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Galaxy View - o mega-tablet da Samsung



A tecnológica sul-coreana acredita que há um mercado para um tablet gigante. Destina-se aos utilizadores que são grandes consumidores de filmes, séries e televisão online, e foi desenhado para ser facilmente transportado… dentro de casa.




Primeiro as dez polegadas, depois as sete, seguiram-se as oito e agora as 12 polegadas. A vida recente dos tablets tem sido esta ao nível de formato, mas sempre existiram propostas muito fora desta escala. A mais recente é da Samsung e chama-se Galaxy View: um mega-tablet de 18,4 polegadas.

A empresa asiática desenvolveu o dispositivo para os utilizadores que são video-cêntricos, isto é, que consomem muitos conteúdos em formato vídeo, seja no YouTube, em serviços de streaming como o Netflix, sejam filmes ou emissões online de televisão.

O ecrã tem uma resolução Full HD que é acompanhado de dua colunas que melhoram a experiência multimédia. ‘Dentro’ do tablet existe um processador de oito núcleos a 1,6Ghz, 2GB de RAM, 32 ou 64GB de armazenamento e uma bateria que garante oito horas de vídeo.




O peso do tablet não o torna muito convidativo para transportar fora de casa - são mais de dois quilos e meio de peso -, mas a pega-suporte que está integrado no dispositivo deverá facilitar a movimentação do View entre as diferentes divisões da casa.



O tablet, que a Samsung diz ser o maior dispositivo móvel com o sistema operativo Android, tem ainda um ecrã de início que agrega conteúdos de todas as aplicações de video que o utilizador tiver instaladas.

Ainda não há informação relativamente ao preço e à sua chegada aos mercados.

Galaxy Note 5 vs iPhone 6s plus - Qual o mais rápido?

O mercado dos dispositivos móveis tem equipamentos para todos os gostos e carteiras. No segmento dos topos de gama a oferta é vasta e nem sempre os que têm as melhores especificações são os que garantem o melhor desempenho. Cada vez mais o segredo para se conseguir produzir um equipamento rápido está na optimização que tem de existir tanto ao nível do software e hardware.
E na batalha de desempenho entre o recente iPhone 6s Plus vs Galaxy Note 5 afinal quem será que ganha?

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Quando se trata de especificações ao nível do hardware, as últimas versões do iPhone parecem estar sempre atrasadas comparativamente aos rivais Android. No entanto, graças a uma plataforma móvel super eficiente e adaptada ao hardware os iPhones conseguem sempre ter excelentes resultados de desempenho.
Vamos a testes… de um lado o super poderoso Galaxy Note 5 que  vem com o mesmo processado do Galaxy S6, o Samsung Exynos Quad-core 1.5 GHz Cortex-A53 + Quad-core 2.1 GHz Cortex-A57 e tem 4GB de memória RAM. Já o iPhone 6S tem um SoC A9 dual core e apenas 2 GB de RAM.
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Se no passado o Samsung Note 5 tinha ganho a batalha de desempenho contra o iPhone 6 Plus será que desta vez o novo iPhone 6s plus consegue levar a melhor?

No vídeo posto a circular, o iPhone 6s plus é o grande vencedor desta vez. Sendo o Galaxy Note 5 o mais rápido do mundo do Android podemos afirmar que o iPhone 6s plus é o mais rápido smartphone, em termos globais.

Samsung Z3 - o novo smartphone Tizen



A Samsung reforçou a aposta no sistema operativo Tizen com o lançamento de mais um smartphone que tira partido da plataforma. E agora já não está focada só nos utilizadores de telemóvel de primeira viagem.




O Samsung Z3 foi lançado na India, que já tinha sido o país escolhido para comercializar o primeiro smartphone da marca a usar o sistema operativo que a fabricante criou, tirando partido de uma parceria com a Intel.




Com o primeiro smartphone Tizen, o Z1, a Samsung conseguiu vendas de um milhão de unidades. O modelo chegou às lojas a menos de 100 dólares, direcionado a utilizadores à procura da sua primeira experiência com um telemóvel inteligente.

