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16 melhores jogos online gratuitos
Vários estilos e com acesso rápido, os joguinhos online são uma ótima opção de entretenimento quando você não quer ter muito trabalho para instalar e comprar games mais elaborados. Jogados diretamente no navegador, esses títulos merecem destaque por serem uma alternativa para quem só quer uma diversão rápida.
Para jogar um game assim, normalmente basta ter o Flash ou o Unity instalados e partir para o abraço. Os jogos são simples, na maior parte do tempo, porém existem opções realmente interessantes e que podem fazer com que você perca horas jogando sem parar.
Essa seleção conta com jogos dos mais variados estilos: puzzles, corridas, games de RPG, aventura e muito mais podem ser jogados rapidamente no seu próprio navegador. Veja os 16 games que nós separamos e não perca mais tempo — aperte o play que agora é a hora de se divertir sem muito compromisso!
1) Caution: Sausage!
O primeiro joguinho da lista é um puzzle que parece extremamente simples, mas que é bem mais interessante quando começa a jogá-lo. Se você fosse uma salsicha e pudesse atirar raios e voar, o que você faria? É essa a premissa bastante inusitada deste joguinho. Precisa controlar uma salsicha que atira para todos os lados e fazer com que ela nem sequer toque nas paredes ao seu redor.
O menor contato com qualquer objeto na fase faz com que seja preciso começar tudo de novo. Atire os raios para eliminar os blocos vermelhos e ganhar mais pontos durante o game. O seu objetivo é ir o mais longe possível nas fases, que são aleatórias e cheias de obstáculos diferenciados. Use o mouse para controlar a salsicha, o scroll para girá-la e o botão para atirar o raio da morte.
2) Plants vs Monsters
Plant vs Monsters é um game que foi completamente inspirado no sucesso da empresa PopCap, Plant vs Zombies. O diferencial deste jogo é que ele possui os elementos mais tradicionais de tower defense, fazendo com que o jogador tenha que se proteger de uma horda de seres monstruosos de outra dimensão através de plantas de combate.
Para defender a sua casa, você precisará criar uma combinação perfeita de plantas, garantindo que nenhum dos inimigos chegue até o seu lar. Cada um dos soldados esverdeados possui características distintas e funções diferentes no campo de batalha. Conheça muito bem todas as espécies de monstros e monte uma defesa eficiente.
O posicionamento de cada planta também é essencial para garantir a sobrevivência, fazendo com que valcance muito mais inimigos aproveitando-se do poder de fogo de cada personagem que você colocar no jardim. Encare diversos níveis extremamente desafiadores e prove que está preparado para defender a sua propriedade do ataque dos seres sobrenaturais!
3) Zombies Star Wars
Se você realmente gosta de Plants vs. Zombies, este é outro game inspirado no grande sucesso da PopCap. Os combates entre plantas e zumbis chegaram a um novo nível. Agora, estas plantinhas foram até o espaço para caçar os mortos. Neste game, você está encarregado de combater essas aberrações esfomeadas fora do planeta Terra. Prove ser habilidoso o bastante para encarar essa tarefa antes que os zumbis alcancem a espaço nave de pesquisa.
Para isso, deve posicionar as tropas de acordo com suas necessidades. Por exemplo, existem unidades capazes apenas de realizar reparos, ou seja, não é preciso invocá-las o tempo todo. Afinal, só pode chamar um número limitado por vez.
4) Zombix 2 Robot Survival
Quem gosta de games de ação e quer treinar a pontaria certeira precisa conhecer esse desafio, que é pequeno porém muito bem feito. Você está preparado para os desafios de ser um caçador de robôs? Neste game de tiro, você precisa coletar armamentos e munições para acabar com a raça de criaturas gigantes que vieram para a Terra em uma nave alienígena.
Estoure os miolos — ou o que quer que tenha dentro da carcaça desses robôs — das criaturas e encontre itens escondidos no cenário, como novas armas, kits de sobrevivência e munição de sobra. Cuidado para não ser visto, ou os inimigos começam a atirar na mesma hora.
5) Goodgame Empire
Para quem gosta de games de sobrevivência com um estilo inspirado nos grandes RPGs de construção, este jogo é um prato-cheio. Em Goodgame Empire, você vai incorporar um verdadeiro chefe de Estado. Comece construindo sua cidade desde as pequenas casinhas e evolua aos poucos até transformar o pequeno lugar na maior nação que o mundo já viu. É preciso fazer um pequeno cadastro antes de começar a jogar.
Nem pense em brincar de casinha ou mesmo que este jogo é um entretenimento fácil, pois neste game seu maior objetivo é criar um grande exército e aniquilar as civilizações vizinhas. Portanto, administre com perfeição seus recursos e escolha com sabedoria quais edificações devem ser melhoradas primeiro. Prove ser um habilidoso líder e leve seu império até o topo enquanto deixa os inimigos implorando por piedade.
6) 3D Moto Simulator
Fãs de velocidade em duas rodas, podem se preparar para este jogo! Neste simulador, vai ter a oportunidade de pilotar uma moto pra lá de realista. Venha sentir a adrenalina correndo solta ao dirigir esta irada máquina sobre rodas. O circuito de testes está disponível para ser explorado como preferir, com manobras e curvas e várias possibilidades de caminho a seguir.
Em 3D Moto Simulator, vai se divertir percorrendo estradas desertas para testar toda a potência de uma motocicleta de 1.100 cilindradas. Porém, tome bastante cuidado para não perder o equilíbrio e acabar sofrendo um grave acidente. Se isso acontecer, no entanto, é preciso reiniciar o jogo usando a tecla "R", que faz com que o motoqueiro fique novinho em folha mais uma vez.
7) Hora de Aventura: Finn Saltitante
Que horas são agora? É Hora de Aventura! O desenho mais irado da TV agora pode ser aproveitado também em uma série de joguinhos lançados pelo Cartoon Network. Neste, o Rei Gelado raptou a Princesa Jujuba mais uma vez e a prendeu no seu castelo no meio do Reino Gelado. É hora de Jake e Finn, uma das duplas mais cómicas e bizarras da televisão, irem ao seu encontro para resgatá-la.
