The Guardian mostra a destruição de computadores com informações sigilosas de Snowden (vídeo) veja...
Em 2013, o mundo inteiro ficou paralisado com o medo da espionagem norte-americana. E um dos principais catalisadores desse processo foiEdward Snowden, ex-agente da CIA e responsável pelo vazamento de informações sigilosas do governo dos Estados Unidos. Mas é válido dizer que os dados iam muito além das fronteiras dos Estados Unidos, pois revelavam diversos fatos sobre países espalhados por todo o globo.
Isso inclui o Reino Unido. E é lá que editores do jornal The Guardian foram convidados pelo serviço de inteligência para realizarem a destruição de computadores que ainda armazenam dados criptografados de Snowden. Esse processo pode ser visto no vídeo postado no topo da notícia, que mostra os editores utilizando diversas ferramentas para acabar com qualquer chance de recuperação dos dados.
Tudo foi supervisionado pelos olhos atentos de agentes do Quartel de Comunicações Governamentais do Reino Unido — um serviço de inteligência especializado em segurança, espionagem e contraespionagem nas comunicações britânicas. As gravações foram feitas em 20 de julho de 2013, mas somente agora foram publicadas pelo The Guardian.


Microsoft prepara-se para nomear Nadella CEO e pondera substituir Gates

A Microsoft deverá nomear o actual responsável pelas áreas de empresa e “cloud”, Satya Nadella, presidente executivo. E está a discutir a substituição de Bill Gates enquanto presidente do conselho de administração, avança a Bloomberg.
A Microsoft está a preparar a substituição de Steve Ballmer, que em Agosto anunciou que pretendia sair dentro de um ano. A Bloomberg revela que Satya Nadella (na foto) será o seu substituto, segundo fontes ligadas ao processo.
Nadella entrou na Microsoft em 1992 e já desempenhou cargos de liderança em várias unidades: serviços de “cloud”, servidores, motores de busca e aplicações para empresas.
Nadella deverá ser assim o próximo presidente executivo da Microsoft, depois de o final de Agosto, Steve Ballmer ter revelado a sua pretensão de abandonar a liderança da empresa no espaço de 12 meses. Na altura, em comunicado, Ballmer referia que a sua retirada “acontece no meio da nossa transformação numa empresa de aparelhos e serviços, focada no apoio aos clientes nas actividades em que estes são melhores”. “Necessitamos de um CEO que permaneça aqui no longo termo, nesta nova direcção”, rematou.
Bill Gates também pode estar de saída
Mas a Microsoft poderá não terminar as suas mudanças no CEO. A Bloomberg revela que a empresa está a ponderar substituir Bill Gates na presidência do conselho de administração.
As fontes consultadas pela Microsoft revelam que o nome mais próximo é o de John Thompson, responsável pela unidade de “search”. A agência de informação adianta que Bill Gates poderá manter um papel activo na vida da empresa, o que vai depender do conselho de administração e do novo CEO.
As mesmas fontes adiantam que os planos de substituição ainda não estão fechados.
Ainda assim, a saída de Bill Gates já tem feito correr tinta na imprensa. Ainda em Outubro, foi noticiado que três dos 20 accionistas principais da Microsoft estão a pressionar o conselho da empresa, no sentido deste afastar Bill Gates como “chairman” da empresa, após 38 anos da sua fundação.
Samsung abre lojas em Portugal

Tecnológica sul-coreana vai abrir 60 lojas por toda a Europa. Cerca de um terço vão estar localizadas no Reino Unido e as restantes distribuídas por vários países europeus, incluindo Portugal.
A tecnológica sul-coreana Samsung vai abrir 60 lojas na Europa. Cerca de um terço destes espaços comerciais vão estar localizados no Reino Unido e o remanescente vai ser distribuído por países como Irlanda, Alemanha, Portugal, Holanda e Espanha, escreve o “Financial Times”.
O Negócios contactou a Samsung Portugal para apurar o número de lojas que a tecnológica vai abrir em Portugal. Fonte oficial da subsidiária nacional diz não poder avançar com mais detalhes localmente.
O jornal britânico avança ainda que estes espaços comerciais, que vão surgir na Europa, vão disponibilizar telemóveis, tablets, computadores em parceria com a Carphone Warehouse, que vai converter alguns dos seus espaços. Em Portugal, a Carphone Warehouse é mais conhecida como Phone House, presente em vários espaços comerciais.
Esta parceria entre a sul-coreana e a Carphone Warehouse vai permitir à Samsung concorrer com a Apple. A empresa norte-americana liderada por Tim Cook tem lojas de rua, o que lhe permitiu impulsionar as vendas.
Oi está a ser investigada por alegadas práticas anticoncorrenciais

O caso remonta a 2008 e 2009 e tem por base uma queixa da GVT. A Concorrência brasileira considera que há indícios de condutas anticoncorrenciais e, por isso, abriu investigação.
O CADE (Conselho Administrativo de Defesa Económica), a polícia da concorrência brasileira, está a investigar a conduta da Oi em 2008 e 2009 para verificar eventuais comportamentos anticoncorrenciais, anunciou esta quinta-feira, 30 de Janeiro, a entidade.
