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A hipótese de água líquida em Marte foi afastada
Um grupo de investigadores analisou durante um largo período de tempo transformações que existem no solo marciano. O que se pensavam ser alterações provocadas por fluxos de água, são na realidade aglomerações de gelo seco.
As esperanças de encontrar água líquida em Marte não estão totalmente postas de parte – tanto que apenas uma ínfima parte do planeta está a ser explorada. Mas um fenómeno que era tido por alguns investigadores como uma prova de que podia haver água, foi entretanto refutada.
Através de várias verificações ao solo marciano e de comparações entre fotografias, os investigadores concluíram que os pequenos regos que se formavam não eram provocados pelo movimento de água líquida, sendo antes a aglomeração de dióxido de carbono congelado – o chamado gelo seco.
A criação de novas forma de relevo no solo acontece sazonalmente – no inverno e no início da primavera – um elemento que fez os investigadores a perceberem que não se trataria mesmo de água em estado líquido.
Os primeiros registos destas transformações no solo datam do ano 2000. Apesar de haver conhecimento de que existe água em Marte, no estado gasoso e estado sólido, é na água líquida que os cientistas esperam encontrar um dia alguma forma de vida.
As imagens que permitem agora chegar à conclusão de que os sulcos são originados por gelo seco foram conseguidas pelo Mars Reconnaissance Orbiter (MRO), através de uma câmara de alta resolução. Desde o início de 2006 que foram fotografados mais de 350 locais em Marte, sendo que 38 tinham apresentado sinais de mudança sazonal.
O dióxido de carbono congelado é abundante em Marte, como explica um comunicado da NASA, e as transformações ao nível do solo continuam a acontecer.
Apesar de esta hipótese ter sido excluída, os investigadores continuam a seguir outros rastos e transformações que parecem sugerir a existência de água liquida em Marte. “Eu gosto do facto de Marte ainda nos poder surpreender”, afirmou um dos cientistas responsáveis pela conclusão, Colin Dundas.
Descoberto o primeiro exoplaneta habitável e semelhante à Terra
Astrónomos afirmam que descobriram o primeiro planeta fora do Sistema Solar com um tamanho comparável ao da Terra e no qual a água poderá existir em estado líquido, revela, esta quinta-feira, a revista "Science".
"É o primeiro exoplaneta [planeta fora do Sistema Solar] do tamanho da Terra, encontrado na zona habitável de uma outra estrela", afiançou Elisa Quintana, uma astrónoma do Instituto de Pesquisa de Inteligência Extraterrestre, da agência espacial norte-americana NASA, que participou na equipa internacional que conduziu a investigação.
O planeta, batizado Kepler-186f, orbita a estrela anã Kepler-186, "mais pequena e menos quente do que o Sol", e situa-se na "zona temperada, onde a água pode ser líquida", sustentou a astrónoma.
Esta zona é considerada habitável, uma vez que, segundo os cientistas, a vida tal como a conhecemos, que depende da presença de água, tem mais probabilidade de se desenvolver ali.
O Kepler-186f encontra-se num sistema estelar situado a 490 anos-luz do Sol, com cinco planetas do tamanho próximo da Terra. Contudo, só o Kepler-186f está na "zona habitável", os outros estão muito perto da estrela.
Entre os cerca de 1.700 exoplanetas já detetados, desde há 20 anos, duas dezenas estão em redor da sua estrela na "zona habitável". Todavia, muitos destes planetas são maiores do que a Terra, o que torna difícil verificar se são gasosos ou rochosos.
Localizado na constelação do Cisne, o Kepler-186f está na categoria de planetas rochosos como a Terra, Marte ou Vénus.
Em fevereiro, a NASA anunciou que o telescópio Kepler tinha detetado 715 novos exoplanetas, quatro deles potencialmente habitáveis, mas 2,5 vezes o tamanho da Terra.
A maioria destes novos planetas extrassolares foi identificada nos últimos cinco anos. O engenho avariou-se em meados de 2013.
O Kepler foi lançado em 2009 para detetar mais de 150 mil estrelas semelhantes ao Sol, loc
Como secar um smartphone depois acidente com água
Nós apresentamos uma maneira simples para secar um smartphone deve lavá-lo por acidente. A nossa recomendação é para isolar o dispositivo com gel de sílica para absorver a humidade.

A menos que você tem um smartphone à prova d'água , se este molhou-se pode ser um drama com um final amargo. Há muitos "truques" que podem ajudar a fazer um milagre ocorra. O que acontece se você já teve esse acidente, apresentamos uma maneira de secar um smartphone molhado corretamente.