O Z3 está direcionado a um segmento médio. Integra um ecrã HD de 5 polegadas super AMOLED e uma câmara de 8 megapixéis. Começa a ser vendido a 21 de outubro e vai custar cerca de 130 dólares. Não deverá ficar disponível noutros mercados, já que a Samsung assume que o modelo foi desenhado especificamente para o mercado indiano.




Ainda assim, o lançamento de um segundo smartphone Tizen revela que a Samsung continua empenhada em afirmar a sua alternativa ao Android. Tem-no feito também noutras áreas, como a dos smartwatches ou das televisões. Nesta área das TVs a empresa já revelou mesmo que o plano é estender o Tizen a todos os modelos, uma decisão que dará um impulso considerável à plataforma, tendo em conta que a empresa controla um terço do mercado global.

A Samsung será os Volkswagens da tecnologia?

Depois de vermos o escândalo que se abateu no mercado automóvel, patrocinado pela gigante alemã Volkswagen, parece ser agora a Samsung a mentir sobre os consumos dos seus equipamentos.
Segundo o jornal britânico,The Guardian, a Samsung, gigante coreana no mercado da electrónica poderá estar a utilizar um sistema que “camufla” os consumos de energia dos dispositivos quando estes estão na fase de testes.
Actualização: Leia a declaração da Samsung sobre o caso “Motion Lighting”.
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O jornal The Guardian, na sua edição de hoje, refere que a sul coreana Samsung poderá estar a utilizar um sistema que diminuiu o consumo de energia das sua televisões quando estas estão a ser testadas pelos laboratórios independentes da Complian TV. Estes dados recolhidos pela Complian TV referem que há uma instalação de um sistema que adapta a energia consumida pelas TVs durante o processo em que estão a ser testadas, conseguindo com isso refinar os dados referentes à energia consumida manipulando os valores finais.
Após estas informações, a Comissão Europeia diz que vai investigar todas as alegações de fraude nos testes e comprometeu-se a apertar os regulamentos de eficiência energética para proibir o uso dos chamados “dispositivos manipuladores” nas televisões ou outros produtos de consumo, depois de vários membros da UE levantarem preocupações semelhantes.
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Para que serve a tecnologia Motion Lighting?

A Samsung nega veementemente essa característica nos seus televisores, o que está em causa é uma tecnologia que se chama Motion Lighting e não serve claramente para enganar os testes oficiais de eficiência energética muito menos ser classificada como “dispositivo manipulador”. A empresa diz que este sistema reduz o brilho do ecrã em resposta a vários tipos de conteúdo do mundo real, incluindo filmes em rápido movimento de acção e desporto. A tecnologia também é activada quando há filmagens em movimento mais lento, como poderá acontecer nos testes de laboratório, mas isso nada tem de fraude.
Não há comparação [entre o dispositivo Motion Lighting e os manipuladores VW]. Isso não é uma configuração que só se activa durante os testes de conformidade. Pelo contrário, é uma configuração ‘out if te box’, o que reduz o poder do vídeo sempre que for detectado movimento.
Palavras de um porta-voz da Samsung.
Os estudos de laboratório descobriram que a característica da Samsung ‘Motion Lighting’ permite um brilho reduzido nos aparelhos de TV (e reduz o consumo de energia) sob as condições de teste da Comissão Electrotécnica Internacional (IEC). Estes envolvem a reprodução de sequências rápidas de material variado, tais como programas de TV gravados, DVDs e transmissões ao vivo.
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Mas foi só nos testes que se activou o sistema?