A abertura da investigação tem por base uma denúncia da Anatel - Agência Nacional de Telecomunicações, o regulador sectorial, feita em Novembro de 2012, processo que se tinha iniciado no regulador depois de queixa da concorrente GVT (Global Village Telecom) em 2009.
Os factos referem-se a um período anterior à entrada da PT na Oi.
O CADE explica que a Oi é acusada pelo concorrente de ter cortado cabos de ligação em infra-estrutura partilhada entre as empresas em prédios residenciais. "A Anatel chegou a emitir decisão cautelar em 2009 determinando que a empresa encerrasse a prática", tendo o processo chegado à Justiça Federal de Brasília que proferiu decisão no mesmo sentido. A Oi é ainda acusada de "provocar lentidão e supostas falhas técnicas no tráfego de dados da GVT quando esta concorrente utilizava-se de interconexões com a sua rede para operar".
Está, ainda, a ser investigada a conduta da Oi na passagem de clientes para a GVT, suspeita de ter atrasado os processos de transferência.
Em comunicado, o CADE explica ter entendido que "os indícios apresentados são relevantes e que, se comprovados, poderiam indicar potenciais prejuízos à concorrência e aos consumidores no mercado de telecomunicações, justificando análise mais aprofundada pelo órgão antitruste [anticoncorrencial]".
A Oi, depois de notificada, tem 20 dias para apresentar a sua defesa, para que o CADE possa, depois, decidir pela condenação ou arquivamento. Se for condenada, e se o CADE decidir que há infracção, a Oi pode ser condenada ao pagamento de 0,1 a 20% do seu volume de negócios.

A fusão da Portugal Telecom com a Oi já foi notificada à Autoridade da Concorrência, depois de já ter recebido luz-verde da homóloga brasileira.
A Autoridade da Concorrência já recebeu a notificação por parte da Portugal Telecom e da Oi do processo de fusão. Decorre, agora, um período de 10 dias para entidades terceiras se pronunciarem sobre a operação.
O anúncio da notificação está esta quinta-feira, 30 de Janeiro, publicada nos jornais, momento a partir do qual começa a contar o tempo de pronunciamento a entidades que não sejam parte da operação. A notificação entrou na entidade liderada por António Ferreira Gomes a 20 de Janeiro, já depois da luz-verde no Brasil.
É durante este período que a Autoridade da Concorrência pede aos reguladores sectoriais, Anacom e ERC, que se pronunciem sobre a fusão.
A PT, mesmo antes da notificação, tem mantido conversas com a Autoridade da Concorrência, não se antecipando impedimentos ou condições.
Tal como já aconteceu no Brasil, onde a CADE (Conselho Administrativo para a Defesa Económica) já aprovou a fusão sem restrições.
No final da semana passada, Zeinal Bava, presidente da PT Portugal e da Oi, manteve a intenção de concluir a fusão no segundo trimestre deste ano, mesmo com a contestação que os accionistas minoritários da Oi têm estado a prometer.
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Samsung anuncia Galaxy Note 3 Neo
Como tantos dispositivos, a Samsung anunciou o Galaxy tranquilamente Nota 3 Neo, que tem sido a estrela de vários vazamentos e rumores nas últimas semanas, em seu blog oficial. Como vimos a partir de fotos de imprensa vazou, o Galaxy Note 3 Neo oferece as especificações do Galaxy Note II, com um design que é uma reminiscência da Nota Galaxy 3 (incluindo o couro sintético de volta.) O phablet é construído em torno de um 5,5 polegadas Super AMOLED de 720p (1280 × 720) resolução, é apenas um pouco mais leve que a Nota 3 a 163g, mas é quase semelhante em dimensões em 148 x 76.9 x 8.6 mm (a nota 3 é 151,2 x 79,2 x 8.3 mm, 168g .)
A Nota Galaxy 3 Neo é alimentado por primeiro hexa-core da Samsung Exynos processador de LTE para o modelo não-LTE, correndo dois núcleos de 1.7GHz para tarefas intensivas e quatro núcleos de 1,3 GHz para tarefas domésticas. Há 2 GB de RAM, uma câmera de 8 megapixels traseira, 2-megapixel câmera frontal, 16GB de armazenamento interno expansível via slot microSD (até 64 GB), e uma bateria mAh 3100 para manter as coisas funcionando.
Conectividade é tão cheio de recursos como seria de esperar, com Wi-Fi 802.11 a / b / g / n / ac, Bluetooth 4.0 LE, GPS com GLONASS, HSPA + 42 Mbps, LTE e NFC. No lado do software das coisas, o Galaxy Note 3 Neo roda em Android 4.3 Jelly Bean. O aparelho vem com características S Pen stylus da Samsung, e software como Memo Ação Comando Aéreo, Scrapbook, tela de gravação, S Finder, Janela Pen, S Note, multi Janela, novo clipe fácil, e de entrada (apoio caligrafia) Pen direto, além a todos os vários recursos que temos visto no Galaxy Note 3.
O Galaxy Note 3 Neo será oferecido nas cores preto, branco e verde, e ao mesmo tempo o comunicado de imprensa não menciona-lo, acessórios como um S-Ver Capa Flip, cobertura da carteira, e um suporte de bateria serão disponibilizados separadamente.Samsung não anunciou o preço ainda, mas vazamentos recentes sugerem que estamos olhando para um preço tão alto quanto EUR 599 em alguns países europeus, embora o preço final provavelmente será consideravelmente inferior ao preço de lançamento do Galaxy Note 3 de.
