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Caçadores de Fakes... a suposta foto do voo 370 Malaysian Airlines
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O desaparecimento do voo 370 é um mistério. Não só se sabe sobre quem é o responsável ou por que a mudança de curso, mas, ainda assim, um mês depois do alegado acidente e ainda não foi localizado onde a aeronave caiu. Este último deu origem a muita especulação e conspiração teorias na internet, como de costume.
Foto do voo 370 passageiros

"Estou sequestrado por militares desconhecidos após meu voo foi sequestrado (e me cobrir meus olhos). Eu trabalho para a IBM e eu consegui esconder meu telefone nas costas durante o sequestro. I foram separados dos outros passageiros e estou em uma célula. Meu nome é Philip Wood. Eu acho que eu fui drogado e eu não posso pensar com clareza ".
Este parágrafo, acompanhado por uma foto em preto completamente vertical, foi publicado nos últimos dias em muitos meios de comunicação (exemplos aqui , aqui , e mais ). Em todos eles, e para dar credibilidade destaca que os dados EXIF de fotos garantir que ele tenha tomado em Diego Garcia, uma ilha no Oceano Índico , que é usado atualmente por os EUA para uso militar.
De fato, no voo 730 teria um passageiro chamado Philip Wood, como confirmado pela lista oficial , e também encontraram um perfil no LinkedIn seu nome que associa a IBM . Mas o que é verdade que a imagem em preto? Todas as fotografias tiradas por nossas câmeras ou rolamento móvel inseridos, dados ou metadados EXIF , entre outras coisas, indicar a data eo local onde a fotografia é tirada.Muitas vezes, se mais informações é desejado sobre uma foto, verifique simplesmente a sua EXIF . No caso da foto em questão, essas coordenadas levar a uma base militar em Diego Garcia , com precisão impecável: identificar um barracão.
De acordo com o EXIF , a foto foi tirada naquela cabana (Foto: The Side Of Evil )
Mas quão confiáveis são os dados de uma imagem EXIF ? Por muito pouco, uma vez que pode ser editado perfeitamente com muitos programas que existem para isso. Qualquer um poderia pegar, fazer uma foto em preto e alterar os dados. Além disso, como já indicado no outro lado do mal , que geolocalização é tão específico e apontam para uma cabana, onde só ocorre se há muitas marcas de WiFi da Apple ao redor, e torna suspeito esta fotografia. Já para não falar de todos os aspectos estranhos da história: você realmente escondeu o telefone e militar, supostamente treinados não foi encontrado? E quando você pode enviar uma foto em preto, mesmo se o telefone tem flash?
Se alguém ainda tem dúvidas razoáveis sobre se deve ou não essa história é real, sua origem parece ser no 4chan . A emissão original parece ter sido removido, mas você pode ver uma cópia aqui . Além disso, observe a data: 19 de março, por isso não é, apesar de alguns meios de comunicação recentes estão ecoando agora. É claro que as autoridades não agiram sobre ele, mas parece improvável que essa história é real, certo?
Você realmente seqüestrado alguém iria para o 4chan por ajuda?Vídeo sobre descoberta de avião desaparecido surge no Facebook.. cuidado
Link direciona para site que exige compartilhamento de mensagem e faz instalação de um plug-in

“Acreditamos que nos próximos dias ela estará em outras redes sociais, bem como outros idiomas como espanhol e português. Além disso, outros tipos de malware [...] estão se espalhando por meio desse ataque, pois o tema tem despertado interesse mundial”, explicou Fabio Assolini, analista sênior de segurança da Kaspersky Lab.

Muitos estão curiosos para saber novidades referentes ao avião da Malaysia Airlines que despareceu no dia 8 de março. Porém, todo cuidado é pouco, especialmente em relação a um golpe envolvendo um vídeo que está rodando o Facebook.
Segundo a empresa de segurança Kaspersky Lab, quem clica no arquivo é direcionado para outra página na qual o conteúdo supostamente seria exibido. Para rodá-lo é exigido o compartilhamento da mensagem no mural do Facebook, bem como a instalação de um plug-in.
A empresa informou que o software faz o download de um programa que interrompe a experiência online do usuário e exibe automaticamente anúncios enquanto o navegador é utilizado. Até o momento a mensagem só foi detectada no Facebook em inglês, mas é preciso cautela antes de sair clicando em qualquer link
“Acreditamos que nos próximos dias ela estará em outras redes sociais, bem como outros idiomas como espanhol e português. Além disso, outros tipos de malware [...] estão se espalhando por meio desse ataque, pois o tema tem despertado interesse mundial”, explicou Fabio Assolini, analista sênior de segurança da Kaspersky Lab.
Porquê que os passageiros do avião da Malaysia Airlines não utilizaram os telemóveis?

