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Né-Miguelito promete regresso para breve... site de partilhas
Para quem gostava deste site, está aqui uma boa noticia....
Uma nota apresentada no endereço www.ne-miguelito.pt dá conta do regresso do site de partilha de ficheiros para breve. A reabertura faz-se sob nova administração, mas “com a mesma inspiração do antigo MSNM”, garante-se.
O serviço tinha encerrado em meados de fevereiro face a um ultimato do MAPiNET, que ameaçava de novo com a apresentação de uma queixa-crime, caso o site não parasse com a partilha não autorizada de ficheiros.
A mensagem colocada online esta quinta-feira refere que o Né-Miguelito vai reabrir em breve com uma nova administração, que tem por objetivo “proporcionar um fórum gratuito, de qualidade, com a mesma inspiração do antigo MSNM”.
A promessa inclui a disponibilização de “diversos conteúdos”, nomeadamente jogos, filmes, séries, músicas informática, etc.
Embora se mencione a necessidade de registo para o acesso a todas as funcionalidades do site, o processo ainda não está disponível.
Queremos mais pormenores acerca do regresso do polémico site, mas sem sucesso até ao momento.
O serviço tinha encerrado em meados de fevereiro face a um ultimato do MAPiNET, que ameaçava de novo com a apresentação de uma queixa-crime, caso o site não parasse com a partilha não autorizada de ficheiros.
A mensagem colocada online esta quinta-feira refere que o Né-Miguelito vai reabrir em breve com uma nova administração, que tem por objetivo “proporcionar um fórum gratuito, de qualidade, com a mesma inspiração do antigo MSNM”.
A promessa inclui a disponibilização de “diversos conteúdos”, nomeadamente jogos, filmes, séries, músicas informática, etc.
Embora se mencione a necessidade de registo para o acesso a todas as funcionalidades do site, o processo ainda não está disponível.
Queremos mais pormenores acerca do regresso do polémico site, mas sem sucesso até ao momento.
ShareDrop - partilhar ficheiros dentro de uma rede pelo browser
A partilha de ficheiros entre utilizadores é uma das funções mais usadas quanto estamos numa rede. Nem sempre se limita à Internet e até é mais usada dentro de redes locais.
A Apple conseguiu resolver este problema com a criação do AirDrop, dando a possibilidade aos seus equipamentos de comunicarem. Mas e quem não tem equipamentos da marca da maçã? Sim, usa o ShareDrop.
O ShareDrop permite que os utilizadores de uma determinada rede local consigam trocar ficheiros entre si, usando apenas um browser. O conceito é idêntico ao AirDrop da Apple, mas consegue ser aplicado a qualquer dispositivo, quer seja um desktop ou móvel.
A forma que os criadores do ShareDrop arranjaram para ter este serviço a funcionar foi através da utilização WebRTC, um projecto apadrinhado pela Mozilla, e que pretende implementar a comunicação em tempo real entre browsers, com recurso a um conjunto mínimo de API’s javascript.
Para a comunicação entre as máquinas são usadas ligações P2P, que garantem que os ficheiros são transmitidos ponto a ponto, sem que tenham de ser transmitidos para fora dessa rede ou para a Internet.
Para usarem o ShareDrop apenas é necessário que estes dispositivos estejam dentro da mesma rede, que não precisa de ter endereçamento público.
Assim que entrarem na página do ShareDrop é de imediato apresentada a lista de utilizadores presentes e que estão disponíveis para usar o serviço. Apenas necessitam de escolher o seu “alvo”, que necessita também de ter a página do ShareDrop aberta, e só precisam de largar o ficheiro que pretendem enviar.
Todo o processo de transmissão é feito com a concordância entre as partes. Isto significa que quem envia o ficheiros tem de autorizar o seu envio, duas vezes, e quem o recebe tem também de autorizar a sua gravação no seu disco.
Se tiverem algum receio da forma como o ShareDrop funciona e como é disponibilizado, podem sempre colocá-lo a funcionar num servidor próprio. O código, HTML5 e javascript, é open source e está disponível no GitHub.
Esta é mais uma excelente forma de partilhar ficheiros dentro de uma rede privada, sem recorrer a serviços externos ou à troca de contactos em serviços de IM externos.
Testem o ShareDrop e vejam como é útil e simples de usar. Basta acederem à página do serviço e começarem a partilhar ficheiros.
Holanda permite desbloqueio do site The Pirate Bay
Justiça holandesa permite desbloqueio do site The Pirate Bay
The Pirate Bay é um dos principais sites de download do mundo. Foi condenado em diversas ocasiões na Holanda e na Suécia por violações de direitos autor.