O preço conselho da Nota Galaxy 3 Neo é 579 euros. (Credits@nutech.nl)
Edições do mini Galaxy S4 e Galaxy S4 em preto anunciados
Parece que a Samsung não é feito com lançando edições diferentes do Galaxy S4, como acaba de anunciar as edições preto Galaxy S4 e S4 Galaxy Mini. Bem parecido com as versões regulares do Galaxy S4 e S4 mini, mas apresentam um couro falso capa preta que é semelhante ao usado no Galaxy Note 3.
Quanto ao hardware está em causa, o Galaxy S4 Black Edition é baseado no I9505 Galaxy S4, que possui um 600 SoC Qualcomm Snapdragon com 1,9 GHz quad-core Krait 300 CPU e uma GPU Adreno 320. Outros detalhes do hardware são os mesmos, e incluem um ecrã de 5 polegadas full-HD, 2 GB de RAM, 16 GB de armazenamento interno, câmera de 13 MP, Wi-Fi, LTE, Bluetooth 4.0, NFC, DLNA e uma bateria mAh 2600, juntamente com Android 4.2.2 Jelly Bean.
O Galaxy S4 mini-Black Edition semelhante compartilha as mesmas características do Galaxy S4 mini, que incluem uma tela QHD de 4,3 polegadas, 1,7 GHz dual-core Snapdragon de 400, 1.5 GB de RAM, 8 GB de armazenamento interno, câmera de 8 MP, micro-hardware slot SD e uma bateria de 1.900 mAh.
O Galaxy S4 Black Edition vai lançado na Rússia no próximo mês por US $ 660, com nenhuma palavra sobre a disponibilidade internacional. O mini Galaxy S4 Black Edition é definido a custar 460 dólares no país.

MIT cria livro que reproduz sensações durante a leitura..os leitores sintam emoções das personagens
Com traje capaz de transmitir diversas impressões em diferentes partes do corpo, novidade traz 150 lâmpadas de LED

O MIT (Massachusetts Institute of Technology) está desenvolvendo um projeto que vai permitir que leitores experimentem as sensações de personagens de livros por meio da tecnologia.
A sensory fiction (algo como ficção sensorial) é uma linha de pesquisa do MIT Media Lab. Para transmitir emoções, o laboratório criou um traje eletrônico capaz de reproduzir sensações em quem lê. Porém, a novidade ainda não tem prazo para chegar às livrarias.
Traje
A espécie de colete vazado tem, na parte da frente, duas placas pouco acima do peito. Elas são responsáveis por transmitir impressões de temperatura.
Outras quatro placas em volta da cintura ficam responsáveis pelas sensações de compressão. Elas influenciam na pressão arterial, possibilitando a sensação de batimentos acelerados - por exemplo.
Nos ombros, alças ficam responsáveis por medir a temperatura do corpo e uma unidade de controle central, na parte das costas (logo abaixo do pescoço), comanda o espetáculo sensorial.
Além disso, o livro propriamente dito vem com 150 lâmpadas de LED capazes de reproduzir a iluminação de ambientes e estados de espírito dos personagens - trazendo também um suporte de som.
Outros exemplos
Até o momento, a literatura de ficção sensorial conta apenas com um livro: "The girl who was plugged in" (A menina que estava plugada, em tradução livre). Entretanto, esse não é o primeiro projeto no sentido de uma literatura mais interativa.
Outro exemplo de viés parecido é o livro 'The Search for WondLa" (À procura de WondLa), de Tony DiTelizzi. Publicado nos EUA em 2010, ele permite o acesso a mapas 3D com auxílio de um computador.
A Disney também desenvolve projetos na área de realidade aumentada, que podem permitir em breve que imagens projetadas por smartphones se movimentem pelas páginas de seus livros.
Agora, assista ao vídeo sobre ficção sensorial produzido pelo MIT (em inglês):
Samsung prepara novo aplicativo chamado Times Life
Como já se tornou tradição, a Samsung lança a cada novo topo de gama GALAXY com novas funcionalidades e aplicativos para melhorar a experiência do usuário (uma tradição apreciado por muitos, enquanto detestado por outros.) Hoje nós temos em nossas mãos um novo aplicativo que está prevista para estrear no futuros smartphones da Samsung, chamado Samsung Vida Times, e temos algumas imagens que revelam sua interface e algumas de suas características.
Samsung Vida Times é uma espécie de diário, que coleta informações de diversos aplicativos e eventos e cria um registro para que o usuário visualize as suas obras recentes. Isto pode vir a calhar para as coisas tais como viagens de férias, as fotos tiradas em um show, e muito mais. Times Life coleta dados de várias fontes (registros de chamadas, mensagens, fotos), incluindo as suas redes sociais como Facebook, Google+, Foursquare, Instagram ou LinkedIn. Times Life é semelhante ao aplicativo da Samsung História Album, mas com mais recursos, embora ainda não se sabe se ele irá substituir História Album ou ser um aplicativo separado. Seja qual for o caso, ele certamente parece ótimo, e Samsung está seguindo as regras de design definidos pelo Google para o Android 4.4 KitKat.