Contudo, o Reino Gelado é um lugar muito, muito distante. Qual é a forma mais lógica e fácil de viajar rapidamente até lá? Utilizando seu cachorro como jato propulsor e fazendo-o chutar seu traseiro até alcançar o território do vilão, obviamente. Para conseguir alcançar a distância necessária, no entanto, você vai precisar ganhar muitos pontos para trocar por melhorias que ficam suspensas no ar. Corra e pule o mais rápido possível para salvar a princesa!
8) Hora de Aventura: Finn & Bones
Mais um jogo baseado neste desenho e que merece lugar nessa lista por ter uma premissa muito interessante e diferenciada, na qual você brinca de alquimista para derrotar os inimigos. Jake estava com tanta sede que acabou aceitando água das mãos de uma sinistra múmia. Agora, a criatura raptou o pobre cachorro e pretende transformá-lo em seu escravo pessoal.
Neste jogo, você deve ajudar o valente Finn a resgatar seu fiel companheiro. Não tenha medo de enfrentar os perigosos monstros que habitam estas cavernas, afinal você vai contar com a ajuda de seus companheiros para forjar armas e poções — as quais são importantíssimas para vencer os desafios, que ficam cada vez mais difíceis.
Não se esqueça de verificar o inventário e os equipamentos antes de cada combate ou você corre o risco de levar uma tremenda porrada. Colete todos os itens que seus oponentes deixarem cair, pois você poderá encontrar objetos e acessórios importantes para o sucesso de sua missão. Dica: utilize a centrifuga mágica para fundir dois itens em um novo muito mais poderoso, porém tome cuidado, já que esta ação não é reversível.
9) Doom 1
Se você estava sentindo falta de games clássicos nessa lista, prepare-se para reviver ótimos momentos cheios de sangue e destruição! Se você já curtia jogos para computadores na década de 1990, deve conhecer o primeiro Doom. Agora, o game está disponível em uma versão completamente online, de forma que você pode relembrar a história ou começar a conhecê-la.
Tudo o que tem que fazer é investigar o cenário em que você está, coletando proteções para a sua armadura e um armamento mais poderoso. Sempre que encontrar um monstro de qualquer tipo, atire até que ele morra — caso contrário, é a sua vida que estará em risco. Os gráficos desse jogo são idênticos aos originais, então não se surpreenda ao ver muitos objetos pixelados na tela.
10) Gumball: Fellowship of the Thing
Se você conhece este desenho, sabe que uma boa dose de humor e uma enorme falta de noção são duas características marcantes, que ficam claras neste jogo. Gumball: Fellowship of the Thing é um game do Cartoon que contém uma dose alta de aventuras e desafios. Guie Gumball, interaja com os outros personagens, colete objetos que possam ser úteis no futuro e bote pra quebrar neste joguinho.
Neste RPG simples, precisa ir até os cantos mais perigosos de Elmore para encontrar os seus objetos, que foram escondidos pela avó de Gumball em uma tentativa de proteger as crianças. Embarque nessa aventura e traga as suas coisas de volta para casa. O game não requer cadastro, já que não tem uma história tão extensa a ponto de precisar de vários dias para completá-lo.
11) Nickelodeon Soccer Stars
Ainda em clima de Copa, Nickelodeon Soccer Stars é um jogo que traz os principais personagens criados pela Nickelodeon em um campeonato de futebol. Através de uma jogabilidade muito simples e divertida, você terá que realizar saltos ornamentais e garantir que a bola balance a rede de seu adversário.
Inicialmente, terá apenas algumas opções de jogadores para escolher. Para habilitar novos personagens, você terá que vencer a competição no modo "Tournament", que por sua vez conta com diversas partidas com objetivos variados que vão testar a sua habilidade em campo. Cada personagem possui o seu poder especial, que pode atacar os inimigos com fortes chutes na bola ou atordoá-los por tempo limitado.
12) Super Hot
Se gosta de jogos de tiro, porém queria achar algo diferenciado, preste bastante atenção neste joguinho. A primeira versão deste game foi produzida dentro de sete dias e agora pode desfrutar deste revolucionário jogo direto em seu navegador. As ações do jogador são ligadas diretamente ao resto do mundo, sendo possível antecipar os movimentos e desviar de tiros, lembrando a famosa cena do filme “Matrix”.
O objetivo em cada fase é matar todos os inimigos que aparecem para atirar em você. Com essa mecânica temporal, Super Hot acaba se tornando mais um jogo de quebra-cabeça e/ou de estratégia do que de tiro propriamente dito. Porém, é essa mistura que faz com que ele seja um dos games online que estão dando o que falar pelo mundo!
13) Slenderman Must Die: Chapter 1
Se tem medo de games de terror, pode pular para o próximo item da lista, já que este é só para quem tem coragem. Slenderman Must Die: Chapter 1 — Sanatorium é um dos jogos inspirados na lenda urbana de Slender. Trata-se de um homem esguio com os braços e as pernas esticados que assombra uma floresta e qualquer um que vai parar acidentalmente em seus domínios.
Este game de tiro em primeira pessoa segue a mesma linha dos jogos anteriores desta criatura das sombras. Você controla um investigador que procura pistas sobre a possível origem de Slenderman e acaba encontrando evidências de que toda a história de terror tenha se iniciado em um sanatório.
Prepare a sua lanterna e suas armas e colete os oito documentos que estão espalhados pelo prédio abandonado. Caso a lenda seja verdadeira, não hesite em gastar todo o seu pente de balas para mandar a criatura de volta para as trevas. Evitar emboscadas também é uma das principais dicas para sobreviver aos ataques de Slender.
14) DDTank 2
Este game merece destaque por ser um título cheio de elementos nostálgicos e muito divertido. DDtank 2 é o segundo título desta franquia de jogos de estratégia e guerra baseada em turnos. A ideia aqui é usar os armamentos disponíveis para explodir os oponentes que surgem em seu caminho, incluindo outros jogadores reais espalhados pelo mundo.