Segundo o relatório da ComplianTV, sob condições de visualização do mundo real, não foram registadas reduções no consumo de energiaApós testes em fevereiro, a entidade reguladora, não indicando o nome da Samsung no relatório, disse:
Os laboratórios observaram comportamentos da TV durante as medições e isso levantou a possibilidade da TV detectar um procedimento de teste e adaptar o seu consumo de energia em conformidade. Tal fenómeno não foi comprovado nos testes ComplianTV, mas algumas TVs testadas deram a impressão de que a tecnologia detectava a situação de teste”.
Perante esta nova polémica, Rudolf Heinz, o responsável do projecto do laboratório de produtos da ComplianTV, disse ao Guardian:
A Samsung está a cumprir a lei à letra, mas não o espírito da lei
Assim, não há nenhum indício claro de que a Samsung, maior fabricante mundial de TV, teve um comportamento ilegal, embora os defensores da eficiência energética afirmem que tais procedimentos nos testes da UE são excessivamente generosos.
As televisões consomem até 10% do consumo de electricidade de um agregado familiar típico, de acordo com coolproductsum grupo de ONGs que valorizam e apoiam os produtos de poupança de energia. O grupo diz que em toda a Europa, o consumo de energia só com as TVs representam o consumo total de energia eléctrica combinada da Suécia e Portugal e que este número está a crescer.
Esta notícia vem numa altura complicada para o mercado, após a fabricante automóvel Volkswagen ser acusada de uma gigante fraude por ter instalado um sistema que manipula os resultados das emissões de gases nocivos em fase de testes.
Actualização: Entretanto, a Samsung já deixou uma declaração sobre o caso “Motion Lighting”.
Rejeitamos firmemente a acusação de que uma das nossas configurações de TV tenha sido projetada para obter um desempenho de potência energético enganoso nos testes de laboratório regulamentares.
O mecanismo em causa e que é utilizado não é uma configuração ativada apenas durante os testes de conformidade. Trata-se de uma definição designada “motion lighting” e é uma funcionalidade que reduz a luminosidade do ecrã quando é detectado movimento na imagem (“vídeo motion”).
Esta é uma funcionalidade padrão que funciona do mesmo modo no laboratório como em casa, ou seja, não é ligada apenas em testes de conformidade. É uma característica “out-of-the-box”, ou seja, que é automaticamente ativada quando o cliente recebe o aparelho de TV, e que permanece ligada sempre que o cliente opta por ver TV no modo de visualização “padrão”.
A funcionalidade “motion lighting” é parte de uma série de funcionalidades que desenvolvemos para ajudar a reduzir o impacto ambiental da nossa tecnologia de TV. Estamos orgulhosos destas tecnologias e temos a intenção de inovar ainda mais nesta área.

Zenfone 5 vs. Galaxy S4

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A Samsung introduziu o Galaxy S4 durante o primeiro trimestre de 2013, após as excelentes vendas do Galaxy S3 no ano anterior. Confira o comparativo completo no artigo abaixo.

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Design

O Galaxy S4 possui o design semelhante aos demais modelos da empresa, a parte frontal do dispositivo pode ser comparada com o Galaxy S5, Galaxy S6 e S6 Edge. A parte traseira, no entanto, é totalmente revestida em policarbonato liso, conhecido também como plásticoglossy. De acordo com a iluminação direcionada ao dispositivo podemos notar uma textura que reveste toda a sua tampa traseira. Ao redor, as bordas possuem um aspecto de alumínio, que na verdade se trata de um tingimento por cima do policarbonato rústico.
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Laterais do Galaxy S4 imitam alumínio.

Particularmente, a abordagem visual do Galaxy S4 não me agrada. Quem já manuseou o dispositivo tem o pleno conhecimento de que seu acabamento é liso demais, escorregadio e pouco ergonômico.Parte traseira do Galaxy S4.

A Asus também revestiu o Zenfone 5 com policarbonato, contudo, o aspecto opaco e toque levemente emborrachado tornam o dispositivo mais elegante e ligeiramente ergonômico. As bordas ao redor da tela não foram bem aproveitadas, tornando o dispositivo maior do que ele deveria ser.

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Ambos os dispositivos possuem as saídas de áudio na parte traseira e botões capacitivos posicionados no rodapé frontal. A câmera do Galaxy S4 é elevado, enquanto o Zenfone 5 esconde seu conjunto óptico de lentes internamente. Nenhum desses pontos interferem no resultado estético final, impactando somente na usabilidade, como em casos de usuários que preferem o botão virtual em vez do capacitivo.
Ecrã

O ecrã de 5 polegadas do Galaxy S4 oferece uma resolução Full HD (1920 x 1080 pixels), com 441 ppi, alta nitidez e totalmente compatível com os dispositivos top de linha lançados em 2013. A tecnologia utilizada no painel é a AMOLED, que mantém o nível de contraste e cores bem vivas.
ecrã do Galaxy S4 com resolução FullHD e tecnologia AMOLED.