As imagens abaixo foram tiradas de um firmware para o SM-G900H. Neste momento não podemos confirmar se este é o GALAXY S5.
"Selfie" já deu. A nova tendência é a "felfie"... muitas fotos com a presença de vacas, burros, galinhas, porcos e outros animais rurais
Confira o novo jeito de tirar fotos que tem ganhado espaço entre os usuários de redes de compartilhamento como o Twitter e o Instagram
1) Alpaca
Fonte da imagem: Reprodução/Twitter2) Burro
Fonte da imagem: Reprodução/Twitter3) Cabra
Fonte da imagem: Reprodução/Twitter4) Cordeiro
Fonte da imagem: Reprodução/Twitter5) Ovelhas
Fonte da imagem: Reprodução/Twitter6) Pato
Fonte da imagem: Reprodução/Twitter7) Perus
Fonte da imagem: Reprodução/Twitter8) Porco
Fonte da imagem: Reprodução/Twitter9) Vaca
Fonte da imagem: Reprodução/Twitter
Agora que estava pegando o jeito na hora de tirar aquela selfie fixe, surge uma nova tendência: a felfie. O nome já revela em que consiste o novo estilo e surge da junção das palavras farmer (“fazendeiro”, em inglês) eselfie, que representa o famoso autorretrato que já faz sucesso na internet.
Basta consultar a hashtag em redes sociais como o Twitter ou o Instagram para perceber que o fenômeno pede um elemento a mais naquela simples foto que você tirava de você mesmo. A moda agora é convocar patos, galinhas, ovelhas, porcos, vacas e todos os outros animais da fazenda antes de clicar e compartilhar.
Sites de notícias internacionais, como o The Guardian e o International Business Times, apontam que o fenômeno mostra como é o dia a dia de um trabalhador das áreas rurais. Segundo essas fontes, foi justamente o interesse no assunto e a popularidade da hashtag que fizeram com que as fotos ficassem populares.
As felfies também não deixam de ser um canal de comunicação dos fazendeiros com o restante dos usuários das redes sociais. Uma prova disso é que eles estão se organizando e já criaram um site para compilar as fotos e trocar informações, o Farming Selfie.
Confira algumas das imagens mais bacanas que estão circulando na internet e aproveite a inspiração para aderir à tendência.
Felfie, a selfie rural que domina a Internet
Poderia ser uma já tradicional selfie não fosse a presença de vacas, burros, galinhas, porcos e outros animais rurais nas fotografias. As felfies (junção de ‘farm’ – quinta – e selfie) são a nova tendência nas redes sociais e são já um sucesso no Brasil e no Sul de França, conta o site britânico The West Morland Gazette.
TECH

É uma tendência recente mas já tem direito a um site próprio. O felfie.com compila algumas das melhores selfies rurais, nas quais o protagonismo do autorretrato é dividido entre o agricultor e o animal.
Porcos, vacas, burros, galinhas e cães são alguns dos animais mais presentes neste novo tipo de fotografias, as felfies, palavra que junta ‘farm’ – quinta em inglês – e selfie.
Este novo modo de fotografar tem feito muito sucesso entre várias quintas no Brasil e no sul de França e está agora a chegar ao Reino Unido e aos Estados Unidos, lê-se no The West Morland Gazette.
Porque aceita a Google perder 9,6 mil milhões na venda da Motorola?
A Google vai vender a Motorola Mobility à Lenovo por 2,9 mil milhões de dólares. O negócio acontece dois anos depois da compra da fabricante de telemóveis por 12,5 mil milhões de dólares, investimento que falhou em várias frentes.
Com a operação a Lenovo transforma-se no terceiro maior fabricante na área dos dispositivos móveis a nível mundial e continua a consolidar presença no mercado global de informática e eletrónica. Também foi a chinesa Lenovo que na semana passada comprou a divisão de servidores da IBM por 2,3 mil milhões de dólares e que em 2004 já tinhacomprado o negócio de PCs à Big Blue, por 1,75 mil milhões de dólares.
Mas se para a Lenovo os benefícios da operação se entendem facilmente - a empresa cria condições para apostar no segmento móvel, com entrada direta no mercado americano (Estados Unidos e América Latina), do lado da Google também é fácil compreender os fundamentos do negócio. A empresa livrou-se de "um monstro" que não conseguiu fazer voltar à vida, mas manteve a maioria dos tesouros.
É um equilíbrio que pode não anular perdas - afinal há quase 9,5 mil milhões de dólares de diferença entre o valor de compra e de venda da empresa, fora o que a tecnológica terá gasto desde essa altura - mas, pelo menos, permite não agravar uma situação que não tinha resolução fácil.
Nestas contas vale ainda a pena recordar que a Google já tinha vendido a unidade de set-top-boxes da Motorola e com isso recuperado 2,6 mil milhões de dólares, que ajudaram a suavizar o impacto das perdas sofridas pela fabricante móvel desde a aquisição: cerca de mil milhões de dólares.
No negócio que agora firmou com a Lenovo, define-se que a Google vai manter na sua posse todo o portfólio de patentes da Motorola (cerca de 17 mil), que licencia à Lenovo, num pacote que inclui a venda de duas mil patentes e da marca.
Do lado da multinacional norte-americana, fica ainda a unidade Motorola Advanced Technology, responsável por projetos como o do telefone modular Ara, conhecido porProjeto Ara.
