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Anonymous e Tugaleaks alvos de operações policiais (com detidos)






Um dos sete detidos na operação é o jornalista Rui Cruz, do site Tugaleaks. Inquérito dirigido pelo MP investiga ataques informáticos a sistemas do Estado e empresas privadas.

Anonymous e Tugaleaks suspeitos dos crimes de acesso ilegítimo, dano informático e associação criminosa


Os detidos têm entre 17 e 40 anos e entre eles está uma rapariga. Segundo o comunicado da Procuradoria-Geral da República, em causa estão os crimes de acesso ilegítimo, de dano informático e ainda de associação criminosa. No texto, a PGR informa ainda que estão em curso "duas dezenas de buscas domiciliárias e uma busca a um órgão de comunicação social, no âmbito de um inquérito dirigido pelo MP e onde se investigam diversos ataques informáticos", mas sem especificar os alvos das buscas.

O DN já confirmou junto a fonte da investigação que um dos detidos é o jornalista Rui Cruz, fundador do site Tugaleaks, que se apresenta como um órgão de comunicação social inspirado no 'Wikileaks' de Julian Assange. A TSF adianta que a PJ fez buscas na casa de Rui Cruz, no Pinhal Novo, que serve de escritório ao jornalista. O jornal Público escreve, na sua edição online, que Rui Cruz terá sido um dos responsáveis pelo ataque informático àProcuradoria-Geral Distrital de Lisboa, em junho do ano passado. O ataque foi reivindicado pelos OutsideTheLaw, grupo ligado aos Anonymous, tendo sido imediatamente divulgado pelo Tugaleaks. Rui Cruz tem carteira profissional de jornalista devido à criação deste site, que está efetivamente registado como órgão de comunicação social.
Rui Cruz fundou o TugaleaksFotografia © Facebook

De acordo com a PJ, a operação de hoje, "onde intervieram 70 funcionários altamente especializados, visou o apuramento e atribuição de responsabilidades criminais a grupos de cidadãos envolvidos, de forma reiterada, em crimes de sabotagem informática ("DDoS"), de dano informático ("defacing"), de acesso ilegítimo ("hacking") e de acesso indevido ("exfiltração de dados"), praticados contra diversos sistemas informáticos do Estado Português e, também, de empresas relevantes do sector privado".

A investigação iniciou-se em abril do ano passado, "tendo-se, agora, após uma larga recolha de informação e de material probatório!" efetuado vinte e quatro buscas domiciliárias e a detenção de sete presumíveis autores nas áreas metropolitanas de Lisboa e Porto.

Além das detenções, foram, ainda, constituídos catorze arguidos, face ao seu envolvimento nos factos delituosos.

Segundo ainda a PJ, a operação permitiu a apreensão de dezenas de sistemas informáticos, que serão objeto de análise forense digital a efetuar pelo departamento especializado desta polícia.

A atividade destes grupos centrava-se no ataque frequente e lesivo a sistemas informáticos institucionais, públicos e privados, sendo que as consequências práticas deste tipo de crimes é a inoperabilidade institucional dos sistemas.

Anonymous Portugal pode ter revelado dados de 300 jornalistas


Parte do sistema informático da Comissão da Carteira Profissional de Jornalistas terá sido alegadamente atacado e além das credenciais de acesso expostas, mais de 470 mil documentos terão ficado acessíveis online.



                            

Um suposto ataque arquitetado por piratas informáticos de diferentes grupos ligados ao coletivo Anonymous Portugal resultou na publicação daqueles que podem ser dados privados de quase 300 jornalistas inscritos na Comissão de Carteira Profissional (CCPJ).

As informações que incluem endereços de email, nomes de acesso e palavras-passe foram publicadas ontem, 2 de fevereiro, no Pastebin. Apesar de o ataque ter alegadamente começado durante a noite de ontem, só hoje de manhã foi reivindicado nas páginas de Facebook dos grupos de cibercriminosos.

A CCPJ diz não ter "qualquer informação neste sentido" e que hoje estão a "trabalhar normalmente". A Comissão reforçou a ideia de não ter qualquer conhecimento de um suposto ataque, afirmando que o sistema informático da entidade é "seguro".