Na era dos "smartphones" e das redes sociais, o misterioso desaparecimento do voo MH370 da Malaysia Airlines levanta ainda mais uma questão: por que é que nenhum dos 239 passageiros contactou um familiar, como aconteceu no atentado de 11 de setembro.
Onze dias após o sumiço do Boeing 777 com 239 pessoas a bordo, a ausência de chamadas telefónicas, mensagens ou de emails pode ser uma pista para melhor entender o que aconteceu.
Poderá indicar que o avião voou muito alto ou sobre água. Ou que os passageiros estariam inconscientes, devido, por exemplo, a uma despressurização da cabine.
Há especialistas que defendem que quanto mais perto de uma rede de telefone fixa estivessem, mais hipóteses teriam de utilizar os portáteis ou outros dispositivos eletrónicos.
No entanto, são em maior números os técnicos, citados pela France Presse, que duvidam da possibilidade de se estabelecer e de manter um contacto telefónico, num voo a grande velocidade e em altitude cruzeiro.
Para estabelecer contacto entre um telemóvel e um recetor é necessário um sinal suficientemente forte dos dois lados.
Para o consultor da área das telecomunicações Koh Chee Koon, esta ligação é "teoricamente" possível caso o avião tenha voado entre os 23 mil pés (7000 metros) e os 45 mil pés, após a perda de contacto com a torre de controlo, tal como apontam informações não confirmadas.
Além de terem telemóveis vulgares, os passageiros do MH370 tiveram como obstáculo o habitáculo do avião para conseguirem ter uma ligação de qualidade aceitável, isto no caso de "terem hipótese de o fazer", acrescentou o consultor.
Os aviões utilizados nos atentados de 11 de setembro, nos Estados Unidos, voavam relativamente baixo, sobre uma zona coberta de rede para telemóvel.
E a maior parte das chamadas foram feitas a partir dos telefones a bordo e não desde telemóveis.
Algumas companhias aéreas permitiram recentemente a utilização de telemóveis durante o voo, graças à instalação de rede dentro do próprio aparelho, mas este serviço não estava disponível no voo MH370.
Sem este sistema, um telemóvel não pode ser utilizado acima dos 500 metros, no caso de um voo comercial, e se estiver muito longe de uma torre, segundo explicou A.K. Dewdney, professor de informática na Universidade de Ontário, no Canadá.
"Nenhum telemóvel consegue ligar-se a partir de um avião no meio do oceano, mesmo que a baixa altitude", disse o professor universitário.
E "há uma altitude de cruzeiro normal, a partir da qual nenhum telemóvel consegue entrar em contacto com o solo", insiste Dewdney, que colaborou nas investigações sobre esta mesma questão após o 11 de setembro.
O dono da Malaysia Airlines, Ahmad Jauhari Yahya, explicou, esta segunda-feira, que não houve qualquer evidência de que os passageiros tenham tentado telefonar, embora haja ainda "milhões" de dados telefónicos a ser analisados.
Para adensar o mistério, a imprensa chinesa escreveu, nos primeiros dias de busca, que familiares dos passageiros tinham ligado para os seus telemóveis e que estes tinham dado sinal de chamada.
Para os especialistas, esta não é, no entanto, uma prova do seu funcionamento.
Mesmo que não tenha sido possível utilizar o telemóvel para contactar pessoas em terra, os aparelhos que estejam ligados podem servir para ajudar a localizar o avião.
Para isso, os investigadores têm de recolher cada número de identificação dos telemóveis de cada um dos passageiros, junto das operadoras de todos os países, mesmo daqueles que têm ainda uma rede embrionária, como a Birmânia.
Courtney Love crê ter encontrado o avião da Malaysian Airlines ... é alvo de piadas na net
A ex-mulher de Kurt Cobain, Courtney Love, acredita que encontrou o avião da Malaysian Airlines desaparecido no dia 8 deste mês, e até publicou uma imagem esclarecedora onde mostra as “manchas de óleo” e o lugar onde o avião estará. Nem as coordenadas faltam na publicação feita no Facebook pela cantora.

A cantora Courtney Love publicou uma imagem, na sua página pessoal de Facebook, onde assinala o local em que acredita ter caído o avião da Malaysian Airlines desaparecido há 10 dias.


A cantora Courtney Love publicou uma imagem, na sua página pessoal de Facebook, onde assinala o local em que acredita ter caído o avião da Malaysian Airlines desaparecido há 10 dias.
“Eu não sou nenhuma entendida mas isto parece um avião e manchas de óleo”, declarou a artista de 49 anos que até desenhou, ao que parece no MS Paint, indicações para os locais onde acredita ter encontrado o aparelho e as respetivas manchas de combustível.
A imagem foi originalmente tirada do site Tomnod, onde é possível aceder a imagens de satélite e foi tirada a 12 de março.
Courtney parece alheia ao facto de que quatro dias depois de um avião cair no oceano seria impossível ver o aparelho à superfície por já teria afundado mas, mesmo assim, oferece até coordenadas para o local, na mesma publicação.

"Eu não sou nenhum especialista, mas se fechar esta se parece com um avião e uma mancha de óleo," Love, 49, escreveu em um post no Facebook segunda-feira.

