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iMacs 4K e 5K -apple lançou ..... e também nova linha produtos Magic

A Apple por norma faz várias vezes ao ano uma actualização do seu parque de produtos. Depois de vermos um investimento muito específico na nova Apple TV e na linha de produtos móveis, agora é a vez dos iMacs e da linha Magic.
Não querendo deixar para trás os equipamentos de secretária, a Apple faz questão de os evoluir, assim, a marca de Cupertino acaba de lançar os novos iMac com ecrãs 4K e 5K e também renovou por completo a sua linha de acessórios, com novos teclados e ratos.
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As novas propostas da Apple pretendem trazer para a linha iMac a melhor qualidade de imagem possível. Para isso foram equipadas com novos ecrã que resultam numa melhoria substancial.

Novos iMacs 4k e 5K

Os novos iMac de 21.5 polegadas, com ecrãs Retina 4K e o novo iMac de 27 polegadas com ecrã Retina 5K Display são as mais sonantes novidades desta linha.
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Para além desta melhoria dos ecrãs destes modelos, estes contam também com processadores mais rápidos e optimizados para garantir a melhor velocidade de processamento para as diferentes aplicações que vão ser usadas. Contam ainda com 2 portas Thunderbolt 2 ports armazenamento  Fusion Drive até 2TB.
O modelo 4K 21.5 polegadas está equipado com  o processador Core i7 Broadwell a 3.1GHz e uma placa de de vos integrada Intel Iris Pro Graphics 6200.
O modelo de 27 polegadas  5K terá um processador Core i5 and i7 Skylake, com velocidades entre os 3.2GHz e os 3.3GHz. A nível gráfico está equipado com uma placa de vídeos dedicada AMD Radeon R9 GPUs.

Acessórios Magic

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Para além desse novos modelos da linha iMac, a Apple apresentou também hoje novos acessórios, que vêm reforçar a oferta para os seus computadores de secretária e não só.
Estas novidades contemplam o novos Magic Keyboard, Magic Mouse 2 e o Magic Trackpad 2. Os dois últimos elementos desta lista são as actualizações esperadas destes acessórios, que há já algum tempo que se falava. O teclado é uma proposta totalmente nova da Apple.
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Cada um destes equipamentos conta agora com baterias recarregáveis e que garantem uma vida de utilização elevada.
No caso do Magic Trackpad 2 a Apple inclui já a sua tecnologia Force Touch e uma superfície de trabalho maior em cerca de 30%.
Todas estas novidades estão já disponíveis na loja online da Apple, prontas para serem compradas e testadas.

Surface Book - polido e minimalista ....o portátil definitivo





A Microsoft surpreendeu na apresentação e revelou o primeiro portátil de sempre construído 'dentro de casa'. Ecrã com seis milhões de píxeis e uma filosofia de design que é inspirada na gama de tablets Surface são algumas das características deste novo computador 2-em-1.



A Microsoft reservou a grande surpresa da tarde para o final: apresentou o Surface Book, um portátil inspirado na linha de tablets Surface, mas que tem um desempenho superior e que apresenta características topo de gama. Bate-se de 'frente' com o Macbook Pro da Apple, com o executivo Panos Panay a dizer que é 2,5 vezes mais rápido que o portátil da marca da maçã.





O design é um dos aspetos em destaque, pelo aspeto polido e minimalista. A dobradiça também capta de imediato a atenção, por apresentar uma estrutura articulada única. A Microsoft chama-lhe de Dynamic Fulcrum Hinge.

O portátil tem um ecrã de 13,5 polegadas com seis milhões de píxeis, processador Intel Core i5 ou i7 de 6ª geração, teclado retroiluminado, trackpad construído em vidro e com suporte para cinco pontos de toque.

O processamento gráfico fica a cargo de uma GPU Nvidia com memória GDD5, não tendo a Microsoft especificado qual o modelo incluído. Para aliciar ainda mais os consumidores, Panos Panay diz que o portátil contou com a otimização dos engenheiros da Xbox para ter a melhor performance gráfica.

O portátil pode ter até 16GB de memória RAM e 1TB de armazenamento.

Mas as novidades não ficaram por aqui: o portátil é na realidade um computador 2-em-1, ou seja, é possível separar o ecrã do teclado para ficar com um 'mega-tablet'.


