O dispositivo veio com Android 4.4.2 KitKat de fábrica e a Huawei nunca chegou a revelar uma possível data de quando o seu modelo finalmente será atualizado para o Lollipop.
A empresa liberou uma nota na china há alguns meses informando aos seus clientes que estava testando o Android 5.1 para o Ascend P7. Não foi dada nenhuma data, apenas a companhia revelou que a novidade chegaria em breve. Agora, temos a boa notícia de que a espera finalmente acabou. Calma, a atualização não vai pipocar neste momento em seu Ascend P7, mas apenas para aqueles que estiverem na China receberão a novidade ainda hoje via OTA.
A boa notícia é que a empresa disponibilizou a firmware em seu site. Lá, poderá baixar o arquivo de 1,26 GB e ter, finalmente, o Android 5.1.1 Lollipop com toda as falhas de segurança da Google em seu Ascend P7. A empresa informou que em breve começará a liberar a atualização via OTA para outros países, mas não chegou a indicar quais são e a data certa para isso acontecer. No entanto, podemos esperar que o mercado europeu seja a próxima etapa da companhia.
Não ficou claro se o Ascend P7 também será atualizado para o Android Marshmallow que foi liberado pela Google este mês para a linha Nexus. Mesmo tendo um hardware capaz com seu chipset Kirin 910T quad-core de 1,8 GHz, 2 GB de RAM, GPU-Mali 450MP4, 16 GB de espaço interno e tela de 5 polegadas Full HD, podemos suspeitar que esta seja a última atualização a ser liberada para o modelo, já que o P8 já se encontra no mercado e deverá receber a atenção prioritária da empresa neste momento.
Além do Ascend P7, Huawei também informa que já está preparando o Android Lollipop para outros dispositivos, como os Ascend Mate 2, Ascend Mate7 e Ascend G7. Vamos torcer para que a novidade não demore a chegar por aqui. E também para que esta nova interface EMUI 3.1 seja mais leve que a atual, que acaba engasgando mesmo com o hardware decente do modelo.
Depois do Ascend P7 o novo Mate7 e o Ascend G7 prometem ser concorrentes sérios de outros phablets Android no mercado, incluindo o novo Note 4 da Samsung e o próximo iPhone. O novo interface é uma das novidades.
A ambição de chegar aos primeiros lugares da tabela de vendas nos smartphones é clara na Huawei, que mais uma vez mostrou quem são os principais concorrentes que tem em mente quando desenha novos produtos.
A abrir a conferência em Berlim, ainda antes do início da IFA 2014, Richard Yu, presidente da área de consumo da Huawei, traçou as metas para este ano: atingir os 80 milhões de unidades em vendas, um valor que representa um grande crescimento depois dos 52 milhões vendidos no ano passado. Os números são sustentados pelos resultados do primeiro semestre, em que a Huawei atingiu a terceira posição no mercado, com uma quota de 6,9% a nível mundial.
Para a IFA a Huawei trouxe um pacote de três modelos, com uma renovação do Ascend P7 com o Sapphire edition, que é mais resistente aos riscos como mostrou Richard Yu com uma faca providencialmente fornecida pela audiência. Mas este modelo só estará à venda na China.
O Mate7 é o novo phablet da marca depois do lançamento do Ascend P7 em maio, usando muita da tecnologia que já tinha sido colocada no smartphone de topo de gama, mas estreando um novo interface, o EMUI 3.0. Este traz mudanças no interface e gestão de funcionalidades no Android, quer no acesso às aplicações quer na possibilidade de gerir a poupança de bateria.
Com um ecrã de 6 polegadas, o Mate7 consegue ser fino e leve, com 7,9 mm de espessura, um ganho permitido pelo corpo em alumínio que lhe traz também um toque de elegância. Richard Yu garante que este tipo de dispositivo já substitui o laptop, ou o tablet, e que esta é a tendência, porque os consumidores querem ecrãs de maior dimensão para ver vídeos e fotografias.
Por dentro há também mudanças, com um chipset que permite ser o primeiro octa-core+1, o que corresponde a nove cores, combinados no processador Huawei Kirin 925 que balanceia o desempenho e o consumo.