Comparando a lista de dados revelada com a lista de jornalistas disponibilizada no site da CCPJ é possível encontrar nomes comuns, não sendo possível confirmar que se trate de facto das mesmas pessoas. Mas também existem bastantes nomes que não constam como jornalistas inscritos na comissão.

Já foi pedido um comentário à Comissão de Carteira Profissional para saber se os dados fazem parte da base de dados da entidade, mas até ao momento não houve nenhuma resposta.

Os atacantes terão acedido à parte restrita do sistema informático da Comissão, alegando que o username e a password de acesso seriam admin. O site TeK tentou validar esta informação para atestar a veracidade do caso, mas no momento de publicação deste artigo os dados não correspondiam.

Apesar de estar alojado num servidor com o protocolo de segurança SSL, os piratas informáticos dizem que nem isso foi suficiente para dificultar a tarefa dado o suposto baixo nível de segurança das credenciais de acesso.

Os crackers reclamam na Internet por liberdade de expressão, deixando implícito que a CCPJ terá efetuado algum nível de censura. Numa publicação nas redes sociais é ainda deixada no ar a hipótese de num futuro próximo a entidade que gere as carteiras profissionais dos jornalistas em Portugal poder ser alvo de um ciberataque.

Em resposta ao TeK o grupo Outsiderz Arcainex, que participou no alegado ataque, confirma a intenção de futuros ataques à CCPJ: "Por mais que resolvam os erros do site nós temos sempre maneira de hackear. Se tentarem arranjar o site eles vão acabar por criar outra falha. Outra falha que pode ser ainda pior do que as que já têm! Nós próprios iríamos ajudar a "reparar" o site. Podem mudar a password, mas não podem apagar as cópias das bases de dados dos nossos servidores".

#OpCharlieHebdo -Anonymous já encerrou quase 200 contas dos jihadistas no Twitter

Declarou guerra... e está a cumprir!

O grupo de piratas informáticos tem estado à procura de contas e websites relacionados com o extremismo islâmico ao longo dos últimos dias.


Cerca de 200 contas no Twitter com alegadas relações ao movimento radical islâmico foram encerradas nos últimos dias pelos Anonymous. Este é um dos resultados do movimento #OpCharlieHebdo, lançado pelo grupo de hackers no passado dia 9 de janeiro, que pedia aos seus seguidores para denunciarem contas nas redes sociais com possíveis ligações aos jihadistas.

“Atacar a liberdade de expressão é um ataque direto à democracia. Aguardem uma reação massiva da nossa parte, pois a liberdade é algo pelo qual nós sempre temos lutado”. Este foi o aviso deixado pelo grupo Anonymous num comunicado publicado na semana passada, dando início a uma campanha de deteção de possíveis websites e contas nas redes sociais de pessoas relacionadas ao extremismo islâmico.










Ataque às contas dos serviços militares


No mesmo dia, o grupo publicou uma lista com 36 contas no Twitter que já tinham sido apagadas e, depois do cancelamento de 14 perfis no Facebook e mais de dez websites no início desta semana, um novo anúncio publicado esta quarta-feira dá conta do encerramento de mais 150 contas no Twitter.

Esta campanha vem no seguimento da morte de doze pessoas ao ataque à redação do jornal Charlie Hebdo, que regressou hoje às bancas e esgotou em França em poucos minutos. Na segunda-feira, dia 12, a Casa Branca confirmou um ataque informático às contas do Twitter e do YouTube dos serviços militares norte-americanos, onde foram publicados uma série de mensagens por parte dos jihadistas.

Anonymous declara guerra ao Estado Islâmico e à Al-Qaeda ....divulgam contas do Twitter de jihadistas

Depois de um atentado que chocou o mundo....JE SUIS CHARLIE

Numa operação baptizada de #OpCharlieHebdo, o grupo Anonymous declarou guerra ao Estado Islâmico e à Al-Qaeda depois do actos terroristas ocorridos em Paris que vitimaram vários cidadãos, sobretudo cartoonistas do Charlie Hebdo.

De acordo com o site hackersportugal, o grupo Anonymous divulgou já várias contas do Twitter que pertencem a jihadistas.







Além das contas divulgadas do twitter, no canal de IRC #OpCharlieHebdo da rede AnonOps trocam-se várias informações com o objectivo de perseguir e destruir os elementos do Estado Islâmico e da Al-Qaeda.