O ecrã do Zenfone é uma IPS LCD de 5 polegadas com resolução HD de 1280x720 pixels e 294 ppi, com boa nitidez e cores bem pronunciadas. O ângulo de visão é excelente, mas em termos de imersão ao conteúdo reproduzido através do display, o Zenfone 5 não tem chances de duelar com o Galaxy S4 nesse requisito.

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Software

Ambos os dispositivos rodam atualmente com Android KitKat. A Asus prometeu o Lollipop para maio, no entanto, os proprietários do Zenfone 5 terão que aguardar por mais tempo para conseguir desfrutar dos benefícios da última versão do sistema. A interface Zen UI possui boa usabilidade, aplicativos de produtividade interessantes e não demonstra lentidões ou travamentos.
Zen UI rodando no Android KitKat 4.4.2.

A TouchWiz presente no Galaxy S4 é uma mina de recursos e funções duvidosas. O consumo de RAM é grande, e as lentidões são uma constante no sistema da Samsung. A atualização para o Android Lollipop já foi liberada, inclusive para a versão nacional do dispositivo. A interface abriga aplicativos de parceiros da Samsung, demos de jogos, aplicativos para produtividade, duplicidade de apps entre a sul-coreana e a suíte do Google, além de funções que envolvem gestos e movimentos.
TouchWiz rodando no Android KitKat 4.4.4.
Especificações técnicas

O Galaxy S4 é um dispositivo potente, capaz de rodar os jogos mais atuais com riqueza de detalhes gráficos. O mesmo feito pode ser alcançado pelo Zenfone 5, mas em detalhamento gráfico o dispositivo da Asus não apresentará a mesma qualidade. A quantidade de memória RAM é identifica (2GB), assim como a capacidade máxima de armazenamento interno, 16GB para ambos os dispositivos. Confira as especificações abaixo:

SAMSUNG GALAXY S4ASUS ZENFONE 5MODELO: GT-i9505 ASUS_T00J
FABRICANTE: Samsung Asus
DIMENSÕES: 137 x 70 x 7,9 mm 148,2 x 72,8 x 5,5 mm
PESO: 130 g 145 g
TAMANHO DA BATERIA: 2600 mAh 2050 mAh
TAMANHO Do ecrã AMOLED LCD
TELA: 1920 x 1080 pixels (441 ppi) 1280 x 720 pixels (294 ppi)
CÂMERA FRONTAL 2 megapixels 2 megapixels
CÂMERA TRASEIRA 13 megapixels 8 megapixels
FLASH: LED LED
VERSÃO DO ANDROID: 4.2.2 - Jelly Bean 4.4.3 - KitKat
INTERFACE: TouchWiz Ainda não disponível.
RAM: 2 GB 2 GB
MEMÓRIA INTERNA: 16 GB 8 GB
16 GB
MEMÓRIA REMOVÍVEL: microSD microSD
CHIPSET: Qualcomm Snapdragon 600 Intel Atom
NÚMERO DE NÚCLEOS: 4 2
VELOCIDADE MÁX. 1,9 GHz 1,2 GHz
1,6 GHz
CONECTIVIDADE HSPA, LTE, NFC, Bluetooth 4.0 HSPA, Dual-SIM

Conclusão

O Zenfone 5 é mais recente e apresenta uma fluidez maior na usabilidade do sistema. O design do dispositivo da Asus é mais atraente, o preço é mais convidativo e algumas especificações são semelhantes ao Galaxy S4. Contudo, o dispositivo da Samsung pode agradar pela nitidez do ecrã e por algumas funções extras que acompanham a TouchWiz.
No Brasil...

O Galaxy S4 pode ser encontrado por R$ 944,10 no Shoptime, enquanto a melhor versão do Zenfone 5 sai por R$ 799na Loja da Asus. Eu escolho o Zenfone 5 pelo custo-beneficio e hardware mais atualizado.