A segurança foi também reforçada com o sensor de impressão digital, que a Huawei garante ser o mais rápido e eficiente do mercado, ultrapassando o iPhone e o S5 da Samsung que recorrem a tecnologias de autenticação em dois passos.
A rapidez da ligação à rede é também uma das novidades do equipamento, que integra conetividade LTE Cat6 com velocidades até 300 Mbps, o que permite fazer downloads de filmes em 30 segundos nas redes onde a tecnologia já está disponível.
O terceiro 7 da gama de produtos apresentados foi o Ascend G7, mais um phablet que segue o conceito de produtos premium acessíveis que a Huawei tem apresentado nesta linha de smartphones.
Com um ecrã de 5,5 polegadas, o G7 também tem um chassi de uma liga de alumínio e um design arredondado que lhe confere maior usabilidade apesar do tamanho. A redução da moldura à volta do ecrã consegue diminuir o tamanho total do dispositivo e a engenharia faz o resto para uma espessura de apenas 7,6 mm.
Neste modelo apersonalização é uma das palavras chave, a par das selfies, e por isso há 30 temas de personalização para o ecrã e mais de 2000 para substituir a imagem de bloqueio.
A câmara de 13 MP com tecnologia Sony ajuda a captar melhores fotos e não falta a visão panorâmica - horizontal e agora também vertical - para as melhores selfies.
O Mate7 vai chegar às lojas portuguesas no final de outubro, a par de duas dezenas de outros países, e o preço recomendado é de 499 euros ou 599 euros para as versões de 2 GB de RAM + 16GB ou 3 GB de RAM + 32 GB de espaço. É provável que a versão Saphire do Ascend P7 não seja vendida na Europa, assim como a versão Dual SIM do Mate7.
Mantendo a tradição, o Ascend G7 posiciona-se numa gama de preço mais acessível, sendo o preço definido de 299 euros. A data de chegada a Portugal está marcada para outubro.
Quem não é muito fã das personalizações feitas por fabricantes no SO de smartphones Android pode gostar dessa notícia. A Google deve expandir a compatibilidade do seu Google Now Launcher para mais aparelhos em breve. Na verdade, isso já aconteceu em algumas regiões.
Nos testes com um aparelho que está na lista de compatibilidade, entretanto, não foi possível fazer o download pelos meios tradicionais. Isso nos leva a acreditar que a interface do Nexus 5 ainda não foi liberada para os aparelhos brasileiros presentes na lista de compatibilidade.
Essa lista é bem pequena e compreende em sua maioria aparelhos da HTC. De qualquer forma, se comprou recentemente um dispositivo top de linha da Samsung ou LG, fique de olho na Google Play para quando a novidade ficar disponível . Confira a lista.
LG G3
Samsung Galaxy S5 (algumas versões)
HTC One M8
HTC One E8
HTC One Mini 2
HTC Desire 816
Huawei Ascend P7
Até então, somente aparelhos das linhas Nexus e Google Play Edition poderiam baixar o launcher criado pela própria Google. Agora, esperamos que a novidade se espalhe para outros modelos.
O Ascend P7 é um dos principais smartphones da Huawei, e o que já era bom vai ficar ainda melhor. A companhia começou a disponibilizar uma atualização de firmware para o aparelho com intuito de melhorar a experiência dos consumidores ao utilizar o smartphone.
A atualização elimina alguns bugs presentes no Ascend P7, além de trazer melhorias de desempenho para o dispositivo, que agora está mais rápido. A intenção da Huawei e mostrar para os usuários que pretende manter um suporte para o aparelho.
O Ascend P7 vendeu um milhão de modelos em apenas um mês, e a companhia agora quer atingir a marca de dez milhões de vendas do dispositivo até o final de 2014.
A Comparação entre Sony Xperia Z2 e o Huawei Ascend P7...
O Sony Xperia Z2 e o Huawei Ascend P7 são bem parecidos externamente - as diferenças se encontram no interior. O nosso comparativo mostra em que aspectos do carro-chefe da Huawei se equivale ao novo smartphone premium da tradicional marca japonesa.
O Huawei Ascend P7 (esquerda) e o Xperia Z2: parecidos externamente, mas por dentro, quanta diferença....