No vídeo publicado pelo grupo Anonymous na passada semana, o grupo começa por lamentar a perda de vidas e dirigir as suas condolências às “famílias das vítimas deste acto covarde e desprezível”. No mesma mensagem, o grupo refere ainda que “Não vamos deixar que a vossa estupidez mate as nossas liberdades e a nossa liberdade de expressão”…”Vamos perseguir-vos por todo o planeta. Não vão estar seguros em lado nenhum.”


Versão em Inglês do Press Release #OpCharlieHebdo

O vídeo tem sido no entanto denunciado pelo grupo português de hackers ativistas segundo revela o Correio da Manhã. Isto porque na comunicação apresentada em vídeo é referido que “Nós vamos encontrar-vos – a cada um de vocês – e vamos matar-vos’. E é aqui que nos surgem as primeiras dúvidas sobre este vídeo porque os Anonymous são contra a violência e não matam nem ameaçam matar ninguém.”

Quando questionados pelo jornal sobre esta situação, o grupo de hackers portugueses Sudohakers garante que: “a suposta página original é falsa também” e deixam o alerta “cuidado onde clicam”.



Via hackersportugal

Anonymous Portugal atacam Novo Banco e Banco de Portugal


 Hackers expõem 200 emails. E “roubam” 2700 dados do Ministério da Agricultura

Como uma demonstração de não concordância pelo facto de o Governo ter intervido no sentido de “salvar” mais um banco privado, o grupo Anonymous Portugal responde com um ataque ao Novo Banco e ao Banco de Portugal. Segundo a RTP, também o Ministério da Agricultura foi alvo de ataques.





A notícia foi lançada hoje e dá a conhecer que vários grupos com ligações ao Anonymous Portugal, desenvolveram uma recente operação no sentido de recolher dados do Banco de Portugal e do Novo Banco, nome agora atribuído à “parte boa” do banco BES.

São várias as pessoas que se insurgem com o facto de o Governo ter criado uma espécie de ‘lei à pressa’ com o objectivo de salvar mais um banco privado, neste caso, o BES. Desta forma, esta operação pretendeu divulgar vários contactos para os quais os portugueses possam reclamar, tendo então exposto 200 contas de email. [viaTugaleaks]

Podem ver o post no Facebook aqui.


A RTP noticiou ainda que o grupo atacou também o Ministério da Agricultura tendo “roubado” mais de 2700 dados.



Anonymous Portugal publica lista de viaturas descaracterizadas das polícias no Facebook


                

Os Anonymous divulgaram no Facebook uma lista com mais de 300 veículos descaracterizados com as respetivas marcas, cores e matrículas, alegadamente usados pela PSP e pela GNR. A origem e veracidade dos dados estão por confirmar.

"Iremos antes de mais nada perceber se a lista é verídica ou não e se a sua proveniência possa constituir intrusão abusiva e violação de sistemas de segurança que, numa primeira análise, não nos parece, pois a data da lista, as matrículas divulgadas e os serviços identificados parecem-nos já com algum tempo", referiu à agência Lusa fonte oficial da Direção Nacional da PSP.

A lista foi publicada no sábado, no Facebook, acompanhada da mensagem: "Se eu uso uma máscara para me proteger deste regime, e sou criminoso, também eles têm que ser desmascarados por andarem à caça de multas".

A PSP acredita que a lista em causa "seria facilmente acessível por vias normais, sem comprometer as redes de segurança, e através de uma aturada pesquisa em fontes abertas", garantindo que "a segurança dos portugueses não foi colocada em causa".

A divulgação da lista de viaturas descaracterizadas alegadamente utilizadas pela PSP e pela GNR acontece cerca de uma semana após o mesmo grupo ter conduzido um ataque informático contra o site da Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa (PGDL).

Foi o caso que nos últimos tempos mais atenção mediática conseguiu atrair, mas foi apenas mais um entre muitos ataques e defacements que têm sido realizados ao longo dos últimos anos. Só em 2013 o grupo Anonymous Portugal reclamou a autoria de vários ataques a entidades públicas e privadas. A atividade criminosa dos piratas informáticos em Portugal tem passado incólume à ação da justiça.