Quando comprou a Motorola Mobility um dos grandes objetivos da Google era a afirmação no ecossistema Android. Um território que a empresa já domina do lado do software, porque lidera o desenvolvimento do sistema operativo, mas de que se mantém afastada no que se refere ao hardware.
Os Nexus têm sido a única aproximação da Google ao segmento dos dispositivos, uma aposta que chega ao terreno com o apoio de parceiros, como a LG ou a HTC. Pensou-se que a Motorola Mobility fosse o instrumento para intensificar esta estratégia de posicionamento da marca com smartphones próprios mas isso nunca aconteceu. Provavelmente porque os grandes parceiros da plataforma (como a Samsung) se mantiveram fieis ao sistema operativo do robot verde.
A empresa também esperava, esta foi aliás uma das grandes justificações para o negócio, ajudar a proteger as empresas que usam o Android das questões de patentes, usando o portfólio de propriedade intelectual da Motorola como escudo protetor. Neste campo o objetivo cumpriu-se, e continuará a cumprir-se, resta saber se na medida esperada.
Ainda que algumas destas dúvidas só venham a ser dissipadas no futuro, a Google para já faz questão de mostrar que o negócio foi bom para todas as partes.
Larry Page, CEO da empresa, assume numa declaração divulgada pela empresa que a Motorola Mobility estará melhor entregue se estiver nas mãos da Lenovo. "A Lenovo tem o conhecimento e a experiência para transformar a Motorola Mobility num dos maiores atores do ecossistema Android", sublinha o responsável.
Por sua vez, a Google ganha melhores condições para "dedicar a sua energia à criação de condições para promover a inovação no ecossistema Android, em favor dos utilizadores de smartphones", acrescentou.
Page esclarece, no entanto, que a venda da Motorola Mobility não terá impacto em outras apostas da empresa na área do hardware. "A dinâmica e maturidade dos mercados doméstico e wearable, por exemplo, são muito diferentes daquela que existe na indústria móvel".

Público norte-americano lamenta perda do controle da Motorola. (Fonte da imagem: Reprodução/Neogaf)
CEOs das duas empresas fecham negócio. (Fonte da imagem: Reprodução/Twitter/Larry Page)
Ashton Kutcher, garoto-propaganda da Lenovo, deve estar feliz. (Fonte da imagem: Divulgação/Lenovo)
Android! Android! Android! \o/ (Fonte da imagem: Reprodução/Animoca)
Android tem 80% do mercado e quer ainda mais. (Fonte da imagem: Reprodução/WhatCulture)
Direito de uso pode valer mais do que o produto final. (Fonte da imagem: Reprodução/Observatório Pirata)
Dinheiro não tem sido problema para a Google. (Fonte da imagem: Reprodução/The Democratic Daily)
Mas se para a Lenovo os benefícios da operação se entendem facilmente - a empresa cria condições para apostar no segmento móvel, com entrada direta no mercado americano (Estados Unidos e América Latina), do lado da Google também é fácil compreender os fundamentos do negócio. A empresa livrou-se de "um monstro" que não conseguiu fazer voltar à vida, mas manteve a maioria dos tesouros.
É um equilíbrio que pode não anular perdas - afinal há quase 9,5 mil milhões de dólares de diferença entre o valor de compra e de venda da empresa, fora o que a tecnológica terá gasto desde essa altura - mas, pelo menos, permite não agravar uma situação que não tinha resolução fácil.
Nestas contas vale ainda a pena recordar que a Google já tinha vendido a unidade de set-top-boxes da Motorola e com isso recuperado 2,6 mil milhões de dólares, que ajudaram a suavizar o impacto das perdas sofridas pela fabricante móvel desde a aquisição: cerca de mil milhões de dólares.
No negócio que agora firmou com a Lenovo, define-se que a Google vai manter na sua posse todo o portfólio de patentes da Motorola (cerca de 17 mil), que licencia à Lenovo, num pacote que inclui a venda de duas mil patentes e da marca.
Do lado da multinacional norte-americana, fica ainda a unidade Motorola Advanced Technology, responsável por projetos como o do telefone modular Ara, conhecido porProjeto Ara.
Quando comprou a Motorola Mobility um dos grandes objetivos da Google era a afirmação no ecossistema Android. Um território que a empresa já domina do lado do software, porque lidera o desenvolvimento do sistema operativo, mas de que se mantém afastada no que se refere ao hardware.
Os Nexus têm sido a única aproximação da Google ao segmento dos dispositivos, uma aposta que chega ao terreno com o apoio de parceiros, como a LG ou a HTC. Pensou-se que a Motorola Mobility fosse o instrumento para intensificar esta estratégia de posicionamento da marca com smartphones próprios mas isso nunca aconteceu. Provavelmente porque os grandes parceiros da plataforma (como a Samsung) se mantiveram fieis ao sistema operativo do robot verde.
A empresa também esperava, esta foi aliás uma das grandes justificações para o negócio, ajudar a proteger as empresas que usam o Android das questões de patentes, usando o portfólio de propriedade intelectual da Motorola como escudo protetor. Neste campo o objetivo cumpriu-se, e continuará a cumprir-se, resta saber se na medida esperada.