A série é inspirada no clássico Gunbound e tem uma dinâmica de jogo muito parecida com a do aclamado Worms — jogos que surgiram entre a década de 1990 e o começo dos anos 2000, mas que continuam fazendo muito sucesso até hoje. Em DDtank 2, as lutas estão ainda mais equilibradas e disputadas, exigindo que você mostre a sua inteligência tática e boa mira para conseguir detonar todos os inimigos que aparecerem pela sua frente.
15) Hero Zero
Hero Zero é um jogo online para navegador no qual você deve assumir a identidade de um super-herói. Aliás, o vigilante aqui é criado por você mesmo, a partir do zero, e vai evoluindo aos poucos até se tornar o grande protetor de uma vizinha outrora pacífica e aconchegante.
Além de proteger seus concidadãos dos bandidos, você também pode desafiar outros jogadores e seus heróis em duelos 2x2. Tudo isso vai render pontos de experiência e moedas, que resultam em novos níveis, habilidades aprimoradas e também novos equipamentos para combater o crime.
As missões existentes no jogo são diversas e há ainda uma série de outras interações possíveis. Tudo leva certo tempo para ser realizado, o que faz de Hero Zero um “jogo social”, em que paciência e contato com outros gamers são inevitáveis.
16) Night Lights
Este joguinho é um desafio para quem gosta de quebrar a cabeça com puzzles de ação. Nele, controla um personagem que precisa chegar até o final da fase usando blocos para controlar as luzes da cidade. Dependendo de onde a luz bater, no entanto, uma parede ou o chão é aberto para você poder passar.
Use os blocos para ligar e desligar as luzes, mas tome cuidado para não deixá-los presos perto de paredes. As fases possuem um visual minimalista azul e você pode reiniciar o nível se perceber que fez alguma ação irreversível. Cuidado com os espinhos e as quedas e preste muita atenção em todo o caminho para descobrir qual é o seu próximo movimento.
Villas - Boas...Porto, Sorteios das Ligas Europeias, Pai de Messi ( tráfico de droga), Hugo Almeida, Benfica, Sporting
Villas-Boas deixa o Tottenham
André Villas-Boas já não é treinador do Tottenham. Os responsáveis do clube anunciaram, através de comunicado, que acordaram a rescisão com o treinador português.
«A decisão foi tomada por mútuo acordo e no interesse de todas as partes», revela a nota publicada no site oficial dos «spurs». «Desejamos tudo de bom a André», acrescenta.
Recorde-se que este anúncio chega um dia depois de, na sequência da goleada sofrida frente ao Liverpool (0-5), André Villas-Boas ter dito que não desistia.
O Tottenham, que já tinha uma derrota caseira de 0-3 com o West Ham e outra no reduto do ManCity por 6-0, caiu para o sétimo lugar, com 27 pontos - 7 vitórias, 5 derrotas e quatro empates, em 16 jornadas.
André Villas-Boas chegou ao Tottenham em julho de 2012, depois de ter assinado um contrato válido por três épocas. Os «spurs» terminaram a época 2012/13 no quinto lugar, que lhe deu acesso à Liga Europa.
Jorge Messi é alvo de uma investigação, a nível internacional, devido à presumível ligação a uma rede colombiana, organizando jogos dos "Amigos de Messi" para lavar dinheiro.
O pai de Lionel Messi está a ser investigado, segundo avança esta segunda-feira a edição do diário espanhol El Mundo, por suspeita de branqueamento de dinheiro proveniente do narcotráfico.
Jorge Messi terá cobrado entre 10 e 20 por cento para que o seu filho e outras estrelas do futebol internacional participassem em jogos de beneficência, nos quais um grupo da mafia colombiana da droga comprava elevado número de bilhetes para lavar dinheiro do narcotráfico.
Segundo aquele jornal, a polícia espanhola já ouviu Lionel Messi, Daniel Alves, José Manuel Pinto e Javier Mascherano, futebolistas do Barcelona que terão participado nos referidos jogos.
Jorge Messi terá cobrado entre 10 e 20 por cento para que o seu filho e outras estrelas do futebol internacional participassem em jogos de beneficência, nos quais um grupo da mafia colombiana da droga comprava elevado número de bilhetes para lavar dinheiro do narcotráfico.
Segundo aquele jornal, a polícia espanhola já ouviu Lionel Messi, Daniel Alves, José Manuel Pinto e Javier Mascherano, futebolistas do Barcelona que terão participado nos referidos jogos.
Vídeo: adepto agride Manuel Fernandes e leva pontapé de Hugo Almeida
Avançado português quis vingar o compatriota mas acabou expulso por vermelho direto
A vitória do Kasimpasa, de Castro, sobre o Besiktas, neste domingo, ficou marcado por uma série de incidências estranhas. Antes de mais, comecemos pela estória que dá título ao artigo.
Um adepto do Kasimpasa invade o relvado, vai direto ao português Manuel Fernandes e dá-lhe um murro que o deita ao chão: na resposta, vários jogadores do Kasimpasa bloqueiam o adepto e Hugo Almeida dá-lhe um pontapé: por isso vê o cartão vermelho.
Antes disso, aos 29 minutos, o mesmo Hugo Almeida já tinha vivido um momento estranho: quando se preparava para rematar, viu um defesa adversário atirar-lhe uma bola contra a bola com que estava a jogar.
Confuso, leitor? É simples: foi atirada para dentro de campo uma segunda bola, que um defesa do Kasimpasa agarrou, até depois obrigar a jogada a ser parada.
Veja o momento da agressão do adepto:
Veja o momento das duas bolas em campo:
Um adepto do Kasimpasa invade o relvado, vai direto ao português Manuel Fernandes e dá-lhe um murro que o deita ao chão: na resposta, vários jogadores do Kasimpasa bloqueiam o adepto e Hugo Almeida dá-lhe um pontapé: por isso vê o cartão vermelho.
Antes disso, aos 29 minutos, o mesmo Hugo Almeida já tinha vivido um momento estranho: quando se preparava para rematar, viu um defesa adversário atirar-lhe uma bola contra a bola com que estava a jogar.
Confuso, leitor? É simples: foi atirada para dentro de campo uma segunda bola, que um defesa do Kasimpasa agarrou, até depois obrigar a jogada a ser parada.