De acordo com fontes do Ministério Público, ainda ninguém foi acusado de dano ou sabotagem informática em Portugal, apesar dos ataques que se têm verificado. 

Portal da Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa continua offline

PJ investiga ataque informático à página da Procuradoria de Lisboa

O portal de Internet da divisão distrital de Lisboa da PGR está em baixo desde sexta-feira, apresentando uma mensagem de erro. O regresso estava previsto para o início da semana, mas tal ainda não se verificou.

página da Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa continua sem estar funcional, depois de a mesma ter sido colocada offline pelo organismo responsável. Tudo por causa de um ataque informático reivindicado pelo grupo Anonymous Portugal que aconteceu no dia 25 de abril.

O TeK contactou a Procuradoria Geral Distrital de Lisboa, a Procuradoria Geral da República, a Polícia Judiciária e o grupo Anonymous Portugal para tentar saber quais os desenvolvimentos do caso, mas até ao momento não recebeu qualquer resposta e contacto.

Apenas do lado da PJ foi confirmado que a investigação está em curso, não tendo sido adiantados mais pormenores.

De acordo com informações veiculadas na imprensa nacional, que tiveram origem no relato do Tugaleaks, o protesto online intitulado de Apagão Nacional – a segunda operação com este nome – deu acesso aos dados de mais de dois mil procuradores, números de telemóvel e endereços de email. A PGDL diz que os mesmos dados já teriam sido revelados em 2011.

Também o site do Sistema de Informação do Ministério Público (SIMP) continua offline, também por precaução. Ao Público a procuradora-geral distrital de Lisboa, Francisca Van Dunem, tinha revelado que as páginas voltariam a ficar disponíveis no início da semana, algo que até agora ainda não se verificou.

Os dois portais estão inacessíveis para que os peritos informáticos possam apurar qual a origem do ataque e que outros possíveis dados possam ter sido acedidos.

Na página do Facebook os Anonymous Portugal explicam que “a motivação deste ataque decorre da atual conjuntura que o país atravessa vítima de quem nos desgoverna, vítima de corrupção, medidas políticas erradas. Valores e direitos conquistados no 25 abril de 1974 estão a ser retirados e alienados”. “Este ataque serve para vos lembrar que o povo está acordado e unido para combater este governo e as suas políticas capitalistas”, acrescentaram.

O ataque feito à página da Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa terá sido feito em conjunto por três das equipas que compõe o grupo Anonymous Portugal: SideKingdom, Sud0H4k3rs e OutsideTheLaw. 

Detidos dois ativistas do Anonymous por ataques a 'sites' oficiais no Camboja


Dois ativistas do grupo Anonymous foram detidos, no Camboja, acusados de piratear 'sites' oficiais do Governo, na sequência de uma investigação conjunta da polícia local e do FBI, informou hoje a imprensa local.

                     Detidos dois ativistas do Anonymous por ataques a 'sites' oficiais no Camboja

Tha Bun King Mongkolpanha, aliás «Black Cyber», e Cho Sengheng, aliás «Zoro», ambos de 21 anos e estudantes de uma universidade privada de Phnom Penh, foram detidos no passado dia 07, indicou a polícia cambojana num comunicado citado pelo Phnom Penh Post.

As detenções foram efetuadas na sequência de oito meses de investigação, iniciada depois de vários organismos oficiais terem denunciado que foram alvo de ataques nos seus portais na Internet.

Ataque ao site MIT marca o primeiro aniversário da morte de Aaron Swartz


• Mensagem à esquerda na página do instituto: "O dia em que lembrar
• ativista Internet levou própria vida enquanto aguardava julgamento por 'hackers'