Galaxy S6 - análise

O Samsung Galaxy S6 chegou ao mercado para marcar uma nova Era dos smartphonesda marca. Uma nova construção, um hardware mais potente e um novo design, são alguns dos aspectos melhorados neste novo Galaxy, mas como se comportará ele em termos de desempenho?
Leia a nossa análise e conheça o Samsung Galaxy S6 em pormenor.
Samsung Galaxy S6 - Ecrã



Aspectos positivos
  • Câmaras fotográficas
  • Qualidade de ecrã e som (gravado e reproduzido)
  • Novo design, há muito exigido pelos utilizadores

Aspectos negativos
  • Sobreaquecimento

1 – Características Gerais

O Samsung Galaxy S6 vem com o novo processador Exynos 7420, Quad-core 1.5 GHz Cortex-A53 & Quad-core 2.1 GHz Cortex-A57 e com um GPU Mali-T760MP8. Tem 3 GB de RAM e está disponível nas versões de 32/64/128 GB memória interna sem possibilidade de expansão através de cartão e memória.
Traz a versão Android 5.0.2 Lollipop, com a Interface TouchWiz UI, que neste modelo está mais pesada prejudicando o desempenho geral do Galaxy S6.
Samsung Galaxy S6 - cores disponíveis
O S6 vem disponível em 4 cores, o branco, preto/azul marinho, dourado e azul claro. O seu ecrã é um Super AMOLED de 5.1 polegadas, tal como o seu antecessor, contudo, tem uma maior resolução de 1440 x 2560 píxeis (densidade aproximada de 577 ppp). Este é, sem dúvida, um dos melhores ecrãs de smartphones no mercado. As cores, apesar de um pouco frias, são bastante realistas, os ângulos de visão são muito bons, o contraste, a visualização de conteúdos em ambientes de luz solar directa são todos factores positivos.
Tal como o Galaxy S5, este novo Samsung vem equipado com vários sensores extra, nomeadamente o de leitura de impressões digitais para desbloqueio do smartphone e pagamentos via PayPal e de batimentos cardíacos, que além da medição óbvia dos batimentos cardíacos, ainda ajuda a medir o stress, o fluxo de oxigénio no sangue e ainda a capturar fotografias.
A grande aposta deste smartphone prende-se com a bateria, que é não removível (um desagrado para muitos utilizadores) de 2550 mAh. Apesar de não ser uma bateria com grande capacidade, permite efectuar carregamentos muito rápidos, principalmente nos primeiros minutos de carregamento.
Dentro da caixa, além do Galaxy S6, vêm as ficha de alimentação, o cabo USB/microUSB os auscultadores e o manual de instruções.

Especificações completas

  • Ecrã
    • 5.1″ Full HD Super AMOLED (1440 x 2560 píxeis), densidade ~577 ppp
    • Protecção Corning Gorilla Glass 4
  • Processador
    • Exynos 7420, quad-core 1.5 GHz Cortex-A53 & quad-core 2.1 GHz Cortex-A57
    • GPU: Mali-T760MP8
  • Rede
    • GSM/HSPA/LTE
  • Sistema Operativo
    • Android 5.0.2 (Lollipop) com interface TouchWiz UI
  • Memória
    • 32/64/128 GB memória interna, 3 GB RAM
  • Câmara
    • Principal (traseira): 16 MP com foco automático, estabilizador óptico de imagem e flash LED
    • Secundária (frontal): 5 MP com capacidade de gravação de vídeo a 1440p@30fps
  • Funcionalidades das câmaras
    • Captura dupla de imagem, Captura de vídeo e imagem em simultâneo, geo-referência, foco manual, detecção de rosto, HDR (High Dynamic Range), captura por gestos
  • Vídeo
    • Gravação: UltraHD (2160p@30fps), FullHD (1080p@60fps), HD (720p@120fps), HDR, video stabilization, dual-video rec.
  • Sensores
    • Biométrico, frequência cardíaca, acelerómetro, bússola, sensor de proximidade, giroscópio e barómetro
  • Certificados
    • Paypal para pagamentos através do leitor de impressões digitais
    • Samsung Pay (certificado Visa e Mastercard)
  • Dimensões e peso
    • 143,4 x 70,5 x 6,8 mm, 138 g
  • Conectividade
    • Wi-Fi 802.11 a/b/g/n/ac, dual-band, DLNA, Wi-Fi Direct, Wi-Fi hotspot
    • GPS / GLONASS
    • NFC, Bluetooth® 4.1 (LE, apt-X)
    • IR LED (controle remoto)
    • USB: microUSB v2.0, USB Host
  • Bateria
    • 2550 mAh
  • Preço:
  • 689€ (Preço médio no KuantoKusta)