Veja o momento da agressão do adepto:
Veja o momento das duas bolas em campo:
Sorteios:
Liga Europa
QUADRO DOS 16 AVOS DE FINAL
DNIPRO (Ucr)-TOTTENHAM (Ing)
BÉTIS (Esp)-RUBIN KAZAN (Rus)
SWANSEA (Ing)-NÁPOLES (Ita)
JUVENTUS (Ita)-TRABZONSPOR (Tur)
MARIBOR (Esl)-SEVILHA (Esp)
VIKTORIA PLZEN (Che)-SHAKTHAR DONETSK (Ucr)
CHERNNNOMORETS (Ucr)-LYON (Fra)
LAZIO (Ita)-LUDOGORETS (Bul)
EJBERG (Din)-FIORENTINA (Ita)
AJAX (Hol)-SALZBURGO (Aus)
MACCABI TELAVIVE (Isr)-BASILEIA (Sui)
FC PORTO (POR)-EINTRACHT FRANKFURT (Ale)
FC ANJI (Rus)-GENK (Bel)
DÍNAMO KIEV (Ucr)-VALÊNCIA (Esp)
PAOK (Gre)-BENFICA (POR)
LIBEREC (Che)-AZ ALKMAAR (Hol)
OITAVOS DE FINAL
LIBEREC (Che)/AZ ALKMAAR (Hol)-FC ANJI (Rus)/GENK (Bel)
LAZIO (Ita)/LUDOGORETS (Bul)-DÍNAMO KIEV (Ucr)/VALÊNCIA (Esp)
FC PORTO (POR)/EINTRACHT FRANKFURT (Ale)-SWANSEA (Ing)/NÁPOLES (Ita)
CHERNNNOMORETS (Ucr)/LYON (Fra)-VIKTORIA PLZEN (Che)/SHAKTHAR DONETSK (Ucr)
MARIBOR (Esl)/SEVILHA (Esp)-BÉTIS (Esp)/RUBIN KAZAN (Rus)
DNIPRO (Ucr)/TOTTENHAM (Ing)-PAOK (Gre)/BENFICA (POR)
MACCABI TELAVIVE (Isr)/BASILEIA (Sui)-AJAX (Hol)/SALZBURGO (Aus)
JUVENTUS (Ita)/TRABZONSPOR (Tur)-EJBERG (Din)/FIORENTINA (Ita)
Liga dos campeões
QUADRO DOS OITAVOS DE FINAL
MANCHESTER CITY (Ing)-BARCELONA (Esp)
OLYMPIAKOS (Gre)-MANCHESTER UNITED (Ing)
MILAN (Ita)-AT. MADRID (Esp)
B. LEVERKUSEN (Ale)-PARIS SAINT-GERMAIN (Fra)
GALATASARAY (Tur)-CHELSEA (Ing)
SCHALKE (Ale)-REAL MADRID (Esp)
ZENIT (Rus)-B. DORTMUND (Ale)
MANCHESTER CITY (Ing)-BARCELONA (Esp)
OLYMPIAKOS (Gre)-MANCHESTER UNITED (Ing)
MILAN (Ita)-AT. MADRID (Esp)
B. LEVERKUSEN (Ale)-PARIS SAINT-GERMAIN (Fra)
GALATASARAY (Tur)-CHELSEA (Ing)
SCHALKE (Ale)-REAL MADRID (Esp)
ZENIT (Rus)-B. DORTMUND (Ale)
Dragão muda o argumento, afoga mágoas e ganha confiança
O F.C. Porto afogou as mágoas, não tirou todas as dúvidas mas, do mal o menos, ganhou confiança. Nada melhor que uma vitória para começar a esquecer a precoce eliminação na Liga dos Campeões, a meio da semana em Madrid, mas o triunfo portista não foi tão esclarecedor como poderia ter sido. Sobretudo por uma primeira parte titubeante. Ainda assim ficou o clamor de uma equipa no segundo tempo: não desistam ainda deste grupo.
Tentando um argumento diferente para um final, também ele, distinto, desta vez ninguém pode acusar Paulo Fonseca de não ter mudado. Mesmo que, no campo, o esquema tenha sido, para dizer o mínimo, próximo daquele que defende desde o início, os protagonistas foram outros e isso fez toda a diferença.
Carlos Eduardo, a maior surpresa do onze, fez de Lucho e o argentino foi parceiro de Fernando. O jogo da equipa passou mais pelos seus pés mas, no entanto, foi o brasileiro contratado ao Estoril a ditar leis. Mexeu com o jogo, abanou a equipa e empurrou-a para a frente. Vagabundo: ora pelo centro, ora à esquerda, ora à direita. Esteve muito em jogo e foi uma das chaves, se não a principal, para a tela mais fresca que se viu.
Problemas? Havia, claro. A mudança não foi total. Lucho ficou a dever algum fulgor ao jogo e os extremos, esta noite Varela e Licá, sendo aquilo que Fonseca tem mais perto de «verdadeiros» flanqueadores, continuam a mostrar-se escassos para uma equipa que tem tanta bola, que tem de mandar no jogo do princípio ao fim.
O golo de Maicon, logo aos 7 minutos, após livre de Carlos Eduardo, até deu a tranquilidade que a equipa precisava para encarar o jogo. O F.C. Porto parecia mais solto e o Rio Ave não se encontrava.
Ainda não falámos da equipa de Nuno. E é justo que assim seja. Até empatar, o Rio Ave não existiu. Ou melhor, só defendeu. Na primeira vez que chegou à área contrária, porém, marcou. Perda de bola de Varela, Edimar arranca, combina com Diego Lopes e marca.
A incapacidade portista para gerir vantagens voltava a ficar exposta. Mudava-se o argumento, o final era o mesmo.
Varela aparece, Kelvin desbrava, Danilo decide
A piorar tudo, o golo sofrido atrapalhou o F.C. Porto. O que foi uma surpresa porque o jogo parecia controlado.
É certo que Maicon atirou ao poste mas, tal como no golo, só em lances de bola parada os portistas criavam perigo. O Rio Ave, mantendo o estilo, ameaçava o segundo, por Braga, após boa combinação com Diego Lopes. Valeu Helton.