A autonomia da bateria deve rondar as 12 horas, de acordo com o responsável da Microsoft.

As reservas do novo portátil começam já a 7 de outuro, ficando o Surface Book à venda no dia 26 de outubro. O preço é de 1.499 dólares, o equivalente a 1.330 euros, para a versão mais básica do portátil que vai estar disponível em várias configurações.

Satellite Click 10 -novo portátil 2-em-1 da Toshiba... com preço acessível



A tecnológica japonesa apresentou o Satellite Click 10, um portátil de dez polegadas que pode ser usado como tablet. O equipamento estreia ainda um dos novos processadores da Intel, o Atom x5.




Procura um dispositivo 2-em-1 que lhe permite tirar mais partido do Windows 10? pode sempre conhecer o novo portátil da Toshiba, o Satellite Click 10.



O equipamento tem um ecrã de 10,1 polegadas com uma resolução superior a Full HD, apresentando 1.900x1.200 píxeis no painel. O processador fica a cargo do novo Atom x5-Z8300 da Intel, um chip de quatro núcleos a 1,4Ghz e que promete eficiência energética acima de tudo.

Os 2GB de RAM e os 32GB de armazenamento interno são outras especificações garantidas neste modelo. Câmara fotográfica de oito megapíxeis, entrada microHDMI, outra microUSB e colunas Dolby Digital Plus compõe o resto do pacote.

A versão internacional está a ser comercializada por 350 dólares, o equivalente a 310 euros.

O Satellite Click 10 tem vem também com o mais recente sistema operativo da Microsoft, o Windows 10.

Lenovo apresenta os Ideapad Miix 700, Ideapad 100S... saiba os preços



A tecnológica chinesa é a maior fabricante de computadores do mundo, uma posição que pretende manter através de uma estratégia abrangente. Conheça os destaques da Lenovo na IFA, em Berlim.



O rebuliço das apresentações na IFA, uma das maiores feiras de eletrónica de consumo da Europa, já começou e a chinesa Lenovo é uma das primeiras a revelar as suas novidades na área dos computadores.

Das várias máquinas apresentadas há duas que se destacam por motivos diferentes: o Ideapad Miix 700, por ser um portátil 2-em-1 concorrente do Surface 3; e o 100S, por ter um preço de 189 dólares, o equivalente a 165 euros.

Quem olha para o Ideapad Miix 700 repara de imediato nas parenças que existem com o Surface 3 da Microsoft. O computador tem um apoio ajustável na parte traseira e tem um teclado amovível que se liga ao ecrã através de um sistema magnético. Ao Engadget um responsável da fabricante chinesa confirmou que de facto o dispositivo foi inspirado no gadget da Microsoft.

Ao nível de especificações o Miix 700 apresenta-se com um ecrã de 12 polegadas e uma resolução de 2.160x1.440 píxeis, processador Intel M7, a memória RAM pode ir até aos 8GB e o armazenamento até aos 256GB. O 2-em1 tem ainda um sensor fotográfico de cinco megapíxeis, mas os utilizadores podem optar pela câmara Intel RealSense 3D que consegue detetar com mais precisão a profundidade que existe em elementos.

O preço deste modelo vai começar nos 699 dólares, cerca de 620 euros, sendo que os modelos vão chegar ao mercado em novembro.



Do lado do Ideapad 100S o preço de 189 dólares condiciona um pouco as especificações técnicas, mas este é um portátil básico que vai servir para tarefas básicas. O ecrã é de 11,6 polegadas, o processador é um Intel Celeron N3050, a memória RAM é de 2GB e o armazenamento interno de 32GB. O equipamento vem com Windows 10, mas a Lenovo confirmou que terá um dispositivo semelhante, mas com o Chrome OS da Google.





A tecnológica chinesa apresentou ainda mais portáteis que agora se dividem em diferentes gamas: a gama 100 é para dispositivos de baixo custo, os modelos 300 e 500 são para equipamentos de média gama e a linha 700 é para máquinas de alta gama. A Lenovo usa ainda a letra “S” em alguns modelos para salientar que essa é uma versão “slim”, isto é, de espessura reduzida.

