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iPhone 6 pode ter ecrã de safira e carregador solar
Novos rumores indicam que essas características podem aparecer na próxima versão do smartphone da Apple

No último sábado (25) o noticiou que a Foxconn teria produzido cem protótipos do novo iPhone com ecrã de safira. Ao que tudo indica esse rumor está cada vez mais forte e esse recurso pode mesmo aparecer na próxima geração do smartphone da Apple. E não é só isso.
De acordo com o site NDTV, a intenção de utilizar uma tela de safira no aparelho tem como objetivo acrescentar uma nova função ao celular: a tela do iPhone 6 funcionaria como um carregador solar. Entretanto, o site não deixa claro se a tela terá um painel solar integrado ou se ele será disponibilizado como um item separado.
Caso essa funcionalidade seja mesmo confirmada, o recurso será completamente novo no mercado, uma vez que nenhum modelo até então conta com essa funcionalidade. A ideia, obviamente, é aumentar a autonomia de bateria do produto, missão que tem sido um dos maiores desafios da indústria com todos os seus eletrônicos.
Vale lembrar que, ao menos por enquanto, a notícia deve ser tratada apenas como um rumor. Contudo, a ampla lista de patentes da Apple inclui um painel solar touchscreen, o que deixa a possibilidade no ar: você gostaria de ver um recurso como esse em um smartphone?
Dica - como acelerar o carregamento de vídeos no YouTube
Aprenda a usar uma extensão compatível com vários navegadores capaz de desativar a função que bloqueia o carregamento das gravações enquanto ela está pausada.
Se assiste a vídeos no YouTube com frequência, deve ter percebido que a forma como eles são carregados sofreu uma reformulação de uns tempos para cá.
Antigamente, ao iniciar a reprodução de uma gravação nesse produto da Google, ela era carregada ininterruptamente, ou seja, podia pausar a execução que o conteúdo continuava a ser transferido.
Isso era uma prática comum principalmente entre os internautas que não tinham acesso a uma conexão de alta velocidade. Resumindo, a pessoa dava o play no vídeo e o pausava logo em seguida, aguardando o seu carregamento completo para assisti-lo de uma vez.
Porém, a gigante das buscas resolveu implementar um recurso chamado DASH no YouTube, o qual acaba limitando tal característica. Atualmente, se pausar uma reprodução, ela deixará de ser carregada.
Com isso, instabilidades na conexão com a internet podem fazer com que a execução da gravação supere a velocidade de transferência, o que resulta em algo bastante incómodo: travamentos. Neste artigo, nós vamos ensinara desabilitar essa função e voltar a poder esperar o carregamento completo de um vídeo para poder assisti-lo continuamente.
Entendendo o “problema”
O Dynamic Adaptive Streaming over HTTP (DASH) é uma tecnologia de buffering que “quebra” os conteúdos em blocos. Grosso modo, seria como se o vídeo a que estivesse assistindo deixasse de ser transferido em único arquivo (como o YouTube fazia) para ser passado em diversas partes.
(Fonte da imagem: Reprodução/iStock)
O problema nesse sentido é que o YouTube só inicia a transferência do segundo trecho da gravação em reprodução somente depois que terminou de executar o primeiro bloco. É exatamente nesse momento que, para quem não está ligado a uma conexão de alta velocidade, acontecem os travamentos de reprodução.
O lado bom desse mecanismo é para quem acessa o serviço de hospedagem de Google por meio de franquias limitadas de redes de dados móveis (3G ou 4G), pois ele evita a sobrecarga do fluxo de dados e o desperdício de consumo da banda contrata. Visto isso, chegou a hora de partir para a ação e descobrir como desativar essa função do YouTube.
Requerimentos
Para este tutorial, tudo o que você vai precisar é instalar a extensão YouTube Center, a qual possui versões para os seguintes navegadores:
- Mozilla Firefox
- Opera
- Google Chrome
Observação: o YouTube Center ainda não foi aprovado pela Gigante das Buscas, o que significa que ele, por enquanto, não está disponível na Chrome Web Store.
Para instalá-lo, deve baixar o arquivo CRX por meio do link acima, abrir a página de extensões do navegador (chrome://extensions/) e arrastar esse arquivo para a tela do browser aberta. Visualizará a mensagem “Soltar para instalar”. Na sequência, uma solicitação de confirmação da implementação é apresentada. Pressione o botão “Adicionar” para concluir a instalação.
Na prática
Com o YouTube Center devidamente instalado no seu browser, siga o procedimento abaixo.
Passo 1 – Acesse o menu de configuração

A primeira coisa a ser feita é acessar a central de configuração da extensão recém-adicionada ao navegador. Ao acessar o seu perfil no YouTube, perceberá a existência de um novo botão (com o ícone de uma engrenagem) ao lado do menu da sua conta no serviço da Google (1). Clique nele para que o painel de controle do YouTube Center seja exibido no formato de popup.
Passo 2 – Desmarque a opção indicada
O próximo passo que deve realizar é seguir até a seção “Player” (2), a qual reúne uma série de ajustes possíveis para o funcionamento do player do YouTube. Nessa página, deve desmarcar a caixa de seleção referente à opção “Dash Playback” (3).
Passo 3 – Agora é só assistir aos vídeos que quiser
E acabou! É isso mesmo, agora já pode navegar pelo serviço de hospedagem da Gigante das Buscas e reproduzir qualquer vídeo publicado que ele será carregado ininterruptamente. Esqueça aquelas paragens chatas que vinham acontecendo enquanto assistia às suas filmagens preferidas.
Como usar a energia do corpo para carregar telemóvel
Se a bateria do seu smartphone é um problema, este acessório pode ser valioso: chamado de "Activ", ele promete carregar a bateria dos celulares com a energia produzida pelo próprio corpo. A novidade parece ter saído direto de um filme de ficção-científica: o gadget é colocado no joelho e armazena uma carga a cada passo dado. Na falta de tomada por perto, é possivel conectar o aparelho via USB em qualquer telemóvel.