O que mudar no descanso? Para Nuno, nada. Para Paulo Fonseca, também. O técnico portista confiou na aposta inicial e pediu mais aos mesmos. Teve-o.
Varela descobriu forma de partir os rins a Lionn e centrou de forma perfeita para Jackson que, na primeira verdadeira oportunidade que teve no jogo, não falhou. A posição do avançado levantou algumas dúvidas mas é um adiantamento tão ténue que não faz sentido crucificar o assistente.
O F.C. Porto, que marcara aos sete da primeira parte, repetia-o aos sete da segunda. E voltava a ficar por cima.
Logo a seguir Carlos Eduardo descobriu Licá ao segundo poste e Ederson evitou o golo da confirmação. Mas o Rio Ave não saía do seu meio campo, continuava controlado pelo conjunto portista e o terceiro parecia uma questão de tempo.
Já com Kelvin em campo. O brasileiro foi a primeira opção de Paulo Fonseca no jogo. Entrou para o lugar de Licá e, pouco depois, correu com a bola até à área. Marcelo travou-o, Carlos Eduardo atirou o livre contra a barreira e Danilo, que estava por ali, encheu pé na recarga vitoriosa. Ponto final.
Missão cumprida. Sem classe,mas com nota positiva. A diferença para o Sporting, líder, volta a ser de dois pontos e o F.C. Porto volta a ganhar fora, o que já não acontecia desde outubro. Para início de nova fase não está mau. Esperam-se os próximos capítulos porque ninguém pode ter ainda certezas absolutas sobre esta equipa.
Tentando um argumento diferente para um final, também ele, distinto, desta vez ninguém pode acusar Paulo Fonseca de não ter mudado. Mesmo que, no campo, o esquema tenha sido, para dizer o mínimo, próximo daquele que defende desde o início, os protagonistas foram outros e isso fez toda a diferença.
Carlos Eduardo, a maior surpresa do onze, fez de Lucho e o argentino foi parceiro de Fernando. O jogo da equipa passou mais pelos seus pés mas, no entanto, foi o brasileiro contratado ao Estoril a ditar leis. Mexeu com o jogo, abanou a equipa e empurrou-a para a frente. Vagabundo: ora pelo centro, ora à esquerda, ora à direita. Esteve muito em jogo e foi uma das chaves, se não a principal, para a tela mais fresca que se viu.
Problemas? Havia, claro. A mudança não foi total. Lucho ficou a dever algum fulgor ao jogo e os extremos, esta noite Varela e Licá, sendo aquilo que Fonseca tem mais perto de «verdadeiros» flanqueadores, continuam a mostrar-se escassos para uma equipa que tem tanta bola, que tem de mandar no jogo do princípio ao fim.
O golo de Maicon, logo aos 7 minutos, após livre de Carlos Eduardo, até deu a tranquilidade que a equipa precisava para encarar o jogo. O F.C. Porto parecia mais solto e o Rio Ave não se encontrava.
Ainda não falámos da equipa de Nuno. E é justo que assim seja. Até empatar, o Rio Ave não existiu. Ou melhor, só defendeu. Na primeira vez que chegou à área contrária, porém, marcou. Perda de bola de Varela, Edimar arranca, combina com Diego Lopes e marca.
A incapacidade portista para gerir vantagens voltava a ficar exposta. Mudava-se o argumento, o final era o mesmo.
Varela aparece, Kelvin desbrava, Danilo decide
A piorar tudo, o golo sofrido atrapalhou o F.C. Porto. O que foi uma surpresa porque o jogo parecia controlado.
É certo que Maicon atirou ao poste mas, tal como no golo, só em lances de bola parada os portistas criavam perigo. O Rio Ave, mantendo o estilo, ameaçava o segundo, por Braga, após boa combinação com Diego Lopes. Valeu Helton.
O que mudar no descanso? Para Nuno, nada. Para Paulo Fonseca, também. O técnico portista confiou na aposta inicial e pediu mais aos mesmos. Teve-o.
Varela descobriu forma de partir os rins a Lionn e centrou de forma perfeita para Jackson que, na primeira verdadeira oportunidade que teve no jogo, não falhou. A posição do avançado levantou algumas dúvidas mas é um adiantamento tão ténue que não faz sentido crucificar o assistente.
O F.C. Porto, que marcara aos sete da primeira parte, repetia-o aos sete da segunda. E voltava a ficar por cima.
Logo a seguir Carlos Eduardo descobriu Licá ao segundo poste e Ederson evitou o golo da confirmação. Mas o Rio Ave não saía do seu meio campo, continuava controlado pelo conjunto portista e o terceiro parecia uma questão de tempo.
Já com Kelvin em campo. O brasileiro foi a primeira opção de Paulo Fonseca no jogo. Entrou para o lugar de Licá e, pouco depois, correu com a bola até à área. Marcelo travou-o, Carlos Eduardo atirou o livre contra a barreira e Danilo, que estava por ali, encheu pé na recarga vitoriosa. Ponto final.
Missão cumprida. Sem classe,mas com nota positiva. A diferença para o Sporting, líder, volta a ser de dois pontos e o F.C. Porto volta a ganhar fora, o que já não acontecia desde outubro. Para início de nova fase não está mau. Esperam-se os próximos capítulos porque ninguém pode ter ainda certezas absolutas sobre esta equipa.
Paulo Fonseca: «A estrutura foi exatamente a mesma»
Treinador do FC Porto mostrou-se satisfeito com a exibição
Sulejmani resolveu o que estava complicado
Olhanense-Benfica, 2-3 (crónica)
Sulejmani saltou do banco para dar a vitória ao Benfica, num jogo mais difícil do que se esperava, atendendo à valia individual e coletiva das duas equipas. O Olhanense esteve por duas vezes em vantagem e destapou debilidades na equipa encarnada.
O Benfica sentiu a ausência da voz (e dos pés…) de comando de Enzo Perez. No 4x4x2, foi dada mais liberdade a Matic – para fazer de Enzo… - mas depois faltou… Matic, no lugar que o sérvio tem sido imprescindível, nas costas de Enzo. Abria-se assim um vazio que emperrou as ações ofensivas e que foi bem aproveitado pelo Olhanense para saltar para o ataque. Mas Matic não jogou mal, até foi o melhor em campo. Só que não dá para tudo!
