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Microsoft Wireless Display Adapter -Novo periférico da Microsoft permite partilhar ecrã de um PC ou Android num televisor
No conceito pode parecer que a Microsoft lançou um equipamento para rivalizar com o Google Chromecast. Mas a verdade é que o periférico da empresa responsável pelo Windows parece prometer uma utilização mais direta.

O Microsoft Wireless Display Adapter é um periférico de pequenas dimensões que permite replicar o ecrã de um computador ou dispositivo móvel com tecnologia Miracast num televisor. Assim é possível reproduzir na TV um filme que está armazenado no PC ou até uma apresentação.
O adaptador da Microsoft funciona com televisores que tenham uma entrada HDMI e uma outra USB – que serve para alimentar o equipamento ao nível da energia. Depois a transferência de conteúdos é feita sem que seja necessário o suporte de determinados serviços e aplicações – como acontece no Google Chromecast por exemplo.
Mas como não tem aplicações dedicadas também não é possível usar o equipamento que está a transmitir o conteúdo para outras tarefas, exceto se for um computador com Windows – com o Chromecast é possível transmitir um vídeo do YouTube e continuar a usar outras apps no telemóvel, por exemplo.
O periférico da Microsoft vai chegar às lojas norte-americanas e canadianas ainda em outubro por um preço próximo aos 60 dólares, cerca de 46 euros, não sendo certo quando pode vir a ficar disponível noutros mercados. Já tentou saber junto da Microsoft Portugal se e quando o equipamento pode chegar ao mercado nacional, mas ainda não obteve uma resposta.
O Microsoft Wireless Display Adapter é um periférico de pequenas dimensões que permite replicar o ecrã de um computador ou dispositivo móvel com tecnologia Miracast num televisor. Assim é possível reproduzir na TV um filme que está armazenado no PC ou até uma apresentação.
O adaptador da Microsoft funciona com televisores que tenham uma entrada HDMI e uma outra USB – que serve para alimentar o equipamento ao nível da energia. Depois a transferência de conteúdos é feita sem que seja necessário o suporte de determinados serviços e aplicações – como acontece no Google Chromecast por exemplo.
Mas como não tem aplicações dedicadas também não é possível usar o equipamento que está a transmitir o conteúdo para outras tarefas, exceto se for um computador com Windows – com o Chromecast é possível transmitir um vídeo do YouTube e continuar a usar outras apps no telemóvel, por exemplo.
O periférico da Microsoft vai chegar às lojas norte-americanas e canadianas ainda em outubro por um preço próximo aos 60 dólares, cerca de 46 euros, não sendo certo quando pode vir a ficar disponível noutros mercados. Já tentou saber junto da Microsoft Portugal se e quando o equipamento pode chegar ao mercado nacional, mas ainda não obteve uma resposta.
Saiba como partilhar a sua Internet do Android
Ir de férias é sempre uma boa notícia. No entanto, sendo actualmente a Internet quase um “bem necessário”, quanto mais não seja para colocar umas fotos no Facebook ou aceder ao e-mail e, claro, ao Pplware, há que encontrar uma solução para disponibilizar o serviço a toda a família.
Os sistemas operativos móveis disponibilizam funcionalidades que permitem facilmente transformar o nosso equipamento num hotspot Wireless, permitindo a partilha da Internet de uma forma segura. Saiba como!
Partilhar a Internet do dispositivo móvel com outros dispositivos já não é um assunto novo no Pplware pois já apresentamos várias soluções, como por exemplo, o Proxoid ou até as funcionalidades nativas do Android. Passados quase três anos desde a nossa última análise a este tipo de funcionalidades, vamos ver o que melhorou no Android.
Como configurar um hotspot portátil?
Para configurar uma ligação ponto a ponto e hotspot portátil que permite partilhar a ligação de dados móveis do seu smartphone via USB ou Wi-Fi devem ir às configurações de redes sem fios e outras e em seguida escolher a opção Ligação ponto a ponto e hotspot portátil.
Vamos agora definir os parâmetros para o nosso hotspot Wireless. Para tal, precisamos de indicar um SSID (nome da rede), qual o tipo de segurança que vamos usar e, caso se aplique, devemos definir uma password para a rede Wi-Fi partilhada. Para este exemplo, usei os seguintes parâmetros:
Rede SSID – Pplware-hotSpot
Segurança – Vamos definir WPA2 PSK (para garantir uma melhor segurança. Há também a possibilidade de ter a rede aberta sem qualquer chave de acesso, o que não aconselhamos)
Password – password de acesso à rede (convém que tenha algum grau de complexidade)
Utilização de dados
Uma das funcionalidades mais interessantes e importantes neste processo é a monitorização do tráfego consumido para depois não termos surpresas na factura. O Android oferece de uma forma muito fácil de interpretar a informação sobre o tráfego consumido e que aplicações fizeram uso dessa ligação.
Podemos fazer um filtro por período e até definir um limite para a utilização dos dados móveis.
Esta é uma dica simples mas que pode ser muito útil em diversas situações. Para terminar vamos apenas lançar um desafio a todos os nossos leitores e nesse sentido gostaríamos que nos respondessem às seguintes questões:
1) Costuma aceder à Internet nas férias?
2) Quanto tem de plafond ao nível dos dados móveis?
3) Costuma adquirir plafond extra de dados móveis?
Homem decide partilhar tudo (mesmo tudo) o que faz na Internet
Anand Sharma é um designer e programador de software que mede tudo o que faz dia a dia e publica na Internet os relatórios. Isso inclui os lugares que visitou, quantos quilómetros andou, como se deslocou, os países para onde viajou, o que comeu e quantas publicações fez no Instagram. Ufa!
Reunindo informações de aplicações utilizados no smartphone - entre eles Nike +, Foursquare e Move -, Sharma criou o «April Zero», um site que mostra em tempo real o que acontece na sua vida.
Além dos dados relacionados com a saúde, como os níveis de glicémia, gordura e vitaminas, Sharma também guarda informações sobre a sua actividade no computador (sites visitados, tempo que passa no photoshop, e-mails), horas dormidas e hábitos de alimentação, além dos locais que visita para a prática de mergulho.
Na visão do programador, ser monitorizado constantemente - como se estivesse numa espécie de Big Brother da vida real - torna a sua rotina mais estimulante. Após o lançamento do «April Zero», passou a viajar mais, conhecer lugares diferentes com maior frequência e a variar os restaurantes que frequenta. «Abri toda a minha informação para o mundo, mas é claro que não espero que todos façam isso», diz.