Portáteis Toshiba com Windows 10 vão ter botão para Cortana

Com a chegada do Windows 10, os fabricantes de PCs (e não só) vêm aqui uma oportunidade de conseguir aumentar as vendas de equipamentos. Empresas como a Dell, HP, Toshiba, Lenovo e Acer têm vindo a revelar algumas datas de lançamento de equipamentos com o Windows 10 e também revelado alguns modelos e especificações.
Recentemente a Toshiba deu a conhecer que os seus portáteis com Windows 10 vão ter um botão dedicado para a Cortana.
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Como sabemos a Cortana é a assistente pessoal e digital que virá com o Windows 10.  Esta assistente terá acções de ajuda no sistema aos mais diversos níveis.
Apesar de ser simples “chamar” a Cortana, a Toshiba já revelou, através do responsável da empresa nos Estados Unidos, que vai incluir nos seus PCs com Windows 10 um botão dedicado.
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Como sabemos, a Cortana virá por omissão na barra de tarefas do Windows 10 ou poderá ser invocada através das teclas (Win +C). Com a inclusão de um botão, a Toshiba poderá lançar aqui uma nova tendência (e um desafio a outras marcas) e quem sabe se no futuro até o teclado não passará a incluir uma tecla para a Cortana.

HP Omen - análise ....A excentricidade e a potência vão conquistá-lo

Não é um portátil para qualquer pessoa: pelo conceito arrojado e pela etiqueta de preço que vem agarrada. Mas o encanto deste “espectro” é demasiado grande para não despertar o desejo no consumidor.

Volta e meia surge um equipamento que é diferente de todos os outros. Pelo design, pela experiência de utilização, pela consistência da utilização, pelos serviços que vêm integrados.. são muitas as razões que podem causar uma boa impressão no utilizador.

Comigo aconteceu algumas vezes. Com o Xperia Z2 da Sony por exemplo, mais recentemente com o Surface Pro 3 da Microsoft e agora com o portátil HP Omen.

A própria história do portátil tornam-no num caso único. Em 2008 a HP comprou uma empresa de portáteis de gaming, a Voodoo. Desde então a marca foi fundida na gigante norte-americana e poucos produtos chegaram à superfície com o cunho dos criativos “da magia negra”.

Até que em novembro do ano passado surge o Omen, um portátil com a insígnia da Hewlett-Packard, mas com um ADN totalmente contrário. Os “magos” da Voodoo aplicaram-se para criar uma máquina diferente daquelas que os utilizadores encontram no mercado.

Olha-se para a Toshiba e para a linha Qosmio e não se encontra nada igual. Na Asus também não é fácil encontrar um equipamento tão arrojado. Mesmo na Razr, que tem no modelo Blade uma referência no mercado, visualmente não há nada que se aproxime muito do Omen da HP.

O portátil não é o melhor do mundo, esclareça-se já isso. Nem sequer é o melhor na sua categoria. E tem defeitos que facilmente se apontam. Mas o design alternativo, a construção de alta qualidade e as características muito respeitáveis tornam este dispositivo em algo que é realmente diferente.

HP Omen

Em português a palavra Omen quer dizer presságio, augúrio, um prenúncio. E se este portátil é de facto alguma indicação sobre o futuro que a HP pode vir a seguir no segmento, então encoste-se e aprecie o espetáculo.

Mas, claro, tudo tem um preço.

O espectro dos portáteis


O aspeto e a construção do HP Omen são de facto os elementos em evidência do portátil. Todo o dispositivo é um grande bloco maciço de metal preto, ponteado na tampa do ecrã, ladrilhado na parte inferior.

Quando o utilizador tira o dispositivo da caixa pode ficar arrepiado já que toda a estrutura é gelada, quase como se fosse um espectro, mas nada disto significa que o resultado final seja uma sensação negativa. Pelo contrário.

O peso, de quase dois quilos, aliado a uma estrutura robusta mas fina, tendo em conta os standards dos portáteis de gaming, causam uma boa impressão. A melhor sensação vem a seguir, quando o utilizador levanta o ecrã.

A leveza é tal que nem parece fazer parte da mesma máquina. Isto porque todo o peso está concentrado na base, deixando para a tampa apenas e só o ecrã.

O portátil segue um design de linhas quadradas, mas desalinhadas. O computador tem uma estrutura larga, que no entanto se vai afunilando à medida que aproxima-se da base, quase como se fosse uma pirâmide invertida.