No Benfica, também não houve Markovic (está lesionado) e Ivan Cavaleiro jogou à frente de Maxi Pereira. Não voltou depois do intervalo, aparecendo Sulejmani em boa hora, para os encarnados. Com uma defesa remendada nas faixas laterais, o Olhanense foi sustendo o maior caudal ofensivo dos encarnados. Paulo Alves também colocou o Olhanense em 4x4x2, com Celestino e Pelé no miolo. Femi Balogun (na esquerda) e Regula (na direita) tinham por missão canalizar jogo pelos corredores, estando o ataque entregue a Mehmeti e Dionisi. Na prática, Regula caía muito para o centro e o Olhanense tirava vantagem dessas movimentações, ganhando vantagem numérica que ajudava a aumentar o buraco no miolo encarnado.
Luisão e Sílvio, em posição vantajosa, escorregaram duas vezes na área do Olhanense, nos primeiros cinco minutos. Dois lances que exemplificam as dificuldades de adaptação ao relvado e o início displicente do Benfica, que culminou, dois minutos depois, com o golo do Olhanense: Sílvio endossou mal para Garay e Mehemeti aproveitou para entrar e assistir Dionisi, com Artur a defender para a frente, aparecendo depois Femi Balogun a recarregar.
O Olhanense marcou na primeira vez que chegou à baliza do Benfica e aproveitou a entrada tardia dos encarnados em jogo. Uma ausência que durou até aos dezanove minutos. As dificuldades do Benfica em encontrar o caminho para a baliza do Olhanense eram muitas, mas, numa jogada entre Sílvio e Gaitan, o argentino cruzou para o segundo poste, onde apareceu Lima a cabecear para o fundo da baliza de Belec. Pela qualidade do futebol do Benfica, o golo foi uma dádiva.
E quando o Benfica já controlava (mas não de forma convincente…), Regula voltou a colocar a nu as fragilidades da equipa na zona central, com um remate de fora da área que surpreendeu Artur. O guarda-redes do Benfica ficou mal na fotografia, ao deixar a bola bater-lhe à frente, quando o podia ter evitado. Até porque o remate do jogador do Olhanense foi feito a cerca de quarenta metros da baliza.
Esta foi a primeira vez que o Olhanense marcou dois golos num jogo para o campeonato. Elucidativo das facilidades concedidas pelos jogadores encarnados.
Matic, claro, conseguiu equilibrar o resultado com um remate de fora da área. Mas ao intervalo a exibição dos encarnados era muito má.
Sulejmani foi tirado da cartola de Jorge Jesus para a segunda metade e o Benfica recomeçou o jogo a vencer: com apenas três minutos, Rodrigo assistiu o sérvio, que rompeu pela defesa algarvia para rematar e resolver um problema que já durava há 45 minutos.
Em vantagem, os encarnados acalmaram e geriram, sem grandes dificuldades, o jogo. Apesar de não terem existido claras ocasiões, mais golos poderiam ter sido marcados. No entanto, a vitória não esconde as dificuldades que o Benfica sentiu perante uma equipa que não passa por um bom momento e que nunca tinha marcado mais do que um golo, em jogos do campeonato. A ausência de Enzo Perez não explica tudo.
O Benfica sentiu a ausência da voz (e dos pés…) de comando de Enzo Perez. No 4x4x2, foi dada mais liberdade a Matic – para fazer de Enzo… - mas depois faltou… Matic, no lugar que o sérvio tem sido imprescindível, nas costas de Enzo. Abria-se assim um vazio que emperrou as ações ofensivas e que foi bem aproveitado pelo Olhanense para saltar para o ataque. Mas Matic não jogou mal, até foi o melhor em campo. Só que não dá para tudo!
No Benfica, também não houve Markovic (está lesionado) e Ivan Cavaleiro jogou à frente de Maxi Pereira. Não voltou depois do intervalo, aparecendo Sulejmani em boa hora, para os encarnados. Com uma defesa remendada nas faixas laterais, o Olhanense foi sustendo o maior caudal ofensivo dos encarnados. Paulo Alves também colocou o Olhanense em 4x4x2, com Celestino e Pelé no miolo. Femi Balogun (na esquerda) e Regula (na direita) tinham por missão canalizar jogo pelos corredores, estando o ataque entregue a Mehmeti e Dionisi. Na prática, Regula caía muito para o centro e o Olhanense tirava vantagem dessas movimentações, ganhando vantagem numérica que ajudava a aumentar o buraco no miolo encarnado.
Luisão e Sílvio, em posição vantajosa, escorregaram duas vezes na área do Olhanense, nos primeiros cinco minutos. Dois lances que exemplificam as dificuldades de adaptação ao relvado e o início displicente do Benfica, que culminou, dois minutos depois, com o golo do Olhanense: Sílvio endossou mal para Garay e Mehemeti aproveitou para entrar e assistir Dionisi, com Artur a defender para a frente, aparecendo depois Femi Balogun a recarregar.
O Olhanense marcou na primeira vez que chegou à baliza do Benfica e aproveitou a entrada tardia dos encarnados em jogo. Uma ausência que durou até aos dezanove minutos. As dificuldades do Benfica em encontrar o caminho para a baliza do Olhanense eram muitas, mas, numa jogada entre Sílvio e Gaitan, o argentino cruzou para o segundo poste, onde apareceu Lima a cabecear para o fundo da baliza de Belec. Pela qualidade do futebol do Benfica, o golo foi uma dádiva.
E quando o Benfica já controlava (mas não de forma convincente…), Regula voltou a colocar a nu as fragilidades da equipa na zona central, com um remate de fora da área que surpreendeu Artur. O guarda-redes do Benfica ficou mal na fotografia, ao deixar a bola bater-lhe à frente, quando o podia ter evitado. Até porque o remate do jogador do Olhanense foi feito a cerca de quarenta metros da baliza.
Esta foi a primeira vez que o Olhanense marcou dois golos num jogo para o campeonato. Elucidativo das facilidades concedidas pelos jogadores encarnados.