Design e acabamento
Não se pode negar: a linha Xperia Z é a inspiradora da linguagem visual do Ascend P7. Isso se mostra de forma particularmente clara na parte traseira com a lente da câmera no canto superior esquerdo. Mas a Sony e a Huawei também têm várias outras características comuns: uma carcaça de vidro, formas simples e angulosas, uma moldura de alumínio e o botão de energia redondo na lateral direita. Resta apenas a pergunta: quem fez primeiro? Obviamente a Sony.
A moldura de alumínio está presente em ambos.
O acabamento e a escolha de materiais são de alto nível em ambos os dispositivos. Apesar disso, devemos admitir aqui que a Sony conseguiu dar uma impressão de uma aparelho mais valioso, com a moldura de alumínio contínua. A Huawei apostou no plástico para as partes superior e inferior do P7, mas ainda assim deve receber elogios por ter conseguido produzir uma carcaça mais leve e compacta.
Ecrã (Tela)
A Sony solucionou os problemas de display dos antecessores. O Z2 apresenta uma tela de primeira qualidade. O Ascend P7, contudo, não fica muito para trás. Em nossa comparação direta, as diferenças são pequenas: brilho, contraste, representação de cores e visibilidade em ângulos fechados são um pouco melhores no Z2, mas o P7 o segue de perto.
Poucas diferenças de tela entre os dois dispositivos.
Software
A Sony retrabalhou a interface Xperia UI, deixando-a ainda mais simples, com cores discretas e sem elementos de design supérfluos. O design de barra lateral com opções de configuração, velho conhecido dos Google Apps, também foi aproveitado pela Sony. Funções especiais de software como opções de controle por gestos quase não estão presentes, mas o Z2 marca muitos pontos com a qualidade de reprodução multimídia.
A interface do Xperia Z2 (esquerda) e do Ascpend P7 (direita).
Da mesma forma, o Ascend P7 quase não apresenta funções de controle por gestos ou outros opções especiais de software. O que salta aos olhos imediatamente aqui é a interface de usuário muito diferente do Android puro. A forma dos ícone de apps lembra muito a versão atual do iOS. Além disso, o painel de controle com acesso rápido a quatro apps e a visão geral do clima, acessível quando se desliza o dedo para cima ou para baixo na tela de bloqueio, também lembram muito o iOS 7.
As configurações rápidas do Z2 (esquerda) e do P7 (direita).
Performance
Aqui se encontra a maior diferença entre o Ascend P7 e o Xperia Z2: o P7 fica devendo quando o assunto é fluidez e reações rápidas a comandos. No Xperia Z2, ao contrário, atrasos, engasgos ou coisas do género não acontecem no uso cotidiano. Seu único problema é de super aquecimento na gravação de vídeos em 4K, um problema também presente em outras fabricantes. No P7, a performance geral é apenas mediana, levando a alguns atrasos e engasgos. Já no desbloqueio ou no comando para a barra de notificações o aparelho já demorou mais do que o normal para reagir.
Os resultados do benchmark AnTuTu dos dois aparelhos.
Essas limitações são detalhes, e muitos usuários não irão se incomodar. Em comparação direta com outro high end, contudo, a diferença é mais evidente e frustrante. O teste de benchmark AnTuTu parece confirmar a diferença na performance: enquanto o Z2 ultrapassa a marca dos 30.000 pontos, o P7 permanece na marca dos 25.000 pontos, atrás de um carro-chefe do ano passado, o HTC One (M7).
Câmera
Também aqui a Sony fez melhorias no Z2 com relação ao Z1, sobretudo na qualidade de imagens em situações de pouca luz. Mas a Huawei também fez um bom trabalho no caso do P7. A câmera tira fotos bem nítidas e também apresenta bons resultados em situações de pouca luz. As fotos quase não apresentam ruídos (veja uma amostra das fotos no perfil do Google+).
O aplicativo da câmera do Z2 é mais evoluído e oferece mais opções, entre outras o popular efeito de desfoque. A Huawei, por outro lado, marca pontos com funções como o Panorama para auto retratos. A configuração separada de foco e iluminação também se mostra bem útil: um toque longo na tela fixa o foco, e movendo-se o dedo pode-se escolher um ponto separado para a medição de luz. De maneira geral, a Sony leva vantagem quando o tema é a câmera.