2 – Hardware e Design

O novo design do Samsung Galaxy S6 vem marcar toda a diferença face a todos ossmartphones que a Samsung tem vindo a desenvolver. Mesmo os da série Galaxy A, que já vêm com uma estrutura metálica não podem ser colocados no mesmo patamar de construção do Galaxy S6.
Samsung Galaxy S6 (1)
Toda a carcaça e laterais são em metal e a capa traseira, onde sempre nos acostumámos a ver um plástico é agora em vidro e, perante vários teste que já foram realizados pela Internet, o Galaxy S6 é um dos mais resistentes a quedas no mercado dos topos de gama.
 
Do lado esquerdo encontra-se o botão de volume, em baixo o jack de áudio de 3,5 mm, o microfone, o altifalante principal e a porta microUSB 2.0, um retrocesso face ao Galaxy S5, que vinha com porta micro USB3.0, mas que provavelmente nunca teve grande utilidade para os seus utilizadores. Do lado direito, tem o botão de Power e o slot para o cartão nano SIM e, em cima, tem o outro microfone para gravar em stereo e o emissor de infravermelhos.
 
Na frente, em baixo, encontra-se o botão Home, com o novo sensor biométrico para leitura das impressões digitais, que funciona de forma distinta do sensor do Galaxy S5, sendo agora necessário um simples toque para a sua activação, e os botões capacitivos habituais. Em cima, encontra-se o LED RGB, os sensores de luminosidade, proximidade e de gestos e a câmara de 5MP, que evoluiu bastante em termos de qualidade.
 
Na traseira vem a câmara de 16MP, o flash LED e ao lado o sensor de batimentos cardíacos que vem integrado na aplicação S Health. Este sensor ganhou novas funcionalidades e agora também permite capturar fotografias.
A capa traseira, não é removível, não havendo assim qualquer acesso à bateria e o vidro em que é construída faz lembrar um pouco os Sony Xperia Z. Não fosse a câmara traseira ser saliente iriamos ter uma verdadeira fusão entre o iPhone 6 e o Sony Xperia Z3, mas sem resistência nem a água nem a poeiras.
A não inclusão do certificado de resistência a água e a poeiras neste novo Galaxy poderia até ser apontado como um ponto negativo, já que parece que para conseguirem melhorar algumas especificações tiveram que abdicar de outras, ao invés de apenas as aumentar.

3 – O que distingue o Samsung Galaxy S6

O Ecrã
A qualidade do ecrã do Galaxy S6 é um dos seus aspectos mais favoráveis. Actualmente, os smartphones já têm todos um ecrã de muito boa qualidade, mas uns perdem pela sensibilidade ao toque, outros pelas cores pouco realistas, por fraca visibilidade à luz natural ou por qualquer outro motivo, de que o Galaxy S6 não sofre.
Além destas características, a resolução melhorou face ao Galaxy S5, contudo, no final, essas diferenças de resolução, agora de 1440 x 2560 píxeis, não são assim tão notórias, já que o Galaxy S5 tinha um dos melhores ecrãs do mercado.
Samsung Galaxy S6 - Ecrã
Em modo automático, o brilho do ecrã ajusta-se na perfeição às várias situações de luminosidade a que é exposto, sendo que apresentou um desempenho muito satisfatório na sua utilização ao sol.