Ainda que algumas destas dúvidas só venham a ser dissipadas no futuro, a Google para já faz questão de mostrar que o negócio foi bom para todas as partes.
Larry Page, CEO da empresa, assume numa declaração divulgada pela empresa que a Motorola Mobility estará melhor entregue se estiver nas mãos da Lenovo. "A Lenovo tem o conhecimento e a experiência para transformar a Motorola Mobility num dos maiores atores do ecossistema Android", sublinha o responsável.
Por sua vez, a Google ganha melhores condições para "dedicar a sua energia à criação de condições para promover a inovação no ecossistema Android, em favor dos utilizadores de smartphones", acrescentou.
Page esclarece, no entanto, que a venda da Motorola Mobility não terá impacto em outras apostas da empresa na área do hardware. "A dinâmica e maturidade dos mercados doméstico e wearable, por exemplo, são muito diferentes daquela que existe na indústria móvel".
7 motivos pelos quais a Google vendeu a Motorola para a Lenovo
Entenda por que a Gigante das Buscas considerou uma boa oportunidade a venda da Motorola para a Lenovo
O mundo da tecnologia foi sacudido na noite de ontem (29) por uma notícia bombástica: aGoogle anunciou a venda da Motorola para a Lenovo, em um negócio de US$ 2,91 biliões. A informação pegou muita gente de surpresa, uma vez que até então nenhum rumor sobre o assunto havia sido divulgado.
Rapidamente muitos fãs da Motorola se manifestaram, em sua maioria contrários à venda da companhia, e ficaram se perguntando: por qual razão a Google decidiu vender tão rápido uma empresa que havia sido adquirida há menos de dois anos? A resposta para essa pergunta envolve uma série de factores, e analisando friamente as informações – sem se deixar levar pelo lado emocional –, é possível compreender melhor os motivos.
1 - A Motorola estava dando prejuízo
Sim, os smartphones Moto X e Moto G foram bem recebidos pelo público. E os números de vendas mostram que a aceitação dos dois aparelhos foi muito boa junto ao mercado. Entretanto, ainda assim, a Motorola só trouxe prejuízos para a Google desde que foi adquirida.
Público norte-americano lamenta perda do controle da Motorola. (Fonte da imagem: Reprodução/Neogaf)
No final do último trimestre financeiro, por exemplo, a Motorola arrecadou US$ 1,18 bilião – um número que por si só não é ruim. Porém, esse valor significava apenas 8% das receitas da Google, o que de início nos mostra qual é o real interesse da companhia: ampliar a sua atenção sobre os negócios que realmente colocam mais dinheiro no caixa.
Além de a receita ser baixa para os padrões da Google, a divisão de hardware estava dando cada vez mais prejuízo. No segundo trimestre de 2013 a Motorola perdeu US$ 192 milhões no balanço final. Já no terceiro trimestre do ano passado esse número aumentou para US$ 248 milhões. Para o último trimestre de 2013, cujos números finais ainda não foram divulgados, a previsão era de uma nova perda.
2 - Um bom negócio para as duas empresas
Mas se a Motorola é tão “ruim” assim para a Google, por qual motivo ela poderá ser um negócio melhor para a Lenovo? A explicação para essa questão é simples. O público norte-americano não vê com bons olhos a entrada de empresas estrangeiras em seu concorrido mercado interno.
CEOs das duas empresas fecham negócio. (Fonte da imagem: Reprodução/Twitter/Larry Page)
A Sony, por exemplo, tem sofrido para emplacar os seus smartphones nos EUA, e o país ainda é um dos poucos lugares onde o domínio da Apple sobre a Samsung em volume de vendas permanece significativamente maior. Com a aquisição da Motorola, a chinesa Lenovo vê no controle da marca a oportunidade de se firmar junto ao consumidor norte-americano. Vale lembrar que ela tentou comprar a BlackBerry no ano passado.
De imediato, a Lenovo passa a ser a terceira marca mais importante de celulares nos EUA, ficando atrás apenas de Apple e Samsung. Líder mundial na fabricação de PCs, um negócio cada vez menos rentável, mas em que a Lenovo é a única que vem tendo lucro, a empresa com isso firma a sua base para disputar de igual para igual com as grandes também no mercado mobile.
3 - A Lenovo terá mais liberdade para inovar na Motorola
Muitos consumidores se perguntavam: mas se a Google é dona da Motorola, por que a linha Nexus não passa a ser feita por ela? Simples, porque isso não seria bom para o Android. A Google se destaca bastante pelas inovações em seu sistema operacional, e o chamado “Android puro”, presente quase que exclusivamente na linha Nexus, é uma prova disso.
Ashton Kutcher, garoto-propaganda da Lenovo, deve estar feliz. (Fonte da imagem: Divulgação/Lenovo)
Entretanto, tente se colocar no lugar de outras fabricantes, como LG ou Samsung. Se a empresa dona do sistema operacional que elas usam se tornasse também a sua maior concorrente no requisito hardware, por qual razão elas ainda investiriam para fortalecer o Android? Por conta disso, a Google precisou pisar no freio e segurar as novidades da Motorola.
Já com a Lenovo assumindo o controle, a situação muda de figura. A Google poderá focar todos os seus esforços no mercado no qual ela já controla quase 80% – podendo ampliar esse número com mais uma fabricante de peso investindo no mercado. Já a Lenovo poderá inovar à vontade, mantendo a marca Motorola e contando com licença para utilizar todas as patentes que são agora propriedade da Google.