Aaron Swartz, internet ativistaAaron Swartz, que se matou pouco antes de seu julgamento para download revistas académicas deveu-se a começar. Foto: Chris Stewart / San Francisco Chronicle / Corbis
Sábado marcou um ano desde a morte do ativista internet Aaron Swartz.O jogador de 26 anos de idade, que foi um dos construtores do Reddit,suicidou-se em Nova York na sexta-feira 11 de janeiro de 2013 . 
No momento da sua morte, Swartz estava enfrentando julgamento por acusações de pirataria decorrentes da transferência de milhões de documentos do grupo de pesquisa on-line JSTOR. Ele enfrentou até 50 anos de prisão.
No sábado, a home page do Instituto de Tecnologia de Massachusettsfoi cortado, supostamente pelo grupo Anonymous . No ano passado, a família de Swartz acusa o MIT e promotores públicos de serem cúmplices em sua morte.
Os hackers deixaram uma mensagem no site que dizia: "O dia em que lutar para trás." O site foi mais tarde indisponíveis. O site do MIT foi atacada por Anonymous ano passado .
O autor e blogueiro Cory Doctorow, que há um ano publicou um longo tributo a Swartz ., foi um de uma série de escritores para marcar aniversário de sábado Escrevendo em seu site boingboing.net , Doctorow disse: "Eu estou sentindo bastante desesperado sobre o futuro ultimamente, e eu acho que muito do que tem sido impulsionada pelo iminente aniversário da morte de Aaron. Os últimos dois anos foram duros.
"Aaron tinha um dom para identificar os problemas que importavam, mapeando uma teoria da mudança, e, em seguida, tomando-o, passo a passo. Essa abordagem permitiu-lhe assumir os desafios que muitas pessoas, a maioria das pessoas, que descartam como impossível ".
O acadêmico e autor Lawrence Lessig está liderando uma marcha de protesto em memória de Swartz . Os manifestantes partiram no sábado, com o objetivo de atravessar New Hampshire, o estado que irá sediar a primeira primária da eleição presidencial de 2016, para promover uma campanha contra "o sistema da corrupção em Washington" . 
Em um artigo para o Atlântico, Lessig escreveu: "Há um ano amanhã, Aaron Swartz esquerda. Ele havia enrolado todos nós, nos apontou em um milhão de direções, estávamos todos trabalhando tão duro quanto pudéssemos, mover as coisas para a frente. E então ele se foi. "
Swartz morreu cinco meses antes Edward Snowden, um ex-empreiteiro da Agência de Segurança Nacional, divulgou detalhes das atividades da Agência Nacional de Vigilância nacionais e estrangeiros com o Guardian e outros meios de comunicação . No sábado, o Huffington Post publicou um clipe de um futuro documentário sobre Swartz , próprio Menino da Internet , na qual ele fala sobre sua visão da ANS e suas práticas.
The Huffington Post citou Swartz como dizendo: "É chocante pensar que a prestação de contas é tão frouxa que não tem sequer uma espécie de estatísticas básicas sobre quão grande é o programa de espionagem é Se a resposta é, 'Oh, nós somos. espionando tanta gente que não pode mesmo contar-los ", então isso é uma enorme quantidade de pessoas."
Documentos vazados por Snowden divulgados coleção dos registros telefónicos de milhões de americanos da NSA .
Em boingboing.net, Doctorow acrescentou: "É preciso um espírito humano enorme de olhar para as falhas das instituições ao nosso redor - a partir da quebra de cheques governamentais e contrapesos para sua guerra contra denunciantes à influência corporativa tremendo na elaboração de políticas anti-usuário - e não desespero. Aaron nos ensinou que não devemos.
"Ele inspirou as pessoas a assumir grandes desafios não por otimismo imprudente, mas porque acreditava que, se podemos ver a mudança que queremos no mundo, que são poderosos o suficiente para fazer isso acontecer. De Lawrence Lessig marchando através de New Hampshire para combater a corrupção na política, para grupos de interesse público que se unem para um dia de ação contra a NSA de espionagem, que legado vive. "

