

O download é gratuito na App Store e o serviço na cloud é grátis até aos 5GB, pagando-se por espaço adicional. 

Aplicações travam mais vezes no novo iPhone 5s do que no 5c

Aplicações crasham mais vezes no novo iPhone 5s do que no 5c

Além dos ecrãs azuis apresentados, está a ser reportado um outro problema com o novo iPhone 5s: as aplicações bloqueiam com mais frequência do que o que acontece nos modelos 5c e 5.Aplicativos travam com mais frequência no iPhone 5S do que no iPhone 5 e 5C



A análise é da Crittercism, divulgada pelo AllThingsD, e a indicação é que o problema possa estar relacionado com a introdução de novo hadware, nomeadamente a arquitetura de 64bits.

O relatório teve por base centenas de milhões de aplicações desde a estreia dos modelos iPhone mais recentes e indica que os programas crasham cerca de 2% no iPhone 5s, uma taxa que tanto no iPhone 5c como no iPhone 5 é de menos de 1%.

A razão para tal acontecer reside provavelmente no facto de o novo processador A7 de 64 bits e o coprocessador M7 não terem sido testados em avanço pela comunidade de programadores, como é habitual suceder. A arquitetura do 5c é muito idêntica ao iPhone 5 e por isso o modelo não padece destes problemas.

Apesar de apontar as falhas, a Crittercism sublinha que não é incomum registarem-se ratios mais elevados de crashes quando é lançado um novo dispositivo ou sistemas operativos.

Acrescenta ainda que a Apple, provavelmente, já está a par dos problemas, que em breve estarão resolvidos. "Já foram lançadas duas atualizações para o iOS 7 … A Apple está a fazer um grande trabalho à medida que eles vão surgindo". 

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