Sensores
Os sensores biométrico de leitura das impressões digitais e de frequência cardíaca vêm mais uma vez integrados num topo de gama da Samsung, contudo, apresentam algumas melhorias, ainda que ligeiras.
A Samsung integrou, novamente, o leitor de impressões digitais no botão Home e, ao contrário do que acontece com outros modelos da marca, para o activar apenas é necessário pousar o dedo sobre o sensor, sem ter que o deslizar, tal como acontece com o iPhone. Além do desbloqueio do ecrã, é ainda possível aceder a algumas aplicações e efectuar pagamentos via PayPal através deste sensor.
De forma a aumentar a segurança do sensor, para gravar as impressões digitais nosmartphone, é necessário utilizar um processo de registo um tanto ou quanto demorado, além de que é facilmente “enganado”. Para registar uma impressão digital é necessário ir pousando o dedo sobre o sensor, em várias posições, contudo, se durante o processo de registo for colocado outro dedo sobre o sensor, não é detectada nenhuma falha e ambos os dedos vão ser reconhecidos sempre que o sensor for utilizado.
sensor de frequência cardíaca vem integrado na aplicação S Health, já conhecida de modelos anteriores. Esta aplicação destina-se à monitorização toda a actividade física bem como de toda a ingestão e perda de calorias. Definindo o peso, sexo e altura, a aplicação cria um plano de metas a atingir para que mantenha uma vida saudável. São definidas quantidades de calorias a ingerir, a perder e de exercício a fazer.
Depois, para completar o treino, o ritmo cardíaco vai também ele sendo monitorizado e vão sendo registados os vários valores para futuras estatísticas. O ritmo cardíaco poderá ainda ser classificado conforme o estado de espírito do utilizador. Além da medição deste valor, é ainda possível medir os níveis de stress e de oxigénio no sangue. No fundo, a aplicação S Health está muito mais completa, permitindo, além do registo de actividades físicas e dos valores acima referidos, o registo de valores como da glicemia e pressão arterial.

Interface
A Samsung adoptou para este Galaxy uma nova versão do TouchWiz. E uma nova versão deveria significar melhorias no desempenho. Mas não. Em comparação com o Galaxy S5, um smartphone bastante fluído onde as aplicações não bloqueavam, o novo Galaxy S6 fica um pouco aquém deste desempenho esperado.
Ainda assim, de uma forma geral, esta nova versão até está mais bem desenhada, está mais intuitiva, as definições mais organizadas e uma das vantagens prende-se com o facto de já não ter pré-instaladas muitas das aplicações que os Galaxy por norma trazem, dando a opção ao utilizador de as escolher através da loja de aplicações da Samsung nas Galaxy Essencial.

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Funcionalidades e Aplicações
O Galaxy S6 traz uma série de funcionalidades, algumas novas, mas a maioria já existentes, que auxiliam o utilizador a um desempenho mais produtivo e com maior segurança. De destacar, a Multi Janela, Operação com uma mão, Modo de Bloqueio, Modo Privado, Assistência de segurança e Economia de Energia e carregamento rápido.
Quanto ao carregamento rápido,  o Galaxy S6 consegue realmente um impulso no carregamento nos minutos iniciais, o que é uma vantagem em momentos em que o tempo e a autonomia são escassos.
Através das Galaxy Essential, o utilizador vai encontrar uma série de aplicações úteis para a utilização do Galaxy S6, e que, tal como já foi referido, não vêm pré-instaladas. Além destas aplicações da Samsung, o utilizador ainda tem disponível um conjunto de aplicações de terceiros algumas delas pagas na Play Store, mas que assim poderão ser instaladas gratuitamente.

A revista
Porque cada vez mais o smartphone é um local de informação, o Galaxy S6 traz um ecrã dedicado às notícias. Do ecrã Home, ao deslizá-lo para a direita, surgem todas as notícias integradas com a aplicação Flipboard, uma das disponíveis na lista de presentes do Galaxy Gift.