Contas no Twitter relacionadas com o Anonymous suspensas

Coletivo Hacktivist culpa do Trabalho MP Stella Creasy e Times Caitlin Moran colunista para a suspensão de 30 contas
Membros do Anonymous ameaçou proeminentes ativistas feministas.
Membros do Anonymous ameaçou proeminentes ativistas feministas.
Mais de 30 contas no Twitter relacionadas com o Anonymous, incluindo @ Anon_Central, um dos maiores, com mais de 150 mil seguidores, foram suspensos pelo Twitter depois de uma campanha de abuso misógino que visa ativistas feministas na rede social.
As quatro mulheres, deputado trabalhista Stella Creasy, Times Caitlin Moran colunista, jornalista freelance Caroline CRIADO-Perez e ativista Hannah Curtis, foram todos nomeados em um documento compartilhado pela maior conta no Twitter anônimo, @ YourAnonNews, que afirmou que "mencionar essas contas pode resultar em suspensão e possível controlo para contas futuras. " Ele também afirmou que "Perez e Creasy parecem ter alguma linha direta com o Twitter para obter contas suspensas mais cedo."
CRIADO-Perez, que tem sido objecto de campanhas de abuso misógino antes , diz que essas alegações não fazem sentido. "Eu certamente não tem o poder de banir contas, mas eu faço contas de relatórios que enviam ameaças e assediar-me", disse ela. "Às vezes eles ficam suspensos e às vezes não.
"Eu não me incomodo contas de relatórios que me chamou de puta, que é o que eles parecem pensar. Apenas aqueles que ameaçam directamente ou estão incitando o assédio, como as contas anónimas ter sido."
Moran também confirma que ela "nem sequer tem uma conta verificada, e muito menos qualquer contato com o Twitter."
Ela acrescentou: "Se eu tivesse uma linha de hot Twitter HQ, eu tê-lo usado para fazer campanha para todas as fotos seminuas de Bruce Springsteen a ser muito maior. "

Jeremy Hammond, o hacker activista Anonymous condenado a 10 anos prisão, acusa o FBI de ter montado uma armadilha