Matic, claro, conseguiu equilibrar o resultado com um remate de fora da área. Mas ao intervalo a exibição dos encarnados era muito má.
Sulejmani foi tirado da cartola de Jorge Jesus para a segunda metade e o Benfica recomeçou o jogo a vencer: com apenas três minutos, Rodrigo assistiu o sérvio, que rompeu pela defesa algarvia para rematar e resolver um problema que já durava há 45 minutos.
Em vantagem, os encarnados acalmaram e geriram, sem grandes dificuldades, o jogo. Apesar de não terem existido claras ocasiões, mais golos poderiam ter sido marcados. No entanto, a vitória não esconde as dificuldades que o Benfica sentiu perante uma equipa que não passa por um bom momento e que nunca tinha marcado mais do que um golo, em jogos do campeonato. A ausência de Enzo Perez não explica tudo.
Benfica: Artur tem luxação no ombro
Sporting... líder da liga Portuguesa
Sporting-Belenenses, 3-0
Amanhã é domingo no mundo: e este leão vai vive-lo de sorriso nos lábios
O que achou Leonardo Jardim dos erros do árbitro?
Treinador leonino garante que Hugo Pacheco falhou, mas não teve influência no resultado. Como sempre, aliás.««Não acredito que o árbitro tenha tido influência no resultado final. Errou por vezes a favor do Sporting, outra vezes contra, como em todos os jogos do Sporting esta época o árbitro não teve influência. É isso que tenho referido sempre que se fala do árbitro.»
Porto Arder e Benfica e Sporting podem ultrapassar FC Porto, Villas -Boas empata
Um polícia ficou ferido, este domingo, durante os incidentes que se registaram no Estádio do Dragão à chegada da equipa do F.C. Porto, após a derrota, por 1-0, com a Académica, em Coimbra.
Muita tensão à chegada ao Dragão, num clima de forte hostilidade dos adeptos contra a equipa portista, após a derrota em Coimbra.
A comitiva do FC Porto foi recebida com insultos e um ambiente que necessitou de controlo policial, perante os cerca de 200 adeptos portistas que fizeram questão de mostrar o seu descontentamento contra a equipa, após a derrota em Coimbra.
Houve mesmo o rebentamento de um petardo e o lançamento de duas tochas contra o autocarro. Muito adeptos bateram mesmo no autocarro da equipa, em sinal da agressividade existente à chegada. Um polícia ficou ferido.
Os mais de 200 adeptos gritava «Vocês são uma vergonha» para os jogadores. Paulo Fonseca, o treinador, também foi o visado.
À saída do estádio, em Coimbra, a equipa portista já havia sido alvo de insultos por parte dos adeptos.
Académica não vencia o FC Porto há 42 anos
Lá diz a Lei de Murphy que quando uma coisa pode correr mal, acaba mesmo por correr mal. A deslocação do FC Porto, num momento complicado, a uma cidade onde sofreu, há pouco mais de dois anos, uma das mais emblemáticas derrotas (3-0, para a Taça de Portugal), tinha tudo para acabar mal.
Quis o destino que fosse novamente um ex-portista a vestir a pele de «traidor» para quebrar mais uma maldição ao serviço da Académica. Os estudantes não batiam os portistas para o campeonato havia quase 43 anos!
Depois de 54 jornadas, o Dragão voltou a perder na Liga, e fica agora à mercê de Benfica e Sporting, podendo terminar a jornada em terceiro lugar. Os adeptos não perdoaram a equipa no final e vaiaram a bom som, sobretudo o treinador.
Paulo Fonseca continuou a agitar o tubo de ensaio sem encontrar a fórmula perfeita. Desta feita, depois de testar Defour e Herrera ao lado de Fernando, decidiu colocar lá Josué, apostando em Quintero, dois meses depois, para a esquerda.
O problema é que o virtuoso colombiano não é um extremo, não consegue dar amplitude ao ataque e, pelo contrário, tende em afunilar o jogo ao procurar posições mais centrais. Aliás, é demasiado parecido com Josué para que ambos possam coabitar pacificamente no mesmo onze.
Quem sofre com isso é o ataque, que deixa de ser municiado em condições, Varela desgasta-se em demasia, e Jackson Martínez não recebe bolas. Se juntarmos a isso uma defesa que continua a acusar falta de agressividade, acumulando erros individuais, temos alguns dos problemas que afetam este Dragão.
A Académica começou melhor no jogo o jogo, e a queixar-se de um eventual penalti por marcar sobre Ivanildo, mas o lance não haveria de afetar a Briosa, muito concentrada nas tarefas defensivas e afoita a sair em contra-ataque.
O Porto foi tomando conta do jogo como lhe competia, aceitando o convite para subir as linhas e envolver os laterais. Jackson e Quintero obrigaram Ricardo a fazer defesas apertadas e Josué atirou ligeiramente por cima. Ainda assim, rra pouca a chama para quem tem as responsabilidades do tricampeão.
Respondeu a Académica por Abdi a duplicar, mas a maior oportunidade da Briosa haveria de ser a antecâmara do golo. Marcelo tentou o chapéu, depois de uma precipitação de Helton, mas Mangala conseguiu tirar sobre a linha fatal.
No canto subsequente, Makelelé desvia ao primeiro poste, Fernando, talvez para não cometer grande penalidade, sacode a bola com a barriga, e deixa-a à mercê de Fernando Alexandre para fuzilar.
O resultado ao intervalo não era surpresa, a Académica havia estado mais próxima do golo, concretizou-o numa bola parada, e aplicava o castigo merecido a um FC Porto que nunca se encontrou, perdido num mar de equívocos e sem velocidade nem ideias para contrariar a estratégia estudantil.
Porto acelera e desespera
Sem alternativa, os dragões lançaram-no ataque mal voltaram dos balneários e deram sinal de vida imediatamente através de um cabeceamento à barra de Jackson. Por esta altura, a falta de apoio ao colombiano já não era desculpa, uma vez que Licá tinha entrado para jogar, justamente, junto dele.