A justiça holandesa permitiu nesta terça-feira que dois provedores de internet desbloqueassem o acesso ao site de compartilhamento de arquivos torrents The Pirate Bay.
"Os provedores Ziggo e XS4ALL não podem ser forçados a bloquear The Pirate Bay", indicou o Tribunal de Recurso de Haia em um comunicado.
Segundo a fonte, "é importante lembrar que os provedores não violaram os direitos tutorais".
The Pirate Bay é um dos principais sites de downloaddo mundo.
Foi condenado em diversas ocasiões na Holanda e na Suécia por violações de direitos autoria.
A pedido da Fundação Brein, que defende os direitos dos autores, a justiça holandês ordenou em janeiro de 2011 os provedores Ziggo e XS4ALL bloquear o acesso ao The Pirate Bay.
Ambos os provedores apelaram da decisão.
"Ficou claro desde o início que as medidas eram ineficazes", declarou Erik van Doeselaar, porta-voz do Ziggo. "Acreditamos que o tribunal tomou a decisão certa", acrescentou.
Já Xs4all declarou estar "satisfeito com a decisão do Tribunal de Recurso de defender a liberdade de informação e os direitos fundamentais dos cidadãos holandeses".
Ziggo fornece acesso à internet a 1,9 milhões de pessoas na Holanda, enquanto o XS4ALL fornece a cerca de 250 mil.
Por sua parte, a Brein indicou que analisa uma apelação.
"Vale ressaltar que o Tribunal garante que o bloqueio não é eficaz quando aceita o fato que o número de visitas ao The Pirate Bay, bem como o número de assinantes que são culpados de violações (dos direitos autoria) diminuiu", argumentou Brein em um comunicado.
"Esta decisão vai contra a opinião de juízes de outros países europeus", disse a mesma fonte.
O site The Pirate Bay funciona como um motor de busca para baixar filmes, músicas e jogos em "peer-to-peer", sem necessitar de um servidor. Gratuito, não paga direitos tutorais.
Criador do serviço de partilha Btuga condenado a multas de 12.600 euros...AFP satisfeitos
Pena de prisão foi substituída por multa. Defesa vai recorrer da sentença.
O criador do serviço de partilha de ficheiros Btuga, fechado em 2007 pelas autoridades, foi na segunda-feira condenado pelo Tribunal Criminal de Lisboa a duas multas que totalizam 12.600 euros, pelo crime de usurpação de direitos de autor.
Luís Ferreira, estudante de informática, hoje com cerca de 26 anos, criou o BTuga, um site em tempos popular e que permitia aos utilizadores encontrar os chamados torrents, que servem para os utilizadores disponibilizarem e acederem a ficheiros entre os computadores uns dos outros, através de uma rede chamada peer-to-peer, ou ponto-a-ponto.
A notícia da condenação, inédita em Portugal, foi avançada pela revista Exame Informática.
Ao PÚBLICO, a advogada de Luís Ferreira, Alexandra Mota Gomes, da sociedade PLMJ, adiantou que vai recorrer da sentença, que foi lida em resumo na segunda-feira, mas que ainda não foi disponibilizada, devido a um problema no sistema informático da Justiça. “A decisão vai contra os relatórios periciais”, argumenta Alexandra Mota Gomes, afirmando que os peritos determinaram que o criador do serviço não tinha “conhecimento e intervenção prévia” nos conteúdos que eram partilhados. O Btuga, tal como outros serviços do género, permite a partilha de qualquer tipo de ficheiros.
A queixa que deu origem ao processo foi apresentada por várias associações representantes de autores e detentores de direitos e da indústria de música e filmes, entre as quais a Sociedade Portuguesa de Autores, a Associação Fonográfica Portuguesa, a GDA e a Audiogest, que pretendiam também ser indemnizadas. O tribunal, porém, decidiu não haver lugar ao pagamento de uma indemnização, por ter dado como provado apenas a usurpação de três ficheiros: dois filmes e um álbum de música.
O director da Associação Fonográfica Portuguesa, Eduardo Simões, disse que terá ainda de ler a sentença para decidir se apresenta recurso. “Uma parte das nossas pretensões foi atendida pelo tribunal: aquela actividade é crime”, afirmou.
O crime de usurpação de direitos de autor é punido com uma pena de prisão e outra de multa. Por ausência de antecedentes criminais, o tribunal decidiu substituir a pena de prisão por uma multa. Luís Ferreira foi assim condenado a uma multa de 190 dias e outra de 230, no valor de 30 euros por dia - a soma das duas totaliza 12.600 euros.