Jeremy Hammond
'Eu sabia que quando eu comecei com Anónimos que  ia ser preso e ter uma longa frase era uma possibilidade ", disse Hammond. Foto: AP
Jeremy Hammond, o hacktivista Anonymous, que lançou milhões de e-mails relacionados com a empresa privada de inteligência Stratfor, denunciou a acusação e sentença de prisão como um "vingativo, rancoroso ato" concebido para colocar gelo na invasão politicamente motivada.
Hammond foi condenado na sexta-feira no tribunal federal de Manhattan para o máximo de 10 anos de prisão, além de três anos supervisionados release. Ele se declarou culpado de uma acusação sob a Fraude Informática e Lei de Abuso (CAFA) que flui de seu corte de 2.011 Strategic Forecasting, Inc, conhecida como Stratfor. Em uma entrevista com o The Guardian no Centro de Correção Metropolitan, em Nova York, realizada na quinta-feira, ele disse que estava resignado a uma longa pena de prisão, que ele vê como uma tentativa consciente pelas autoridades dos EUA para colocar gelo na pirataria política.
Ele não tinha nenhuma dúvida de que a sentença seria longa, descrevendo-o como um "vingativo, rancoroso ato". Ele disse que os seus promotores:. "Eles deixaram claro que eles estão tentando enviar uma mensagem para outros que vêm depois de mim Muito disso é porque eles se bateu ao redor, eles estavam envergonhados por Anonymous e eles sentem que eles precisam salvar enfrentar. "
Mais incisivamente, Hammond sugeriu que o FBI pode ter manipulado, por ele para realizar ataques de hackers em "dezenas" de sites de governos estrangeiros. Durante seu tempo com Anonymous, à solta coletivo de hackers trabalhando ao lado de WikiLeaks e outros grupos anti-sigilo, ele era freqüentemente dirigido por um indivíduo conhecido pseudonomously na web como "Sabu", o líder do grupo Anonymous filiados Lulzsec, que virou por ser um informante do FBI .
Hammond, que está sob ordens judiciais que restringem o que ele diz em público, disse ao Guardian que Sabu lhe presenteou com uma lista de alvos, incluindo muitos sites de governos estrangeiros, e encorajou-o a entrar em seus sistemas de computador. Ele disse que não tinha certeza se Sabu era por sua vez, agindo em nome do FBI ou outra agência do governo dos EUA, mas foi ainda possível que o FBI estava usando internet de Sabu lidar diretamente como contato entre os dois hackers sempre foi feito através do ciberespaço, nunca cara-a-cara.
"É meio engraçado que aqui estão me condenando por Stratfor pirataria, mas, ao mesmo tempo em que eu estava fazendo que um informante do FBI estava sugerindo para mim alvos estrangeiros para bater. Então  tem que saber o quanto eles realmente se preocupam com a proteção da segurança de sites. "
Na entrevista, conduzida de forma segura prisão horas de sala de reunião antes Hammond  de 28 anos Chicago foi condenado, ele estava otimista sobre suas perspectivas. "Eu sabia que quando eu comecei a sair com Anónimos que ser preso e ter uma longa frase era uma possibilidade. Dada a natureza dos alvos que eu ia depois que eu soube que eu iria perturbar um monte de pessoas poderosas. "
Vestido na prisão com macacão marrom, e com uma pera fina e longo bigode (que ele planeava fazer a barba tanto dentro como fora antes da audiência de sentença), Hammond foi contundente sobre a forma como o CAFA estava sendo torcida em sua opinião, para fins políticos. "Eles estão ampliando a definição do que é coberto pela lei e usá-lo para atingir especificamente ativistas políticos", disse ele.
Ele invocou a memória de Aaron Swartz, o cruzado, dados abertos, quese suicidou em janeiro , enquanto aguarda julgamento sob a CAFA para liberar documentos de trás da assinatura apenas paywall de um grupo de pesquisa online. "O mesmo animal mordeu a nós dois", disse Hammond. "Eles foram atrás Aaron causa de seu envolvimento em causas políticas legítimas - que acusações contra ele, e olha o que aconteceu."
Hammond está sob custódia desde março de 2012 Tendo sido preso em Chicago, sob suspeita de que o vazamento Stratfor de milhões de e-mails que foram finalmente divulgados pelo WikiLeaks como os arquivos de inteligência global. Sua sentença é uma indicação da agressividade com que os promotores têm buscado hackers políticos em os EUA - outros membros do Anonymous na Grã-Bretanha envolvidos na quebra de Stratfor foram condenados a penas de prisão muito mais curtos.
Hammond salientou que ele não tinha se beneficiado pessoalmente em qualquer caminho desde o lançamento email Stratfor, que a vigilância exposta por empresas de segurança privada em ativistas, inclusive os próprios membros do Anonymous, Occupy manifestantes e ativistas em Bhopal, na Índia envolvidos no impulso para a indemnização das vítimas do 1984 catástrofe industrial. "Nosso principal objetivo em realizar o hack Stratfor foi descobrir o que as empresas de segurança privada e de inteligência estavam fazendo, embora nenhum de nós tinha qualquer ideia da dimensão do mesmo."
Paradoxalmente, Hammond insiste que ele nunca teria realizado a violação do sistema informático da Stratfor se não tivesse sido levado a fazê-lo por Sabu - cujo nome verdadeiro Hector Xavier Monsegur - o hacker sujeito que se está aguardando a sentença ter se declarou culpado de 12 hackers relacionada acusações criminais. "Eu nunca tinha ouvido falar da Stratfor até Sabu trouxe outro hacker que me disse sobre ele. Praticamente, eu nunca teria feito o hack Stratfor, sem o envolvimento de Sabu ".
Hammond descobriu que um informante do FBI Monsegur foi o dia depois de sua prisão. Como ele estava lendo a denúncia criminal contra ele, ele viu citações marcado C para "testemunha co-operação" que continha detalhes que só poderia ter vindo de Sabu.
"Eu me senti traído, obviamente. Embora eu soubesse que essas coisas acontecem. O que me surpreendeu foi que Sabu foi envolvido em tanta segmentação estratégica, na verdade identificar alvos. Ele me deu a informação sobre alvos. "
Parte do interesse de Sabu nele, ele acredita agora, foi que Hammond tinha acesso a ferramentas avançadas, incluindo um conhecido como PLESK que lhe permitiu invadir sistemas web utilizados por um grande número de governos estrangeiros. "O FBI ea NSA são claramente capazes de fazer a sua própria pirataria de outros países. Mas quando uma nova vulnerabilidade surge em segurança na internet, às vezes hackers tenham acesso a ferramentas que estão à frente deles, que pode ser muito valioso ", disse ele.
Olhando para trás, seu envolvimento com o anónimo, o de Chicago, disse que tinha sido desenhado para trabalhar com Anonymous, porque ele viu-a como "um modelo de resistência -. Era descentralizado, sem liderança" Ele cresceu cada vez mais político em seu foco de pirataria, em parte sob a influência do movimento Occupy, que começou em Wall Street em setembro de 2011 e se espalhou por todo o país.
Chelsea Manning, o soldado dos EUA anteriormente conhecido como Bradley quem vazou um tesouro enorme de segredos de Estado a WikiLeaks agora servindo uma sentença de 35 anos de prisão militar, foi uma grande influência sobre ele. Manning lhe mostrou que "as instituições poderosas - se as empresas militares ou de segurança privada - estão envolvidos em atividades irresponsáveis ​​de que o público é totalmente inconsciente de que só podem ser expostos por delatores e hackers".
Hammond tem muitas vezes descreveu-se como um anarquista. Ele tem uma tatuagem no ombro esquerdo do símbolo da anarquia, com as palavras: "Liberdade, igualdade, anarquia". Outra tatuagem em seu antebraço esquerdo mostra a representação chinesa do "líder" ou "exército", e uma terceira tatuagem em seu antebraço direito, é um planador que significa o movimento open-source de hacking que é desenhada a partir do jogo de simulação de computador de vida .
Ele diz que pretende usar seu tempo na prisão "ler, escrever, trabalhar fora e praticar desporto - treinar-me a tornar-se mais disciplinado para que eu possa ser mais eficaz em minha libertação". Quanto ao que a liberação, ele diz que não é possível prever como ele vai estar pensando quando ele emerge da prisão, mas duvida que ele iria voltar para hacking. "Eu acho que meus dias de pirataria são feitas. Esse é um papel para outra pessoa agora ", disse ele.
:Ex-Anonymous é condenado a dez anos de prisão nos EUA
O hacker Jeremy "narchaos" Hammond, que foi preso em 2012 por fazer parte de grupos de ciberativismo, recebeu a pena de dez anos de prisão e outros três de pena supervisionada por invasões danosas e motivadas politicamente à empresa de inteligência privada Stratfor.
Hammond era ligado aos grupos Anonymous e AntiSec e já tinha um vasto currículo de ataques, incluindo o site do FBI e vários departamentos públicos dos Estados Unidos. O juiz responsável pelo caso alegou que o réu teve "total falta de respeito pela lei". Já o próprio acusado disse que a decisão é "um ato de rancor e vingança do governo". Ao todo, as empresas vítimas do hacker e ativista alegam terem acumulado um prejuízo de até US$ 2,5 milhões pelos vazamentos e invasões.
Durante o julgamento, os advogados de Hammond tentaram reduzir a pena para menos de dois anos, munidos de um abaixo-assinado e cartas de apoio de fãs. O argumento principal dizia que ele estava fazendo um favor ao mundo ao expor contratos privados e detalhes de espionagem contra ativistas ou organizações cometida por agências de inteligência.
O jovem de 28 anos já havia se declarado culpado no começo do ano por hackear servidores da Strategic Forecasting Inc., roubando emails privados, arquivos e dados de cartões de crédito. Tudo isso foi parar no WikiLeaks, incluindo as informações bancárias, usadas pelo Anonymous para realizar doações para ONGs. Depois de libertado, Hammond ficará impossibilitado por um tempo de exercer atividades anônimas ou envolvendo criptografia.