Logo a seguir, um momento quase surreal. Um hino ao desperdício. Jackson remata e Ricardo faz uma defesa enorme. Varela ganha o ressalto e atira. Fernando Alexandre consegue desviar a bola ligeiramente e esta vai ao poste. Finalmente, Mangala tem a baliza aberta, de ângulo difícil, é certo, mas atira por cima.
Depois, foi a anarquia tática completa, em busca do empate, no limiar do desespero. Até que chegou aquela grande penalidade que ninguém percebeu, mas que Ricardo, cada vez mais um especialista na matéria, defendeu para gaudio dos adeptos locais.
Contas dos 3 grandes
FC Porto: contas da SAD com prejuízo de 12,4 milhões
Ghilas 3.8 milhões por 50% do passe
Benfica aumenta passivo em 16,9 milhões de euros
Primeiro trimestre da época dá 4,1 milhões de euros de prejuízo e uma subida de 3,7% do passivo consolidado, para 457 milhões de euros. Massa salarial no futebol profissional aumentou.
A SAD do Benfica registou resultados operacionais negativos de 4,1 milhões de euros (ME) no primeiro trimestre de 2012/13, de acordo com o relatório intercalar enviado no sábado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
De acordo com este documento, este valor negativo corresponde a uma diminuição de 114,5% face ao período homólogo, justificado pelo "recuo dos resultados com atletas", que no primeiro trimestre de 2011/12 ascenderam a 44,1 ME, um valor que compara com os atuais 8,6 ME.
"No presente período, as principais alienações geraram rendimentos que corresponderam a 7,5 ME e foram proporcionados pelas alienações dos atletas Melgarejo e Rodrigo Mora, os quais não faziam parte do grupo de atletas com maior valor de mercado. No período homólogo verificou-se uma situação oposta, dado que a Benfica SAD decidiu alienar os direitos desportivos dos atletas Witsel e Javi Garcia, que representaram no seu conjunto o valor mais elevado de receitas desta natureza num trimestre", pode ler-se no documento.
Além dessa quebra de receitas, a SAD do Benfica dá conta dos "compromissos financeiros", ocorridos entre 01 de julho e 30 de setembro, "para a aquisição de direitos desportivos no montante global de 24,2 milhões de euros, sendo de destacar os atletas Pizzi, Fejsa, Funes Mori e Lisandro Lopez".
O mesmo relatório dá conta do crescimento, mais uma vez face ao período homólogo, de 28,3% dos gastos operacionais consolidados da SAD "encarnada", cujo montante ascendeu a 24,2 ME, provocado pelos 1,7 ME decorrentes da agregação da Benfica TV, que de acordo com este documento tem mais de 231 mil assinantes, e no aumento de 2,3 ME nos gastos com pessoal, "essencialmente justificado pela aumento da massa salarial do futebol profissional".
Fotografia © Global Imagens
Vendas de Tiago Ilori e Bruma e redução dos custos operacionais asseguram resultados positivos no primeiro trimestre da época.
A SAD do Sporting registou um lucro de 7,2 milhões de euros no primeiro trimestre fiscal, o que contrasta com o prejuízo de 7,7 milhões de euros registado em igual período do ano passado.
Segundo o comunicado enviado nesta sexta-feira à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a SAD "leonina" justifica os resultados em duas vertentes: a redução dos custos operacionais e mais-valias com a venda de passes de jogadores, nomeadamente Bruma e Tiago Ilori.
De acordo com o Sporting, em termos de Custos Operacionais, "verificou-se uma acentuada redução das rubricas de `Custos com Pessoal" e `Fornecimentos e Serviços Externos", em consequência do processo reestruturação financeira e operacional".
Este processo no Sporting levou à redução do número de trabalhadores e salários, associada a uma otimização dos restantes custos operacionais. Adicionalmente, adianta o clube, a redução da rubrica de "Fornecimentos e Serviços Externos" explica-se também pela não participação nas competições europeias.
A SAD sportinguista destaca ainda o fator das mais-valias registadas com a transação de passes de jogadores, que atingiu o montante de 16,2 milhões de euros, um aumento de 12,2 milhões de euros em relação ao exercício anterior.
Liga
Benfica pode ultrapassar FC Porto sete meses depois
Águias atacam a liderança em Vila do Conde, frente a um Rio Ave que tem o pior registo da I Liga em jogos em casa. Cardozo ainda não será opção e há problemas na defesa
SPORTING-PAÇOS DE FERREIRA
Leões tentam superar FC Porto quase nove anos depois
Equipa de Leonardo Jardim pode igualar a melhor pontuação desde a era Paulo Bento e chegar ao primeiro lugar. Paços de Ferreira derrotou duas vezes os leões na época passada.
Tottenham não segura vantagem e empata com o ManUtd
Nani entrou apenas aos 84 minutos, Rooney bisou pelo conjunto de Manchester
O Tottenham empatou em casa frente ao ManUtd (2-2), em encontro da 13ª jornada da Premier League. A formação orientada por André Villas-Boas esteve na frente do marcador por duas vezes, mas acabou por conceder o empate.
O primeiro golo surgiu aos 18 minutos, por intermédio de Kyle Walker, que bateu David Gea na marcação de um livre. Aos 32 minutos, Wayne Rooney empatou a partida.
Sandro marcou um golaço e voltou a colocar o Tottenham na frente, aos 54 minutos. Mas, três minutos depois, Rooney estabeleceu o 2-2 final, ao marcar um penálti, que puniu uma falta de Lloris sobre Danny Welbeck.
Este golo colocou Rooney no quinto lugar da lista de melhores marcadores da história da Premier League, com 169 golos. Alan Shearer lidera a tabela com 260 tentos.
O primeiro golo surgiu aos 18 minutos, por intermédio de Kyle Walker, que bateu David Gea na marcação de um livre. Aos 32 minutos, Wayne Rooney empatou a partida.
Sandro marcou um golaço e voltou a colocar o Tottenham na frente, aos 54 minutos. Mas, três minutos depois, Rooney estabeleceu o 2-2 final, ao marcar um penálti, que puniu uma falta de Lloris sobre Danny Welbeck.
Este golo colocou Rooney no quinto lugar da lista de melhores marcadores da história da Premier League, com 169 golos. Alan Shearer lidera a tabela com 260 tentos.