Como já sabe, há um truque que vai funcionar 100%, mas pode ser vital para evitar que a água de arruinar o dispositivo ficar sem e conseguir que permanecem úteis por muito mais tempo. Utilize os materiais que você usa, há uma série de passos essenciais:
- Desligue o terminal (se não tiver desligado)
- Não ligar o telemóvel
- Seque no exterior o dispositivo rapidamente
- Retire e seque todas as peças possíveis (bateria, SIM, microSD, etc.)
Mais frequentemente introduzir o smartphone em um saco com arroz (material em qualquer casa), embora, como observado por nossos colegas do Gizmodo outras alternativas comerciais. Hoje recomendamos um outro método: eu colocá-lo em gel de sílica .
Este material é muito mais eficaz do que o arroz. Embora pode comprar, certamente já viu pequenos sacos cheios de gel de sílica em muitos produtos que adquiri-mos. Ser previdente, seconsevar o produto pode usar em caso de um acidente de futuro. Nós vamos ter queabrir os sacos em um recipiente fechado (um saco de congelados) E esperar 72 horas antes de se tirar. Se tivermos sorte, tudo continuará a funcionar corretamente.
Fujitsu criou tablet com Windows 8 que funciona debaixo de água
Fujitsu criou tablet com Windows 8 que funciona debaixo d’água
Ventoinha responsável pelo resfriamento do dispositivo para de funcionar automaticamente quando ele é submerso em algum líquido
Escondido em meio à linha de produtos programada pela Fujitsu para o outono norte-americano (primavera no hemisfério sul) está um tablet com Windows 8 que apresenta características curiosas. Apesar de contar com um método de resfriamento tradicional, baseado em coolers, o dispositivo se mostra capaz de continuar funcionando mesmo quando submerso em água.
Apresentando uma tela de 12,5 polegadas, o produto conhecido pelo codinome QH77/M apresenta um processador Core i5 4200U da Intel, o que justifica a necessidade de usar um sistema de resfriamento potente. Segundo a fabricante, as ventoinhas do cooler utilizado param de funcionar quando o dispositivo entra em contato com algum líquido, solução que evita que partes internas sejam molhadas por acidente.
A Fujitsu afirma que o objetivo do produto não é ser usado debaixo d’água, mas sim se adaptar a ambientes como banheiros e cozinhas, nos quais sempre há o risco de molharmos acidentalmente algum aparelho eletrónico. Questionada quanto à possibilidade de o tablet funcionar de maneira semelhante a um submarino graças à sua ventoinha, um representante da empresa disse que chegou a tentar isso, mas que o produto se provou pesado demais para que o cooler fosse capaz de movê-lo.
Sueco inventa máquina transforma suor em água
Inventor já distribuiu mais de mil copos de água reciclada.

O inventor Andreas Hammar apresentou sua criação em Gothenburg, Suécia, na última segunda-feira e chamou atenção com seu projeto ambicioso: reciclar suor humano transformando-o em água potável. Nas demonstrações que ele fez até agora, mais de mil copos da água provenientes da máquina já foram distribuídos para a população da cidade que prestigiou o equipamento.
A invenção do sueco é uma variante do que é possível encontrar na Estação Espacial Internacional, onde os astronautas podem conseguir o líquido vital a partir de seu suor. Ainda assim, o aparelho apresentado por ele é mais eficiente e barato.
O dispositivo foi criado em parceria com a Unicef e deve ser utilizado em áreas desérticas para levar água às pessoas que passam sede.
Roupa suada = água pura
Da mesma forma que tomar água reciclada de urina humana pode ser bem desagradável, a água feita de suor também causa certa relutância em muita gente. Ainda assim, Hammar afirma que a água proveniente de sua máquina é mais pura e limpa que a proveniente de nossas torneiras.
A máquina funciona como uma centrífuga de roupas comum, mas ela consegue retirar todo o suor das roupas usadas, aquecê-lo a ponto de tornar o líquido vapor e, depois disso, resfriar tudo de volta para que a água seja separada dos gases e outras impurezas presentes no suor. É praticamente um processo de destilação tradicional, só que um pouco mais complexo por conta da purificação.
O inventor explica que, apesar de conseguir extrair praticamente toda a água de roupas suadas, a fonte de onde a máquina tira isso não é muito generosa. Uma camisa bem suada consegue render 10 mililitros a partir do processo, mais ou menos uma boca cheia.