Durante a investigação, tinham sido apreendidos cerca de 166 mil euros da conta bancária de Luís Ferreira, parte dos quais provenientes das operações do Btuga, que era rentabilizado com publicidade e com a venda de contas que permitiam uma melhor qualidade de serviço. Parte da popularidade do serviço devia-se ao facto de o tráfego ser contabilizado como tráfego nacional, para o qual os fornecedores de Internet estabelecem menos limites.
Associação Fonográfica Portuguesa aplaude condenação do criador do BTuga
Apesar da satisfação com a decisão do tribunal relativamente à condenação do criador do BTuga, a AFP joga à defesa argumentando que o caso ainda vai conhecer mais desenvolvimentos.
O diretor geral da Associação Fonográfica Portuguesa, uma das entidades envolvidas na acusação contra o ex-administrador do BTuga, mostrou-se satisfeito com a decisão do Tribunal Criminal de Lisboa. Eduardo Simões louva o facto de "aquele tipo de atividade criminosa [usurpação dos direitos de autor] ser reconhecida pelo tribunal".
Em conversa com o líder da associação que representa as editoras discográficas do mercado português lembrou várias vezes que apenas ainda é conhecido o resumo da sentença, faltando analisar o acórdão completo dos juízes que tem "largas dezenas de páginas".
Eduardo Simões reforçou também a ideia de que a AFP está mentalizada para o facto de a condenação não ser uma decisão final. "A decisão é suscetível de recurso", ideia que a própria advogada do condenado Luís Ferreira confirmou durante o dia de ontem, 14 de janeiro.
O líder da associação relegou para segundo plano o valor da multa aplicada e a grande diferença para o montante que era pedido, ao dizer que os 12.600 euros são resultado do "esquema normal previsto na lei". Eduardo Simões preferiu destacar a importância da condenação.
Reconhecendo que este tipo de decisões "pode ter um efeito dissuasor e um efeito de prevenção" relativamente a outros administradores de sites de pirataria, o diretor geral da AFP não está tão convencido dos resultados que a decisão da justiça portuguesa vá ter no campo da violação dos direitos de autor a longo prazo.
Sobre as declarações da advogada de Luís Ferreira, que afirmou que a análise do tribunal ao caso tinha várias incorreções e que a condenação violava todos os princípios do direito penal, Eduardo Simões preferiu não comentar.
O líder da associação defendeu por fim uma alteração profunda à legislação para que este tipo de casos possa ser resolvido com um menor recurso aos tribunais e para que a solução seja mais ágil.
Em conversa com o líder da associação que representa as editoras discográficas do mercado português lembrou várias vezes que apenas ainda é conhecido o resumo da sentença, faltando analisar o acórdão completo dos juízes que tem "largas dezenas de páginas".
Eduardo Simões reforçou também a ideia de que a AFP está mentalizada para o facto de a condenação não ser uma decisão final. "A decisão é suscetível de recurso", ideia que a própria advogada do condenado Luís Ferreira confirmou durante o dia de ontem, 14 de janeiro.
O líder da associação relegou para segundo plano o valor da multa aplicada e a grande diferença para o montante que era pedido, ao dizer que os 12.600 euros são resultado do "esquema normal previsto na lei". Eduardo Simões preferiu destacar a importância da condenação.
Reconhecendo que este tipo de decisões "pode ter um efeito dissuasor e um efeito de prevenção" relativamente a outros administradores de sites de pirataria, o diretor geral da AFP não está tão convencido dos resultados que a decisão da justiça portuguesa vá ter no campo da violação dos direitos de autor a longo prazo.
Sobre as declarações da advogada de Luís Ferreira, que afirmou que a análise do tribunal ao caso tinha várias incorreções e que a condenação violava todos os princípios do direito penal, Eduardo Simões preferiu não comentar.
O líder da associação defendeu por fim uma alteração profunda à legislação para que este tipo de casos possa ser resolvido com um menor recurso aos tribunais e para que a solução seja mais ágil.
The Pirate Bay anuncia browser revolucionário na partilha de ficheiros
Pela sexta vez este ano a "baía dos piratas" mudou de localização, estando agora atracada ao largo do Peru. O site promete que dentro de pouco tempo a questão dos domínios vai deixar de ser relevante.
Alguns dias depois de o The Pirate Bay ter trocado o endereço para um domínio da Ilha de Ascensão, o site de partilhas chegou hoje, 13 de dezembro, ao Peru: thepiratebay.pe . Esta foi a sexta vez que o site se viu obrigado a trocar de domínio em 2013 e em breve a questão dos domínios pode deixar de ser um problema.
