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Microsoft e Google assinam acordo para incluir "kill switch" em smartphones

Wireless Association Mobile kill switch

Os tribunais americanos tentam fazer um acordo com a Microsoft e a Google. O assunto da vez era adicionar um “botão da morte” ou “kill switch” em smartphones que carregam seus respectivos sistemas operacionais, Windows Phone e Android. Apesar de ambos já contarem com ferramentas para limpar a memória dos dispositivos em caso de roubo, nenhum deles permite inutilizar completamente os smartphones.
Essa iniciativa foi influenciada por números referentes à iPhones 5S, que chegaram ao mercado com um botão da morte e desbloqueio via impressões digitais. Em Nova York, por exemplo, o número de roubos de iPhones caiu 19% desde o lançamento da nova função. Algo similar aconteceu em San Francisco, EUA, (queda de 38%) e também em Londres (24%). De acordo com a polícia dessas três cidades, o número de roubos de smartphones nunca tinha caído até então e esse “sucesso” está sendo atribuído ao tal botão da morte, que deixa esses celulares menos atraentes aos criminosos.
Portanto, realmente faz sentido adicionar uma função no sistema operacional que deixe smartphones completamente inutilizados quando roubados. Atualmente, há algo parecido tanto no Windows Phone, quanto no Android, mas que apenas limpam os dados do dono.

O vovô dos botões da morte

É possível ainda fazer o bloqueio do número IMEI (único para cada aparelho) em qualquer dispositivo roubado, mas para tal é necessário ter essa sequência guardada. Fora isso, em alguns casos, como a TIM no Brasil, operadoras chegam ao absurdo de pedir uma carta escrita a próprio punho feita pelo proprietário descrevendo a situação e solicitando o bloqueio. Esse procedimento pode, dependendo da situação e da operadora, ser feito com uma simples ligação.
Mesmo com isso, nem Google nem Microsoft revelaram como devem proceder sobre o acordo assinado em Nova York, mas espera-se que a próxima versão de cada SO já traga tal funcionalidade.

Parceria entre NIC.br e Globo.com melhora tráfego em sites e vídeos

A Globo.com e o Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br) concluem nesta quinta-feira (3) a ativação de uma nova conexão de 100 Gbps no projeto PTT.br. O objetivo dos Pontos de Troca de Tráfego (PTTs) é melhorar a qualidade das transmissões de vídeos, acessos a sites e outros serviços. Com os PTTs, é possível criar a infraestrutura necessária para a interconexão direta entre redes - incluindo os provedores de conteúdo e de acesso - concentrando o tráfego desses dados.


Na prática, o que vai acontecer é a conexão de um novo cabo da Globo.com com o NIC.br. Os provedores de acesso à Internet - móvel e banda larga - conectados à central do NIC.Br terão acesso direto ao conteúdo Globo.com. Isso significa que o caminho até os vídeos, streaming e sites do grupo será encurtado, aumentando a qualidade das transmissões ao vivo, evitando gargalos. 
Novas portas de conexão da Globo.com ligadas ao datacenter de São Paulo do NIC.br  (Foto: Divulgação/NIC.br)Novas portas de conexão da Globo.com ligadas ao datacenter de São Paulo do NIC.br (Foto: Divulgação/NIC.br)


"Essa nova interface irá viabilizar maior capacidade de transmissão dos eventos da Globo.com para os outros participantes do PTT. No caso, os provedores de acesso à Internet assinados pelos usuários", afirma Galvão Rezende, supervisor de operações do projeto PTT.br.

Os PTTs, infraestruturas que permitem aos chamados Sistemas Autônomos uma comunicação direta, beneficiam não só os administradores da rede como os usuários comuns de Internet que poderão contar com uma conexão mais eficiente, sem interrupções de tráfego, gargalos e outros problemas quando há picos de acesso em ocasiões de grandes eventos como a próxima Copa do Mundo de Futebol 2014. 
"Quando muitos usuários desses provedores querem acessar uma transmissão da Globo.com, como será nos jogos da Copa do Mundo, pode ocorrer um pico de tráfego. Se todos estão procurando o mesmo conteúdo, isso acaba gerando um ponto de gargalo, congestionando a conexão", explica. "Agora, sensação que o usuário tem vai melhorar, ele terá acesso instantâneo ao conteúdo", completa.  
PTTs no Brasil

Hoje, o NIC.br opera 25 Pontos de Troca de Tráfego no Brasil nas cidades de Americana (SP), Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Campina Grande (PB), Campinas (SP), Caxias do Sul (RS), Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Fortaleza (CE), Goiânia (GO), Lajeado (RS), Londrina (PR), Manaus (AM), Maringá (PR), Natal (RN), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA), São Carlos (SP), São José dos Campos (SP), São José do Rio Preto (SP), São Paulo (SP) e Vitória (ES).

Para ter uma ideia, segundo o NIC.br, o PTT de São Paulo registrou recentemente um pico de 400 Gbps de troca de tráfego Internet e os 25 PTTs disponíveis no país, juntos, alcançaram 460 Gbits. Os números se mostram acima da média de crescimento anual do tráfego no PTT, que é de 80%. O PTT de São Paulo registrou em junho de 2013 a marca de 200 Gbs - o que significa que o tráfego trocado mais que dobrou em oito meses.
Isso significa que os provedores de acesso e conteúdo na Internet estão trocando cada vez mais informações por meio dos PTTs, cuja missão é manter o tráfego nacional dentro das nossas fronteiras. 
"Com os PTTs, estamos encurtando o caminho, diminuindo distâncias e tirando os atravessadores das conexões", analisa Galvão. "Estamos chegando agora ao momento da transmissão em alta definição e isso faz com que esse tráfego da Globo.com também cresça com a demanda dos jogos", conclui.

Samsung e Google assinam acordo de licenciamento cruzado de patentes


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Google e Samsung têm assinado um acordo de licenciamento cruzado de patentes globais para licenciar seus portfólios de patentes para o outro, em um movimento que as duas empresas esperam impulsionar a inovação em um setor que tem visto demasiadas disputas de patentes (embora o Google e Samsung nunca ido para tribunal contra o outro.) O acordo é bom para todas as patentes existentes das duas empresas, e também irá cobrir eventuais patentes registadas ao longo dos próximos dez anos.
"Temos o prazer de entrar em uma licença cruzada com o nosso parceiro Samsung", disse Allen Lo, Consultor Jurídico Adjunto de patentes do Google. "Ao trabalharmos juntos em acordos como este, as empresas podem reduzir o potencial de litígio e concentrar-se na inovação". Samsung deu uma declaração semelhante, dizendo que "a Samsung ea Google estão mostrando o resto da indústria que há mais a ganhar com a cooperação de engajar-se em disputas de patentes desnecessárias ".
O acordo de licenciamento cruzado tem implicações consideráveis, e vantagens, para ambas as empresas: Samsung terá acesso ao portfólio enorme do Google de patentes de software, enquanto o gigante das buscas vai ter acesso à infinidade de patentes relacionados ao hardware que o fabricante coreano reuniu mais de Nos últimos anos. Os analistas acreditam que isso irá pavimentar o caminho para a Samsung para participar em projectos-chave do Google como um parceiro de hardware, e pudemos ver mais edições Google Play da Samsung smartphones para baixo da linha.

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