4 - A concorrência aumenta: e isso é bom para o consumidor
Em se tratando de smartphones com Android, hoje a Samsung responde por boa parte dos aparelhos disponíveis no mercado. A LG se mantém na briga e segue crescendo. A Sony aos poucos começa a se reerguer, mas oficialmente deixou de lado o mercado norte-americano. Esse cenário era visto pela Google como preocupante.
Android! Android! Android! \o/ (Fonte da imagem: Reprodução/Animoca)
O risco maior era que a Samsung crescesse tanto a ponto de se tornar quase que um monopólio entre os smartphones com Android. Com a Motorola, a Google se via sem liberdade suficiente de interferir nessa briga – afinal, perder a Samsung como parceira também seria desastroso.
Contudo, a entrada da Lenovo com essa força pode equilibrar um pouco mais a situação. A empresa tem experiência em gerir marcas adquiridas de outras empresas e pode fazer o mesmo com a Motorola. A linha Think, que foi adquirida da IBM em 2005, se mostrou um grande negócio e ajudou a companhia chinesa a solidificar o seu primeiro lugar entre as fabricantes.
5 - Google manterá o foco no Android
A Google manterá o foco no Android. Sem a necessidade de se preocupar com inovações de hardware, a empresa terá mais tempo e maior disponibilidade de investimento para fazer com que cada vez mais o software seja o grande diferencial dos produtos, independente do hardware utilizado.
Android tem 80% do mercado e quer ainda mais. (Fonte da imagem: Reprodução/WhatCulture)
A entrada da Lenovo no mercado de smartphones em condições de igualdade com as grandes é vista pela Google como uma oportunidade. Sim, a Lenovo já possui bons aparelhos com Android, mas sua penetração nesse segmento ainda é pouco significativa. Quem sabe agora não seja a oportunidade para a Lenovo assumir a linha Nexus, sem que a Google precise manter o jogo de cintura com as demais fabricantes?
Além disso, a empresa norte-americana está interessada em sair na frente em outros segmentos – e não disputar um mercado consolidado e extremamente concorrido. As tecnologias vestíveis, como os óculos, as pulseiras e os smartwatches, continuam em pauta, e empresa deve focar não apenas no software, mas também no hardware dessas novidades.
6 - O que interessava eram as patentes
Quando comprou a Motorola, o maior interesse da Google estava nas mais de 17 mil patentes que a empresa possuía. Tanto é que, neste novo negócio, apenas 2 mil patentes estão sendo repassadas para a Lenovo – que terá licença para usar as outras 15 mil, mas que permanecem sendo propriedade da Google.
Direito de uso pode valer mais do que o produto final. (Fonte da imagem: Reprodução/Observatório Pirata)
Entre essas patentes que permanecem estão algumas importantes relacionadas a padrões WiFi e até mesmo a codificação de vídeos. Cada Xbox 360 ou PC com Windows 7 vendido, por exemplo, gera à Google alguns dólares em royalties pelo uso dessas tecnologias. Por isso, manter o direito sobre essas patentes vai muito além do valor de mercado delas.
A ideia é que a empresa, e em especial o Android, não seja incomodado com processos e outras medidas judiciais por conta do uso de determinadas tecnologias. Isso garante um maior número de possibilidades aos usuários do sistema operacional da companhia. Além disso, essa medida defensiva dá garantias judiciais à Google de que poderá inovar em seus produtos.
7 - A Google perdeu dinheiro na transação. Será mesmo?
Quando comprou a Motorola a Google pagou US$ 12,5 biliões pela empresa e, na negociação com a Lenovo, vendeu a companhia por US$ 2,91 biliões. Numa primeira análise você pode imaginar que ela perdeu pouco mais de US$ 9,5 biliões nessa brincadeira, não é mesmo? Bem, saiba que não é bem assim. Entenda por quê.
Dinheiro não tem sido problema para a Google. (Fonte da imagem: Reprodução/The Democratic Daily)
Do valor de US$ 2,91 biliões, US$ 600 milhões serão pagos em dinheiro e outros US$ 750 milhões serão pagos em ações ordinárias. O restante será pago ao longo de três anos em forma de notas promissórias. Quando a Google comprou a Motorola, a fabricante de celulares tinha US$ 3 biliões em dinheiro em caixa e mais US$ 1 bilião em taxas de crédito a receber.
Assim, você pode descontar US$ 4 biliões do negócio inicial e temos um déficit, por enquanto, de US$ 8,5 bilhões. Em seguida a Google vendeu a divisão de set-top boxes por US$ 2,4 biliões. O déficit na nossa conta cai agora para US$ 6,1 biliões. Agora, foi a vez da divisão de celulares ser vendida, por US$ 2,91 biliões. O déficit em nossa conta cai para US$ 3,2 biliões.
Das 17 mil patentes do início da compra, apenas 2 mil delas vão para a Lenovo. As outras 15 mil permanecem com a Google e serão ainda licenciadas para Lenovo utilizar em seus produtos. Ou seja: é razoável supor que essas 15 mil patentes possam valer US$ 3,2 biliões. No final das contas é como se a Google tivesse desembolsado apenas essa quantia para ficar somente com aquilo que mais achava importante.