Hardware
Aqui percebe-se toda a força de uma marca tradicional e com experiência no ramo mobile: o Xperia Z2 é resistente à água e poeira, tem alto-falante stereo na parte frontal e apresenta a tecnologia de melhoria de gráficos X-Reality mobile. Destaque vai também para os fones de ouvido especiais, produzidos para bloquear ruídos externos, além da câmera de 20 megapixels e dos vídeos em 4K.
Por sua vez, o P7 não oferece tantos extras - mas o aparelho é resistente à umidade (sem apresentar, contudo, um certificado com padrões internacionais). Destaque aqui vai para a câmera frontal, que conta com uma resolução de 8 megapixels.
Technische Daten
SONY XPERIA Z2
ASCEND ASCEND P7
SISTEMA
Android 4.4.2, Xperia UI
Android 4.4.2, Emotion UI 2.3
Ecrã(TELA)
5,2 polegadas, 1.920 x 1.080 Pixels
5 polegadas, 1.920 x 1.080 Pixels
PROCESSADOR
Snapdragon 801, Quad-Core, 2,3 GHz
Hisilicon Kirin 910T, Quad-Core, 1,8 GHz
RAM
3 GB
2 GB
MEMÓRIA INTERNA
16 GB + microSD
16 GB + microSD
CONECTIVIDADE
HSPA, LTE, NFC, Bluetooth 4.0
HSPA, LTE, NFC, Bluetooth 4.0
CÂMERA
2,2 MP (frontal), 20,7 MP (traseira)
8 MP (frontal), 13 MP (traseira)
BATERIA
3.200 mAh
2.500 mAh
DIMENSÕES
146,8 x 73,3 x 8,2 mm
139,8 x 68,8 x 6,5 mm
PESO
158 g
124 g
Conclusão
O Ascend P7 tem as suas qualidades e mostra-se um bom smartphone - mas para se destacar são necessários certos detalhes que separam o “bom” do “ótimo”. Isso fica mais claro quando comparamos as performances dos dois aparelhos: aqui a Huawei fica para trás. A Sony acertou em quase tudo com o Xperia Z2. As vantagens do Ascend P7 estão sobretudo no preço mais baixo e nas dimensões mais compactas. Quem precisa de um aparelho bom para o uso quotidiano ficará contente com o P7. Os fãs dos high ends, contudo, devem escolher o Z2 de olhos fechados.
O preço no Brasil ....
O Xperia Z2 não é apenas mais caro, ele é também melhor (e a relação entre os preços deve ser a mesma quando os dispositivos chegarem ao Brasil).
A Huawei apresentou o smartphone comparando-o com o iPhone 5s da Apple e com o Galaxy S5 da Samsung. A tecnológica chinesa quer ser uma fabricante de topo e resta saber: consegue ter argumentos para esse objetivo?
Chama-se Huawei Ascend P7, é o mais recente topo de gama da tecnológica asiática, tem um preço de venda recomendado de 449 euros e vai chegar a Portugal no início de junho. Estas são as informações que resumem de grosso modo a curiosidade dos consumidores mais ávidos.
Mas o Ascend P7 não é um smartphone qualquer. É um smartphone que vai ser obrigado a provar-se, a mostrar força perante a concorrência e se possível, vai tentar roubar alguns utilizadores às gigantes do segmento móvel Apple e Samsung.
A pressão é colocada pela própria empresa que durante o evento de apresentação do smartphone comparou-o várias vezes ao iPhone 5s e ao Galaxy S5. Com o Huawei e enumera de seguida os pontos que numa primeira análise parecem colocar este smartphone a par, acima ou abaixo da concorrência direta.
Design A Huawei pode não gostar da comparação, mas o mesmo já tinha sido dito acerca do P6: o Ascend P7 é muito parecido com o iPhone, exceto na parte inferior do telemóvel. Os cortes na lateral, o desenho da câmara e até o brilho do painel traseiro fazem lembrar alguns modelos dos smartphones da Apple.
Mas é preciso dar crédito na mesma à empresa. Conseguiu construir um equipamento com alta qualidade, muito fino, com uma relação de tamanho onde o ecrã sai a ganhar e que mesmo apresentando um ecrã de cinco polegadas, controla-se facilmente apenas com uma mão.