Anonymous acusa Apple de enviar impressões digitais do iPhone 5S para a NSA

Sensor biométrico seria uma maneira do departamento construir um banco de dados da população







Em um "comunicado especial" depois de algum texto inativo, o grupo de ativistas Anonymous acusa o sensor biométrico do iPhone 5S de armazenar impressões digitais e enviá-las diretamente para a CIA e a NSA, a agência de segurança nacional dos Estados Unidos recentemente envolvida em uma série de escândalos de espionagem.
No vídeo, o grupo acusa a empresa de montar uma parceria com as agências governamentais ao fornecer uma série de possibilidades de identificação de consumidores, incluindo reconhecimento facial, vocal e, agora, biométrico.
Esse banco de dados seria armazenado para uso doméstico (comparar esses dados com informações de cartões de crédito, por exemplo) ou militar e compartilhado com aliados dos Estados Unidos.


Segundo documentos obtidos e liberados pelo Anonymous, a AuthenTec, responsável pelo sistema de identificação por impressões digitais do iPhone 5S, teria "fortes ligações com as mais corruptas e poderosas figuras de departamentos de defesa e comunidades de inteligência". O vídeo ainda acusa a Apple de ter recebido benefícios para ser a única empresa capaz de comprar a companhia. Esses arquivos podem ser acessados por este link.

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