4 – Câmara

A Samsung volta a marcar a diferença no que toca às câmaras fotográficas, os resultados finais de ambas melhoraram face às câmaras do seu antecessor e voltam a colocar o Samsung Galaxy no topo, como provam já vários testes desenvolvidos por especialistas o provaram. A câmara principal, que conta com o auxílio de um flash LED, é de 16 megapíxeis e a frontal de 5 megapíxeis.
A interface da câmara mantém-se muito semelhante à do seu antecessor, bem como os modos de captura, contudo, foi acrescentada a captura por gestos que, ao levantar a palma da mão para a câmara, ela é detectada e captura um foto daí a 2 segundos. Além do mais, faz reconhecimento de um ou vários rostos. A facilidade de captura ainda é aumentada com a associação do sensor de batimentos cardíacos ao obturador, um simples toque no sensor captura imediatamente uma selfie sem fazer tremer a imagem.
As imagens podem ser capturadas com um tamanho máximo de 5312×2988 píxeis, num formato 16:9, a 16MP, ou no mínimo de 2.4MP com uma resolução de 2048×1152 píxeis.
O desempenho em vídeo é bastante satisfatório, permite a gravação em UltraHD (2160p@30fps), FullHD (1080p@60fps), HD (720p@120fps) e VGA. Tem estabilizador de imagem e vários modos de gravação, como a gravação em câmara lenta, movimento rápido e movimento suave.
A gravação de som em vídeo é bastante límpida mesmo em ambientes de muito ruído, como por exemplo um concerto.
Alguns exemplos de imagens capturadas através do Galaxy S6:
Samsung Galaxy S6 - Foto (1)
Samsung Galaxy S6 - Foto (2) Samsung Galaxy S6 - Foto (3)
Samsung Galaxy S6 - Foto (4) Samsung Galaxy S6 - Foto (5)
Samsung Galaxy S6 - Foto (6)
Samsung Galaxy S6 - Foto (7) Samsung Galaxy S6 - Foto (8)

5 – Benchmark

Os benchmarks são sempre relativos sendo facilmente influenciados por outras características do dispositivo e, mesmo que não o sejam, existe sempre alguma relatividade entre o resultado final e o desempenho prático revelado pelo dispositivo.
Ainda assim, através do benchmark Antutu foi alcançado um resultado de 68611, que o coloca no topo da tabela.

6 – Autonomia

Com um ecrã com maior resolução e com uma bateria com menor capacidade que o Galaxy S5, é quase inevitável concluir que a autonomia do Galaxy S6 seja inferior. Não é novidade nenhuma que a Samsung preferiu apostar numa bateria com uma maior velocidade de carregamento do que propriamente com maior autonomia.
Uma vez que a autonomia se encontra na média da da maioria dos smartphones da mesma gama, nunca menos de um dia inteiro de utilização sem quaisquer restrições ou manobras de poupança de bateria, os 2550 mAh da bateria do Galaxy S6 suficientes.
Neste âmbito, o único factor que se pode apontar como negativo poderá ser a impossibilidade de acesso à bateria. Mas, na verdade, para a maioria dos utilizadores isso não constitui qualquer problema.

7 – Veredicto

A Samsung tentou surpreender o mercado com um Galaxy totalmente redesenhado e, nesse aspecto, conseguiu cumprir com o objectivo. Apesar das questões de designserem sempre subjectivas, de uma forma geral, o público ficou muito agradado com a nova imagem do Samsung Galaxy S6. Está mais elegante, mais ergonómico e os materiais de construção são mais resistentes.
De notar que o Galaxy S6 em análise apresenta alguns riscos na moldura da câmara traseira e no botão Home, que foram certamente fruto de uma utilização inadequada, antes de chegar ao Pplware. Durante o tempo de testes, não surgiu qualquer risco adicional e a utilização dada foi a de “utilizador normal”, com os cuidados comuns, de não o colocar junto a chaves ou dinheiro, mantê-lo sempre limpo e não o pousar em qualquer superfície.
Samsung Galaxy S6
Quanto ao desempenho, apesar de termos um processador considerado dos mais potentes do mercado dos smartphones, a verdade é que a interface da Samsung coloca um pouco em causa o desempenho fluido que o S6 poderia ter, sendo que as transições entre aplicações tem um pequeno desfasamento e algumas aplicações (principalmente o Facebook) bloqueavam quando existiam muitas aplicações a correr em segundo plano.
Pelo contrário, as câmaras constituem um factor muito positivo e que elevam ainda mais a qualidade do Galaxy S6.


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