League of Legends...europeus atropelam a equipa brasileira na final...novas da Campus Party 2014
A fase brasileira do campeonato de eSports Intel Extreme Masters, que acontece até hoje (30) na Campus Party 2014, teve sua primeira competição concluída na noite da quarta-feira (29), quando o time brasileiro paiN Gaming enfrentou os europeus da Millenium eSport. O jogo foi o popular League of Legends, cujo apelo estava refletido na grande multidão que se juntou em frente ao palco no estande da Intel. O vencedor ganhou, além dos US$ 15 mil pela vitória na partida, a chance de disputar a última rodada da IEM, que acontecerá em março na cidade de Katowice, no interior da Polónia.
Torcedores protestam durante a final de League of Legends, na Campus Party. O time europeu não deu um momento de sossego (Foto: TechTudo/Renato Bazan)
A torcida estava animadíssima, aos gritos e brados a cada jogada, o que tornou tudo bastante emocionante. Mas não foi comemoração o que se viu na competição, que durou menos de uma hora.
Os brasileiros foram derrotados sem dificuldade, por 2 a 0, e nunca chegaram a liderar o embate. Apesar de terem apresentado jogadas extremamente ousadas contra rivais anteriores, a estratégia adotada contra a Millenium não trouxe surpresas, com a equipa nacional selecionando um grupo de heróis bastante interdependentes. Conscientes disso, os europeus montaram uma contra-estratégia de dispersão, forçando a paiN a bater em retirada inúmeras vezes. Isso deu à Millenium uma enorme vantagem de campo, que acabou por deixar o jogo em flagrante desigualdade.
A equipa nacional ainda ensaiou uma mudança de estratégia no segundo round, alterando parte da equipe para heróis com mais independência, mas não foi o suficiente. De novo, os europeus levaram a melhor. A fuga rápida da audiência, logo após o último lance da partida, foi silenciosa e teve um ar de decepção, em grande parte porque a Millenium já havia eliminado outros dois times brasileiros antes da paiN Gaming.
Com isso, o Brasil perde seu favorito na competição mundial de League of Legends, que faz parte da eSports League. A paiN Gaming foi campeã da liga nacional do jogo no ano passado e era considerada a única chance real do Brasil em Katowice.
Para os interessados em eSports, porém, nem tudo é decepção. Nesta quinta-feira, a Campus Party terá novas emoções no estande da Intel, desta vez com o game StarCraft II, que dará um prêmio ainda maior: US$ 25 mil. O vencedor desta fase, igualmente, poderá competir no campeonato mundial – ainda que, nesse caso, seja provável que os sul-coreanos acabem lotando o pódio.

Acontecimentos deste ano...
(Fonte da imagem: Tecmundo)

Acontecimentos deste ano...
Campus Party tem incêndio, apagão
A Campus Party 2014 segue firme “ladeira abaixo” e nos surpreendeu novamente, como diria Zagallo, ex-técnico da seleção brasileira. O evento abriga internautas e outros usuários que se encaixam na natureza do perfil “geek”, além de campuseiros que montam barracas para ficar no local até o término, no dia 2. Mas um incêndio que ocorreu na manhã desta quarta-feira e um apagão que quase acordou os zumbis na terça assustaram os visitantes da feira. Só faltam os ratos que apareceram na edição de 2013.
A organização do evento evita falar sobre o incêndio, mas o apurou que duas possíveis causas teriam provocado o princípio de fogo: uma “brincadeira” e o superaquecimento de máquinas. Nesse calor do Saara, não é difícil imaginar um cenário assim.
Conversamos com a equipe de segurança do local e, sempre tentando desconversar, eles disseram que “os campuseiros não desligam suas máquinas em momento algum” e que “uma brincadeira entre eles provocou o incêndio”, sem dar mais detalhes.
Os reais motivos, de acordo com a organização, estão sendo investigados. Em comunicado, a equipe se prontificou a dizer que já providenciou barracas novas aos prejudicados – duas tendas teriam sido atingidas, segundo a segurança – e que “tudo está sob controle”.
Festa no escuro
Depois do clarão, vem a calmaria. A qual se resumiu num apagão que rolou nessa terça-feira, 28, quando o evento ficou às escuras por volta das 19h30, sendo que apenas algumas luzes de emergência e máquinas permaneceram ligadas graças a geradores locais. Em pleno clima de apocalipse, alguns usuários preferiram buscar WiFi em vez de comida ou outros suprimentos.
(Fonte da imagem: Tecmundo)
As luzes voltaram e tornaram a apagar por alguns minutos, numa verdadeira “montanha-russa” de iluminação que arrancou gritos de zoeira e assustou alguns visitantes do local.
Segundo a organização do evento, a “luz acabou por culpa da Eletropaulo”, sendo que os geradores “deram conta de alguns pontos”. O fuzuê durou alguns minutos, e a situação logo foi normalizada.
E os ratos? Estamos esperando!
Quem acompanha o Tecmundo regularmente deve se lembrar de que ratos foram vistos em restaurantes da Campus Party 2013 e registrados em vídeo. Clique aqui para ser redirecionado à notícia que publicamos no ano passado.




