Segundo relata o Torrent Freak, que cita um porta-voz da empresa, alguns elementos estão a desenvolver um browser que vai permitir alojar sites de pirataria sem a necessidade de alojamento central num domínio.
Quer isto dizer que os sites de partilha de ficheiros vão poder existir sem ser necessário aceder a uma página Web propriamente dita. Os defensores do The Pirate Bay chegam mesmo a dizer que no futuro tentar bloquear os domínios vai ser uma ação sem efeito prático.
A ferramenta que está em desenvolvimento é uma nova versão do PirateBrowser que vai usar a rede Tor para permitir acesso a sites que estão localmente bloqueados, como é o caso da Holanda e Reino Unido.
Segundo relata o Torrent Freak, que cita um porta-voz da empresa, alguns elementos estão a desenvolver um browser que vai permitir alojar sites de pirataria sem a necessidade de alojamento central num domínio.
Quer isto dizer que os sites de partilha de ficheiros vão poder existir sem ser necessário aceder a uma página Web propriamente dita. Os defensores do The Pirate Bay chegam mesmo a dizer que no futuro tentar bloquear os domínios vai ser uma ação sem efeito prático.
A ferramenta que está em desenvolvimento é uma nova versão do PirateBrowser que vai usar a rede Tor para permitir acesso a sites que estão localmente bloqueados, como é o caso da Holanda e Reino Unido.
O The Pirate Bay considera que a guerra que tem sido travada contra a pirataria está a contribuir para a criação de modelos de partilha de ficheiros mais descentralizados, uma "nova geração" de pirataria.
Além de tomar a forma de um browser, a nova ferramenta vai também chegar ao Firefox e ao Chrome através de plug-ins dedicados.
Né-Miguelito - Site de partilha de ficheiros regressa a 15 de dezembro
Vários meses depois de ter encerrado atividade por pressões da ACAPOR, um dos mais conhecidos sites de partilha de ficheiros em Portugal está a preparar o regresso.
A comunidade de partilha de ficheiros Né-Miguelito tenciona voltar a ficar ativa no dia 15 de dezembro. A informação está a ser comunica a todos através de uma página do projeto.
Na mesma é referido que os antigos gestores do site, os que foram identificados pela ACAPOR e que decidiram fechar a comunidade em abril, não têm responsabilidade no novo projeto. O “novo” Né-Miguelito vai então ser gerido por novas pessoas.
“Estamos a construir tudo de novo para que possamos recriar um novo Né-Miguelito!”, pode ler-se na informação partilhada.
Ainda não é certo se as contas de utilizador que existiam vão ser válidas ou se será necessário proceder a novos registos. Quando o Né-Miguelito encerrou atividade contava com cerca de 360 mil utilizadores inscritos.
Na altura os gestores da página ne-miguelito.info/ tinham admitido que não voltariam à atividade e que não funcionariam num novo domínio. “"Qualquer pedido de ajuda/donativo fora destes domínios ne-miguelito.com ou ne-miguelito.info é fraude, pois não gerimos mais nenhum domínio além destes... e não vamos voltar, por isso pedimos para terem cuidado com o phishing (sites que se fazem passar por nós) ”.
Já no endereço ne-miguelito.net/ sempre foi dito que “brevemente” o site voltaria a ficar funcional. Algo que parece que vai acontecer a 15 de dezembro.
Na mesma é referido que os antigos gestores do site, os que foram identificados pela ACAPOR e que decidiram fechar a comunidade em abril, não têm responsabilidade no novo projeto. O “novo” Né-Miguelito vai então ser gerido por novas pessoas.
“Estamos a construir tudo de novo para que possamos recriar um novo Né-Miguelito!”, pode ler-se na informação partilhada.
Ainda não é certo se as contas de utilizador que existiam vão ser válidas ou se será necessário proceder a novos registos. Quando o Né-Miguelito encerrou atividade contava com cerca de 360 mil utilizadores inscritos.
Na altura os gestores da página ne-miguelito.info/ tinham admitido que não voltariam à atividade e que não funcionariam num novo domínio. “"Qualquer pedido de ajuda/donativo fora destes domínios ne-miguelito.com ou ne-miguelito.info é fraude, pois não gerimos mais nenhum domínio além destes... e não vamos voltar, por isso pedimos para terem cuidado com o phishing (sites que se fazem passar por nós) ”.
Já no endereço ne-miguelito.net/ sempre foi dito que “brevemente” o site voltaria a ficar funcional. Algo que parece que vai acontecer a 15 de dezembro.