A separar o ecrã da base está um cilindro de metal polido, que destoa completamente da restante estrutura. É aqui que podem começar as divisões. Alguns gostarão, outros não. AInda por mais porque a dobradiça tem um esquema de cores incorporado, como se imitasse metal que está a ser queimado.

HP Omen

E no meio de todo este aspeto sóbrio, eis que surge o teclado e o sistema de som retroiluminado. Ainda que luzes nas teclas sejam minimamente comuns, as luzes laterais das colunas têm um grande impacto. Ainda para mais são LEDs dinâmicos, que vibram consoante o som que estão a reproduzir.

Durante o dia notam-se, mas à noite dominam. São luzes que não são agressivas e ajudam a criar um ambiente envolvente entre o utilizador e o portátil.

E se tudo já parece diferente o suficiente, eis que o sistema de personalização da retroiluminação entra em funcionamento. O utilizador pode definir até seis cores diferentes para o teclado, entre teclas dedicadas ao jogo, tripartir o teclado ou, lá está, usar um tom diferente no sistema de som.

Pode optar pelo vermelho básico em todo o painel ou tornar o computador num arco-íris onde as cores são escolhidas por si - qualquer uma. Ouvir uma música no Youtube deixa de ser apenas ouvir música, passa a ser também um espetáculo visual.

Mas depois da experiência excêntrica, os utilizadores começam a descer à Terra, pouco a pouco, começando a descobrir as falhas que o computador apresenta.

Uma máquina que também sangra


O intocável e todo poderoso Omen tem defeitos. E durante as duas semanas que passámos com o equipamento descobrimos alguns.

No design há a destacar o facto de o metal da tampa ser um íman de dedadas. Para pessoas que não têm uma pele propriamente seca, isto pode ser um problema. As manchas acumulam-se, limpam-se e voltam a aparecer. Noutros computadores até podia passar ao lado, mas neste é um destaque pela negativa devido a aspeto cuidado e sóbrio.

Ao nível do teclado o mesmo é de grande qualidade, tendo teclas muito responsivas, muito certeiras e com uma taxa de erro próxima do zero. No entanto é um painel que exige uma pequena curva de aprendizagem. Devido aos seis botões de atalho colocados do lado esquerdo, todo o painel de teclas está um pouco desviado para a direita e isso faz estranhar no primeiro contacto.

O computador tem uma potência considerável, mas há um lado negativo associado e está relacionado com o sistema de refrigeração. Devido ao perfil delgado e aos componentes que alberga, a ventoinha dispara por exemplo quando o utilizador está a jogar e é um barulho bem percetível.

Apesar de o computador nunca ter aquecido muito - o que significa que tem um bom sistema de refrigeração, ao contrário daquilo que alguns leitores apontavam - as saídas de ar podiam de facto ser mais generosas. Existem duas grelhas na parte traseira, também retroiluminadas, mas que acabam por ter limitações óbvias.

Outro “menos” para o disco SSD de 256 GB que apesar de ser veloz, é limitado no armazenamento, sabendo sobretudo que os jogos mais concorridos da atualidade têm todos acima de 30GB de tamanho.


























































HP Omen



Por fim resta referir a bateria. O portátil é um “mastodonte”, apresentando uma performance superior à da maioria dos computadores portatéis do mercado. Mas quando está com as agulhas de desempenho no máximo e o utilizador está a jogar sem estar ligado à corrente, então a sessão de gaming pode não durar duas horas.

Não é algo que surpreenda muito pela negativa - estamos a falar de especificações que são suficientes para a maioria dos jogos da atualidade em resoluções medianas ou altas -, mas que acaba por ser um ponto em evidência.

A poupar, é possível esticar a autonomia acima das quatro horas. mas com uma máquina destas quem é que quer “poupar”?

E jogar, não?
Sim, mas também muito mais


Agora que já passámos pelo melhor e o pior do portátil, falta falar naquilo que ele realmente consegue fazer. O Omen é um computador de jogos e mobilidade. Algo que as fabricantes ainda têm dificuldade em fazer.

O portátil tem tudo do bom, ainda que não seja do melhor que o mercado apresenta.