No design é um +++ para a fabricante chinesa.
Software O software está melhor. A experiência de utilização continua a cruzar-se com a do iPhone: todos os ícones são dispostos num ecrã inicial e não há um menu onde as aplicações possam estar resguardadas. Até no ecrã de bloqueio é possível chamar do fundo do ecrã um menu de ações rápidas tal como no iOS 7.
Com ícones mais minimalistas e de simbologia mais direta é fácil para os utilizadores orientarem-se no equipamento. Apesar de haver muitas opções de personalização, nem todas são bonitas – mas os gostos não se discutem, cultivam-se.
Apesar da diferenciação que tenta aplicar, a Huawei continua sem ter um interface de marca tal como a Sony tem nos Xperia e a HTC tem com o Sense.
A menos que goste de um Android que tem aspeto de iPhone, então no software o resultado é um -.
Câmara O Huawei Ascend P7 tem um belo par de câmaras. Com sensores que permitem captar fotografias de 13 e oito megapíxeis, os resultados são bastante satisfatórios.
O detalhe das imagens em ambientes com bastante luminosidade faz-se sentir de forma declarada e mesmo em ambientes escuros os resultados são bastante positivos. O smartphone da tecnológica chinesa pode perfeitamente assumir o papel de câmara fotográfica secundária para as ocasiões onde a câmara dedicada não está disponível.
Entre qualidade das fotografias, uns arrojados oito megapíxeis no sensor frontal e as inúmeras funcionalidades ligadas à edição ou captação de imagens – como a ferramenta de selfies panorâmicas - o Ascend P7 é um ++.
Fluidez O telemóvel não tem empancado, mas também não apresenta a mesma fluidez que outros equipamentos que já foram lançados em 2013. Não basta ter processador de quatro núcleos, é preciso saber otimizar a relação com o software.
Salientando, mais uma vez, que o telemóvel tem um desempenho rápido, o Ascend P7 parece mostrar sinais de que passados alguns meses de utilização, sobretudo nas mãos de heavy users, vai exigir um factory reset. Nada de errado com isto, as limpezas de primavera até são aconselhadas e acontecem em todos os dispositivos.
Na fluidez, com algumas reservas, a pontuação é +.
Detalhes Será que aquilo que faz diferença num telemóvel, faz também diferença junto do utilizador ao nível da experiência de utilização? Será preciso encher o telemóvel de pequenas novas funcionalidades, ou poucas e boas bastam?
Nos detalhes a Huawei acertou. Colocou, não muitas, aplicações que os utilizadores precisam em situações específicas, mas que dão jeito ter por perto: uma aplicação de espelho que liga de imediato a câmara frontal; uma aplicação de lupa que tem realmente algum poder de ampliação; uma aplicação que faz gestão de cópia de segurança; e uma outra que funciona como gestor do telefone para eliminar “lixo” desnecessário e alertar sobre apps que consomem muita energia.
Nos detalhes o P7 leva um +.
Preço Aqui o Huawei sai a ganhar - para os que pensam que o valor de um telemóvel se traduz simplesmente pela quantidade de dinheiro que é desembolsada para o levar para casa.
Com uma etiqueta de 450 euros posiciona-se bem abaixo do iPhone 5s e do Galaxy S5, apesar de não ter por exemplo ferramentas biométricas. Mas também é verdade que se coloca acima de outros equipamentos que são interessantes do ponto de vista monetário: Nexus 5 da Google e o One da OnePlus por exemplo.
Com base nos pontos negativos e positivos apresentados, o consumidor deverá fazer uma equação e ver se os euros que poupa ou gasta a mais compensam para as funcionalidades que não tem ou para os elementos onde o telemóvel se destaca.
Estas foram as primeiras impressões. Como o smartphone ainda não está à venda, tem bastante tempo para ponderar se o posicionamento da marca em relação ao iPhone e ao Galaxy justifica-se. Até lá vai poder também contar com uma análise que vai olhar para outros pontos do telemóvel – como a velocidade de rede – e tomar a decisão mais consciente possível.
Mas no fim fica de facto a imagem que o Huawei Ascend P7 é um telemóvel que representa um salto qualitativo relativamente ao P6 e consegue realmente colocar a tecnológica chinesa entre as fabricantes de alta gama.