O gadget funciona de forma bem simples: atrelado a perna, ele aproveita a energia cinética do utilizador, criada ao caminhar, para recarregar uma bateria interna. Ainda é possível ver quanta carga tem com as luzes de LED instaladas.
Projetado pelo design Ben Azzam, da Universidade de Auburn, o Activ tem uma estrutura ajustável por velcros, revestimento com neoprene e promete ser confortável no uso diário.
Activ carrega bateria usando energia do corpo (Foto: Reprodução/Yankodesign)
O visual do Activ lembra as joelheiras utilizadas pelos fãs de esportes, e se cumprir a função com bom desempenho poderá ser uma opção de energia renovável útil no dia a dia, principalmente para aqueles que gostam de fazer exercícios aeróbicos ouvindo música. O dispositivo inovador ainda não tem data para entrar no mercado.
Autocarro coreano é carregado pela própria estrada
Na Coreia do Sul há dois autocarros elétricos que recebem energia a partir das próprias estradas, sem recorrer a qualquer cabo. A tecnologia dos OLEV, de Online Electronic Vehicle vai ser usada também na Malásia e nos EUA.

O objetivo destes veículos é percorrerem longos trajetos sem precisarem de parar para reabastecer de combustível ou recarregar baterias, no caso dos elétricos. Os OLEV recebem a sua alimentação elétrica a partir de cabos enterrados nas estradas através da tecnologia SMFIR (de Shaped Magnetic Field Resonance). Estes autocarros têm baterias com um terço do tamanho das que são usadas habitualmente e conseguem acumular 100 kilowatts a partir dos campos magnéticos criados pelos cabos, explica o Gizmodo.
Uma grande vantagem deste modelo é que os cabos elétricos não precisam de estar enterrados em todo o percurso, bastando estar aglomerados em certos locais chave do itinerário. A eficiência é outro ponto forte, uma vez que conseguem usar 85% da energia emitida pelos cabos.
A inovação foi criada pelo Korea Advanced Institute of Science and Technology (KAIST) há dois anos. Agora, está a ser usado na cidade de Gumi e poderá ser usado em outras partes do país. Também o aeroporto de Kuala Lumpur, Malásia e o Park City de Utah, EUA, mostraram interesse em ter estes veículos.
Homem entra em coma após levar choque de telemóvel ligado na tomada
Um cidadão de Pequim entrou em coma após ter sido eletrocutado ao tocar em seu telefone celular enquanto este estava carregando, um acidente semelhante a outro que ocorreu há poucos dias em que uma jovem chinesa morreu em circunstâncias similares, informou nesta sexta-feira o jornal China Daily.
Wu Jiantong está na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital da capital chinesa, depois que, segundo explicações de sua irmã, se eletrocutou com seu iPhone 4 enquanto o aparelho estava conectado à rede elétrica.
"Estava de costas e, de repente, ouvi ele gritar. Quando me virei, ele já estava no chão se contorcendo", relatou sua irmã, que acrescentou que, ao retirar da tomada o carregador, sentiu "dor nas mãos" e notou "como a eletricidade circulou dos dedos das mãos até os pés".
Após uma semana de tratamento, o homem está respirando sem o auxílio de aparelhos, mas segue em coma e sem atividade cerebral aparente.
Depois do acidente, descobriu-se que o carregador do celular da vítima era falsificado, e que este poderia ser o motivo da descarga elétrica, como também aconteceu no caso da morte de uma jovem chinesa de 23 anos, há poucos dias na província de Xinjiang.
Segundo alguns parentes de Wu, a forte chuva que caiu durante a tarde no dia do acidente e o alto índice umidade do ar podem ter comprometido os sistemas de isolamento e provocado a descarga elétrica.
No dia 11 de julho, uma jovem de 23 anos chamada Ma Ailun morreu eletrocutada, segundo as primeiros análises, apesar de ainda não se ter certeza se foi o seu telefone celular -também um iPhone- que provocou o choque, como afirmaram seus familiares.
"Espero que a Apple nos dê uma explicação", publicou a irmã mais velha de Ma após o acidente na rede social Weibo, similar ao Twitter.
Com a rápida circulação da notícia pela internet na China, a Apple não demorou a publicar uma mensagem aos seus usuários no país asiático.
"Nós estamos muito tristes com o infeliz incidente. Transmitimos nossas condolências à família", declarou a empresa, através de sua sede na China, em comunicado, no qual também confirmaram a abertura de uma investigação sobre o ocorrido em colaboração com as autoridades chinesas.
Segundo o analista Xiang Ligang, em declarações à emissora estatal "CFTV", a utilização de um carregador falsificado pode ter sido a causa do choque que acabou com a vida da jovem.
"Às vezes, os carregadores falsificados economizam em qualidade. O protetor do circuito pode não ser bom, o que pode levar a uma ruptura do condensador e, com isso, a carga de 220 volts de energia chega diretamente enviada na bateria do telefone", explicou Xiang.
Outra das possibilidades, segundo o especialista, seria que o carregador tivesse sido desenhado para ser utilizado em Hong Kong, Taiwan ou Japão, onde os padrões elétricos são diferentes dos da China continental.