Ecrã de 15,6 polegadas com uma resolução Full HD e que no entanto entrega uma definição e uma qualidade de imagem acima da média para este segmento de painéis. Surpreendeu pela positiva sabendo que já existem ecrãs Ultra HD em portáteis, mas não sentímos essa falta. A reprodução de cores também é muito correta e é outra área que muitos fabricantes têm dificuldade em acertar.

Processador Intel Core i7 de quarta geração com quatro núcleos a 2,5Ghz e oito threads, unidade gráfica Nvidia GTX 860M com 4Gb de memória dedicados, 16GB de memória RAM, 256 GB de armazenamento em SSD e várias entradas multimédia, incluindo uma HDMI e quatro portas USB 3.0. São estas as especificações do portátil.

HP Omen

E para que servem estas especificações? Servem para jogar Ori and the Blind Forest à grande, servem para jogar Watch Dogs em definições altas - não ultra -, servem para jogar Murderer Soul Supect no máximo e olhando para a folha de especificações servem para jogar GTA V a nível mediano.

No dia em que o jogo da Rockstar saiu gostámos de ver uma atualização específica para o título à placa gráfca, ainda que não tenha sido possível experimentar o título.

Mas Battlefield Hardline, Call of Duty: Advanced Warfare e Mortal Kombat X são jogos que executam bem neste portátil. É quase como ter uma PlayStation 4 ou uma Xbox One debaixo do braço, pelo menos neste momento.

No entanto nem só de jogos faz-se a potência deste computador. O que mais surpreendeu foi a facilidade com a qual executou programas tradicionalmente pesados, como o Adobe Premiere e Adobe After Effects, em simultâneo. Sim, leu bem. Abertos e a serem trabalhados em momentos diferentes é certo, mas não fraquejou em nenhum momento.

HP Omen

Quer isto dizer que não está só a comprar um portátil para o quotidiano e uma máquina de jogos. Está a comprar um portento de produtividade e um computador que lhe garantirá desempenho tranquilo para os próximos quatro a cinco anos.

Uma palavra de destaque ainda para o sistema de som, que é realmente bom. Se o jogador jogar com auscultadores corre o risco de estar a perder qualidade sonora, tal é a definição do sistema da Beats incorporado no portátil. Os graves podiam ser mais ambiciosos, mas mesmo com as colunas no máximo nunca vacilaram.

Considerações finais


Investir ou não investir, eis a questão. Por nós é um sim, se tiver o dinheiro e a necessidade, então o HP Omen não vai desiludir, vai aliá cumprir e surpreender.

O portátil tem um preço de 1.899 euros, um valor impossível para muitas famílias, mas tal como foi dito no início do texto, este não é um portátil para qualquer um.

Visitando uma loja online de eletrónica facilmente encontra portáteis com as mesmas especificações técnicas do Omen e com preços que chegam a ser 300 euros mais baixos.

Não tem a gráfica mais recente e mais ambiciosa, nem o processador mais potente. De tal forma que a HP até já lançou uma versão mais potente, chamada Omen Pro.

Mas a questão que se coloca neste produto - e noutros segmentos da eletrónica de consumo - é: se vai gastar 1.900 euros num equipamento, não quer que o mesmo provoque impacto? Não quer algo que a maioria das pessoas não tem? Não quer, no sentido positivo, provocar alguma inveja?

HP Omen

Existem poucos equipamentos no mercado que o conseguem fazer sem grande dificuldade e o HP Omen é um deles. Até tem um ecrã touch, pouco importante para um portátil deste perfil, mas que pelo menos facilita na interação com o Windows.

Os mais puristas do gaming vão nutrir sentimentos negativos contra o computador pois há no mercado alternativas, sobretudo a nível de potência, e que no preço são competitivos.

Mas o valor do Omen está justamente naquilo que entrega como portátil num todo. Sobretudo ao nível da mobilidade. Não é propriamente leve, mas se quiser usar como portátil do quotidiano está à vontade e as suas costas não vão sentir isso. Já outros portáteis não poderão dizer o mesmo.

Como sempre, é tudo uma questão de dinheiro disponível para investimento e de objetivos de trabalho.

Máquinas como o HP Omen há poucas e os utilizadores vão ficar satisfeitos com o investimento. Resta saber se este foi um truque isolado de “magia negra” ou se daqui para a frente teremos sempre bons presságios da HP e ao mesmo nível dos que foram transmitidos com esta máquina. 

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