As mais loucas teorias sobre o desaparecimento do avião da Malaysia Airlines

Nove dias após o desaparecimento do avião da Malaysia Airlines, com 239 pessoas a bordo, desconhecem-se, ainda, os motivos que levaram ao sumiço do aparelho. Suicídio de um dos pilotos, terrorismo, sequestro são hipóteses que ainda não descartadas pela investigação, mas há outras tantas teorias da conspiração que o mistério e as redes sociais ajudam a condensar. De ovnis ao envolvimento de Edward Snowden, tudo é aventado na internet.
À parte as certezas a que os investigadores foram chegando, nos últimos nove dias, pouco se sabe do que se passou a bordo do voo 370 da Malaysian Airlines.
Na versão oficial, ganha terreno a hipótese de se tratar do resultado de um plano de sabotagem ou de pirataria meticulosamente preparado. Suspeitas que ganharam novo fôlego com a hipótese de que a última comunicação do cockpit, feita pelo co-piloto -, um informal "tudo bem, boa noite" -, tenha sido feita depois de desligado um dos sistemas de comunicação do aparelho.
Sabe-se também que o Boeing desceu a cinco mil pés de altitude (cerca de 1500 metros) de forma a evitar os radares civis,que terá voado até mais sete horas, depois de ter desaparecido dos radares, e que mudou deliberadamente de rota. "A pessoa no comando do avião tem um sólido conhecimento de navegação e radares", disse fonte da investigação, citada pelo jornal malaio "New Straits Times".
A polícia e os investigadores da equipa internacional talvez nunca venham a confirmar qualquer destes dados, a menos que encontrem o aparelho. Existem, atualmente, duas zonas de investigação sobre a rota seguida pelo avião: uma franja que vai do norte da Tailândia até ao Cazaquistão e Turquemenistão; outra que parte da Indonésia e entra pelo oceano Índico a oeste da Austrália.
Teorias da conspiração
O envolvimento de extraterrestres no desaparecimento do avião é defendido por Alexandra Bruce, no site Forbidden Knowledge TV, no qual são publicados os sinais capturados na altura do desaparecimento e que, afirma a autora, só poderiam ser emitidos por um OVNI.
Como fonte é usado um vídeo partilhado no YouTube e que mostra o registo do tráfego aéreo no local e na altura do desaparecimento do aparelho.
No site, o alegado OVNI é identificado como Airlines Flight 672, num vídeo retirado do flightradar24. A velocidade supersónica do aparelho está provavelmente relacionada com uma falha no sistema e não com uma intervenção alienígena.
Uma outra teoria garante que os 239 passageiros que seguiam a bordo do Boeing estão vivos. A convicção fundamenta-se no facto de os telemóveis dos passageiros continuarem a chamar.
Nem todos os telemóveis que são desligados encaminham diretamente a chamada para o atendedor de chamadas. Localização, tipo de rede e a proximidade a uma antena de telemóvel podem fazer com que continue a existir um sinal de chamada.
Uma mensagem no Reddit levanta a suspeita de ligação a Edward Snowen. Segundo o que foi escrito na rede social, a bordo do voo 370 seguiam 20 especialistas da Freescale Semiconductor, do Texas, EUA, entre os quais um alto quadro, em chips e agregação de dados, que tinham como missão vigiar a China. Segundo esta teoria, o avião da Malaysian Airlines terá explodido, na sequência de um ataque dos serviços secretos chineses.
Os funcionários da Freescale Semiconductor estão no centro de uma outra teoria, que aponta para o envolvimento do Irão e dos dois passageiros iranianos que seguiam a bordo com passaportes falsos. O objetivo do departamento de segurança nacional iraniano seria apropriar-se do conhecimento dos engenheiros da empresa norte-americana.
Na internet, há também quem defenda que o avião foi desviado para Pyongyang, já que a capital da Coreia do Norte fica a igual distância de Kuala Lumpur. Em 1969, o regime comunista de Pyongyang desviou um avião da vizinha Coreia do Sul.
O envolvimento dos Illuminati, um género de um triângulo das Bermudas no Golfo da Tailândia ou o desvio do avião para o Vietname para posterior utilização como míssil são algumas das outras teorias que tentam explicar o que, para já, ainda não tem resposta da investigação oficial.
Dois milhões de internautas em busca Boeing Malaysian Airlines desaparecido
O avião da Malaysian Airlines que desapareceu está a ser alvo de buscas marítimas, aéreas e virtuais. Há dois milhões de utilizadores a verem imagens recolhidas por satélite para ver se encontram algum vestígio.

O convite foi feito pela Digital Globe, que acabou por disponibilizar as imagens recolhidas pelos seus satélites e que cobrem uma gigantesca área entre o Golfo da Tailândia e o Mar da China.
As imagens foram captadas a 400 milhas de altitude, por dois satélites, e disponibilizadas num site preparador para o efeito. Os utilizadores são convidados a marcar como objetos de interesse sempre que detetem algum vestígio, embarcação ou manchas de combustível. Tudo o que pareça «interessante» ou «suspeito» deverá ser assinalado, noticia o Digital Trends.
As informações são depois passadas para as autoridades que, em última instância, decidem como agir, uma vez que neste momento já foram marcados mais de 650 mil objetos, numa vasta área.
O avião desapareceu no sábado de manhã, com 239 passageiros e tripulantes e ainda não há qualquer versão oficial do que poderá ter acontecido.











